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quarta-feira, 8 de maio de 2013

A máscara


A máscara




Despidos os nossos corpos desejavam tocar-se infinitamente na escuridão do quarto! Ambos tínhamos uma mascara como aqueles do carnaval de veneza, o que me deixava a imaginar como seria os traços do teu rosto que davam forma a um corpo divinalmente esculpido numa pérola de sensualidade.

Aproximo-me de ti e aprecio os teus lábios, carnudos, sedentos por um beijo... os meus lábios aproximam-se dos teus e começas a sentir o calor deles perto dos teus mas não te tocam, desviam-se ate aos teus ouvidos onde levemente beijam os lóbulos e sussurram algo...

Quero que me mexas no corpo. Toca-me anda!

Começas então a percorrer o meu peito lentamente, como se escrevesses o desejo que te percorria a mente.
Tentavas descer , querias tocar o meu caralho a ficar duro mas eu puxava o meu corpo para cima e beijava as tuas mãos!
Voltavas a descer e eu a subir, o que te deixava irritada mas ao mesmo tempo ansiosa por lá chegar!

Então eu afasto-me e contemplo o teu corpo a contorcer-se levemente, como que surgindo na tua pele um pedido para te tocar, e faço-o mas com a minha língua, somente a minha língua com o meu corpo bem afastado do teu!
O tesão não era só teu mas meu também.
Tu rendeste e delicias-te a apreciar o calor da minha língua nos teus mamilos, a rodea-los e lambe-los...  a mordisca-los como tanto gosta e mumrmuras …morde porra  morde um pouco…
Gosta de apreciar a minha língua na tua boca com beijos longos e profundos e ficamos assim….. imenso tempo …. Lá em baixo noto que contrais a cona!
Sempre com as mascaras a esconder os traços profundos só desejo!

Ordeno-te com voz forte  para abrires as tuas pernas e me autorizes a foder  no pedaço do teu corpo mais quente... mas essa autorização tinha de ser dada pelo teu desejo de ser como gosta bem , demoradamente fodida!

Afasto-me e sento-me ao teu lado à espera desse momento!
Passam alguns segundos, minutos e tu vais-te tocando sozinha, mexes na cona molhada como que mostrando os pontos do teu corpo que precisavam de ser redescobertos!

Novamente aproximo-me de ti e tu baixinho pedes-me algo!" Quero que me toques!"
Anda  toca-me …mexe-me nesta cona ansiosa Agarras na minha mão e levas-a até ao meio das tuas pernas e conduzes-a até ao teu clitóris e aí apertas as pernas com toda a tua força...
preso ali cedo ao teu desejo e acaricio-te devagar e o nossos corpos juntam-se um ao outro, tu por cima de mim...
Muito putinha como gosto tomas o controlo Sinto-me a ser conquistado pelos teus lábios, pelas tuas mãos até que sem esperar de uma só vez a tua boca reclama o meu tesão por ti e engoles-o com suavidade e gentileza, sem pressa como se existisse uma transferência de desejo entre os nossos corpos!

Eu sinto um desejo enorme de desvendar a tua face!
Peço-te que retires a tua mascara pois queria ver o prazer que sentias a devorar o meu tesão por ti e ao mesmo tempo a renová-lo! tu acedes mas não naquele instante!

Percorres o meu corpo por cima de mim... e sem esperar tu dizes ..quero-te dentro de mim, quero senti-lo a gravar o teu desejo por mim bem no fundo! Vá agora fode-me caralho …fode-me

Eu rendido ao teu pedido... aceito e tu abres as pernas com toda a tua alma e montas-me... mas o meu pedido continuava por ser concretizado..queria ver a tua cara definir o desejo que sentias!

Então tapas a tua cara com o teu cabelo enquanto fazes um movimento de penetração tão intenso que nem me apercebo que já tinhas tirado a mascara! Sobes e desce cavalgando loucamente, fodendo com toda a ânsia de uma mulher fogosa e tesuda

E vejo aproximar-se de mim os teus lábios sensuais . Colas nos meus e tão intensamente que num instante explodes, não num orgasmo, mas sim por ambos estarmos tão quentes que perdemos o controlo do nosso corpo e como que desgovernados sem destino envolvemonos num momento intenso de sexo! Com movimentos lentos e rápidos até que sinto bem dentro de ti os primeiros espasmos de prazer que tentas evitar!
Mas eu digo-te ... vem-te foda-se  vem-te caralho  deixa escorrer miha putinha mistério Quero-se sentir bem dentro de ti! tu soltas-os e chegas a um momento tão intenso que não aguentas mais e ...como te vens desalmadamente e cavalgas numa foda que te enche de orgulho do boa que sabes que és na cama.

Eu sentindo aqueles movimentos bem dentro de ti... acabo por me afastar e ver-te contorcer de prazer, de olhos fechados tu partes ate outra dimensão... e eu parto numa nova busca do teu corpo...

Digo-te... quero dar-te o meu desejo... o meu tesão e a minha explosão... quero que te entregues com devoção sem medo... deixa-te ir! Quero-me esporrar todo em ti

Tu sem saber o que fazer ainda um pouco cansada pelo teu orgasmo... abanas a cabeça que sim!

Eu digo-te... mostra-me agora onde gostavas de sentir o teu corpo ser conquistado!

E tu abres a tua boca e beijas-me com toda a tua força e desces ate ao meu membro... quente e duro... começas a chupa-lo bem na pontinha enquanto o acaricias!
Vai ficando cada vez mais quente! mais quente e vejo os teus mamilos ficarem durissimos pelo calor que vem dele!

E pedes-me... quero saborear o teu tesão... o teu desejo... enche-me a boca de leite ..anda dá-me ……….e num instante engoles-o todo ... A tua língua com pequenos círculos provoca um desejo sem descrição, alternando entre o chupares e o lamberes.. e agora sim vejo o teu rosto a apreciar o meu desejo tão intensamente que não aguento mais e sai de mim tudo aquilo que me provocaste num jacto quente e húmido de prazer bem dentro da tua boca!

Fico sem forças rendido a ti ... e sem me aperceber tu não paraste...

Eu digo-te... põe-o bem dentro de ti... e tu montas-me e naquela fracção de segundos como que o tempo pára... e só nós dois existimos... gerou-se um momento de penetração tão intenso que nos vimos os dois!

Exaustos... deitamonos um ao lado do outro e tu não largas o meu membro... como que a cuidar dele... voltas o rabo para mim. Fazes uma força para trás e ele desliza para dentro da tua cona enquanto passo um braço por cima e agarro as mamas…… deliciosas …tesudas….

Fodemos. Lentamente….
Quanto tempo ?  Lembras-te ?

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Conto isolado_* O pneu e a Louise*



O pneu


Eram aí… umas seis e meia da manhã, quando me levantei! 
Não fazia muito o meu género “madrugar” tão cedo, mas naquele dia apeteceu-me. 
Lavei-me, arranjei-me e saí. Como era cedo, apeteceu-me ir a pé até ao gabinete. 
Ia ser um dia igual aos outros, pensei. Mas estava enganado. 
Pouco faltava para chegar ao emprego, quando vi uma mulher a olhar com ar estupefacto para a frente de um carro. 
Cheio de curiosidade, aproximei-me  e vi então o que se passava: o pneu estava vazio! Mas o que mais me excitou foi ver que já conhecia aquela mulher de vista. 
Era uma mulheraça! Alta, com um peito encantador , daqueles que já nos imaginamos a acariciar. 
Eu confesso: há muito que eu a comia com os olhos sempre que a via.
Está furado? — perguntei, como se não fosse óbvio.
Está. — Se precisar de ajuda… — ofereci-me solícito. 
Sabe mudar a roda? — perguntou ela com um sorriso, diria de esperança. 
Sei. — respondi — Se a senhora quiser, eu posso mudá-la. 
Ah, que bom! — exclamou ela aliviada — Mas trate-me por Louise, peço-lhe. 
Foi quase um choque que senti por todo o meu corpo! Aquela mulher, uma trintona a chegar aos quarenta, pedia-me para a tratar pelo seu nome próprio! 

Ajoelhei junto à roda e o olhar para aquelas coxas alia meu lado com a saia subida ligeiramente a meio da coxa puseram-me com força no pau e a faltar nos braços, mas enfim.
As ferramentas do carro, onde estão? — perguntei com o ar mais natural que pude. 
Sem nada dizer, ela aproximou-se da tampa da mala do carro e abriu-a.
Estão aqui! — disse. Aproximei-me também. 
Lá estava a roda suplente e as ferramentas. Tirei-as para fora e comecei a mudar o pneu furado. 
Mas eu não fazia apenas o meu trabalho. De tempos a tempos, quando estava agachado, ia olhando para as belas pernas. 
Louise tinha-se acocorado junto de mim, de tal modo que as saia já de si curta tinham revelado quase tudo o que havia para mostrar: a totalidade das pernas até ao cimo e uma tanga exígua, mostrando o lateral de uma cona com um dos lábios fora da dita. 
Custou-me imenso deixar de olhar para as pernas dela. 

Mas tinha que mudar o pneu, tinha-me metido naquela, agora toca a trabalhar. 
O caralho apertado e ainda por cima de pernas dobradas, parecia explodir nas minhas calças. 
Já está! — exclamei finalmente, pondo-me de pé. 
Obrigada! — disse ela.
Agora, tem que ir lá acima lavar as mãos.
Oh! Deixe-se estar! — respondi.Lavo-as no no meu local de trabalho. 
Nem pense nisso! Tão cavalheiro, tão gentil, tão querido. 
Não pode ir embora assim todo sujo! — disse Louise — Venha a minha casa aqui em frente. 
O meu coração bateu forte e o meu tesão aumentou pelas palavras ouvidas. 
“Está a convidar-me para ir a casa dela!”, constatei. 
Estava mais excitado do que nunca, e aquele convite… 

Venha! — insistiu ela mais uma vez. Pois sim!....concordei cada vez mais excitado. 
Pouco depois, eu entrava em casa dela. 
Ela levou-me a uma das casas de banho, onde lavei as mãos. 
Bom, vou andando,disse eu quando regressei à sala de estar onde Louise me esperava. — Estás com pressa? ......perguntou ela com um enorme sorriso nos lábios. 
Só então reparei bem naquelas mamas,agora a saltarem fora da blusa, porque a safadinha abriu dois ou três botões até aí apertados. 
Com algum esforço, fingi que desviava os olhos daquelas mamas de sonho. 
Espere!....disse ela, aproximando-se de mim. 
Naquele momento, senti que algo importante iria acontecer.
Acho que chegou a minha vez de te resolver um problema que tem,disse ela com um ar meigo.
Esse que aqui tem, e nisto colocou a mão nas minhas calças, abriu a braguilha e tirou o meu caralho duro e grosso para fora. Mas....disse eu tentando armar em údico 
Nada de mas! Não disse mais nada. 
Limitei-me a apreciar aquelas festas sensuais que tanto me estavam agradar. —
Quero foder contigo! Não há meios termos. Quero-te foder e quero que me fodas .....entendido..
Entusiasmado, comecei também a aplicar todo o meu empenho perante aquele princípio de manhã, iniciando por  despir a tanga cuidadosamente mas ela  não me deu tempo. 
Ela própria puxou-mas para baixo. 
Deita-te no chão,ordenou. 
Obedeci num ápice. 
“Aquela mulher queria mesmo foder comigo!”.
Pôs uma perna de cada lado do meu corpo e foi descendo até toda a cona ficar em contacto com a cabeçorra do caralho.

Gosto de me roçar por um bom caralho.... roçando-se por ele. 
Vou vir assim..... a roçar queres ? Diz-me macho queres? Queres? Sente o mel a lubrificar meu garanhão, sente fodilhão.
Eu estava simplesmente doido mas deliciado! 
Pena que a saia dela me ocultasse todo aquele espectáculo daquela cona sumarenta.
Mas aquele roça-roça estava a excitar-me demais. 
Oh! — gemi — Fazes tão bem... isso faz isso ....tão bem  faz.....! —
Gostas? gosta macho, fodilhão, andava doida aempre que te vejo sair do hotel, julgas que não sei quem és......gostas  macho, gostas meu cavalo de cobrição vociferava de gozo, roçando ainda mais o grelo no caralho. 
Sim ...sim sim sim sim ..... respondi superexcitado.
Ah é....gostas....então  vais gostar mais!
Ergueu-se um pouco e meteu a mão por baixo da saia e agarrou-me o caralho  e apontando-o à entrada da cona ....Ah!.....gemeu....e enterou....
Como era bom sentir as paredes da cona  alargadas por um bacamarte grosso como o teu! Eu estava delirante com os movimentos suaves dela a cavalgar-me .

Há muito que não tenho um caralho como o teu dentro de mim! exclamou ela, aumentando um pouco o ritmo dos seus movimentos para cima e para baixo. 
Eu estava cada vez mais admirado. Aquela mulher, que parecia tão fina e tão nobre quando a via, estava a portar-se como uma puta. 
 Fode-me! — instigou-me ela — Mexe-te! Sou muito senhora na rua mas muito puta na cama, fode cabrão, chama-me puta, chama-me a tua puta, fode a tua puta  
“ Aquela mulher era na verdade excepcional”, pensei.
Isso! Fode-me caralho! — incitou novamente , cavalgando-me cada vez mais rapidamente. Eu estava a sentir um enorme prazer. 
E sabia que não demoraria muito tempo a vir-me. 

Oh! — gemi em já pleno êxtase. 
Isso, filho! Fode! Vem-te dentro de mim! Esporra-me a cona cabrão.
As mamas dançavam bem em frente dos meus olhos, enquanto eu a estocava. 
Sentindo uma vontade doida de agarrar aquelas tetas, estendi os braços e aparei-as nas minhas mãos. 
A seguir apertei-as  nas minhas mãos, ao mesmo tempo que sentia uma onda enorme de prazer a partir dos colhões.
Isso! Apalpa-me sacana, fode e aperta-me macho! Brinca enquanto me fodes com esse teu caralho bom! .....exclamou ondulando a pélvis em cima de mim. 

Eu estava já completamente doido. 
Agarrando com força aquele peito, senti uma onda de prazer subir-me pelo caralho acima.
Venho-me! Oh!... vou-me esporrar minha puta — gritei, sentindo correntes de líquido a brotar.
Vem-te! Vem-te dentro de mim! — dizia Louise — Enche-me acona de leite , fode a tua puta, dá-me leite.
O caralho deslizava agora melhor dentro dela, que não parava de gritar:
Fode-me! Fode-me, que estou quase, também!.  fode-me porra .
Tentei aguentar. Mas para meu desespero. toda a minha carga já tinha saído mas ela não o deixou ir abaixo..... 
Contraia os musculos da cona, vinha-se mas apertava o caralho e continuava a foder desalmadamente....que mulher...
Na próxima vez, teremos de ser mais calmos eu quero-te mamar essa cona antes de foder! . 
Vi Maria arregalar os olhos de espanto.
O quê? Tu eras capaz de me lamberes? 
Era?????? não quero percebes quero. 
Anda cá! — disse-me ela, agarrando-me pela mão e arrastando até ao quarto dela. — Espera um pouco. — disse Maria entrando na casa de banho que dava para o quarto — Não fujas, enquanto me lavo — acrescentou rindo. 
“ Fugir eu?", exclamei comigo mesmo.
Todo aquele corpo nu era uma maravilha. Mas as mamas que sonho!...
Então toma-me.

Sentou a cona na minha cara e começou a foder a minha boca e a minha lingua de fora, parecia um mini caralho a dar prazer àquela cona.
Não demorou muito a que os leires escorresem.......


Deixou-se escorrer pelo meu corpo e enterrou-o de novo.
Contraiu a cona , aqueceu e não havia hipótese ia-me esporrar todo de novo....
Fodeu-me ... fodeu ... fodeu ....
Colou os lábios aos meus e depois olhando-me nos olhos disse-me
Sabes meu querido...... o pneu não está furado.
Despejei-o para te foder.
Gostas-te ???????? meu cavaleiro .....................




terça-feira, 2 de abril de 2013

Segredos de mulher(III) *Catarina

Continuação de aqui


Catarina


Hoje começamos pela história e pelos segredos de Catarina

Laura que já conhecemos   (rever aqui)foi estudar medicina para Lisboa, para a faculdade 

do Campo de Santana paredes-meias com a Academia.



Eram frequentes os nossos encontros e o convívio com colegas seus da faculdade, num 

barzito ali entre o Campo de Santana e a Academia Militar.

Um dia e a propósito de ter de ir estudar pediu desculpa e retirou-se tendo-me pedido 


para se me não importasse levar a Catarina a sua casa.

Assim fiz e numa atitude de cavalheiro, convidei-a para jantar no outro dia sexta-feira, dia 

de saída da Academia e fim de semana.

Assim foi e, após o jantar convidou-me para ir até sua casa, ver um dvd. Chegámos e 

enquanto via a o que tinha por ali, foi à cozinha onde preparou browmies de chocolate que 

estavam deliciosos com um café.Depois com ao braço sobre o ombro, olhado o ecran

comecei a limpar-lhe as migalhas do canto da boca com os dedos, numa atitude romântica, 

mas depressa achei melhor substituir os dedos pelos lábios.


 Assim como assim nada tinha 

a perder a não ser ouvir um "....não seu abusador....",mas 

como penso que a sedução ganha à abusação............Catarina era uma futura médica, por quem 
qualquer homem gostaria de ser consultado, sobretudo se deitado na marquesa, a bata não estivesse totalmente abotoada e aquelas mamas lindas se debruçassem sobre o paciente...






Além disse um corpo curvilineo, e uma coxas daquelas que dá vontade sentirmos a apertar-nos a cabeça quando delicadamente nos propômos a um demorado minete.
Mas...tendo subsituido os dedos pelos lábios, tendo sem muita demora enfiado a minha língua na sua boca, de imediato receptiva.Sabia a chocolate e Catarina gostando abriu ávidamente a boca convidando-me a ir mais fundo.
Envolvi-lhe as costas com as minhas mãos percorrendo-lhe a coluna com a ponta dos dedos.
Durante um bom bocado fizemos ou mantivemo-nos num linguado delicioso, imaginando eu o pensamento dela " ... será que este gajo não passa do linguado?....."
Baixei-me então levado pelo meu pensamento que não sabia se seria certo e comecei a despi-la. De imediato notei as mãos dela directas ao meu cinto, pelo que o meu pensamento estava certo. Qual abusação qual quê.... gosto mais de lhe chamar tesão e desejo ....
Levei-lhes os dedos à minha boca,,e deparei com umas cuecas  lindas e provoquei como seria por baixo ... riu e disse ".... aproveita que estás aí e descobre...."

Assim fiz e despi o resto. 
As pernas entreabriram-se e ainda com as calças (eu) pelo meio das pernas colei a minha boca aquela cona já molhada o que a fez arfar fundo, tendo eu então a sorte, a tal, de sentira s coxas a apertar a minha cabeça.
As suas mãos nos eus cabelos forçando a minha cabeça contra tudo o que era desejo, o mexer das nádega no sofá, e um primeiro espasmo que me encheu a boca de líquido, num descuido perfeitamente admissivel e natural, fez-me aumentar a tesão de uma forma assustadora...
Pediu-me ".não saias amor.... continua..." ao que não me fiz rogado e pegando numa almofada que coloquei debaixo da linha dos rins , mantive ospreliminares bocais, agora com as ancas mais elevadas o que permitiam que alingua percorresse da pnta do clitoris, até a seu buraquinho do cu, o que a fazia  ficar lambuzada, lubrificada e com decerto a 
tesão a aumentar.
Aprimorei a tarefa com a lenta introdução do médio da mão direita no cu enquanto o indicador entrava na sua coninha e a língua completava o tratado de bem fazer preliminares como descrevemos na nossa ajuda aqui descrita..
Esporrou-se de novo numa altura que ela própria ja tinha puxado o top para cima e as mamas esperava algo de mim.
Não me contive, despindo as calças coloquei um preservativo e olhando-a firme nos olhos disse ... vais senti-lo até aos ovários meu torrão......

"... amor ... com cuidado é a segunda vez que fodo e o primeiro não sabia ....magoou-me e foi desde aí que comecei a andar com  Laura...... Gosta que eu lhe faça maldades....."
É lá.... aumentou-me o tesão mas também a responsabilidade. Uma má primeira foda, teria de ser compensada com uma noite de sexo com sedução e cautelas, até ver onde a sedução, o foder com cautelas mas com intensidade ao meu tempo a levavaria.
Deitei-me sobre ela, e enquanto me pedia para tirar o preservativo por agora,e assim fiz, a minha boca beijava-lhe as orelhas o pescoço e descendo às mamas chupava-lhe os bicos, enquanto a cabeça do zézinho roçava entre a cona e o cu levantado, provocando-lhe espasmos e orgasmos seguidos.

Tentou levantar-se pedindo....."quero esse caralho na boca.......estou desejosa.... não me têm dado o que eu anseio ..."
Sentei-me pondo-se de joelhos mamou deliciosamente.
Aproveitou chocolate que ainda estava sobre a mesa
colocou nel que escorreu e sujou-me os tomates e a coberta do do sofá. Foi lá com a língua, chupou e depois com ele bem grande e duro colocou novo preservativo e sentando-s sobre mim foi Catarina que fodeu, que controlou a entrada, tendo eu o cuidado de não me excitar de mais e ser demasiado impulsivo. (confessando estas coisas pelos vinte.
anos não são tão bem controladas como depois dos quarenta)
Fodemos demoradamente, enquanto lhe chupava as mamas e sentia escorrer leites pelas minhas pernas e os meus tomates estavam encharcados.
"......... ai amor   esporra-te agora... vou-me vir muito...", gemeu e começou a cavalgar desordenadamente, tendo eu dee controlar pois batia fundo com as nádegas nos colhões e fazia -me dor.
Começou o bicho a vomitar leite dentro daquele canal vaginal com um vai e vem só até meio do pau o que puxava bem fundo do saco a leitosa da juventude.
Parámos... estva fundo e ela"............... agora vais ser tu .......".
Eu ? .perguntei......
"......Sim agora quero perder a virgindade de novo.. quero -o todo no rabinho...."
Coloquei-a de gatas sobre a alcatifa, e de novo lambi aquele buraquinho, enfiei a lingua e depois de preservativo colocado e um gel sempre à mão colocado, a cabecinha encostou, e disse-lhe ..... vá meu bem, provoca tu a entrada ....". sim amor, ai filho .... vou ... abre-me as nádegas....."
Deliciosamente eel entrava e eu notava uma contracçã nela seguida de um relachamento imediato.
Estava quase meio metido qunado dando um berro ".........agora foda-se ...enterra tudo....." deu um impulso para trás que os colhões bateram-lhe por baixo na coninha.
Depois foi o agarrar-lhe pela cintura e começara a bombar.....
Pediu-me "....tira meu macho , meu garanhão....tira o preservativo.... quero sentir o calor do teu leite.......". Bem não sendo normal, mas sabendo que não era uma miúda de engate não tive dúvidas em lhe satis fazer o pedido.
Retirei e rápidamente e sem folgas enterrei-o de novo.
O calor era muito naquela zona .... Cu muito quente e caralho em brasa .
Comecei a bombar leites e a ouvir gemer e pedir mais.....
Cintura bem agarrada ficou todo metido com as nádegas bem encostadas à minha barriga.
Deslizamos , deitamos e rolámos de lado e em concha..
Na manhã seguinte, ao acordar senti algo diferente.Tinha uma boca como despertador e depois como aperitivo de pequeno almoço, uma coninha a enfiar-se no meu pau.
O sábado seria longo .........

(continua)



Autores influentes:L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels

quinta-feira, 28 de março de 2013

Deslizando meus dedos


Vou deslizando meus dedos por essa estrada sedosa,

Em cada curva que passo, um odor, novas surpresas:

É tua pele macia, horizonte de belezas,


Delícias de minha vida, companheira, saborosa.

Em tua cútis, a boca rastejo, de sul a norte,

Provocando em cada pêlo um gostoso arrepio,

E sinto que te contorces como a gazela no cio,

E te envolvo, faminto, e te abraço bem forte.

Inexplicáveis momentos de ternura, de paixão,
De corpos embriagados, em transe de comoção,

Com gemidos e suspiros saltando à flor da pele.

E prossigo no caminho de mistérios tão infindos,
Amando teu ser completo, fitando teus olhos lindos,

Até que afinal, num beijo, meu prazer tua boca sele.




domingo, 24 de março de 2013

Fogueira da luxúria



O restaurante.


Os olhares. 

As palavras. 

As mãos desregradas sob a 

mesa. 

O tecido que desliza para 

cima, 

para baixo,

para a esquerda 

 para a direita. 

o ponto, suave e rugoso, 

que gera electricidade e rubor.

A súbita ausência de apetite. 

a urgência na solicitação da conta.

a viagem de regresso a casa.

as mãos, 

as palavras 

e o tecido incendiando os lampiões da 

estrada.

o apagão entre a porta e a cama. 

a remoção das peças de roupa,

não para efeito, mas como 

necessidade. 

as horas que passam como minutos.

a luz matinal 

que trespassa a cuequinha, 






estrategicamente deslizada para o lado. 

o cheiro a sexo impregnado no quarto. 

As fricções dos corpos espreguiçados 

que reacendem novamente a fogueira 

da luxúria

sexta-feira, 22 de março de 2013

Atingi as estrelas!

Estou aí em 15 minutos, ligas-me a dizer. 


Fiquei contente, Muito contente.
 Há uma semana quaase que não te via e pensava que iria ficar maisoutra  sem te ver. 
Vesti a camisa de noite que gostas, com uma transparência sugestiva. 
O toque do tecido na minha pele era suficiente para me eriçar os mamilos. 
Pus um pouco do perfume que te inibria. 
O meu perfume.
 Finalmente chegaste. Olhaste para mim, beijaste-me e a tua mão pegou-me no seio. 
Apertaste-o. E eu soltei um pequeno gemido.
 Largámo-nos e despimo-nos. Fomos para o quarto.Sentei-me na cama, pronta para te chupar. 
A tua erecção era enorme.
 Mas tu, suavemente, empurraste-me de forma a que eu ficasse deitada, abriste-me as pernas e puxaste-me para a ponta da cama. 
Baixaste-te e lambeste-me até ficar toda húmida. 
Supliquei-te que entrasses dentro de mim. 
Depois de me beijares os seios, enfiaste a mão entre as minhas pernas e com o dedo brincaste comigo até que eu me viesse. 
Atingi as estrelas! E só então entraste dentro de mim. 
E fodeste-me.
Depois
De joelhos na banheira, a tua língua brincou com o meu umbigo, enquanto me seguravas nas nádegas. 
Abri ligeiramente as pernas e a tua língua começou a descer pela minha pele. 
Sem pêlos para atrapalhar, pois gosto de me ver sem eles, a tua língua deslizava de uma forma suave por mim. 
Apesar da água quentinha, senti-me arrepiar-me toda. 
Pus as mãos nos teus ombros e esperei pelo que irias oferecer-me. 
A tua língua deslizou mais até a sentir beijando-me .a cona. 
Com suavidade, beijaste-me o clítoris. Começaste a lamber-me. 
A beijar-me e a lamber-me. A tua língua entrou na minha vagina. Primeiro devagar. 
Depois aceleraste. 
Eu continuava arrepiada. 
Que língua maravilhosa tu tens! Concentrado, sabias bem o que estavas a fazer. Como me excitar. 
Comecei a sentir-me a derreter. Estava húmida. 
Tanto pela água que escorria por mim e que se detinha nos meus mamilos erectos como pela tua saliva misturada com a minha excitação. 
Tinha a tua língua bem dentro de mim. 
De repente, senti um choque eléctrico a percorrer-me todo o corpo. 
Começou bem dentro da vagina e espalhou-se. E eu gritei.
Vinha-me coposamente na tua boca
Levantas-te ponho a perna na beira da banheira e de cu virado para ti senti entrares todo na mina cona.
Duas bombadas e como adora o meu cuzinho levou a tua descrga que estva prestes a chegar.
Tanto leite dentro de mim.
Tomámos banho.
Fomos vestir.
Depois iamos para o SW Club.
Foder
Trocar
Amar
Foder