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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Do piazza à sauna

Vamos sair daqui? – sussurrei-lhe ao ouvido.
Encontrávamo-nos no nosso local preferido para ela tomar um chocolate junto a Belém 
Afastou o rosto, olhou-me como que para confirmar a veracidade das minhas palavras.
- Tens a certeza?
- Absoluta. E tu?
- Não há nada que queira mais.

Não consegui dizer nada. Olhei-a, simplesmente.
Sabes que mais? – disse. Pressionou os meus lábios com os seus, com força e continuou –Vamos. Pegou-me na mão e saímos do 
Piazza di Mare


No estacionamento, levei-a até ao carro e depois de o destrancar, virei-a para mim e encostei o seu corpo ao meu. Sentir como eu estava excitado só a fez gemer interiormente. 
Desejava-me tanto. Notava-se 
Abraçou-me e pressionei-me contra ela, fazendo com que se encaixasse no seu corpo. 
Se estivessemos num local isolado, não esperaria mais tempo. 
Teria sido ali que lhe levantava a saia até à cintura e a fodia.  Suspiramos e entrámos no carro
Daqui a pouco não vou conseguir conduzir… – disse-lhe.
Sorriu em resposta.
 Mil loucuras passavam-me pela mente enquanto entravamos na sauna.
Pagamos e descemos a escada. 

Rapidamente as roupas caíram, guaramos nos cacifos e com as tolhas envolvendo o corpo foi no corredor que a encostei a uma parede e levantou uma perna que  apoiou na minha cintura . 
Não conseguia esperar mais tempo. A vontade era incontrolável. As tolhas cairam.
Eu não queria pensar, somente sentir. 
Sentiu a  boca no pescoço, nas mamas, as  mãos que afastaram coxas, a pressão do corpo de encontro ao ventre. A minha excitação. O beijo. E sentiu-o entrar. 
O prazer de me sentir dentro dela. Duro, grande, quente, húmido.

Insistentemente. Profundamente. Os movimentos alucinados, os gemidos. 
Ainda agora a sinto.
Gemia-me ao ouvido e pedia mais ...."....fode-me que estão parados a ver-nos....fode-me que quero que vejam que sou tua,..que sei foder,...que és meu,..que fodes bem, que me fodes toda... fode-me Vasco. Os casais e demais clientes passavam e deliravam, pois apalpavam-se e beijavam-se. Nós fodiamos . O orgasmo que veio rápido. Avassalador. 
Não chegou para nos satisfazer.
Pausa. Respirações entrecortadas. Corações a bater acelerados, em uníssono. Trocámos um beijo, rindo.
Somos loucos – disse-lhe.
- Que bom que o somos respondeu-me.
Pegamos nas toalhas caídas ao chão, fomos trocá-las e fomos para o banho turco.
Entrámos e num degrau superior deitei-me e ela deitou.se  entre as minhas pernas, de costas encostadas ao meu peito. 

Sentia decerto o meu caralho entre as nádegas.
Um casal debruçou-se sobre nós e enquanto ela colava as maminhas na minha boca, ele delicadamente lambia-a notando-se que não evitava que a lingua tocasse a cabeça do meu caralho entalado entre as pernas 

Ela tinha decerto, a vontade de o sentir de novo dentro do corpo. 
Num repente virou-se e ajoelhou-se entre as minha pernas. Tocou-me. 
Sentiu a rigidez entre os dedos. 
Mas era com a boca que me queria tocar. 
Notámos que a outra colocava uma perna no degrau onde estávamos deitados podendo descer assim a cona para a minha boca. O turco não estava demasiado quente o que era agradável sentir os nossos corpos e orificios húmidos e leitosos.
Ele colocou-se atrás de Louise que estando de quatro dava acesso ao seu cu e à sua cona com facilidade. Sentiu a boca dele a explorá-la.
Louise baixou o rosto, entreabriu os lábios e meteu-o na boca. 
Que sensação extraordinária a boca dela no meu caralho, a cona da outra na minha boca e ouvir os seus gemidos quando o tirava da boca e o massajava com prazer. Saber que lhe dava prazer. Continuou, movimentando a boca, os lábios, a língua, convidando-me à maior volúpia. 
Sentiu o caralho a  endurecer mais, latejando do entre os seus lábios, de encontro aos dedos que auxiliavam os movimentos.  
Agarruei-a pelos cabelos, incitando a que não parasse de  chupar, de lamber.
- Pára, que não aguento mais… se continuas, eu venho-me.
-".........Eu quero que te venhas. Agora e aqui............." gritou

O seu grito entoou pelas paredes, esquecendo o local o que ainda mais excitante foi.
Comecei a esporrar-me. Recebeu os primeiros jactos. Deitou-se sobre mim e eu vinha-me entre as suas mamas. 
Os seus lábios encontraram os meus e uma cona deliciosamente rapada a ter um orgasmo na minha, nas nossas bocas.
Notava-se que se vinha na boca dele que continuava a lamber-lhe a cona e o cu.
Delicioso.
Saimos os quatro perante  olhares pecaminosos de dois casais e alguns clientes e fomos ao duche.
Passámos pelo bar para tomar uma água.Falámos pouco. Eram franceses. A linguagem do sexo é semelhante ou mesmo igual.
Umas palavras, uns sorissos e....
Entramos num gabinete para relaxar e fechamos a porta.

Luz muito suave, quase apagada, boa temperatura, corpos desnudados e eu deitado ao lado de Louise, tendo a francesa a meu lado e ele ao lado de Louise.
Se bem me recordo ouvi daí a algum tempo o rasgar de invólucros.Senti uma boca que habilmente colocava o preservativo na meu pau.
Senti que uns peitos macios desciam para a minha boca e que uma cona quente envolvia o meu caralho. 

Notei Louise de pescoço virado para mim e de mão dáda comigo.Sorriu e de repente ....................
Ouvi-a fazer ahhh, aquele ahhhh dela de prazer, um ah tesudo  quando normalmente arregala os olhos , decerto quando sentiu o caralho grosso do francês a entrar na sua cona pronta para uma foda lenta e saborosa....... Lembro-me que gostá-mos
Como uma das mais belas recordações que guardamos.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

A máscara


A máscara




Despidos os nossos corpos desejavam tocar-se infinitamente na escuridão do quarto! Ambos tínhamos uma mascara como aqueles do carnaval de veneza, o que me deixava a imaginar como seria os traços do teu rosto que davam forma a um corpo divinalmente esculpido numa pérola de sensualidade.

Aproximo-me de ti e aprecio os teus lábios, carnudos, sedentos por um beijo... os meus lábios aproximam-se dos teus e começas a sentir o calor deles perto dos teus mas não te tocam, desviam-se ate aos teus ouvidos onde levemente beijam os lóbulos e sussurram algo...

Quero que me mexas no corpo. Toca-me anda!

Começas então a percorrer o meu peito lentamente, como se escrevesses o desejo que te percorria a mente.
Tentavas descer , querias tocar o meu caralho a ficar duro mas eu puxava o meu corpo para cima e beijava as tuas mãos!
Voltavas a descer e eu a subir, o que te deixava irritada mas ao mesmo tempo ansiosa por lá chegar!

Então eu afasto-me e contemplo o teu corpo a contorcer-se levemente, como que surgindo na tua pele um pedido para te tocar, e faço-o mas com a minha língua, somente a minha língua com o meu corpo bem afastado do teu!
O tesão não era só teu mas meu também.
Tu rendeste e delicias-te a apreciar o calor da minha língua nos teus mamilos, a rodea-los e lambe-los...  a mordisca-los como tanto gosta e mumrmuras …morde porra  morde um pouco…
Gosta de apreciar a minha língua na tua boca com beijos longos e profundos e ficamos assim….. imenso tempo …. Lá em baixo noto que contrais a cona!
Sempre com as mascaras a esconder os traços profundos só desejo!

Ordeno-te com voz forte  para abrires as tuas pernas e me autorizes a foder  no pedaço do teu corpo mais quente... mas essa autorização tinha de ser dada pelo teu desejo de ser como gosta bem , demoradamente fodida!

Afasto-me e sento-me ao teu lado à espera desse momento!
Passam alguns segundos, minutos e tu vais-te tocando sozinha, mexes na cona molhada como que mostrando os pontos do teu corpo que precisavam de ser redescobertos!

Novamente aproximo-me de ti e tu baixinho pedes-me algo!" Quero que me toques!"
Anda  toca-me …mexe-me nesta cona ansiosa Agarras na minha mão e levas-a até ao meio das tuas pernas e conduzes-a até ao teu clitóris e aí apertas as pernas com toda a tua força...
preso ali cedo ao teu desejo e acaricio-te devagar e o nossos corpos juntam-se um ao outro, tu por cima de mim...
Muito putinha como gosto tomas o controlo Sinto-me a ser conquistado pelos teus lábios, pelas tuas mãos até que sem esperar de uma só vez a tua boca reclama o meu tesão por ti e engoles-o com suavidade e gentileza, sem pressa como se existisse uma transferência de desejo entre os nossos corpos!

Eu sinto um desejo enorme de desvendar a tua face!
Peço-te que retires a tua mascara pois queria ver o prazer que sentias a devorar o meu tesão por ti e ao mesmo tempo a renová-lo! tu acedes mas não naquele instante!

Percorres o meu corpo por cima de mim... e sem esperar tu dizes ..quero-te dentro de mim, quero senti-lo a gravar o teu desejo por mim bem no fundo! Vá agora fode-me caralho …fode-me

Eu rendido ao teu pedido... aceito e tu abres as pernas com toda a tua alma e montas-me... mas o meu pedido continuava por ser concretizado..queria ver a tua cara definir o desejo que sentias!

Então tapas a tua cara com o teu cabelo enquanto fazes um movimento de penetração tão intenso que nem me apercebo que já tinhas tirado a mascara! Sobes e desce cavalgando loucamente, fodendo com toda a ânsia de uma mulher fogosa e tesuda

E vejo aproximar-se de mim os teus lábios sensuais . Colas nos meus e tão intensamente que num instante explodes, não num orgasmo, mas sim por ambos estarmos tão quentes que perdemos o controlo do nosso corpo e como que desgovernados sem destino envolvemonos num momento intenso de sexo! Com movimentos lentos e rápidos até que sinto bem dentro de ti os primeiros espasmos de prazer que tentas evitar!
Mas eu digo-te ... vem-te foda-se  vem-te caralho  deixa escorrer miha putinha mistério Quero-se sentir bem dentro de ti! tu soltas-os e chegas a um momento tão intenso que não aguentas mais e ...como te vens desalmadamente e cavalgas numa foda que te enche de orgulho do boa que sabes que és na cama.

Eu sentindo aqueles movimentos bem dentro de ti... acabo por me afastar e ver-te contorcer de prazer, de olhos fechados tu partes ate outra dimensão... e eu parto numa nova busca do teu corpo...

Digo-te... quero dar-te o meu desejo... o meu tesão e a minha explosão... quero que te entregues com devoção sem medo... deixa-te ir! Quero-me esporrar todo em ti

Tu sem saber o que fazer ainda um pouco cansada pelo teu orgasmo... abanas a cabeça que sim!

Eu digo-te... mostra-me agora onde gostavas de sentir o teu corpo ser conquistado!

E tu abres a tua boca e beijas-me com toda a tua força e desces ate ao meu membro... quente e duro... começas a chupa-lo bem na pontinha enquanto o acaricias!
Vai ficando cada vez mais quente! mais quente e vejo os teus mamilos ficarem durissimos pelo calor que vem dele!

E pedes-me... quero saborear o teu tesão... o teu desejo... enche-me a boca de leite ..anda dá-me ……….e num instante engoles-o todo ... A tua língua com pequenos círculos provoca um desejo sem descrição, alternando entre o chupares e o lamberes.. e agora sim vejo o teu rosto a apreciar o meu desejo tão intensamente que não aguento mais e sai de mim tudo aquilo que me provocaste num jacto quente e húmido de prazer bem dentro da tua boca!

Fico sem forças rendido a ti ... e sem me aperceber tu não paraste...

Eu digo-te... põe-o bem dentro de ti... e tu montas-me e naquela fracção de segundos como que o tempo pára... e só nós dois existimos... gerou-se um momento de penetração tão intenso que nos vimos os dois!

Exaustos... deitamonos um ao lado do outro e tu não largas o meu membro... como que a cuidar dele... voltas o rabo para mim. Fazes uma força para trás e ele desliza para dentro da tua cona enquanto passo um braço por cima e agarro as mamas…… deliciosas …tesudas….

Fodemos. Lentamente….
Quanto tempo ?  Lembras-te ?

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Segredos de mulher X (Laura)Fome de Catarina


Laura e Catarina


Hoje acordei com fome dela, de a ter, de a possuir, de a tomar como minha.
Acordei e ela estava ali ao meu lado, nua, completamente nua à minha espera. Cheguei-me a ela, nossas peles a tocarem-se, nossos corpos a falarem entre si, nossos desejos a tocarem-se. Beijei-a ternamente nas costas, subindo e descendo lentamente, demorando os meus lábios na sua pele.
Encostei o meu sexo à perna dela enquanto a beijava, enquanto me roçava na sua perna, enquanto a acariciava com beijos sem fim. Não demorou até começar a dar às ancas, basta encostar-me a ela que começo logo a dar às ancas.
Debrucei-me sobre aquele corpo esbelto e desnudo ali deitado a meu lado, debrucei-me ... nossos corpos a tocarem-se ainda mais, debrucei-me e fiquei completamente fascinada com aquela visão de puro deleite é o seu corpo, as suas costas delicadas, as suas curvas tentadoras, o seu rabiosque redondinho e empinado que chama por mim. Encostei o meu corpo ao dela e tomei-a por trás, tomei aquele corpo desejado, aquele corpo ardente de paixão, tomei aquele corpo que ondulava debaixo do meu.
Comecei devagar, cada momento saboreado ao máximo, cada investida calculada para lhe dar o máximo de prazer, cada investida carregada de paixão, de amor, de desejo crescente. Os minutos passaram e as nossas respirações a aumentarem, o calor dos nossos corpos a subir, os movimentos a tornarem-se mais acelerados, o desejo a tornar-se incontrolável.
Deslizei vezes sem conta em cima daquele corpo de mulher até não conseguir conter mais o meu desejo ardente, a minha fome insaciável dela. Não consegui aguentar mais tempo sem ter toda a minha pele em contacto com a dela, então puxei as minhas cuecas parar baixo até lhe sentir a pele no meu sexo, até ter aquele cú mesmo debaixo da minha cona, até a poder possuir livremente, desnuda.
As investidas tornaram-se selvagens mas compactas, queria enterrar-me no mais profundo dela que pudesse, queria entrar e sair do seu sexo ardente o mais rápido que conseguisse. Gememos as duas a cada investida, a cada momento, minutos de prazer, gememos e contorcemos-nos uma em cima da outra até lhe pedir para ela se meter de lado para a poder possuir como gosto, as duas completamente encaixadas uma na outra, os corpos unos em movimentos perfeitos e maleáveis.
Fodemos selvagemente enquanto trocavamos palavras ardentes e cheias de tesão, fodemos até nos contorcermos todas em profundo deleite, fodemos até escorrerem gotas pelos nossos corpos esbelto.
Puxei-a para cima de mim e enterrei-me mais fundo ainda, toquei-lhe bem lá no fundo da sua cona húmida, da sua cona desejosa de mais prazer, toquei-a uma e outra vez à medida que a ia puxando para cima e para baixo de mim, à medida que mexia as minhas ancas vigorosamente contra aquele cú que me deixa louca de tesão.
A cada investida minha mais apaixonada ela gemeu e gemeu enquanto me pedia para a foder mais, para me enterrar mais fundo nela, para não parar. Tive-a como nunca a tinha tido até agora, nossos corpos em perfeita sincronia de movimentos, investidas profundas, gemidos deixados escapar sem pudor, gotas de suor a beijarem nossos corpos, mãos apertarem os mamilos para libertarem mais prazer, fode-me dito sem medos, beijos fogosos e selvagens, gemidos e mais gemidos que nos levaram ao orgasmo em conjunto.
Por fim anichámo-nos uma na outra e descansámos juntinhas de sorrisos nos lábios, de rubor nas faces e trocamos votos e promessas de amor profundo.
Gostamos tanto. Se ele aqui estivesse. !!!!!!!!!!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Conto isolado_* O pneu e a Louise*



O pneu


Eram aí… umas seis e meia da manhã, quando me levantei! 
Não fazia muito o meu género “madrugar” tão cedo, mas naquele dia apeteceu-me. 
Lavei-me, arranjei-me e saí. Como era cedo, apeteceu-me ir a pé até ao gabinete. 
Ia ser um dia igual aos outros, pensei. Mas estava enganado. 
Pouco faltava para chegar ao emprego, quando vi uma mulher a olhar com ar estupefacto para a frente de um carro. 
Cheio de curiosidade, aproximei-me  e vi então o que se passava: o pneu estava vazio! Mas o que mais me excitou foi ver que já conhecia aquela mulher de vista. 
Era uma mulheraça! Alta, com um peito encantador , daqueles que já nos imaginamos a acariciar. 
Eu confesso: há muito que eu a comia com os olhos sempre que a via.
Está furado? — perguntei, como se não fosse óbvio.
Está. — Se precisar de ajuda… — ofereci-me solícito. 
Sabe mudar a roda? — perguntou ela com um sorriso, diria de esperança. 
Sei. — respondi — Se a senhora quiser, eu posso mudá-la. 
Ah, que bom! — exclamou ela aliviada — Mas trate-me por Louise, peço-lhe. 
Foi quase um choque que senti por todo o meu corpo! Aquela mulher, uma trintona a chegar aos quarenta, pedia-me para a tratar pelo seu nome próprio! 

Ajoelhei junto à roda e o olhar para aquelas coxas alia meu lado com a saia subida ligeiramente a meio da coxa puseram-me com força no pau e a faltar nos braços, mas enfim.
As ferramentas do carro, onde estão? — perguntei com o ar mais natural que pude. 
Sem nada dizer, ela aproximou-se da tampa da mala do carro e abriu-a.
Estão aqui! — disse. Aproximei-me também. 
Lá estava a roda suplente e as ferramentas. Tirei-as para fora e comecei a mudar o pneu furado. 
Mas eu não fazia apenas o meu trabalho. De tempos a tempos, quando estava agachado, ia olhando para as belas pernas. 
Louise tinha-se acocorado junto de mim, de tal modo que as saia já de si curta tinham revelado quase tudo o que havia para mostrar: a totalidade das pernas até ao cimo e uma tanga exígua, mostrando o lateral de uma cona com um dos lábios fora da dita. 
Custou-me imenso deixar de olhar para as pernas dela. 

Mas tinha que mudar o pneu, tinha-me metido naquela, agora toca a trabalhar. 
O caralho apertado e ainda por cima de pernas dobradas, parecia explodir nas minhas calças. 
Já está! — exclamei finalmente, pondo-me de pé. 
Obrigada! — disse ela.
Agora, tem que ir lá acima lavar as mãos.
Oh! Deixe-se estar! — respondi.Lavo-as no no meu local de trabalho. 
Nem pense nisso! Tão cavalheiro, tão gentil, tão querido. 
Não pode ir embora assim todo sujo! — disse Louise — Venha a minha casa aqui em frente. 
O meu coração bateu forte e o meu tesão aumentou pelas palavras ouvidas. 
“Está a convidar-me para ir a casa dela!”, constatei. 
Estava mais excitado do que nunca, e aquele convite… 

Venha! — insistiu ela mais uma vez. Pois sim!....concordei cada vez mais excitado. 
Pouco depois, eu entrava em casa dela. 
Ela levou-me a uma das casas de banho, onde lavei as mãos. 
Bom, vou andando,disse eu quando regressei à sala de estar onde Louise me esperava. — Estás com pressa? ......perguntou ela com um enorme sorriso nos lábios. 
Só então reparei bem naquelas mamas,agora a saltarem fora da blusa, porque a safadinha abriu dois ou três botões até aí apertados. 
Com algum esforço, fingi que desviava os olhos daquelas mamas de sonho. 
Espere!....disse ela, aproximando-se de mim. 
Naquele momento, senti que algo importante iria acontecer.
Acho que chegou a minha vez de te resolver um problema que tem,disse ela com um ar meigo.
Esse que aqui tem, e nisto colocou a mão nas minhas calças, abriu a braguilha e tirou o meu caralho duro e grosso para fora. Mas....disse eu tentando armar em údico 
Nada de mas! Não disse mais nada. 
Limitei-me a apreciar aquelas festas sensuais que tanto me estavam agradar. —
Quero foder contigo! Não há meios termos. Quero-te foder e quero que me fodas .....entendido..
Entusiasmado, comecei também a aplicar todo o meu empenho perante aquele princípio de manhã, iniciando por  despir a tanga cuidadosamente mas ela  não me deu tempo. 
Ela própria puxou-mas para baixo. 
Deita-te no chão,ordenou. 
Obedeci num ápice. 
“Aquela mulher queria mesmo foder comigo!”.
Pôs uma perna de cada lado do meu corpo e foi descendo até toda a cona ficar em contacto com a cabeçorra do caralho.

Gosto de me roçar por um bom caralho.... roçando-se por ele. 
Vou vir assim..... a roçar queres ? Diz-me macho queres? Queres? Sente o mel a lubrificar meu garanhão, sente fodilhão.
Eu estava simplesmente doido mas deliciado! 
Pena que a saia dela me ocultasse todo aquele espectáculo daquela cona sumarenta.
Mas aquele roça-roça estava a excitar-me demais. 
Oh! — gemi — Fazes tão bem... isso faz isso ....tão bem  faz.....! —
Gostas? gosta macho, fodilhão, andava doida aempre que te vejo sair do hotel, julgas que não sei quem és......gostas  macho, gostas meu cavalo de cobrição vociferava de gozo, roçando ainda mais o grelo no caralho. 
Sim ...sim sim sim sim ..... respondi superexcitado.
Ah é....gostas....então  vais gostar mais!
Ergueu-se um pouco e meteu a mão por baixo da saia e agarrou-me o caralho  e apontando-o à entrada da cona ....Ah!.....gemeu....e enterou....
Como era bom sentir as paredes da cona  alargadas por um bacamarte grosso como o teu! Eu estava delirante com os movimentos suaves dela a cavalgar-me .

Há muito que não tenho um caralho como o teu dentro de mim! exclamou ela, aumentando um pouco o ritmo dos seus movimentos para cima e para baixo. 
Eu estava cada vez mais admirado. Aquela mulher, que parecia tão fina e tão nobre quando a via, estava a portar-se como uma puta. 
 Fode-me! — instigou-me ela — Mexe-te! Sou muito senhora na rua mas muito puta na cama, fode cabrão, chama-me puta, chama-me a tua puta, fode a tua puta  
“ Aquela mulher era na verdade excepcional”, pensei.
Isso! Fode-me caralho! — incitou novamente , cavalgando-me cada vez mais rapidamente. Eu estava a sentir um enorme prazer. 
E sabia que não demoraria muito tempo a vir-me. 

Oh! — gemi em já pleno êxtase. 
Isso, filho! Fode! Vem-te dentro de mim! Esporra-me a cona cabrão.
As mamas dançavam bem em frente dos meus olhos, enquanto eu a estocava. 
Sentindo uma vontade doida de agarrar aquelas tetas, estendi os braços e aparei-as nas minhas mãos. 
A seguir apertei-as  nas minhas mãos, ao mesmo tempo que sentia uma onda enorme de prazer a partir dos colhões.
Isso! Apalpa-me sacana, fode e aperta-me macho! Brinca enquanto me fodes com esse teu caralho bom! .....exclamou ondulando a pélvis em cima de mim. 

Eu estava já completamente doido. 
Agarrando com força aquele peito, senti uma onda de prazer subir-me pelo caralho acima.
Venho-me! Oh!... vou-me esporrar minha puta — gritei, sentindo correntes de líquido a brotar.
Vem-te! Vem-te dentro de mim! — dizia Louise — Enche-me acona de leite , fode a tua puta, dá-me leite.
O caralho deslizava agora melhor dentro dela, que não parava de gritar:
Fode-me! Fode-me, que estou quase, também!.  fode-me porra .
Tentei aguentar. Mas para meu desespero. toda a minha carga já tinha saído mas ela não o deixou ir abaixo..... 
Contraia os musculos da cona, vinha-se mas apertava o caralho e continuava a foder desalmadamente....que mulher...
Na próxima vez, teremos de ser mais calmos eu quero-te mamar essa cona antes de foder! . 
Vi Maria arregalar os olhos de espanto.
O quê? Tu eras capaz de me lamberes? 
Era?????? não quero percebes quero. 
Anda cá! — disse-me ela, agarrando-me pela mão e arrastando até ao quarto dela. — Espera um pouco. — disse Maria entrando na casa de banho que dava para o quarto — Não fujas, enquanto me lavo — acrescentou rindo. 
“ Fugir eu?", exclamei comigo mesmo.
Todo aquele corpo nu era uma maravilha. Mas as mamas que sonho!...
Então toma-me.

Sentou a cona na minha cara e começou a foder a minha boca e a minha lingua de fora, parecia um mini caralho a dar prazer àquela cona.
Não demorou muito a que os leires escorresem.......


Deixou-se escorrer pelo meu corpo e enterrou-o de novo.
Contraiu a cona , aqueceu e não havia hipótese ia-me esporrar todo de novo....
Fodeu-me ... fodeu ... fodeu ....
Colou os lábios aos meus e depois olhando-me nos olhos disse-me
Sabes meu querido...... o pneu não está furado.
Despejei-o para te foder.
Gostas-te ???????? meu cavaleiro .....................




terça-feira, 9 de abril de 2013

Segredos de Mulher(IX) * Laura e Catarina O happening



Segue  daqui 

Elas andavam perfeitamente loucas por mais uma vez puderem ter uma tarde de sábado e noite para dar largas aos seus desejos, vontades e loucuras.

Exâmes acabado, Laura convidou Catarina par irem fazer um fim de semana num hotelzinho de interior, com charme e muita quietude.
Ideia sugerida, e logo ficou combinado que seria para o próximo.
Escolheram e lá foram até à planície alentejana, onde escolheram um hotel rural, de casas individuais e assim poderiam disfrutar a piscina colectiva e em privado os apartamentos separados e longe uns dos outros, premitía puderem estar à vontade, tanto no seu pequeno jardim privado, como e se pela noite a coisa aquecesse dar largas aos seus gemidos e gritinhos de prazer.
Chegaram, e foram ao banho na piscina.... O calor era muito. o sol abrasador, e os corpos começaram a sentir outros calôres apelativos.

Foram até ao seu apartamento e ficaram pela mesa de exterior à vontade e como adoram.
Corpos livres, corpos núes, maminhas e coninhas desejosas de serem devidamente compensadas,
Mesmo assim ainda foram tomando uma bebida para que os olhos fossem comendo o que os lábios as mãos e não só comeriam e saboriariam a seguir.
Pequenos toque com os pézinhos, íam provocando sensações e arrepios que daí a pouco as levaria até ao interior, pois queriam beijar-se, lamber-se e o que mais os desejos as levasse.
Quando entraram no quarto, os seus corpo desejavam-se com aquela avidez que  só quem já sentiu imagina.
Colaram as bocas e como nuas que estavam, as mamas colaram- se e Catarina levantando uma perna colocou-a na cintura de Laura com o calcanhar a fazer-lhe pressão nas nádegas. Isto fez com que as conas se tocássem e o tesão aumentásse.
Catarina foi levando Laura até à cama para começar a disfrutar do sabor daquele corpo, do sabor daquela pele, e dar também a sua coninha na boca de Laura.
Entre beijos e caricias o calor ía aumentando.
Laura pediu a Catarina para ir buscar a régua. Queria levar réguadfas no rabo, queria ser algemada, queria que Catarina com o strapon uma simulasse uma violação.
Catarina estava tentada a fazer-lhe a vontade.
No entanto lembrou-se do bom que tinha sido as fodas dadas com ele e do cuidado que ele tinha tido para não ser violento apesar de puder brincar e usar os brinquedos que ela gostava.
Convenceu Laura a continuar a beijarem-se, a lamber a sua coninha e não usarem objectos.
Assim foi a tesão era muita. Ambas se lembraram dos grandes momentos já vividos e também das boas fodas com ele.







A suas mãos percorriam os corpos, a mamas eram beijadas e depois os bicos das maminhas era beijados, mordiscados oq ue ainda mais aumentava a sua vontade de se vire com intensidade.








Cansadas colaram os corpos lado a lado realçando as suas coninhas inchadas   ... foi aí que

Catarina baixinho disse a Laura....
Minha querida temos que o foder... As duas... Vai ter de nos ensinar ainda mais.... Vamos fazer com que não queira outras.... Srá nosso...


Conseguirão??????????





(continua)

 Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels





 Como de costume, entre beijos, carícias, lambidas... Para depois passar para as penetrações. 

Coloquei-me entre as pernas dela para chupá-la, eu queria assim, que ela ficasse mais molhadinha para meus 

dedos escorregarem mais facilmente.

 Então, coloquei minha língua na bucetinha dela e estava começando devagar, mas, senti uma pontada na minha bucetinha, não sei explicar como começou, apenas sei que quando encostei minha língua no clitóris dela, senti vontade de sentir um carinho especial na minha bucetinha também.


Continuei chupando-a apesar de sentir uma vontade incontrolável de esfregar minha bucetinha na boca dela, queria pular de pernas abertas em cima de sua boca, queria que ela fizesse o mesmo que estava recebendo.


Levantei meu rosto de entre as pernas dela e perguntei se ela subiria em mim para fazer um 69. Fiquei morrendo de vergonha de fazer essa pergunta, e com muito mais vergonha de pronunciar “69”.


Ela aceitou, mas disse que não iria em cima, disse que preferia ficar embaixo, assim, dava para perceber nitidamente que ela também estava com vergonha.


Hoje penso em quanto tempo perdemos com tanta vergonha, podíamos ter feito muito mais sacanagens, e, além do mais, não entendo como duas pessoas que estão com tesão ficam com vergonha de “trepar”.





quinta-feira, 4 de abril de 2013

Segredos de mulher (VI) *Catarina

Continuação daqui (primeira vez com Catarina) 

Catarina, tido aquela experiência inesquecível (segundo contou a Laura), comigo.
Dizia Laura que Catarina tinha sofrido com a primeira experiência de sexo, e que a partir daí tinha-se refugiado na amizade intima das amigas.
Tinha sido com Laura, que Catarina se tornou verdadeiramente bixessual.
Depois de termos estado em casa dela, depois daquela foda fenomenal e de ter perdido o medo e ousado pedir para que lhe fosse o primeiro a comer-lhe o cuzinho saboroso, Catarina abrindo-se com Laura no seu apartamento, levava sempre as conversas de forma a que Laura se não importasse que ela fodesse comigo.



Laura para isso exigia dela uma entrega, como sua dona, e as tardes a estudar ou as noites depois das festas acabavam sempre na cama, sendo a Laura sempre submissa de Catarina.
Com a promessa cumprida Catarina convidou-me para ir-mos ao cinema.
Recordo perfeitamente que era à época o equivalente a um primeiro balcão ir para os camarotes de dois lugares no São Luis ao Chiado.






Fomos e ficamos num camarote central o que tinha a vantagem de estando as pessoas a olhar o ecran não deslocavam a vista para os lados.
Sinceramente não me recordo do nome do filme ( quem se recordaria!). O balaustre do camarote era em ferro e via-se portanto para dentro o que foi facilmente resolvido com o deixar o casaco e a gabardine (estámos no inverno) abertos sobre o balaustre.
Assim, cadeiras lado a lado mal as luzes se apagaram, as minhas mãos uma sobre os ombros e metendo a mão no decote apalpava-lhe as mamas , a outra de saias subidas começava uma masturbação enquanto as bocas se colavam ....... Doidice, poderá parecer , mas eram épocas divinais.....
A certa altura a tesão era tanta, que nos levantámos e entre os pesados reposteiros do camarote que separavam as cadeiras da porta, cerca de meio metro, de pé e encostada à parede, subiu a perna até à minha cintura, repousou nela, e cueca afastada sentiu o caralho entrar fundo . Com duas bombadas e quase a esporrar-me tirei e esguichou entre as cuecas e cinto de ligas que ficaram encharcados.
Sentámos e ao intervalo calmamanet pegámos nos abafos e saímos...... Era uma noite fria e num instante apánhamos um táxi indo para sua casa.


Entrámos no carro ...meti a mão nas pernas, e toda molhada, trouxe-lhe os dedos à boca,chupa-os.. .......filha...chupa o teu mel, chupa minha putinha.... disse-lhe baixinho .Adorou o tratamento e repousou uma mão sobre as minhas calças, o que me fazia abrandar oa velocidade porque poderia ser perigoso.
Esporrou-se no carro, contendo o gemido, mordendo os labios...Loucura..


Chegámos a casa e o tempo parecia voar. As roupas foram ficando pelo chão...
Nús quando chegamos à cama , desta vez e à beira dela, abri-lhe as pernas e fiz.lhe um minete demorado, lento... veio-se abundante e mexia nas mamas apertando-se a si própria nos bicos e gemendo..
Era tempo de meter o preservativo... entrando nela lentamente, foi pedindo mais e mais, tendo a certa altura pedido " dá-me palmadas como fazes à Laura...

Dá querido.......ela contou-me tudo.....também quero ser fodida assim...."
Saindo dela e voltando-a ficou de quatro e enterrei de uma vez.......
Enquanto fodia fui dando apertões naquelas nádegas, o que a fazia aumentar de excitação e ter orgasmos múltiplos........
Sentia-me quase a esporrar, e dizendo-lhe ....toma tudo ..sente.....foda-se..... "...não  ..agora.......agora  pediu-me........ não querido ....quero todo na minha boca. quero o teu leite agridoce....quero.."


Retirei, tirei o preservativo, voltei-a de costas e de joelhos, meti-lhe o caralho na boca, deixando-a masturbar e chupar, esporrando-me todo.
Deitei-me sobre ela, colámos as bocas....
Sabia-me a mim, a ela ainda....sabia bem aos dois


Então disse-me ..".....tens de combinar com a Laura .......temos de a foder os dois...."
Ops....bravas as futuras médicas.
Veremos no que vai dar......


(continua)

Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels





quinta-feira, 28 de março de 2013

Era assim

Descia eu para preparar o  pequeno almoço e depois levar para o quarto para o tomar-mos a dois 

quando ela às vezes descia as escadas e vinha ter comigo à cozinha..

Gostava de fazer isto pois era. os dois ainda vestidos, ou meios vestidos com roupas de trazer por casa.. 

com caras ainda por lavar e os cabelos todos desgrenhados.. trocávamos um sorriso e começávamos numa 

das nossas conversas matinais.. então.......sem qualquer motivo aparente.. 

eu enfiava as minhas mãos frias dentro da roupa dela e segurava-lhe no rabo.. 

aquele rabo nas minhas mãos era algo que me tirava do sério..sacana de fascinio por aquele rabo que eu 

tinha.como gostava mesmo de o apalpar lamber e foder por completo.. pouco a pouco os 

nossos corpos começavam a roçar-se.. entre a porta do frigorifico e a bancada da cozinha.. eu cada vez mais 

duro sentia-a em mim a cada vez que ela se colava à minha cintura.. 

com bastante força.. sentia-me a latejar da tesão que me invadia e me punha bem duro.. 

puxava-a para mim abraçando-a pela cintura.. beijando-a sofregamente 

segurando-lhe ao mesmo tempo os cabelos entrelaçados nos meus dedos 

com a outra mão por debaixo da roupa apalpava-a firmemente..

pegava-lhe na cabeça e ffazi força para baixo ao 

que ela imediatamente acedia e 

puxando-me as calças para baixo me abocanhavade uma só vez.. 

a imagem que eu tinha dela vista de cima a 

engolir suavemente a minha glande enquanto a sugava deixava-me louco.. 

a sensação daqueles lábios cerrados ao mesmo tempo que me chupava 

fazia 

com que eu perdesse a razão e soltasse espasmos e 

gemidos sem ter qualquer tipo de controlo sobre mim.. 

adorava.. 

simplesmente adorava quando ela me chupava 

assim.. sem noção do tempo que se passou entretanto.. pegava nela e puxava-a para cima.. 

fazendo com quef icasse debruçada sobre a bancada da cozinha.. 

baixava-lhe as calças até meio das pernas e entrava dentro 

daquela cona já bem húmida e quente.. cheio de pressa de a sentir continuava a 

penetra-la com estucadas 

intensas e profundas.. 

o ritmo esse era alucinante e os nossos gemidos loucos ecoavam pela casa.. 

as minhas mãos percorriam-lhe o corpo por debaixo da roupa.. apalpando-lhe o peito.. 

sentindo os mamilos bem rijos e erectos entre os meus dedos.. percorrendo-lhe as c

costas.. era delicioso todo 

aquele momento.. 

ela de costas para mim debruçada sobre o granito negro.. de cara quase assente na pedra.. 

o braço esquerdo esticado servia-lhe de apoio ao corpo e essa mão em forma de garra fazia força na bancada 

que se fosse de madeira ficaria com as marcas das unhas cravadas.. 

com a mão direita ela pegava na nádega e afastava-a 

para que eu conseguisse entrar mais fundo dentro dela.. 

esse ferao ponto sem retorno para mim.. 

de olhos focados entre a mão dela na nádega e o cabelo que escondia a cara assente no granito.. 

as minhas mãos subiam até aos ombros dela e o meu 

ritmo aumentava.. 

intenso e desprovido de qualquer controlo.. fodia-a.. 

fodia-mos com tanto prazer .. 

fodia-mos até não aguentar mais.. nem queriamos 

aguentar.. e esporrávamos loucamente . entre 

palavrões.. ela adorava os palavrões .....

gemidos profundos.. espasmos que os nossos corpos 

davam, vinha-mos intensamente ......lixada e sensual ....como ela era não satisfeita.. começava a contrair-se 

fortemente e a levantar ligeiramente a anca comigo ainda dentro dela.. 

sem qualquer controlo continuava a gemer.. o tesão em mim aumentava de novo

caía sobre as costas dela sem qualquer controlo sobre as minhas reações fonte do prazer que ela me 

dava.. que ela magistralmente sabia proporcionar.. não sei quando tempo durava.. 

sei que mais uma vez eram  momentos de luxuria que me deixavam ainda mais a adorar aquele corpo.. 

aquele cheiro.. a textura,...a sexo....a mulher inteira... 

um cheiro que não mais saiu da minha mente

e o nosso encaixe

o nosso perfeito e pleno encaixe..