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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Do piazza à sauna

Vamos sair daqui? – sussurrei-lhe ao ouvido.
Encontrávamo-nos no nosso local preferido para ela tomar um chocolate junto a Belém 
Afastou o rosto, olhou-me como que para confirmar a veracidade das minhas palavras.
- Tens a certeza?
- Absoluta. E tu?
- Não há nada que queira mais.

Não consegui dizer nada. Olhei-a, simplesmente.
Sabes que mais? – disse. Pressionou os meus lábios com os seus, com força e continuou –Vamos. Pegou-me na mão e saímos do 
Piazza di Mare


No estacionamento, levei-a até ao carro e depois de o destrancar, virei-a para mim e encostei o seu corpo ao meu. Sentir como eu estava excitado só a fez gemer interiormente. 
Desejava-me tanto. Notava-se 
Abraçou-me e pressionei-me contra ela, fazendo com que se encaixasse no seu corpo. 
Se estivessemos num local isolado, não esperaria mais tempo. 
Teria sido ali que lhe levantava a saia até à cintura e a fodia.  Suspiramos e entrámos no carro
Daqui a pouco não vou conseguir conduzir… – disse-lhe.
Sorriu em resposta.
 Mil loucuras passavam-me pela mente enquanto entravamos na sauna.
Pagamos e descemos a escada. 

Rapidamente as roupas caíram, guaramos nos cacifos e com as tolhas envolvendo o corpo foi no corredor que a encostei a uma parede e levantou uma perna que  apoiou na minha cintura . 
Não conseguia esperar mais tempo. A vontade era incontrolável. As tolhas cairam.
Eu não queria pensar, somente sentir. 
Sentiu a  boca no pescoço, nas mamas, as  mãos que afastaram coxas, a pressão do corpo de encontro ao ventre. A minha excitação. O beijo. E sentiu-o entrar. 
O prazer de me sentir dentro dela. Duro, grande, quente, húmido.

Insistentemente. Profundamente. Os movimentos alucinados, os gemidos. 
Ainda agora a sinto.
Gemia-me ao ouvido e pedia mais ...."....fode-me que estão parados a ver-nos....fode-me que quero que vejam que sou tua,..que sei foder,...que és meu,..que fodes bem, que me fodes toda... fode-me Vasco. Os casais e demais clientes passavam e deliravam, pois apalpavam-se e beijavam-se. Nós fodiamos . O orgasmo que veio rápido. Avassalador. 
Não chegou para nos satisfazer.
Pausa. Respirações entrecortadas. Corações a bater acelerados, em uníssono. Trocámos um beijo, rindo.
Somos loucos – disse-lhe.
- Que bom que o somos respondeu-me.
Pegamos nas toalhas caídas ao chão, fomos trocá-las e fomos para o banho turco.
Entrámos e num degrau superior deitei-me e ela deitou.se  entre as minhas pernas, de costas encostadas ao meu peito. 

Sentia decerto o meu caralho entre as nádegas.
Um casal debruçou-se sobre nós e enquanto ela colava as maminhas na minha boca, ele delicadamente lambia-a notando-se que não evitava que a lingua tocasse a cabeça do meu caralho entalado entre as pernas 

Ela tinha decerto, a vontade de o sentir de novo dentro do corpo. 
Num repente virou-se e ajoelhou-se entre as minha pernas. Tocou-me. 
Sentiu a rigidez entre os dedos. 
Mas era com a boca que me queria tocar. 
Notámos que a outra colocava uma perna no degrau onde estávamos deitados podendo descer assim a cona para a minha boca. O turco não estava demasiado quente o que era agradável sentir os nossos corpos e orificios húmidos e leitosos.
Ele colocou-se atrás de Louise que estando de quatro dava acesso ao seu cu e à sua cona com facilidade. Sentiu a boca dele a explorá-la.
Louise baixou o rosto, entreabriu os lábios e meteu-o na boca. 
Que sensação extraordinária a boca dela no meu caralho, a cona da outra na minha boca e ouvir os seus gemidos quando o tirava da boca e o massajava com prazer. Saber que lhe dava prazer. Continuou, movimentando a boca, os lábios, a língua, convidando-me à maior volúpia. 
Sentiu o caralho a  endurecer mais, latejando do entre os seus lábios, de encontro aos dedos que auxiliavam os movimentos.  
Agarruei-a pelos cabelos, incitando a que não parasse de  chupar, de lamber.
- Pára, que não aguento mais… se continuas, eu venho-me.
-".........Eu quero que te venhas. Agora e aqui............." gritou

O seu grito entoou pelas paredes, esquecendo o local o que ainda mais excitante foi.
Comecei a esporrar-me. Recebeu os primeiros jactos. Deitou-se sobre mim e eu vinha-me entre as suas mamas. 
Os seus lábios encontraram os meus e uma cona deliciosamente rapada a ter um orgasmo na minha, nas nossas bocas.
Notava-se que se vinha na boca dele que continuava a lamber-lhe a cona e o cu.
Delicioso.
Saimos os quatro perante  olhares pecaminosos de dois casais e alguns clientes e fomos ao duche.
Passámos pelo bar para tomar uma água.Falámos pouco. Eram franceses. A linguagem do sexo é semelhante ou mesmo igual.
Umas palavras, uns sorissos e....
Entramos num gabinete para relaxar e fechamos a porta.

Luz muito suave, quase apagada, boa temperatura, corpos desnudados e eu deitado ao lado de Louise, tendo a francesa a meu lado e ele ao lado de Louise.
Se bem me recordo ouvi daí a algum tempo o rasgar de invólucros.Senti uma boca que habilmente colocava o preservativo na meu pau.
Senti que uns peitos macios desciam para a minha boca e que uma cona quente envolvia o meu caralho. 

Notei Louise de pescoço virado para mim e de mão dáda comigo.Sorriu e de repente ....................
Ouvi-a fazer ahhh, aquele ahhhh dela de prazer, um ah tesudo  quando normalmente arregala os olhos , decerto quando sentiu o caralho grosso do francês a entrar na sua cona pronta para uma foda lenta e saborosa....... Lembro-me que gostá-mos
Como uma das mais belas recordações que guardamos.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

A máscara


A máscara




Despidos os nossos corpos desejavam tocar-se infinitamente na escuridão do quarto! Ambos tínhamos uma mascara como aqueles do carnaval de veneza, o que me deixava a imaginar como seria os traços do teu rosto que davam forma a um corpo divinalmente esculpido numa pérola de sensualidade.

Aproximo-me de ti e aprecio os teus lábios, carnudos, sedentos por um beijo... os meus lábios aproximam-se dos teus e começas a sentir o calor deles perto dos teus mas não te tocam, desviam-se ate aos teus ouvidos onde levemente beijam os lóbulos e sussurram algo...

Quero que me mexas no corpo. Toca-me anda!

Começas então a percorrer o meu peito lentamente, como se escrevesses o desejo que te percorria a mente.
Tentavas descer , querias tocar o meu caralho a ficar duro mas eu puxava o meu corpo para cima e beijava as tuas mãos!
Voltavas a descer e eu a subir, o que te deixava irritada mas ao mesmo tempo ansiosa por lá chegar!

Então eu afasto-me e contemplo o teu corpo a contorcer-se levemente, como que surgindo na tua pele um pedido para te tocar, e faço-o mas com a minha língua, somente a minha língua com o meu corpo bem afastado do teu!
O tesão não era só teu mas meu também.
Tu rendeste e delicias-te a apreciar o calor da minha língua nos teus mamilos, a rodea-los e lambe-los...  a mordisca-los como tanto gosta e mumrmuras …morde porra  morde um pouco…
Gosta de apreciar a minha língua na tua boca com beijos longos e profundos e ficamos assim….. imenso tempo …. Lá em baixo noto que contrais a cona!
Sempre com as mascaras a esconder os traços profundos só desejo!

Ordeno-te com voz forte  para abrires as tuas pernas e me autorizes a foder  no pedaço do teu corpo mais quente... mas essa autorização tinha de ser dada pelo teu desejo de ser como gosta bem , demoradamente fodida!

Afasto-me e sento-me ao teu lado à espera desse momento!
Passam alguns segundos, minutos e tu vais-te tocando sozinha, mexes na cona molhada como que mostrando os pontos do teu corpo que precisavam de ser redescobertos!

Novamente aproximo-me de ti e tu baixinho pedes-me algo!" Quero que me toques!"
Anda  toca-me …mexe-me nesta cona ansiosa Agarras na minha mão e levas-a até ao meio das tuas pernas e conduzes-a até ao teu clitóris e aí apertas as pernas com toda a tua força...
preso ali cedo ao teu desejo e acaricio-te devagar e o nossos corpos juntam-se um ao outro, tu por cima de mim...
Muito putinha como gosto tomas o controlo Sinto-me a ser conquistado pelos teus lábios, pelas tuas mãos até que sem esperar de uma só vez a tua boca reclama o meu tesão por ti e engoles-o com suavidade e gentileza, sem pressa como se existisse uma transferência de desejo entre os nossos corpos!

Eu sinto um desejo enorme de desvendar a tua face!
Peço-te que retires a tua mascara pois queria ver o prazer que sentias a devorar o meu tesão por ti e ao mesmo tempo a renová-lo! tu acedes mas não naquele instante!

Percorres o meu corpo por cima de mim... e sem esperar tu dizes ..quero-te dentro de mim, quero senti-lo a gravar o teu desejo por mim bem no fundo! Vá agora fode-me caralho …fode-me

Eu rendido ao teu pedido... aceito e tu abres as pernas com toda a tua alma e montas-me... mas o meu pedido continuava por ser concretizado..queria ver a tua cara definir o desejo que sentias!

Então tapas a tua cara com o teu cabelo enquanto fazes um movimento de penetração tão intenso que nem me apercebo que já tinhas tirado a mascara! Sobes e desce cavalgando loucamente, fodendo com toda a ânsia de uma mulher fogosa e tesuda

E vejo aproximar-se de mim os teus lábios sensuais . Colas nos meus e tão intensamente que num instante explodes, não num orgasmo, mas sim por ambos estarmos tão quentes que perdemos o controlo do nosso corpo e como que desgovernados sem destino envolvemonos num momento intenso de sexo! Com movimentos lentos e rápidos até que sinto bem dentro de ti os primeiros espasmos de prazer que tentas evitar!
Mas eu digo-te ... vem-te foda-se  vem-te caralho  deixa escorrer miha putinha mistério Quero-se sentir bem dentro de ti! tu soltas-os e chegas a um momento tão intenso que não aguentas mais e ...como te vens desalmadamente e cavalgas numa foda que te enche de orgulho do boa que sabes que és na cama.

Eu sentindo aqueles movimentos bem dentro de ti... acabo por me afastar e ver-te contorcer de prazer, de olhos fechados tu partes ate outra dimensão... e eu parto numa nova busca do teu corpo...

Digo-te... quero dar-te o meu desejo... o meu tesão e a minha explosão... quero que te entregues com devoção sem medo... deixa-te ir! Quero-me esporrar todo em ti

Tu sem saber o que fazer ainda um pouco cansada pelo teu orgasmo... abanas a cabeça que sim!

Eu digo-te... mostra-me agora onde gostavas de sentir o teu corpo ser conquistado!

E tu abres a tua boca e beijas-me com toda a tua força e desces ate ao meu membro... quente e duro... começas a chupa-lo bem na pontinha enquanto o acaricias!
Vai ficando cada vez mais quente! mais quente e vejo os teus mamilos ficarem durissimos pelo calor que vem dele!

E pedes-me... quero saborear o teu tesão... o teu desejo... enche-me a boca de leite ..anda dá-me ……….e num instante engoles-o todo ... A tua língua com pequenos círculos provoca um desejo sem descrição, alternando entre o chupares e o lamberes.. e agora sim vejo o teu rosto a apreciar o meu desejo tão intensamente que não aguento mais e sai de mim tudo aquilo que me provocaste num jacto quente e húmido de prazer bem dentro da tua boca!

Fico sem forças rendido a ti ... e sem me aperceber tu não paraste...

Eu digo-te... põe-o bem dentro de ti... e tu montas-me e naquela fracção de segundos como que o tempo pára... e só nós dois existimos... gerou-se um momento de penetração tão intenso que nos vimos os dois!

Exaustos... deitamonos um ao lado do outro e tu não largas o meu membro... como que a cuidar dele... voltas o rabo para mim. Fazes uma força para trás e ele desliza para dentro da tua cona enquanto passo um braço por cima e agarro as mamas…… deliciosas …tesudas….

Fodemos. Lentamente….
Quanto tempo ?  Lembras-te ?

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Segredos de Mulher (X)* O encontro dos três

Continuação daqui 


Finalmente

Tudo andava nos ar há já algum tempo.
Catarina e Laura amavam-se, sim o termo é esse, elas além de grande afinidade sexual tinham também um amor secreto entre elas. Tão grande ao ponto de ambas me quererem, ao ponto de ambas terem comigo relações repartindo-me com imensa intensidade, tudo isto porque se amavam e nessa forma de amar ele era a parte do seu eu que lhes fazia falta completar.
Eram bem repartidas as saídas comigo, quase que não me dando descanso, nas folgas e saídas que ele tinha da  Academia.
Um dia, sentadas no bar do costume, e vendo-me passar ao longe, à entrada da porta de armas, quase em simultâneo que disseram.... "não passa dêste fim de semana " ... Estás bem ? perguntou Laura,.... nada de período à vista? ....
Tudo em ordem respondeu Catarina, não sabes que na semana passada tiveste de ficar por festinhas nas mamocas ......Riram-se
Assim combinaram entre elas, ir passar o fim de semana não muito longe para não se cansarem  em viagens longas , convidando-o para que fosse com elas.
Óbvio que ele aceitou, e naquela sexta-feira ao fim da tarde lá fomos até a uma estalagem/ hotel ali para os lados de do Guincho, à época um "must" na hotelaria e muito íntimo.
Combinaram de forma a elas chegarem primeiro e alojarem-se num quarto e eu chegaria depois e ficaria num quarto contíguo.
Quando cheguei elas  esperávam-no no bar restaurante da estalagem, com janelas para o mar e com uns recantos, onde as mesas ficavam isoladas.
Estamos encantadas por ter ver Miguel, nosso amor tão querido, disse Laura, enquanto eu educadamente, sem as deixar levantar me inclinava sobre a mesa para as cumprimentar e as beijava, óbviamnete nos lábios o que logo provocou uma disfarçada apalpadela das mamocas de ambas e senti uma mão no pau duro debaixo das calças. 

Foram conversando e eu distribuía por debaixo da mesa de pés descalços e esticados, carinhos juntos das coninhas delas de pernas abertas, que as toalhas da nesas caídas ocultavam dos olhares se alguém passasse. Notava que os seus pés eram acariciádos o que era uma prova que as mãos delas masturbavam a coninha parceira. De vez em quando colavam as bocas, o que me deixava com uma tesão de rebentar os botões da calça.
Acabámos por ali e subimos aos quartos, combinando um banho na piscina que estava convidativa.
Quando me preparava, junto à janela e olhando o mar, notei que mexiam na porta que ee deixou de propósito sem a tranca colocada, e ainda sem ter vestido os shorts de banho, e completamente nú senti os lábios e a lingua de uma delas passando pelas minhas nádegas e pelo rêgo do cú, enquanto a outra (Catarina) pela minha frente me colava os lábios aos seus, e me agarrava o caralho já duro e apontando em frente. Afastei a pernas ligeiramente, adivinhando que Laura aproveitaría para rastejar entre as minhas pernas e me começar a lamber os tomates e quase de imediato a mamar no pau. Catarina apercebeu-se e decerto combinada com Laura, ajoelhou-se começando as duas a mamar e eu a olhar o mar, a segurar as cabeças delas e em pouco tempo e sem conseguir conter-me comecei a jorrar leite naquelas bocas que se beijavam deliciosamente repartindo a dádiva e depois pondo-se de pé beijando-me e colando-se ao meu corpo. 






Dei-lhes uma palmada nas nádegas e como elas gostavam disses-lhe......"suas putinhas, vamos ao banho que o fim de semana é grande......"
Correram alegres e saltitantes para a cama enquanto eu me arranjava e fui ao quarto de banho, e quando voltei aquelas mulheres de fogo debatiam-se em cima da cama num minete deliciososo  .......

Meninas ... vou ao banho ...venham-se e vão ....lá ter ....

(continua)

 Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels



terça-feira, 9 de abril de 2013

Segredos de Mulher(IX) * Laura e Catarina O happening



Segue  daqui 

Elas andavam perfeitamente loucas por mais uma vez puderem ter uma tarde de sábado e noite para dar largas aos seus desejos, vontades e loucuras.

Exâmes acabado, Laura convidou Catarina par irem fazer um fim de semana num hotelzinho de interior, com charme e muita quietude.
Ideia sugerida, e logo ficou combinado que seria para o próximo.
Escolheram e lá foram até à planície alentejana, onde escolheram um hotel rural, de casas individuais e assim poderiam disfrutar a piscina colectiva e em privado os apartamentos separados e longe uns dos outros, premitía puderem estar à vontade, tanto no seu pequeno jardim privado, como e se pela noite a coisa aquecesse dar largas aos seus gemidos e gritinhos de prazer.
Chegaram, e foram ao banho na piscina.... O calor era muito. o sol abrasador, e os corpos começaram a sentir outros calôres apelativos.

Foram até ao seu apartamento e ficaram pela mesa de exterior à vontade e como adoram.
Corpos livres, corpos núes, maminhas e coninhas desejosas de serem devidamente compensadas,
Mesmo assim ainda foram tomando uma bebida para que os olhos fossem comendo o que os lábios as mãos e não só comeriam e saboriariam a seguir.
Pequenos toque com os pézinhos, íam provocando sensações e arrepios que daí a pouco as levaria até ao interior, pois queriam beijar-se, lamber-se e o que mais os desejos as levasse.
Quando entraram no quarto, os seus corpo desejavam-se com aquela avidez que  só quem já sentiu imagina.
Colaram as bocas e como nuas que estavam, as mamas colaram- se e Catarina levantando uma perna colocou-a na cintura de Laura com o calcanhar a fazer-lhe pressão nas nádegas. Isto fez com que as conas se tocássem e o tesão aumentásse.
Catarina foi levando Laura até à cama para começar a disfrutar do sabor daquele corpo, do sabor daquela pele, e dar também a sua coninha na boca de Laura.
Entre beijos e caricias o calor ía aumentando.
Laura pediu a Catarina para ir buscar a régua. Queria levar réguadfas no rabo, queria ser algemada, queria que Catarina com o strapon uma simulasse uma violação.
Catarina estava tentada a fazer-lhe a vontade.
No entanto lembrou-se do bom que tinha sido as fodas dadas com ele e do cuidado que ele tinha tido para não ser violento apesar de puder brincar e usar os brinquedos que ela gostava.
Convenceu Laura a continuar a beijarem-se, a lamber a sua coninha e não usarem objectos.
Assim foi a tesão era muita. Ambas se lembraram dos grandes momentos já vividos e também das boas fodas com ele.







A suas mãos percorriam os corpos, a mamas eram beijadas e depois os bicos das maminhas era beijados, mordiscados oq ue ainda mais aumentava a sua vontade de se vire com intensidade.








Cansadas colaram os corpos lado a lado realçando as suas coninhas inchadas   ... foi aí que

Catarina baixinho disse a Laura....
Minha querida temos que o foder... As duas... Vai ter de nos ensinar ainda mais.... Vamos fazer com que não queira outras.... Srá nosso...


Conseguirão??????????





(continua)

 Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels





 Como de costume, entre beijos, carícias, lambidas... Para depois passar para as penetrações. 

Coloquei-me entre as pernas dela para chupá-la, eu queria assim, que ela ficasse mais molhadinha para meus 

dedos escorregarem mais facilmente.

 Então, coloquei minha língua na bucetinha dela e estava começando devagar, mas, senti uma pontada na minha bucetinha, não sei explicar como começou, apenas sei que quando encostei minha língua no clitóris dela, senti vontade de sentir um carinho especial na minha bucetinha também.


Continuei chupando-a apesar de sentir uma vontade incontrolável de esfregar minha bucetinha na boca dela, queria pular de pernas abertas em cima de sua boca, queria que ela fizesse o mesmo que estava recebendo.


Levantei meu rosto de entre as pernas dela e perguntei se ela subiria em mim para fazer um 69. Fiquei morrendo de vergonha de fazer essa pergunta, e com muito mais vergonha de pronunciar “69”.


Ela aceitou, mas disse que não iria em cima, disse que preferia ficar embaixo, assim, dava para perceber nitidamente que ela também estava com vergonha.


Hoje penso em quanto tempo perdemos com tanta vergonha, podíamos ter feito muito mais sacanagens, e, além do mais, não entendo como duas pessoas que estão com tesão ficam com vergonha de “trepar”.





sexta-feira, 5 de abril de 2013

Segredos de mulher(VII) *Laura

Continuação daqui e os desejos de Laura


Laura continuava os seus estudos e a única coisa que a fazia não ficar sempre em casa a estudar eram os seus devaneios sexuais que adorava ter comigo, e com a Catarina , conforme esta me contou (Aqui )
Um dia quando jantávamos junto a sua  casa  logo a provocação começou. Sentou-se em cima da mesa, ninguém por perto, com aquelas belas coxas à mostra e mordendo uma peça de fruta. Meti-lhe as mãos pelas coxas e como queria ser tratada como submissa, disse-lhe ..... puta já estás molhada ... vai sentar-te já ...hoje fazes o que eu quero e não que tu queres, entendes ?..... "....sim dono...." retorquiu.
Vá sentar e quero-te debaixo da mesa...entendes ???? ........percebes ????

Claro que percebeu ...
Daí a pouco senti a braguilha a ser aberta, o caralho a ser tirado para fora e começou a comer a sobremesa.
Pau de canela bem grosso, com leite quente no final .
Delicioso o broche, que a menina bem elucidada pelas suas leituras, e na prática com o  seu dono já sabia fazer ....
Sem ninguém se aperceber ouviu  .....Levante-se e porte-se bem. Vá para casa à minha frente e espere-me.
Lembre-se que o que me pediu hoje vai ter.
Quero que me surpreenda.
Vai ter o seu dono disponivel.
Quando cheguei ......................
Apareceu-me quase nua de meias e sutiã já sem tanga ou fio dental.

Agarrei-a por trás, beijei-a na boca violentamente e meti-lhe a mão na cona húmida. Molhando-se mais ainda .
Disse-lhe ...
Repara que tenho aqui uma coisa para vestires
Quero que vistas isto, coloques as  maminhas apertadas com estes discos e quero-te de pengalim na mão, Vá......
Tem de me ajudar pediu .....

Ajudo mas antes vem cá........
Sentei-me num sofá e ordenei.....
Mama o meu pau ....
Espera dobra-te....
Quero ver essa cona escorrer com este brinquedo...
Meti o vibrador que levava no bolso a trabalhar e toquei-lhe no clitóris.
Implora por mais"....sim filho mete quero mais......." ...Filho não...dono percebe dono ....
"... sim dono   quero mais ....adoro ...."

Fiz-lhe a vontade... e mandei-a para o quarto depois de a ajudar a vestir o corpete....

Quando cheguei ao quarto estava como lhe tinha ordenado. Corpete vestido e sentada numa cadeira com o pingalim na mão.
Depois de lhe ordenar que me desse o pingalim, e pensando que lhe ia bater com ele ficou surpreendida.
Mandei-a deitar, afastar as pernas e à distancia para me não poder tocar passava-lhe o pingalim muito devagar nos lábios da cona, excitando-a ao máximo.
Já dizia "... dono foda-me ...quero...".
Mandei-a calar é óbvio. Até sentir o caralho nela, teria de se vir mais de uma vez com as minhas pequenas brincadeiras.
Ordenei que apenas vestisse um sutião e meias pretas abertas......
Saí, e quando voltei, pense que ficasse admirada mas não me pareceu admirada.
Olhou as minhas mãos e viu as algemas....".ai querido que bom....."
Querido não, retorqui, dono, entende ...dono ...
"""sim meu dono...quero.....quero que tenha prazer comigo"

Algemei-a com suavidade e ainda vestido deitei-a no meu colo

Aquele cu virado para mim, e sabendo que ela queria as palmadinhas costumadas, comecei lentamente batendo as nádegas deliciosas e e apelativas para depois sentirem o meu corpo todo em cima delas.
de facto o tocar a peçe, o ouvir os seus gemidos de prazer e não de dor, o notar que as nádegas começavam a ficar avermelhadas sem que se queixasse, e o mel que se notava a escorrer já nas pernas deram-me demasiada tesão.
Precisava de me despir. Era urgente que mudassemos para sexo normal









Mandei deitar de barriga , na beira da cama no angulo de 90 graus,
Precisava de ver aquele cu apelativo e de olhar a coninha do lado de trás......


Isto quando se não é um sádico e apenas se está a dar prazer porque nos foi pedido para o fazer, fica-se de facto com tesão, e não com o prazer de ver alguém a ser submisso.
Aquela miúda dava tesão.
Mas como me tinha pedido ia ser minha submissa.
Fui pelo outro lado da cama e comecei a puxar as algemas apenas com um dedo.

O fazer esticar o corpo, a pele das nádegas a esticar também, faziam notar na sua cara um ligeiro esgar de dôr.
Isso eu não queria. Prazer sim, dôr não.
Tirei-lhe as algemas.
Cheguei-me então a ela.... Para que sentisse poder da minha parte, mas sem lhe causar dôr, arranquei-lhe a a lingerie, num ar autoritário mas que me deu prazer, mais sabendo que não a magoava.
Comecei a brincar com os mamilos, enquanto e aí sim o dominio era meu. Gemeu deliciada e deixei a mão ao de leve percorrer o seu corpo. Toquei-le no umbigo e de repente fui apertar um mamilo e gritou "...........ai filho mais mais....aperta ....." ainda ralhei.........filho não dono ........
Só que dono ou filho, filho ou mestre, a tesão era demasiada para muitos jogos nesta primeira vez.....Abri-lhe as pernas e dominando-a com os braços e agarrando as mãos, meti a cabeça entre as pernas e iniciei um brutal minete.
Aquela coninha queria lingua, queria caricias, queria tudo....
A forma como mexia as ancas de ondulava a barriga estava a dar sinal que se iria de novo vir em breve.
Eu queria que se viesse na minha boca.
Eu queria que me enchesse a boca de mel
Eu queria ...um descuido... um jacto ...uma inundação..
Veio e quase não falava.... balbuciava".....sim dono ....sim amor...sim és meu ..."
Precisava de a foder.
Deitei-me de costas e ordenei.
Vem-me foder anda ..... domina-me tu a foder....
Foi demais .
Por cima enterrou-o todo na cona e subindo e descendo, veio-se várias vezes sempre com um ar de dominada e passando a sussurar ao meu ouvido..."... sim filho ... sim dono ...sim ....sim... fode ...fôdo ....gostas.... mais.... gostas....." e abafava a minha respostas colando a boca à minha....

Daí a pouco jorrei rios de esporra dentro daquele corpinho.....
Caímos para o lado satisfeitos e cansados..
Murmurou-me ......



Na próxima vais delirar......
Imagina que vais ter quatro mamas para chupar e duas cona ao dispôr.... ah... e não te esqueças um ou dois cus para comer ....

Imaginei









Com calma..... De sábado para domingo ...à sexta vens muito cansado...

Ri-me ....riu-se...encostámos os lábios com doçura.

Continua aqui

Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels

















domingo, 31 de março de 2013

A boleia em Roma

Tinha começado  a chover, quando conduzia pelas ruas de Roma o que não é muito hábito. 
Reparo numa moça, perfeitamente desportegida para a chuvada que caía, apenas tapando a cabeça com uma pequena malinha de mão, alva num vestido branco.

Quando passo junto a ela reparo que é uma das empregadas de serviço aos quartos do hotel onde resido habitualmente quando por ali estou.

Abrandei e descendo o vidro, e com um tímido olá (não sabia a sua reacção), ofereci-me 
para a levar para onde se  fôsse, penso até que reside nos reservados do hotel a 
empregados. Quando reparou em mim, sorriu e muito tímidamente aceitou a boleia que 
lhe oferecia, dizendo-me que ia para o hotel.


Sentou-se e com uma ar incomodado  disse-me "mas vou molhar o seu carro todo" .

Respondi-lhe que não tinha problema porque depois se limparia.
Digo-lhe que o que me preocupava era o vestido todo molhado colado ao corpo o que lhe poderia provocar uma constipação bem forte.

Sorriu e encolheu os ombros e quando olhei de novo, o vestido fazia realçar as cuequinhas também já molhadas onde por debaixo se notava um montinho de venus, não muito grande mas muito bem desenhado, o que desde logo deu uma certa vida ao meu companheiro de entre pernas que começou a ficar em alvoroço.
Disse-lhe vamos parar. Está uma pequena manta ali na mala do carro eu vou buscar e pode ficar mais cómoda e quando chegar ao hotel pela garagem vai embrulhada directa ao seu quarto.
Aceitou e assim fiz. Ao trazer a manta, começou a tentar tirar o vestido o que não se tronava fácil face ao tecido colado ao corpo.

Tentei ajudar e deslizando o fecho nas costas, o que me permitiu chegar a boca junto aos seus cabelos sentindo ela o meu bafo quente.

Deslizei o fecho e as costas nuas e as minhas mãos tentando ajudar a despir, causaram um calafrio que teve uma reacção do estilo huuummm  ....
Senti minha boca seca quando percebi que aguardava que eu continuasse a tarefa que tinha iniciado e disso não me fiz rogado.
Deslizei o vestido pelos ombros e aos longo dos braços e reparei que o sutiã estava encharcado.
Nada perguntei e desapertei o fecho do sutião tendo ajeitado ela os braços de forma a que o pudesse retirar. 
O ar condicionado para o quente melhorava o ambiente e o vestido foi tirado por baixo tendo ela levantado o rabo e deslizando-o pelas coxas. 
Que cu ....Que coxas,  grossas e com uma nádegas de sonho, meu deus.
Com um ar safado disse-lhe " olhe que a cueca ainda lhe constipa o seu tesouro de molhada que está" ao que ela sem pestanejar e sorrindo  despio-as ditas ficando nua em absoluto. 
Tentei limpá-la com um lenço para não molhar logo a manta mas, virando-se para mim para facilitar as suas mamas ficaram à mercê das minhas mãos que na altura já não sabiam se secar as mamas se ajudar a cona a ficar mais molhada pois as pernas afastadas e a visão daqueles lábios totalmente rapados faziam com que o meu caralho já estivesse em brasa.
Notando isso e virando-se no banco mais para mim, as pernas viradas para a frente afastaram-se e a sua cara ficou perto da minha.
Tremia um pouco e aconcheguei-a o que aproveitou para colar os lábios aos meus, provocando assim um tesão de tal ordem, que lhe meti a mão sobre a cona e de imediato a esfreguei, e ficando humida, facilmente dois dedos escorregaram para dentro dela.
Notei que as suas mão estavam a desapertar-me as calças e retirando a mão da cona encostei-me no banco tendo-lhe passado a manta fina e quente pelos ombros.
Estavamos numa rua meio iluminada de Roma.
Tira-me o caralho para fora e deliciosamente o coloca na boca, o que me deixou com uma vontade enorme de a apalpar e de tudo que possivel fosse fazer com aquela italiana carnuda, uma mulher jovem, com sangue na guelra e boa a valer.

A sua boca lentamente devorava-me e senti neecessidade de parar um pouco. 

Fiz com que parasse um pouco e passando para o lado dela virou o cu para o parabrisas, e abrindo as pernas meti as minhas entre as dela. O bnco puxado atrás dava um espaço enorme e carregando no botão electico de baixar as cosatas, as mesmas deslizaram fazendo uma cama bem confortável, tendo-me eu deitado.
Quando dei por mim e agarrada à pega de passageiro subiu por mim e sentou a cona de fente na minha boca, obrigando assim à grata tarefa de lhe mamar a cona  e chupar o grelo.
Dentro em pouco e em convulsões e espamos, enchia-me a boca de leites que se misturavam com a minha saliva, num combinado lubrificante ideal tanto na cona como no cu ......
Desceu e sem nada que me fizesse adivinhar e com uma voz rouca disse,,,, vai ser todo no meu cu ....todoooooo ... e conforme falava espetava-se nele que de molhado pelo broche e o cu lubrificado pelo meu minete permitia a sua entrada facil.
Inciou um vai vem subindo e descendo com as suas mamas a bater-me na cara, sendo por mim agrradas e de imediato os biquinhos chupados e mordiscados.
Num gemido de prazer.. disse -me .......são anos de excitação e desejo de foder consigo, sempre que está no hotel, e sempre esperando que estivesse no banho para entrar no quarto e sem ser vista o olhar no chuveiro, (e continuava a foder-me) .....
Fodia ...fodia e quando reparou e sentiu que quase me estava a vir retirou e enfiou todo na cona...
Todo fundo o que provocou que de imediato eu me começasse a esporrar enquannto os seus espasmos denunciavam orgasmo sucessivos e intensos.  
Grande foda.....
Saindo de cima de mim, com a cona a escorrer, disse-me com uma voz rouquinha ..... "vamos rapidinho sim?"....
Deixa-me na garagem .... que depois eu fardo-me e vou ver se tem o quarto arranjado .....
Coloque o sinal de não incomodar na porta para ninguém desconfiar, que eu entro com a chave geral e espere-me no banho.







Quero pagar a boleia....




Eu como sou obediente assim fiz.....


Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels
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