- Vamos sair daqui? – sussurrei-lhe ao ouvido.
Encontrávamo-nos no nosso local preferido para ela tomar um chocolate junto a Belém
Afastou o rosto, olhou-me como que para confirmar a veracidade das minhas palavras.
- Tens a certeza?
- Absoluta. E tu?
- Não há nada que queira mais.
Não consegui dizer nada. Olhei-a, simplesmente.
- Sabes que mais? – disse. Pressionou os meus lábios com os seus, com força e continuou –Vamos. Pegou-me na mão e saímos do Piazza di Mare
No estacionamento, levei-a até ao carro e depois de o destrancar, virei-a para mim e encostei o seu corpo ao meu. Sentir como eu estava excitado só a fez gemer interiormente.
Desejava-me tanto. Notava-se
Abraçou-me e pressionei-me contra ela, fazendo com que se encaixasse no seu corpo.
Se estivessemos num local isolado, não esperaria mais tempo.
Teria sido ali que lhe levantava a saia até à cintura e a fodia. Suspiramos e entrámos no carro
- Daqui a pouco não vou conseguir conduzir… – disse-lhe.
Sorriu em resposta.
Mil loucuras passavam-me pela mente enquanto entravamos na sauna.
Pagamos e descemos a escada.
Rapidamente as roupas caíram, guaramos nos cacifos e com as tolhas envolvendo o corpo foi no corredor que a encostei a uma parede e levantou uma perna que apoiou na minha cintura .
Não conseguia esperar mais tempo. A vontade era incontrolável. As tolhas cairam.
Eu não queria pensar, somente sentir.
Sentiu a boca no pescoço, nas mamas, as mãos que afastaram coxas, a pressão do corpo de encontro ao ventre. A minha excitação. O beijo. E sentiu-o entrar.
O prazer de me sentir dentro dela. Duro, grande, quente, húmido.
Insistentemente. Profundamente. Os movimentos alucinados, os gemidos.
Ainda agora a sinto.
Gemia-me ao ouvido e pedia mais ...."....fode-me que estão parados a ver-nos....fode-me que quero que vejam que sou tua,..que sei foder,...que és meu,..que fodes bem, que me fodes toda... fode-me Vasco. Os casais e demais clientes passavam e deliravam, pois apalpavam-se e beijavam-se. Nós fodiamos . O orgasmo que veio rápido. Avassalador.
Não chegou para nos satisfazer.
Pausa. Respirações entrecortadas. Corações a bater acelerados, em uníssono. Trocámos um beijo, rindo.
- Somos loucos – disse-lhe.
- Que bom que o somos respondeu-me.
Pegamos nas toalhas caídas ao chão, fomos trocá-las e fomos para o banho turco.
Entrámos e num degrau superior deitei-me e ela deitou.se entre as minhas pernas, de costas encostadas ao meu peito.
Sentia decerto o meu caralho entre as nádegas.
Um casal debruçou-se sobre nós e enquanto ela colava as maminhas na minha boca, ele delicadamente lambia-a notando-se que não evitava que a lingua tocasse a cabeça do meu caralho entalado entre as pernas
Ela tinha decerto, a vontade de o sentir de novo dentro do corpo.
Num repente virou-se e ajoelhou-se entre as minha pernas. Tocou-me.
Sentiu a rigidez entre os dedos.
Mas era com a boca que me queria tocar.
Notámos que a outra colocava uma perna no degrau onde estávamos deitados podendo descer assim a cona para a minha boca. O turco não estava demasiado quente o que era agradável sentir os nossos corpos e orificios húmidos e leitosos.
Ele colocou-se atrás de Louise que estando de quatro dava acesso ao seu cu e à sua cona com facilidade. Sentiu a boca dele a explorá-la.
Louise baixou o rosto, entreabriu os lábios e meteu-o na boca.
Que sensação extraordinária a boca dela no meu caralho, a cona da outra na minha boca e ouvir os seus gemidos quando o tirava da boca e o massajava com prazer. Saber que lhe dava prazer. Continuou, movimentando a boca, os lábios, a língua, convidando-me à maior volúpia.
Sentiu o caralho a endurecer mais, latejando do entre os seus lábios, de encontro aos dedos que auxiliavam os movimentos.
Agarruei-a pelos cabelos, incitando a que não parasse de chupar, de lamber.
- Pára, que não aguento mais… se continuas, eu venho-me.
-".........Eu quero que te venhas. Agora e aqui............." gritou
O seu grito entoou pelas paredes, esquecendo o local o que ainda mais excitante foi.
Comecei a esporrar-me. Recebeu os primeiros jactos. Deitou-se sobre mim e eu vinha-me entre as suas mamas.
Os seus lábios encontraram os meus e uma cona deliciosamente rapada a ter um orgasmo na minha, nas nossas bocas.
Notava-se que se vinha na boca dele que continuava a lamber-lhe a cona e o cu.
Delicioso.
Saimos os quatro perante olhares pecaminosos de dois casais e alguns clientes e fomos ao duche.
Passámos pelo bar para tomar uma água.Falámos pouco. Eram franceses. A linguagem do sexo é semelhante ou mesmo igual.
Umas palavras, uns sorissos e....
Entramos num gabinete para relaxar e fechamos a porta.
Luz muito suave, quase apagada, boa temperatura, corpos desnudados e eu deitado ao lado de Louise, tendo a francesa a meu lado e ele ao lado de Louise.
Se bem me recordo ouvi daí a algum tempo o rasgar de invólucros.Senti uma boca que habilmente colocava o preservativo na meu pau.
Senti que uns peitos macios desciam para a minha boca e que uma cona quente envolvia o meu caralho.
Notei Louise de pescoço virado para mim e de mão dáda comigo.Sorriu e de repente ....................
Ouvi-a fazer ahhh, aquele ahhhh dela de prazer, um ah tesudo quando normalmente arregala os olhos , decerto quando sentiu o caralho grosso do francês a entrar na sua cona pronta para uma foda lenta e saborosa....... Lembro-me que gostá-mos
Como uma das mais belas recordações que guardamos.
Não sou ave de gaiola! Gosto de viver e...deixar viver! Sou vaidoso, porque considero que tenho bom gosto! Tenho vocação para missões, mas não sou missionário! Gosto muito de dar, mas também exijo entrega! Aprecio muito a noite, mas também o dia Por isso, não há nada como um dia atrás do outro, com uma noite maravilhosa pelo meio!
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quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
A máscara
A máscara
Despidos os nossos corpos desejavam tocar-se infinitamente na escuridão do quarto! Ambos tínhamos uma mascara como aqueles do carnaval de veneza, o que me deixava a imaginar como seria os traços do teu rosto que davam forma a um corpo divinalmente esculpido numa pérola de sensualidade.
Aproximo-me de ti e aprecio os teus lábios, carnudos, sedentos por um beijo... os meus lábios aproximam-se dos teus e começas a sentir o calor deles perto dos teus mas não te tocam, desviam-se ate aos teus ouvidos onde levemente beijam os lóbulos e sussurram algo...
Quero que me mexas no corpo. Toca-me anda!
Começas então a percorrer o meu peito lentamente, como se escrevesses o desejo que te percorria a mente.
Tentavas descer , querias tocar o meu caralho a ficar duro mas eu puxava o meu corpo para cima e beijava as tuas mãos!
Voltavas a descer e eu a subir, o que te deixava irritada mas ao mesmo tempo ansiosa por lá chegar!
Então eu afasto-me e contemplo o teu corpo a contorcer-se levemente, como que surgindo na tua pele um pedido para te tocar, e faço-o mas com a minha língua, somente a minha língua com o meu corpo bem afastado do teu!
O tesão não era só teu mas meu também.
Tu rendeste e delicias-te a apreciar o calor da minha língua nos teus mamilos, a rodea-los e lambe-los... a mordisca-los como tanto gosta e mumrmuras …morde porra morde um pouco…
Gosta de apreciar a minha língua na tua boca com beijos longos e profundos e ficamos assim….. imenso tempo …. Lá em baixo noto que contrais a cona!
Sempre com as mascaras a esconder os traços profundos só desejo!
Ordeno-te com voz forte para abrires as tuas pernas e me autorizes a foder no pedaço do teu corpo mais quente... mas essa autorização tinha de ser dada pelo teu desejo de ser como gosta bem , demoradamente fodida!
Afasto-me e sento-me ao teu lado à espera desse momento!
Passam alguns segundos, minutos e tu vais-te tocando sozinha, mexes na cona molhada como que mostrando os pontos do teu corpo que precisavam de ser redescobertos!
Novamente aproximo-me de ti e tu baixinho pedes-me algo!" Quero que me toques!"
Anda toca-me …mexe-me nesta cona ansiosa Agarras na minha mão e levas-a até ao meio das tuas pernas e conduzes-a até ao teu clitóris e aí apertas as pernas com toda a tua força...
preso ali cedo ao teu desejo e acaricio-te devagar e o nossos corpos juntam-se um ao outro, tu por cima de mim...
Muito putinha como gosto tomas o controlo Sinto-me a ser conquistado pelos teus lábios, pelas tuas mãos até que sem esperar de uma só vez a tua boca reclama o meu tesão por ti e engoles-o com suavidade e gentileza, sem pressa como se existisse uma transferência de desejo entre os nossos corpos!
Eu sinto um desejo enorme de desvendar a tua face!
Peço-te que retires a tua mascara pois queria ver o prazer que sentias a devorar o meu tesão por ti e ao mesmo tempo a renová-lo! tu acedes mas não naquele instante!
Percorres o meu corpo por cima de mim... e sem esperar tu dizes ..quero-te dentro de mim, quero senti-lo a gravar o teu desejo por mim bem no fundo! Vá agora fode-me caralho …fode-me
Eu rendido ao teu pedido... aceito e tu abres as pernas com toda a tua alma e montas-me... mas o meu pedido continuava por ser concretizado..queria ver a tua cara definir o desejo que sentias!
Então tapas a tua cara com o teu cabelo enquanto fazes um movimento de penetração tão intenso que nem me apercebo que já tinhas tirado a mascara! Sobes e desce cavalgando loucamente, fodendo com toda a ânsia de uma mulher fogosa e tesuda
E vejo aproximar-se de mim os teus lábios sensuais . Colas nos meus e tão intensamente que num instante explodes, não num orgasmo, mas sim por ambos estarmos tão quentes que perdemos o controlo do nosso corpo e como que desgovernados sem destino envolvemonos num momento intenso de sexo! Com movimentos lentos e rápidos até que sinto bem dentro de ti os primeiros espasmos de prazer que tentas evitar!
Mas eu digo-te ... vem-te foda-se vem-te caralho deixa escorrer miha putinha mistério Quero-se sentir bem dentro de ti! tu soltas-os e chegas a um momento tão intenso que não aguentas mais e ...como te vens desalmadamente e cavalgas numa foda que te enche de orgulho do boa que sabes que és na cama.
Eu sentindo aqueles movimentos bem dentro de ti... acabo por me afastar e ver-te contorcer de prazer, de olhos fechados tu partes ate outra dimensão... e eu parto numa nova busca do teu corpo...
Digo-te... quero dar-te o meu desejo... o meu tesão e a minha explosão... quero que te entregues com devoção sem medo... deixa-te ir! Quero-me esporrar todo em ti
Tu sem saber o que fazer ainda um pouco cansada pelo teu orgasmo... abanas a cabeça que sim!
Eu digo-te... mostra-me agora onde gostavas de sentir o teu corpo ser conquistado!
E tu abres a tua boca e beijas-me com toda a tua força e desces ate ao meu membro... quente e duro... começas a chupa-lo bem na pontinha enquanto o acaricias!
Vai ficando cada vez mais quente! mais quente e vejo os teus mamilos ficarem durissimos pelo calor que vem dele!
E pedes-me... quero saborear o teu tesão... o teu desejo... enche-me a boca de leite ..anda dá-me ……….e num instante engoles-o todo ... A tua língua com pequenos círculos provoca um desejo sem descrição, alternando entre o chupares e o lamberes.. e agora sim vejo o teu rosto a apreciar o meu desejo tão intensamente que não aguento mais e sai de mim tudo aquilo que me provocaste num jacto quente e húmido de prazer bem dentro da tua boca!
Fico sem forças rendido a ti ... e sem me aperceber tu não paraste...
Eu digo-te... põe-o bem dentro de ti... e tu montas-me e naquela fracção de segundos como que o tempo pára... e só nós dois existimos... gerou-se um momento de penetração tão intenso que nos vimos os dois!
Exaustos... deitamonos um ao lado do outro e tu não largas o meu membro... como que a cuidar dele... voltas o rabo para mim. Fazes uma força para trás e ele desliza para dentro da tua cona enquanto passo um braço por cima e agarro as mamas…… deliciosas …tesudas….
Fodemos. Lentamente….
Quanto tempo ? Lembras-te ?
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
"Tu, sim tu, homem,macho ,sedutor" * confissão
Está sentado no sofá do meu gabinete de trabalho. Entrou , sentou-se e esperando-me, na semi-penumbra olha vendo o gesto da minha mão que faz deslizar a caneta pela folha de papel.
A sua marca inconfundível, sentindo que os olhos me olham e fulminam de desejo, que acabam por me fazer erguer o olhar como quem ergue a ponta do véu sinuoso do desejo.
Na sua fascinante sedução, chama-me em silêncio, com uma presença e cheiro a macho-homem, sabendo que não vou resistir nem aos odôres quanto mais ao toque.
Não resisto já e deixo que meus pés me levem até ele e me ajoelhe a seus pés, sabendo que nos meus lábios entreabertos se desenha um sorriso nada submisso, mas feliz, de cantos erguidos num esgar provocador e língua rosada espreitando como que por uma pequena janela.
A ponta de um dedo desliza pela coxa máscula enquanto os seus olhos se cravam no meu rosto, e descem para o meu regaço onde as maminhas parecem latejar e onde se desenham sombras que permanecem sem se mexer.
O seu delicioso instrumento das minhas alegrias repousado sobre a coxa atrai-me e ele sabe que sim.
Aguarda o inegável gesto que se seguirá, o toque dos dedos que se enrolarão na carne quente.
Não o deixo defraudado e rodeio-o com ternura, deixando sentir na palma da mão a dôce masculinidade que envôlvo em dedos encurvados, ávidos.
Lateja como um bichinho que se sente preso numa gaiola, que se debate, mais para sentir o aperto doce e macio que para fugir do que, afinal anseia.
No pensamento dele há o riso gutural que sai do meu profundo sentido e penetra nos lábios dele, fazendo-o suspirar.
Abro os dedos, fecho e o olhar dele agudiza-se ao ritmo dos movimentos dos dedos que deslizam naquele membro que me faz feliz, que se estende lânguida e nervosamente, enquanto a humidade toca na minha pele, exalando odores a prazeres infinitos.
Aos quais não me negarei.
E ele sabe-o.
Depois entrego-me a ele, homem-macho maduro, provocador, e inconfundivelmente sedutor como eu gosto.
Como é bom depois disto senti-lo dentro de mim.
Fodê-lo
A sua marca inconfundível, sentindo que os olhos me olham e fulminam de desejo, que acabam por me fazer erguer o olhar como quem ergue a ponta do véu sinuoso do desejo.
Na sua fascinante sedução, chama-me em silêncio, com uma presença e cheiro a macho-homem, sabendo que não vou resistir nem aos odôres quanto mais ao toque.
Não resisto já e deixo que meus pés me levem até ele e me ajoelhe a seus pés, sabendo que nos meus lábios entreabertos se desenha um sorriso nada submisso, mas feliz, de cantos erguidos num esgar provocador e língua rosada espreitando como que por uma pequena janela.
A ponta de um dedo desliza pela coxa máscula enquanto os seus olhos se cravam no meu rosto, e descem para o meu regaço onde as maminhas parecem latejar e onde se desenham sombras que permanecem sem se mexer.
O seu delicioso instrumento das minhas alegrias repousado sobre a coxa atrai-me e ele sabe que sim.
Aguarda o inegável gesto que se seguirá, o toque dos dedos que se enrolarão na carne quente.
Não o deixo defraudado e rodeio-o com ternura, deixando sentir na palma da mão a dôce masculinidade que envôlvo em dedos encurvados, ávidos.
Lateja como um bichinho que se sente preso numa gaiola, que se debate, mais para sentir o aperto doce e macio que para fugir do que, afinal anseia.
No pensamento dele há o riso gutural que sai do meu profundo sentido e penetra nos lábios dele, fazendo-o suspirar.
Abro os dedos, fecho e o olhar dele agudiza-se ao ritmo dos movimentos dos dedos que deslizam naquele membro que me faz feliz, que se estende lânguida e nervosamente, enquanto a humidade toca na minha pele, exalando odores a prazeres infinitos.
Aos quais não me negarei.
E ele sabe-o.
Depois entrego-me a ele, homem-macho maduro, provocador, e inconfundivelmente sedutor como eu gosto.
Como é bom depois disto senti-lo dentro de mim.
Fodê-lo
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Segredos de mulher(II) *Laura
Seguimento do capitulo I
*Laura O início
Fui o seu primeiro namorado. Nascida de uma família tradicional, nem seria uma Maaggie Gyllenhaal em " A secretária", nem era uma simplória que se não sabia arranjar, e puxar pelos seus encantos na altura .
Cedo começou a ler coisas eróticas e era assim pelos livros da época (não imaginam internet , pois não), que conseguia arranjar, por umas amigas da capital, que aprendeu e bem as coisas do sexo.
Mais velho, mais experiente, mas não muito mais sábio dado que até depois de algum tempo não sabia do seu gosto para a leitura erótica, e consequente aplicação de conteúdos na intimidade do seu quarto numa familia tradicional ainda que abastada, de provincia.
Quando a beijava gostava que a agarrasse enérgicamente pelos cabelos, e a puxassse a mim e apertasse; queria que os beijos fossem acompanhados de beliscadelas e de sentir os braços apertados.
Numa noite, perto da sua casa, encostados a uma ombreira de porta (era verão e a noite estava quente), apenas com a luz de um luar de Agosto, a tesão foi tanta que indo atrás dos seus gostos, mordi-lhe o lábio o beijo o que lhe provocou um gemido dentro da minha boca com um ar de ter tido um prazer sublime.
A sua perna na minha cintura provocava-me uma tesão enorme, mas ...............
......Assustei-me, pois pensei que com o tesão que tinha e o descontrole provocado, a tinha magoado e afastei-me. Explicou-me que tinha adorado e que estava com as maminhas duras e se tinha vindo, daí o gemido.
Estranhei a reacção a um beijo violento, mas....
Um dia quando a ia buscar a casa, pouco tempo tinha passado daquela cena, e estando a mãe de serviço na unidade hospitalar onde trabalhava, entrei em casa e estávamos sós.
A sua beleza, aliada à forma simples de vestir à época, uma saia rodada, blusa e um soutien e calcinhas, com um sapato que lhe realçava a barriga da perna e avolumava as coxas, eram chamariz para que só de olhar ficasse com um tesão enorme contido pelos slipes e as calças justas ao corpo.
Não nos contivemos e iniciámos com beijos e apalpões, sentindo que me apertava de uma forma fora do comum, começando a pedir-me "beija-me como outro dia", " morde-me" .....e estranhando assim fiz....
Mordi ligeiramente o lábio e gemendo pediu mais e ouvi "dá-me palmadas no cu dá querido".
Obedeci e levantando a saia enquanto a beijava como queria, dei-lhe duas palmadinhas suaves nas nádegas, ouvindo "mais ....mais filho mais ....." o que me fez dar-lhe uma palmada com mais força à qual reagiu ..... "vim ...vim... quero-te fode-me"......quero que seja hoje.
A situação de a mãe poder regressar e sabendo que era virgem, deixou-me um pouco nervoso, mas levando-a à minha frente até ao sofá comprido da sala, levantei-lhe a saia despi-lhe a cueca e gostaria de ter começado lambendo aquela cona deliciosamente molhada ....mas .....
Não me deu tempo e entretanto despertando-me a calça e tendo já na mão a minha picha dura de tesão, puxou-me para cima dela e de facto poderia ser mais cuidadoso mas não consegui .....
Vim a saber mais tarde que era isto que queria...
Entrei nela se supetão, provocando-lhe decerto dôr, mas convulsivamente vinha-se e vinha-se, gritando mais e mais..... até que tão quente que estava pelo calor da coninha, pelos seus leites virginais com laivos avermelhados, ainda assim pouco felizmente, e que escorriam, o meu pau não aguentou mais.
Retirei-me de dentro dela, tinha de ser, nem anti-conceptivos nem tempo para preservativo, e esporrei-me batendo-lhe com o cacete na barriga e enchendo-a de leite amarelado da pujança da juventude.
Estava consumado o que Laura queria ....Perder a virgindade e foder brutalmente
Confessou-me .... "faz-me sempre assim....quero sentir-me submissa" .....
Veremos
(continua)
Autores influentes:L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche Sophie Morgan; Jess Michaels
*Laura O início
Fui o seu primeiro namorado. Nascida de uma família tradicional, nem seria uma Maaggie Gyllenhaal em " A secretária", nem era uma simplória que se não sabia arranjar, e puxar pelos seus encantos na altura .
Cedo começou a ler coisas eróticas e era assim pelos livros da época (não imaginam internet , pois não), que conseguia arranjar, por umas amigas da capital, que aprendeu e bem as coisas do sexo.
Mais velho, mais experiente, mas não muito mais sábio dado que até depois de algum tempo não sabia do seu gosto para a leitura erótica, e consequente aplicação de conteúdos na intimidade do seu quarto numa familia tradicional ainda que abastada, de provincia.
Quando a beijava gostava que a agarrasse enérgicamente pelos cabelos, e a puxassse a mim e apertasse; queria que os beijos fossem acompanhados de beliscadelas e de sentir os braços apertados.
Numa noite, perto da sua casa, encostados a uma ombreira de porta (era verão e a noite estava quente), apenas com a luz de um luar de Agosto, a tesão foi tanta que indo atrás dos seus gostos, mordi-lhe o lábio o beijo o que lhe provocou um gemido dentro da minha boca com um ar de ter tido um prazer sublime.
A sua perna na minha cintura provocava-me uma tesão enorme, mas ...............
......Assustei-me, pois pensei que com o tesão que tinha e o descontrole provocado, a tinha magoado e afastei-me. Explicou-me que tinha adorado e que estava com as maminhas duras e se tinha vindo, daí o gemido.
Estranhei a reacção a um beijo violento, mas....
Um dia quando a ia buscar a casa, pouco tempo tinha passado daquela cena, e estando a mãe de serviço na unidade hospitalar onde trabalhava, entrei em casa e estávamos sós.A sua beleza, aliada à forma simples de vestir à época, uma saia rodada, blusa e um soutien e calcinhas, com um sapato que lhe realçava a barriga da perna e avolumava as coxas, eram chamariz para que só de olhar ficasse com um tesão enorme contido pelos slipes e as calças justas ao corpo.
Não nos contivemos e iniciámos com beijos e apalpões, sentindo que me apertava de uma forma fora do comum, começando a pedir-me "beija-me como outro dia", " morde-me" .....e estranhando assim fiz....
Mordi ligeiramente o lábio e gemendo pediu mais e ouvi "dá-me palmadas no cu dá querido".
Obedeci e levantando a saia enquanto a beijava como queria, dei-lhe duas palmadinhas suaves nas nádegas, ouvindo "mais ....mais filho mais ....." o que me fez dar-lhe uma palmada com mais força à qual reagiu ..... "vim ...vim... quero-te fode-me"......quero que seja hoje.
A situação de a mãe poder regressar e sabendo que era virgem, deixou-me um pouco nervoso, mas levando-a à minha frente até ao sofá comprido da sala, levantei-lhe a saia despi-lhe a cueca e gostaria de ter começado lambendo aquela cona deliciosamente molhada ....mas .....
Não me deu tempo e entretanto despertando-me a calça e tendo já na mão a minha picha dura de tesão, puxou-me para cima dela e de facto poderia ser mais cuidadoso mas não consegui .....
Vim a saber mais tarde que era isto que queria...
Entrei nela se supetão, provocando-lhe decerto dôr, mas convulsivamente vinha-se e vinha-se, gritando mais e mais..... até que tão quente que estava pelo calor da coninha, pelos seus leites virginais com laivos avermelhados, ainda assim pouco felizmente, e que escorriam, o meu pau não aguentou mais.
Retirei-me de dentro dela, tinha de ser, nem anti-conceptivos nem tempo para preservativo, e esporrei-me batendo-lhe com o cacete na barriga e enchendo-a de leite amarelado da pujança da juventude.
Estava consumado o que Laura queria ....Perder a virgindade e foder brutalmente
Confessou-me .... "faz-me sempre assim....quero sentir-me submissa" .....
Veremos
(continua)
Autores influentes:L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche Sophie Morgan; Jess Michaels
quinta-feira, 28 de março de 2013
Sei se sei
Acreditando seres ingénua ou orgulhosa já não sei, pensavas que sabias tudo do que eras
capaz, tudo o que tinhas para me dar, todas as formas de me fazer sentir prazer.
Mas estavas enganada
Agora, sei que confessas que conheço o teu corpo melhor que tu própria.
Tu conheces os recantos do teu corpo, as curvas, as proeminências, as reentrâncias, as
reacções.
Mas eu conheço a dualidade causa-efeito.
Sei o como .... para .....
Sei onde devo tocar para te ver e te ter perdida de
contentamento, a suspirar, tremendo,
pronta a sentires os orgasmos que te sei provocar.
Sei, se sei, com o profundo conhecimento do teu corpo,
das tuas reacções qual o
momento em que estás pronta para te foder com mais ou
menos intensidade, quando a
tua respiração começa a prevenir-me que queres um ritmo cadenciado para te esporrares
uma e mais outra vez.
Sei, se sei, com a certeza da sedução que exerço sobre ti , o que estás a desfrutar,
que me queres, que me procuras para me sentires nela
bem húmida, a escorregar para dentro de ti.
Sei se sei, como que entrando na tua cabeça, as palavras que te levam
ao máximo expoente da loucura, as palavras que te condenam a ser
minha, as palavras que o meu corpo precisa de sentir para te esporrares
mais e mais...e pedes mais.
Sei,se sei imbuído da experiência dos amantes, testar os teus limites,
levando-te a acreditar que os consegues ultrapassa-los,..
Sei, se sei manobrar ,monopolizar, fazer render uma foda ,
explorando-te levando-te a explorares-te a ti própria
Sei ,se sei.
E sei que te saibo sempre bem.
Quando me sentes esporrar para ti
capaz, tudo o que tinhas para me dar, todas as formas de me fazer sentir prazer.
Mas estavas enganada
Agora, sei que confessas que conheço o teu corpo melhor que tu própria.
Tu conheces os recantos do teu corpo, as curvas, as proeminências, as reentrâncias, as
reacções.
Mas eu conheço a dualidade causa-efeito.
Sei o como .... para .....
Sei onde devo tocar para te ver e te ter perdida de
contentamento, a suspirar, tremendo,
pronta a sentires os orgasmos que te sei provocar.
Sei, se sei, com o profundo conhecimento do teu corpo,
das tuas reacções qual o
momento em que estás pronta para te foder com mais ou
menos intensidade, quando a
tua respiração começa a prevenir-me que queres um ritmo cadenciado para te esporrares
uma e mais outra vez.
Sei, se sei, com a certeza da sedução que exerço sobre ti , o que estás a desfrutar,
que me queres, que me procuras para me sentires nela
bem húmida, a escorregar para dentro de ti.
Sei se sei, como que entrando na tua cabeça, as palavras que te levam
ao máximo expoente da loucura, as palavras que te condenam a ser
minha, as palavras que o meu corpo precisa de sentir para te esporrares
mais e mais...e pedes mais.
Sei,se sei imbuído da experiência dos amantes, testar os teus limites,
levando-te a acreditar que os consegues ultrapassa-los,..
Sei, se sei manobrar ,monopolizar, fazer render uma foda ,
explorando-te levando-te a explorares-te a ti própria
Sei ,se sei.
E sei que te saibo sempre bem.
Quando me sentes esporrar para ti
quarta-feira, 27 de março de 2013
E se de repente fosse um intruso
Dia tranquilo pelos gabinetes. Particularmente o dia com algumas reuniões e muitos papéis reunidos para pôr em ordem.
Depois de uma passagem pela bar para um café e subi ao meu piso para então começar a ordenar as ideias.
Passei por Lousie, informei-me se estava tudo bem, e se a pasta de despacho já estava pronta,ao que me informou que sim, e que os elementos do meu staff já tinham deixado as suas pastas para a nálise e depois saído.
Assim entrei e teno um segurança na entrada do corredor como hábito, não liguei o bloqueio de porta.
Embrenhei-me nos papaeis e com atenção ao ecran do computador, que nem senti que a porta se tinha aberto, nem reparei que sobre a secretária a luz vermelha do bloqueio estava acesa.
Assim quase dei um salto quando senti umas mãos acariciando-me o pescoço e o cabelo.
"Não se assute Sir" ....
"Oh My God" era ela.
Louise, calmamente disse. .. Continue ... só queria saber se precisa de alguma coisa e nisto sentou-se no braço do cadeirão, o que levou, com o seu 1.70 e saltos que pudesse ter um pé no chão, as nadegas no braço da cadeia e a perna apoiada no no meu braço esquerdo, e consequentemente a saia subiu, no que as meias ajudaram a deslizar.
De facto continuei mas o apoio do braço esquerdo levava a que uma quimica passasse e obrigasse a que o meu Zézinho ficasse, aflito, dado que aumentando de volume e apertado nas calças se sentia incomodado.
Louise não tardou a notar tal volume e calmamente ajoelhando-se na minha frente enfiou-se debaixo da secretária. cinicamente e com ar malandro disse..... "despache o serviço que eu vou despachando a aflição que vai por aqui"..
Pleno de pujança fou primeiro lambido de alto a baixo, e depois, sentiu-o a entra naquela bova de sonho.
Mas que despacho fazia eu ? A noite era longa e poderia e jantar mais tarde ..
Afaguei-lhe os cabelos e senti a os lábios a bater-me nos tomates estando assim o bacamarte, todinho dentro da sua boca.
A tesão aumentava e eu não auqeria de modo algum, já que tinha interrompido o trabalho, que este agora fosse um tarefa não completa, pelo que, levantei-me e leveia-a a que o fizesse também.
Teriamos de iniciar o trabalho bem de início para que ficasse bem feito.
De sonho de facto aquele corpo.
Aí de novo a sua boca devoradora e ainda antes de me sentar continuou a mamar (como ela gosta!!!!!) A sua lingua passava na cabecinha como que provocando mais ainda, e de repente enfiava-o na boca mamando naquela posição.
Não dava muita hipótese de eu me conseguir despir, pois a sede de mamar era tanta que quase não me podia mover.
Loiuse deixava saliva e passava com amão , levando depois a minha a agrra o caralho para seu maior delírio colocar as mãos nos meus tomates.
Consegui despir-me aguentando-me sem me esporrar e sentei-me no sofa.
Num ápice tirou a roupa e aproveitando a minha posição sentado, de novo se pôs de joelhos e aproveitou para o levar à boca e continuar a sua tarefa, deliciosamente bem feita.
Então sem aguentar mais, precisava de sentir aquelas carnes a rodearem-me o caralho, precisava de a fazer ganir como ela gosta, Louise, Louise agora vá.
E ela sabia que eu lhe satisfaria a sua sempre desejada loucura, que o marido, lembram-se da foda em casa dela e assim para que tudo foosse ao encontro dos seus desejos, disse-lhe para se sentar na minha cara. Queria lamber aquela cona e aquele cu que bempreparava de ser preparado.
Assim fez . Subiu para o sofá, amarinhou por mim, sentou-se nas costas dele e .... a cona na minha boca...
Aquele cu a ser bem lambido e oleado pois o seu fetiche não satisfeito normalmente teria de ser de novo realizado.
E se assim o queria, assim o teve.. Depois e me encharcar bem a boca e de junto com a minha saliva o cu ficar no ponto , ela deitada de lado e não havia mais nada a fazer........
Era enterrá-lo todo no cu e foder...foder.... até que ela se sentiasse realizada
Fodemos com lentidão, fodemos apressando a momentos, voltavamos à lentidão, até se sentir demasiado quente. Os orgasmos era multiplos.
Loucura no chão onde numa carpete estavamos deitados
E loucura loucura loucura foi quando me pediu.........
Tire do meu cu....... Esporre-se na entrada dela......
Esporre-se.
Esporre-se entre a coninha e o cu
Pois como bem comportado imaginem.
O leite jorrou .
Depois ....bem depois fui ao despacho
Esta já estava despachada......Bom...muito bom
Então sem aguentar mais, precisava de sentir aquelas carnes a rodearem-me o caralho, precisava de a fazer ganir como ela gosta, Louise, Louise agora vá.
E ela sabia que eu lhe satisfaria a sua sempre desejada loucura, que o marido, lembram-se da foda em casa dela e assim para que tudo foosse ao encontro dos seus desejos, disse-lhe para se sentar na minha cara. Queria lamber aquela cona e aquele cu que bempreparava de ser preparado.
Assim fez . Subiu para o sofá, amarinhou por mim, sentou-se nas costas dele e .... a cona na minha boca...
Aquele cu a ser bem lambido e oleado pois o seu fetiche não satisfeito normalmente teria de ser de novo realizado.
E se assim o queria, assim o teve.. Depois e me encharcar bem a boca e de junto com a minha saliva o cu ficar no ponto , ela deitada de lado e não havia mais nada a fazer........
Era enterrá-lo todo no cu e foder...foder.... até que ela se sentiasse realizada
Fodemos com lentidão, fodemos apressando a momentos, voltavamos à lentidão, até se sentir demasiado quente. Os orgasmos era multiplos.
Loucura no chão onde numa carpete estavamos deitados
E loucura loucura loucura foi quando me pediu.........
Tire do meu cu....... Esporre-se na entrada dela......
Esporre-se.
Esporre-se entre a coninha e o cu
Pois como bem comportado imaginem.
O leite jorrou .
Depois ....bem depois fui ao despacho
Esta já estava despachada......Bom...muito bom
terça-feira, 26 de março de 2013
A secretária-recepcionista
Eu estava cheio de serviço aquela semana, por isso resolvi chegar bem mais cedo ao gabinete que o normal .
Como de costume, a secretária- recepcionista, já estava lá.
Apesar de fardada estava sensualmente vestida com a saia caramelo da farda uma mão travessa acima do j
joelho, camisa creme abotoada na frente até ao penultimo botão antes do colarinho
Como de costume, a secretária- recepcionista, já estava lá.
Apesar de fardada estava sensualmente vestida com a saia caramelo da farda uma mão travessa acima do j
joelho, camisa creme abotoada na frente até ao penultimo botão antes do colarinho
Uma mulher de cerca de 1,70m de altura, 55kg, peitos volumosos mas firmes, boas nádegas. Sempre tive
tesão especial por ela,
Vistosa, ela provocava qualquer homem .
Cheguei, cumprimentou-me como de costume e entrei
para o meu gabinete, e disse-lhe não queria ser
incomodado.
Mas a visão daquela escultura là chegada deixou-me
esquisisto.
Sentei-me à secrtária e senti tesão
para o meu gabinete, e disse-lhe não queria ser
incomodado.
Mas a visão daquela escultura là chegada deixou-me
esquisisto.
Sentei-me à secrtária e senti tesão
Sinais de vida em meu companheiro de entre pernas.
levou-me a passar a mão por cima da calça fina da
farda
a saber como eel se sentia,
Nisto, ela entra simpáticamente com um café entra no
gabinete e nota que tenho a "arma" pronta para
combate.
Sinceramente não sabia o que fazer, se lhe dava um
raspanete por ter entrado assim sem bater, ou se
ficava calado, com ar envergonhado para puxar ao
sentimento
levou-me a passar a mão por cima da calça fina da
farda
a saber como eel se sentia,
Nisto, ela entra simpáticamente com um café entra no
gabinete e nota que tenho a "arma" pronta para
combate.
Sinceramente não sabia o que fazer, se lhe dava um
raspanete por ter entrado assim sem bater, ou se
ficava calado, com ar envergonhado para puxar ao
sentimento
Notei que ela também ficou surpreendida, pediu
desculpa por ter entrado assim, mas como era cedo
lembrou-se de me trazer um café.
Disse-lhe que tudo bem, que eu é que devia me
desculpar.
Ela, nitidamente com dificuldade de tirar os olhos das
minhas calças, disse que estava tudo bem, que ela
não havia visto nada, e foi virando as costas, quando
de repente, num tom deliciosamente malicioso
completou :
desculpa por ter entrado assim, mas como era cedo
lembrou-se de me trazer um café.
Disse-lhe que tudo bem, que eu é que devia me
desculpar.
Ela, nitidamente com dificuldade de tirar os olhos das
minhas calças, disse que estava tudo bem, que ela
não havia visto nada, e foi virando as costas, quando
de repente, num tom deliciosamente malicioso
completou :
Por enquanto...
Nessa altura não me contive, tive um ímpeto de a chamar e lhe dar um raspanete de mão por baixo das saias
mas a posição não me permitia dar de barato, embora já tivesse percebido algumas vezes os olhares
sorrateiros que ela fazia ao tentar encontrar o meu olhar.
Chameia-a e perguntei o que ela queria dizer com aquilo.
Fechou a porta e se aproximou de mim.
Senti o calor de seu corpo de fêmea exalando um odor inibriante, e ela aproximou seus lábios dos meus.
Fiquei aterrado. Chegariam os acessores e se a coisa não fosse despachada ....
Ainda lhe disse , .... Louise cuidado que podem chegar....
Respondeu com o respeito deviso.... Há uma reunião
no 2ª piso (estávamos no 14º), que já começou , além
deque o sensor de aproximação à porta foi activado e
o sistema eelectrico de trinco "está on". (uma estratega
perfeita).
mas a posição não me permitia dar de barato, embora já tivesse percebido algumas vezes os olhares
sorrateiros que ela fazia ao tentar encontrar o meu olhar.
Chameia-a e perguntei o que ela queria dizer com aquilo.
Fechou a porta e se aproximou de mim.
Senti o calor de seu corpo de fêmea exalando um odor inibriante, e ela aproximou seus lábios dos meus.
Fiquei aterrado. Chegariam os acessores e se a coisa não fosse despachada ....
Ainda lhe disse , .... Louise cuidado que podem chegar....
Respondeu com o respeito deviso.... Há uma reunião
no 2ª piso (estávamos no 14º), que já começou , além
deque o sensor de aproximação à porta foi activado e
o sistema eelectrico de trinco "está on". (uma estratega
perfeita).
Fiquei atónito e esperei que fosse ela tomar a atitude
e, quando aqueles lábios vermelhos e carnudos se
colaram aos meus, imediatamente a agarrei pela nuca
e cintura, levantei-me e sentei-a na cadeira iniciando
um brutal minete
Depois encostei à secretária.Beijei-a. Colámos os
lábios enrolámos as linguas.
e, quando aqueles lábios vermelhos e carnudos se
colaram aos meus, imediatamente a agarrei pela nuca
e cintura, levantei-me e sentei-a na cadeira iniciando
um brutal minete
Depois encostei à secretária.Beijei-a. Colámos os
lábios enrolámos as linguas.
Ainda a beijá-la, desci uma mão até às nádegas,
enquanto que com a outra agarrei um uma mama. Ela
estremeceu, gemeu , e aí eu voltei à realidade, percebi
que se continuássemos aquilo, alguém poderia chegar
e nos ver naquele estado.
enquanto que com a outra agarrei um uma mama. Ela
estremeceu, gemeu , e aí eu voltei à realidade, percebi
que se continuássemos aquilo, alguém poderia chegar
e nos ver naquele estado.
Ela arfava de tesão, dava pra perceber os bicos de seus seios hirtos de encontro à camisa, e disse que
estava ansioasa pelo que estava a acontecer, apesar de ter namorado e referindo que eu sabia decerto, que
não me importasse com isso pois gostaria que eu fosse o primeiro numa coisa.Vim a saber depois.
Disse-me que sempre que eu passava por ela, vivia a imaginarse na cama comigo, possuindo-a como uma
verdadeira fêmea, sentindo-me como um macho duro.
Foi como ter aberto as portas do Paraíso.
estava ansioasa pelo que estava a acontecer, apesar de ter namorado e referindo que eu sabia decerto, que
não me importasse com isso pois gostaria que eu fosse o primeiro numa coisa.Vim a saber depois.
Disse-me que sempre que eu passava por ela, vivia a imaginarse na cama comigo, possuindo-a como uma
verdadeira fêmea, sentindo-me como um macho duro.
Foi como ter aberto as portas do Paraíso.
Aquela mulher sensual também nutria por mim os mesmos desejos,.
É desnecessário também dizer que até ao fim da tardefoi um tremendo sacrifício concentrar-me no trabalho.
Ao meio dia, combinamos que ela seguiria no carroio dela e não se incomodasse. Iriamos para sua casa.
Dispensei o motorista e tomando um táxi fui seguindo o carro , num condomínio à saída de Bruxelas.
Ela entrou no estacionamento, e mandei o taxista parar dois prédios mais à frente.
Subimos juntos
No elevador os corpos colaram-se.
Ao meio dia, combinamos que ela seguiria no carroio dela e não se incomodasse. Iriamos para sua casa.
Dispensei o motorista e tomando um táxi fui seguindo o carro , num condomínio à saída de Bruxelas.
Ela entrou no estacionamento, e mandei o taxista parar dois prédios mais à frente.
Subimos juntos
No elevador os corpos colaram-se.
Beijávamos, eu beijava-a na nuca, no pescoço, enquanto amssava
delicadamente as suas mamas e com uma
mão entre as pernas lhe apalpava já a cona húmida.
delicadamente as suas mamas e com uma
mão entre as pernas lhe apalpava já a cona húmida.
Chegamos e fomo directamente para o seu quarto.
A cama de casal estava ainda desarrumada, com seu delicioso cheiro
impregnado nos lençóis.
O cheiro a sexo ainda se notava. Que mulher esta insaciável, pensei eu
Muita tesão e começamos a tirar a roupa um do outro, apressadamente,
entre gemidos, beijos e lambidas em
cada parte do corpo que se descobria.
Ao libertar as mamas, fiquei como que hipnotizado por
aquela visão.
Jamais tinha visto seios tão firmes e grandes ao
mesmo tempo, notando-se serem naturais.
O fio dental minusculo todo molhadonão tapava os
lábios grossos de uma cona sumarenta.
Aquilo precisava de um minete urgente. Mas deixei-a
tomar a iniciativa.
Despi os boxers e ............
tomar a iniciativa.
Despi os boxers e ............
Ela ficou impressionada com o tamanho do que via,
dizendo que agora que viu como era bom o que ela queria,
e que desejava ser comida pelo meu membro.
E foi logo o inicio de um broche.
Ela chupava , foi um dos melhores broches que senti .
Enquanto enfiava ritmadamente todo o comprimento do caralho
na boca, e o tirava apertando-o com os lábios,
passando a língua macia em torno dele , ao mesmo tempo batia
uma punheta ,com uma das mãos, e
com a outra se masturbva com os dedos tilintando o clitóris.
dizendo que agora que viu como era bom o que ela queria,
e que desejava ser comida pelo meu membro.
E foi logo o inicio de um broche.
Ela chupava , foi um dos melhores broches que senti .
Enquanto enfiava ritmadamente todo o comprimento do caralho
na boca, e o tirava apertando-o com os lábios,
passando a língua macia em torno dele , ao mesmo tempo batia
uma punheta ,com uma das mãos, e
com a outra se masturbva com os dedos tilintando o clitóris.
Ela começou a rebolar sob meu corpo, chamava-me garanhão e
pedia para lhe chamarputa, devassa, vadia égua e cadela.
pedia para lhe chamarputa, devassa, vadia égua e cadela.
Eu disse que faria isso, e disse-lhe que a foderia com gosto,
Tinha de pedir.
Então deitando-me de costas pediu que eu a deixasse sentar na
mimnha boca. Pedia o que eu ansiava.
Que cona saborosa. Como as mãos nas sua nádegas nem a deixava
mexer muito, mas apenas contrair a cona.
A minha lingua se encarregaria do resto.
Duradouro e muito sumarento foi um minete colossal..... a minha cara
era uma mescla de saliva , liquidos evaginais.
Os seus braços para trás estavam na direcção do meu pau que as
suas mãos agarravam. e que duro dava para ela segurar.
Virou-se .
As mamas até aqui seguas pelos meus braços em
cima tocavam agora a minha barriga enquanto a
sua boca lentamente saboreava-me o caralho num
diivinal 69.
Comandando sempre o rito subiu ao céu quando
sentiu o meu dedo que passando na sua cona e com a
minha saliva lhe entrou direitinho no seu cuzinho. Um
gritinho e uma sensação de alegria.
Saiu daquela posição e enchedo-me mais o pau com
saliva........ com uma voz alegre...... # Agora vou
satisfazer o meu sonho ......
Quero dar o cú a si e pela primeira vez..... o meu namorado não é capaz" .
Imaginem a cabeça a sentir-se pressionada pelas pregas de um cu virgem
que se ia abrindo conforme Louise
descia sobre mim. Quase indiscritivel ... entrando...entrando....
Via a sua boca aberta para não gritar, as minhas
mãos nas suas mamas e
ela sentada segurada aos varões
da cama enterrou-o todo no cu. Relaxou.... e começou
a subir e a descer.
Uma das minhas mãos dirigiu-se à sua cona....
O clitóris esfregado, a tesão a subir e o vai vem dela
não deu para aguentar muito mais tempo.
Notou isso e pediu....Fode ...fode...fode.... vem-te no meu cu
queroooooooooooooooooo agoraaaaaaaaaaaaaaa .
Enchia-lhe o cu de leite enquanto um descuido seu e a sua coninha esguichou ...... que sonho ....ficar molhado
assim.
Ficámos agarrados......
No fim um beijo e um até amanhã .....
"Quando quiser, chame-me ao gabinete .... debaixo da secretária vai delirar acredite"
Tinha de pedir.
Então deitando-me de costas pediu que eu a deixasse sentar na
mimnha boca. Pedia o que eu ansiava.
Que cona saborosa. Como as mãos nas sua nádegas nem a deixava
mexer muito, mas apenas contrair a cona.
A minha lingua se encarregaria do resto.
Duradouro e muito sumarento foi um minete colossal..... a minha cara
era uma mescla de saliva , liquidos evaginais.
Os seus braços para trás estavam na direcção do meu pau que as
suas mãos agarravam. e que duro dava para ela segurar.
Virou-se .
As mamas até aqui seguas pelos meus braços em
cima tocavam agora a minha barriga enquanto a
sua boca lentamente saboreava-me o caralho num
diivinal 69.
Comandando sempre o rito subiu ao céu quando
sentiu o meu dedo que passando na sua cona e com a
minha saliva lhe entrou direitinho no seu cuzinho. Um
gritinho e uma sensação de alegria.
Saiu daquela posição e enchedo-me mais o pau com
saliva........ com uma voz alegre...... # Agora vou
satisfazer o meu sonho ......
Quero dar o cú a si e pela primeira vez..... o meu namorado não é capaz" .
Imaginem a cabeça a sentir-se pressionada pelas pregas de um cu virgem
que se ia abrindo conforme Louise
descia sobre mim. Quase indiscritivel ... entrando...entrando....
Via a sua boca aberta para não gritar, as minhas
mãos nas suas mamas e
ela sentada segurada aos varões
da cama enterrou-o todo no cu. Relaxou.... e começou
a subir e a descer.
Uma das minhas mãos dirigiu-se à sua cona....
O clitóris esfregado, a tesão a subir e o vai vem dela
não deu para aguentar muito mais tempo.
Notou isso e pediu....Fode ...fode...fode.... vem-te no meu cu
queroooooooooooooooooo agoraaaaaaaaaaaaaaa .
Enchia-lhe o cu de leite enquanto um descuido seu e a sua coninha esguichou ...... que sonho ....ficar molhado
assim.
Ficámos agarrados......
No fim um beijo e um até amanhã .....
"Quando quiser, chame-me ao gabinete .... debaixo da secretária vai delirar acredite"
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