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quarta-feira, 15 de maio de 2013

De madrugada, acordei excitado


Adormeci... De madrugada, acordei excitado, um tanto ofegante, coração aos pulos! Tive um sonho pornográfico! 
A tesão tinha-me acordado e não havia nada mais que fizesse ele dormir novamente! Liguei o
 candeeiro de mezinha. Aquela luz rosada derramou pelo silêncio do quarto.
Ela ali, deitada de bruços, na cama... nua! Pura provocação!. Que doce pecado! "Que desejo, que tesão!" 
Isabel de cabelos atirados displicentes pelo travesseiro, o contorno de suas curvas por baixo do fino lençol, as mamas firmes e redondas descansando no meio dos seus braços... Cheguei-me perto, junto às suas nádegas 
Senti seu cheiro adocicado... Cheiro de fêmea!Mulher de corpo inteiro. Uma foda como sempre inegualável.
Passei a mão em seus cabelos, coloquei – os de lado. Beijei suavemente a nuca e seu pescoço. Não queria acordá-la... Bem, na verdade, queria! 
Aquele sonho que tive com ela me deixou com mais vontade ainda
De repente, tive uma ideia louca! Que vontade de fazer sexo! Silenciosamente, procurei numa gaveta algumas meias de seda que ela usava. 
Devagar, puxei o lençol e amarrei primeiro as pernas dela na cama. Sabia que ela dormia profundamente... Então resolvi aproveitar a situação! Deixei-a de pernas bem abertas. Ela mexeu-se levemente, parecia que ia acordar... Esperei mais um pouco, quieto, com a paciência de quem está a pintar um quadro! 
Logo em seguida, amarrei-lhe as mãos. Deste modo, não teria chances de escapar de um macho cheio de tesão!
"É, Hoje estou com maldade no corpo! Desculpa, mas vou ter que realizar esta pequena fantasia. E não tem ocasião melhor do que esta!" - falava com minha consciência (que a esta altura estava cega de tesão). 
Subi para a cama, completamente excitado e fiquei em pé, em cima dela amarrada. Abaixei-me até encostar meu caralho rijo no rosto... Passei ao de leve na boca!
Nesse momento, ela acordou assustada. 
"O que é isso?" -gritou. 
E o meu sorriso diabolicamente malicioso prometendo loucuras! Sem nada dizer, seguro me na cama e coloco meu pau duro na boca, sem dar oportunidades a reclamações. Aliás ela gosta que seja assim.

Fecho os olhos e sinto entrando e saindo na boca quente, que imediatamente deliciada ia deixando que a saliva parecesse mel da coninha quando a foder. Chupava com prazer... mas também fazia de vítima indefesa, pedindo socorro, tentando escapar, o que mais tesão dava aos dois.
Beijo-lhe o corpo com fúria, chupo as mamas com força. Adora.
Começo a enlouquecer com os preliminares cáusticos porque a fazem ter tesão e não deixam mover! 

O corpo, sem poder retribuir as minhas carícias, contorce-se de desejo na ponta da minha língua. 
Enquanto eu lambia a parte de dentro de suas coxas, ela parecia abrir mais as pernas... 
Vi aquela cona, linda, quente, lisa, molhada, saborosa. 
Cheguei mais perto e passei a língua de leve. 
Que delícia! Estremeceu, gritou…. Mama-a cabrão … Toda filho…………
Abro os lábios com os dedos e delicio-me vagarosamente com aquela carne quente. Devoro -a! Ouço gemidos, pequenos gritinhos... Até ela gozar freneticamente na minha boca. 
Sentia o gosto de seu mel escorrendo.
Ainda meio entorpecida pelo orgasmo, implorou para a foder….. Não imaginava o quanto aquela situação a deixaria “…..Fode-me querido…enterra-o todo em mim …..”excitada gritava "….
Fode, fode, fode..." gemia ansiosa. 
Vou pra cima dela e meto com força… toda molhada 
esperava de pernas abertas. 
Geme alto, que eu gosto! 
Estás a adorar!
Quer mais! 

Pede para ir mais fundo! 
Não pares! Fode forte….fode muito 
E eu simplesmente obedeço. 
Ahh... Diz ela a vir-ser mais uma vez naquele entra-e-sai. 
Ela queria mexer-se, soltar-se, mas não conseguia... 
Talvez isso tenha deixado cada vez mais tenso e incrivelmente excitante. 
Eu também estava quase a esporrar-me todo. 
Não estava a aguentar toda a tesão. Sentia que a esporra subia grossa, rápida, quente ……..
Saí de dentro dela. Esporrei-me em pé, por todo o seu corpo. 
Tremia de tanto prazer... 
Ajoelhei na cama, completamente exausto. 
Abraçou e me deu um longo beijo. Adorou ser fodida daquela maneira.
Grande madrugada…Grande foda, não foi ?????????


quinta-feira, 9 de maio de 2013

Do piazza à sauna

Vamos sair daqui? – sussurrei-lhe ao ouvido.
Encontrávamo-nos no nosso local preferido para ela tomar um chocolate junto a Belém 
Afastou o rosto, olhou-me como que para confirmar a veracidade das minhas palavras.
- Tens a certeza?
- Absoluta. E tu?
- Não há nada que queira mais.

Não consegui dizer nada. Olhei-a, simplesmente.
Sabes que mais? – disse. Pressionou os meus lábios com os seus, com força e continuou –Vamos. Pegou-me na mão e saímos do 
Piazza di Mare


No estacionamento, levei-a até ao carro e depois de o destrancar, virei-a para mim e encostei o seu corpo ao meu. Sentir como eu estava excitado só a fez gemer interiormente. 
Desejava-me tanto. Notava-se 
Abraçou-me e pressionei-me contra ela, fazendo com que se encaixasse no seu corpo. 
Se estivessemos num local isolado, não esperaria mais tempo. 
Teria sido ali que lhe levantava a saia até à cintura e a fodia.  Suspiramos e entrámos no carro
Daqui a pouco não vou conseguir conduzir… – disse-lhe.
Sorriu em resposta.
 Mil loucuras passavam-me pela mente enquanto entravamos na sauna.
Pagamos e descemos a escada. 

Rapidamente as roupas caíram, guaramos nos cacifos e com as tolhas envolvendo o corpo foi no corredor que a encostei a uma parede e levantou uma perna que  apoiou na minha cintura . 
Não conseguia esperar mais tempo. A vontade era incontrolável. As tolhas cairam.
Eu não queria pensar, somente sentir. 
Sentiu a  boca no pescoço, nas mamas, as  mãos que afastaram coxas, a pressão do corpo de encontro ao ventre. A minha excitação. O beijo. E sentiu-o entrar. 
O prazer de me sentir dentro dela. Duro, grande, quente, húmido.

Insistentemente. Profundamente. Os movimentos alucinados, os gemidos. 
Ainda agora a sinto.
Gemia-me ao ouvido e pedia mais ...."....fode-me que estão parados a ver-nos....fode-me que quero que vejam que sou tua,..que sei foder,...que és meu,..que fodes bem, que me fodes toda... fode-me Vasco. Os casais e demais clientes passavam e deliravam, pois apalpavam-se e beijavam-se. Nós fodiamos . O orgasmo que veio rápido. Avassalador. 
Não chegou para nos satisfazer.
Pausa. Respirações entrecortadas. Corações a bater acelerados, em uníssono. Trocámos um beijo, rindo.
Somos loucos – disse-lhe.
- Que bom que o somos respondeu-me.
Pegamos nas toalhas caídas ao chão, fomos trocá-las e fomos para o banho turco.
Entrámos e num degrau superior deitei-me e ela deitou.se  entre as minhas pernas, de costas encostadas ao meu peito. 

Sentia decerto o meu caralho entre as nádegas.
Um casal debruçou-se sobre nós e enquanto ela colava as maminhas na minha boca, ele delicadamente lambia-a notando-se que não evitava que a lingua tocasse a cabeça do meu caralho entalado entre as pernas 

Ela tinha decerto, a vontade de o sentir de novo dentro do corpo. 
Num repente virou-se e ajoelhou-se entre as minha pernas. Tocou-me. 
Sentiu a rigidez entre os dedos. 
Mas era com a boca que me queria tocar. 
Notámos que a outra colocava uma perna no degrau onde estávamos deitados podendo descer assim a cona para a minha boca. O turco não estava demasiado quente o que era agradável sentir os nossos corpos e orificios húmidos e leitosos.
Ele colocou-se atrás de Louise que estando de quatro dava acesso ao seu cu e à sua cona com facilidade. Sentiu a boca dele a explorá-la.
Louise baixou o rosto, entreabriu os lábios e meteu-o na boca. 
Que sensação extraordinária a boca dela no meu caralho, a cona da outra na minha boca e ouvir os seus gemidos quando o tirava da boca e o massajava com prazer. Saber que lhe dava prazer. Continuou, movimentando a boca, os lábios, a língua, convidando-me à maior volúpia. 
Sentiu o caralho a  endurecer mais, latejando do entre os seus lábios, de encontro aos dedos que auxiliavam os movimentos.  
Agarruei-a pelos cabelos, incitando a que não parasse de  chupar, de lamber.
- Pára, que não aguento mais… se continuas, eu venho-me.
-".........Eu quero que te venhas. Agora e aqui............." gritou

O seu grito entoou pelas paredes, esquecendo o local o que ainda mais excitante foi.
Comecei a esporrar-me. Recebeu os primeiros jactos. Deitou-se sobre mim e eu vinha-me entre as suas mamas. 
Os seus lábios encontraram os meus e uma cona deliciosamente rapada a ter um orgasmo na minha, nas nossas bocas.
Notava-se que se vinha na boca dele que continuava a lamber-lhe a cona e o cu.
Delicioso.
Saimos os quatro perante  olhares pecaminosos de dois casais e alguns clientes e fomos ao duche.
Passámos pelo bar para tomar uma água.Falámos pouco. Eram franceses. A linguagem do sexo é semelhante ou mesmo igual.
Umas palavras, uns sorissos e....
Entramos num gabinete para relaxar e fechamos a porta.

Luz muito suave, quase apagada, boa temperatura, corpos desnudados e eu deitado ao lado de Louise, tendo a francesa a meu lado e ele ao lado de Louise.
Se bem me recordo ouvi daí a algum tempo o rasgar de invólucros.Senti uma boca que habilmente colocava o preservativo na meu pau.
Senti que uns peitos macios desciam para a minha boca e que uma cona quente envolvia o meu caralho. 

Notei Louise de pescoço virado para mim e de mão dáda comigo.Sorriu e de repente ....................
Ouvi-a fazer ahhh, aquele ahhhh dela de prazer, um ah tesudo  quando normalmente arregala os olhos , decerto quando sentiu o caralho grosso do francês a entrar na sua cona pronta para uma foda lenta e saborosa....... Lembro-me que gostá-mos
Como uma das mais belas recordações que guardamos.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Conto isolado_* O pneu e a Louise*



O pneu


Eram aí… umas seis e meia da manhã, quando me levantei! 
Não fazia muito o meu género “madrugar” tão cedo, mas naquele dia apeteceu-me. 
Lavei-me, arranjei-me e saí. Como era cedo, apeteceu-me ir a pé até ao gabinete. 
Ia ser um dia igual aos outros, pensei. Mas estava enganado. 
Pouco faltava para chegar ao emprego, quando vi uma mulher a olhar com ar estupefacto para a frente de um carro. 
Cheio de curiosidade, aproximei-me  e vi então o que se passava: o pneu estava vazio! Mas o que mais me excitou foi ver que já conhecia aquela mulher de vista. 
Era uma mulheraça! Alta, com um peito encantador , daqueles que já nos imaginamos a acariciar. 
Eu confesso: há muito que eu a comia com os olhos sempre que a via.
Está furado? — perguntei, como se não fosse óbvio.
Está. — Se precisar de ajuda… — ofereci-me solícito. 
Sabe mudar a roda? — perguntou ela com um sorriso, diria de esperança. 
Sei. — respondi — Se a senhora quiser, eu posso mudá-la. 
Ah, que bom! — exclamou ela aliviada — Mas trate-me por Louise, peço-lhe. 
Foi quase um choque que senti por todo o meu corpo! Aquela mulher, uma trintona a chegar aos quarenta, pedia-me para a tratar pelo seu nome próprio! 

Ajoelhei junto à roda e o olhar para aquelas coxas alia meu lado com a saia subida ligeiramente a meio da coxa puseram-me com força no pau e a faltar nos braços, mas enfim.
As ferramentas do carro, onde estão? — perguntei com o ar mais natural que pude. 
Sem nada dizer, ela aproximou-se da tampa da mala do carro e abriu-a.
Estão aqui! — disse. Aproximei-me também. 
Lá estava a roda suplente e as ferramentas. Tirei-as para fora e comecei a mudar o pneu furado. 
Mas eu não fazia apenas o meu trabalho. De tempos a tempos, quando estava agachado, ia olhando para as belas pernas. 
Louise tinha-se acocorado junto de mim, de tal modo que as saia já de si curta tinham revelado quase tudo o que havia para mostrar: a totalidade das pernas até ao cimo e uma tanga exígua, mostrando o lateral de uma cona com um dos lábios fora da dita. 
Custou-me imenso deixar de olhar para as pernas dela. 

Mas tinha que mudar o pneu, tinha-me metido naquela, agora toca a trabalhar. 
O caralho apertado e ainda por cima de pernas dobradas, parecia explodir nas minhas calças. 
Já está! — exclamei finalmente, pondo-me de pé. 
Obrigada! — disse ela.
Agora, tem que ir lá acima lavar as mãos.
Oh! Deixe-se estar! — respondi.Lavo-as no no meu local de trabalho. 
Nem pense nisso! Tão cavalheiro, tão gentil, tão querido. 
Não pode ir embora assim todo sujo! — disse Louise — Venha a minha casa aqui em frente. 
O meu coração bateu forte e o meu tesão aumentou pelas palavras ouvidas. 
“Está a convidar-me para ir a casa dela!”, constatei. 
Estava mais excitado do que nunca, e aquele convite… 

Venha! — insistiu ela mais uma vez. Pois sim!....concordei cada vez mais excitado. 
Pouco depois, eu entrava em casa dela. 
Ela levou-me a uma das casas de banho, onde lavei as mãos. 
Bom, vou andando,disse eu quando regressei à sala de estar onde Louise me esperava. — Estás com pressa? ......perguntou ela com um enorme sorriso nos lábios. 
Só então reparei bem naquelas mamas,agora a saltarem fora da blusa, porque a safadinha abriu dois ou três botões até aí apertados. 
Com algum esforço, fingi que desviava os olhos daquelas mamas de sonho. 
Espere!....disse ela, aproximando-se de mim. 
Naquele momento, senti que algo importante iria acontecer.
Acho que chegou a minha vez de te resolver um problema que tem,disse ela com um ar meigo.
Esse que aqui tem, e nisto colocou a mão nas minhas calças, abriu a braguilha e tirou o meu caralho duro e grosso para fora. Mas....disse eu tentando armar em údico 
Nada de mas! Não disse mais nada. 
Limitei-me a apreciar aquelas festas sensuais que tanto me estavam agradar. —
Quero foder contigo! Não há meios termos. Quero-te foder e quero que me fodas .....entendido..
Entusiasmado, comecei também a aplicar todo o meu empenho perante aquele princípio de manhã, iniciando por  despir a tanga cuidadosamente mas ela  não me deu tempo. 
Ela própria puxou-mas para baixo. 
Deita-te no chão,ordenou. 
Obedeci num ápice. 
“Aquela mulher queria mesmo foder comigo!”.
Pôs uma perna de cada lado do meu corpo e foi descendo até toda a cona ficar em contacto com a cabeçorra do caralho.

Gosto de me roçar por um bom caralho.... roçando-se por ele. 
Vou vir assim..... a roçar queres ? Diz-me macho queres? Queres? Sente o mel a lubrificar meu garanhão, sente fodilhão.
Eu estava simplesmente doido mas deliciado! 
Pena que a saia dela me ocultasse todo aquele espectáculo daquela cona sumarenta.
Mas aquele roça-roça estava a excitar-me demais. 
Oh! — gemi — Fazes tão bem... isso faz isso ....tão bem  faz.....! —
Gostas? gosta macho, fodilhão, andava doida aempre que te vejo sair do hotel, julgas que não sei quem és......gostas  macho, gostas meu cavalo de cobrição vociferava de gozo, roçando ainda mais o grelo no caralho. 
Sim ...sim sim sim sim ..... respondi superexcitado.
Ah é....gostas....então  vais gostar mais!
Ergueu-se um pouco e meteu a mão por baixo da saia e agarrou-me o caralho  e apontando-o à entrada da cona ....Ah!.....gemeu....e enterou....
Como era bom sentir as paredes da cona  alargadas por um bacamarte grosso como o teu! Eu estava delirante com os movimentos suaves dela a cavalgar-me .

Há muito que não tenho um caralho como o teu dentro de mim! exclamou ela, aumentando um pouco o ritmo dos seus movimentos para cima e para baixo. 
Eu estava cada vez mais admirado. Aquela mulher, que parecia tão fina e tão nobre quando a via, estava a portar-se como uma puta. 
 Fode-me! — instigou-me ela — Mexe-te! Sou muito senhora na rua mas muito puta na cama, fode cabrão, chama-me puta, chama-me a tua puta, fode a tua puta  
“ Aquela mulher era na verdade excepcional”, pensei.
Isso! Fode-me caralho! — incitou novamente , cavalgando-me cada vez mais rapidamente. Eu estava a sentir um enorme prazer. 
E sabia que não demoraria muito tempo a vir-me. 

Oh! — gemi em já pleno êxtase. 
Isso, filho! Fode! Vem-te dentro de mim! Esporra-me a cona cabrão.
As mamas dançavam bem em frente dos meus olhos, enquanto eu a estocava. 
Sentindo uma vontade doida de agarrar aquelas tetas, estendi os braços e aparei-as nas minhas mãos. 
A seguir apertei-as  nas minhas mãos, ao mesmo tempo que sentia uma onda enorme de prazer a partir dos colhões.
Isso! Apalpa-me sacana, fode e aperta-me macho! Brinca enquanto me fodes com esse teu caralho bom! .....exclamou ondulando a pélvis em cima de mim. 

Eu estava já completamente doido. 
Agarrando com força aquele peito, senti uma onda de prazer subir-me pelo caralho acima.
Venho-me! Oh!... vou-me esporrar minha puta — gritei, sentindo correntes de líquido a brotar.
Vem-te! Vem-te dentro de mim! — dizia Louise — Enche-me acona de leite , fode a tua puta, dá-me leite.
O caralho deslizava agora melhor dentro dela, que não parava de gritar:
Fode-me! Fode-me, que estou quase, também!.  fode-me porra .
Tentei aguentar. Mas para meu desespero. toda a minha carga já tinha saído mas ela não o deixou ir abaixo..... 
Contraia os musculos da cona, vinha-se mas apertava o caralho e continuava a foder desalmadamente....que mulher...
Na próxima vez, teremos de ser mais calmos eu quero-te mamar essa cona antes de foder! . 
Vi Maria arregalar os olhos de espanto.
O quê? Tu eras capaz de me lamberes? 
Era?????? não quero percebes quero. 
Anda cá! — disse-me ela, agarrando-me pela mão e arrastando até ao quarto dela. — Espera um pouco. — disse Maria entrando na casa de banho que dava para o quarto — Não fujas, enquanto me lavo — acrescentou rindo. 
“ Fugir eu?", exclamei comigo mesmo.
Todo aquele corpo nu era uma maravilha. Mas as mamas que sonho!...
Então toma-me.

Sentou a cona na minha cara e começou a foder a minha boca e a minha lingua de fora, parecia um mini caralho a dar prazer àquela cona.
Não demorou muito a que os leires escorresem.......


Deixou-se escorrer pelo meu corpo e enterrou-o de novo.
Contraiu a cona , aqueceu e não havia hipótese ia-me esporrar todo de novo....
Fodeu-me ... fodeu ... fodeu ....
Colou os lábios aos meus e depois olhando-me nos olhos disse-me
Sabes meu querido...... o pneu não está furado.
Despejei-o para te foder.
Gostas-te ???????? meu cavaleiro .....................




sexta-feira, 5 de abril de 2013

Segredos de mulher(VII) *Laura

Continuação daqui e os desejos de Laura


Laura continuava os seus estudos e a única coisa que a fazia não ficar sempre em casa a estudar eram os seus devaneios sexuais que adorava ter comigo, e com a Catarina , conforme esta me contou (Aqui )
Um dia quando jantávamos junto a sua  casa  logo a provocação começou. Sentou-se em cima da mesa, ninguém por perto, com aquelas belas coxas à mostra e mordendo uma peça de fruta. Meti-lhe as mãos pelas coxas e como queria ser tratada como submissa, disse-lhe ..... puta já estás molhada ... vai sentar-te já ...hoje fazes o que eu quero e não que tu queres, entendes ?..... "....sim dono...." retorquiu.
Vá sentar e quero-te debaixo da mesa...entendes ???? ........percebes ????

Claro que percebeu ...
Daí a pouco senti a braguilha a ser aberta, o caralho a ser tirado para fora e começou a comer a sobremesa.
Pau de canela bem grosso, com leite quente no final .
Delicioso o broche, que a menina bem elucidada pelas suas leituras, e na prática com o  seu dono já sabia fazer ....
Sem ninguém se aperceber ouviu  .....Levante-se e porte-se bem. Vá para casa à minha frente e espere-me.
Lembre-se que o que me pediu hoje vai ter.
Quero que me surpreenda.
Vai ter o seu dono disponivel.
Quando cheguei ......................
Apareceu-me quase nua de meias e sutiã já sem tanga ou fio dental.

Agarrei-a por trás, beijei-a na boca violentamente e meti-lhe a mão na cona húmida. Molhando-se mais ainda .
Disse-lhe ...
Repara que tenho aqui uma coisa para vestires
Quero que vistas isto, coloques as  maminhas apertadas com estes discos e quero-te de pengalim na mão, Vá......
Tem de me ajudar pediu .....

Ajudo mas antes vem cá........
Sentei-me num sofá e ordenei.....
Mama o meu pau ....
Espera dobra-te....
Quero ver essa cona escorrer com este brinquedo...
Meti o vibrador que levava no bolso a trabalhar e toquei-lhe no clitóris.
Implora por mais"....sim filho mete quero mais......." ...Filho não...dono percebe dono ....
"... sim dono   quero mais ....adoro ...."

Fiz-lhe a vontade... e mandei-a para o quarto depois de a ajudar a vestir o corpete....

Quando cheguei ao quarto estava como lhe tinha ordenado. Corpete vestido e sentada numa cadeira com o pingalim na mão.
Depois de lhe ordenar que me desse o pingalim, e pensando que lhe ia bater com ele ficou surpreendida.
Mandei-a deitar, afastar as pernas e à distancia para me não poder tocar passava-lhe o pingalim muito devagar nos lábios da cona, excitando-a ao máximo.
Já dizia "... dono foda-me ...quero...".
Mandei-a calar é óbvio. Até sentir o caralho nela, teria de se vir mais de uma vez com as minhas pequenas brincadeiras.
Ordenei que apenas vestisse um sutião e meias pretas abertas......
Saí, e quando voltei, pense que ficasse admirada mas não me pareceu admirada.
Olhou as minhas mãos e viu as algemas....".ai querido que bom....."
Querido não, retorqui, dono, entende ...dono ...
"""sim meu dono...quero.....quero que tenha prazer comigo"

Algemei-a com suavidade e ainda vestido deitei-a no meu colo

Aquele cu virado para mim, e sabendo que ela queria as palmadinhas costumadas, comecei lentamente batendo as nádegas deliciosas e e apelativas para depois sentirem o meu corpo todo em cima delas.
de facto o tocar a peçe, o ouvir os seus gemidos de prazer e não de dor, o notar que as nádegas começavam a ficar avermelhadas sem que se queixasse, e o mel que se notava a escorrer já nas pernas deram-me demasiada tesão.
Precisava de me despir. Era urgente que mudassemos para sexo normal









Mandei deitar de barriga , na beira da cama no angulo de 90 graus,
Precisava de ver aquele cu apelativo e de olhar a coninha do lado de trás......


Isto quando se não é um sádico e apenas se está a dar prazer porque nos foi pedido para o fazer, fica-se de facto com tesão, e não com o prazer de ver alguém a ser submisso.
Aquela miúda dava tesão.
Mas como me tinha pedido ia ser minha submissa.
Fui pelo outro lado da cama e comecei a puxar as algemas apenas com um dedo.

O fazer esticar o corpo, a pele das nádegas a esticar também, faziam notar na sua cara um ligeiro esgar de dôr.
Isso eu não queria. Prazer sim, dôr não.
Tirei-lhe as algemas.
Cheguei-me então a ela.... Para que sentisse poder da minha parte, mas sem lhe causar dôr, arranquei-lhe a a lingerie, num ar autoritário mas que me deu prazer, mais sabendo que não a magoava.
Comecei a brincar com os mamilos, enquanto e aí sim o dominio era meu. Gemeu deliciada e deixei a mão ao de leve percorrer o seu corpo. Toquei-le no umbigo e de repente fui apertar um mamilo e gritou "...........ai filho mais mais....aperta ....." ainda ralhei.........filho não dono ........
Só que dono ou filho, filho ou mestre, a tesão era demasiada para muitos jogos nesta primeira vez.....Abri-lhe as pernas e dominando-a com os braços e agarrando as mãos, meti a cabeça entre as pernas e iniciei um brutal minete.
Aquela coninha queria lingua, queria caricias, queria tudo....
A forma como mexia as ancas de ondulava a barriga estava a dar sinal que se iria de novo vir em breve.
Eu queria que se viesse na minha boca.
Eu queria que me enchesse a boca de mel
Eu queria ...um descuido... um jacto ...uma inundação..
Veio e quase não falava.... balbuciava".....sim dono ....sim amor...sim és meu ..."
Precisava de a foder.
Deitei-me de costas e ordenei.
Vem-me foder anda ..... domina-me tu a foder....
Foi demais .
Por cima enterrou-o todo na cona e subindo e descendo, veio-se várias vezes sempre com um ar de dominada e passando a sussurar ao meu ouvido..."... sim filho ... sim dono ...sim ....sim... fode ...fôdo ....gostas.... mais.... gostas....." e abafava a minha respostas colando a boca à minha....

Daí a pouco jorrei rios de esporra dentro daquele corpinho.....
Caímos para o lado satisfeitos e cansados..
Murmurou-me ......



Na próxima vais delirar......
Imagina que vais ter quatro mamas para chupar e duas cona ao dispôr.... ah... e não te esqueças um ou dois cus para comer ....

Imaginei









Com calma..... De sábado para domingo ...à sexta vens muito cansado...

Ri-me ....riu-se...encostámos os lábios com doçura.

Continua aqui

Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels

















quinta-feira, 4 de abril de 2013

Segredos de mulher (VI) *Catarina

Continuação daqui (primeira vez com Catarina) 

Catarina, tido aquela experiência inesquecível (segundo contou a Laura), comigo.
Dizia Laura que Catarina tinha sofrido com a primeira experiência de sexo, e que a partir daí tinha-se refugiado na amizade intima das amigas.
Tinha sido com Laura, que Catarina se tornou verdadeiramente bixessual.
Depois de termos estado em casa dela, depois daquela foda fenomenal e de ter perdido o medo e ousado pedir para que lhe fosse o primeiro a comer-lhe o cuzinho saboroso, Catarina abrindo-se com Laura no seu apartamento, levava sempre as conversas de forma a que Laura se não importasse que ela fodesse comigo.



Laura para isso exigia dela uma entrega, como sua dona, e as tardes a estudar ou as noites depois das festas acabavam sempre na cama, sendo a Laura sempre submissa de Catarina.
Com a promessa cumprida Catarina convidou-me para ir-mos ao cinema.
Recordo perfeitamente que era à época o equivalente a um primeiro balcão ir para os camarotes de dois lugares no São Luis ao Chiado.






Fomos e ficamos num camarote central o que tinha a vantagem de estando as pessoas a olhar o ecran não deslocavam a vista para os lados.
Sinceramente não me recordo do nome do filme ( quem se recordaria!). O balaustre do camarote era em ferro e via-se portanto para dentro o que foi facilmente resolvido com o deixar o casaco e a gabardine (estámos no inverno) abertos sobre o balaustre.
Assim, cadeiras lado a lado mal as luzes se apagaram, as minhas mãos uma sobre os ombros e metendo a mão no decote apalpava-lhe as mamas , a outra de saias subidas começava uma masturbação enquanto as bocas se colavam ....... Doidice, poderá parecer , mas eram épocas divinais.....
A certa altura a tesão era tanta, que nos levantámos e entre os pesados reposteiros do camarote que separavam as cadeiras da porta, cerca de meio metro, de pé e encostada à parede, subiu a perna até à minha cintura, repousou nela, e cueca afastada sentiu o caralho entrar fundo . Com duas bombadas e quase a esporrar-me tirei e esguichou entre as cuecas e cinto de ligas que ficaram encharcados.
Sentámos e ao intervalo calmamanet pegámos nos abafos e saímos...... Era uma noite fria e num instante apánhamos um táxi indo para sua casa.


Entrámos no carro ...meti a mão nas pernas, e toda molhada, trouxe-lhe os dedos à boca,chupa-os.. .......filha...chupa o teu mel, chupa minha putinha.... disse-lhe baixinho .Adorou o tratamento e repousou uma mão sobre as minhas calças, o que me fazia abrandar oa velocidade porque poderia ser perigoso.
Esporrou-se no carro, contendo o gemido, mordendo os labios...Loucura..


Chegámos a casa e o tempo parecia voar. As roupas foram ficando pelo chão...
Nús quando chegamos à cama , desta vez e à beira dela, abri-lhe as pernas e fiz.lhe um minete demorado, lento... veio-se abundante e mexia nas mamas apertando-se a si própria nos bicos e gemendo..
Era tempo de meter o preservativo... entrando nela lentamente, foi pedindo mais e mais, tendo a certa altura pedido " dá-me palmadas como fazes à Laura...

Dá querido.......ela contou-me tudo.....também quero ser fodida assim...."
Saindo dela e voltando-a ficou de quatro e enterrei de uma vez.......
Enquanto fodia fui dando apertões naquelas nádegas, o que a fazia aumentar de excitação e ter orgasmos múltiplos........
Sentia-me quase a esporrar, e dizendo-lhe ....toma tudo ..sente.....foda-se..... "...não  ..agora.......agora  pediu-me........ não querido ....quero todo na minha boca. quero o teu leite agridoce....quero.."


Retirei, tirei o preservativo, voltei-a de costas e de joelhos, meti-lhe o caralho na boca, deixando-a masturbar e chupar, esporrando-me todo.
Deitei-me sobre ela, colámos as bocas....
Sabia-me a mim, a ela ainda....sabia bem aos dois


Então disse-me ..".....tens de combinar com a Laura .......temos de a foder os dois...."
Ops....bravas as futuras médicas.
Veremos no que vai dar......


(continua)

Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels





segunda-feira, 1 de abril de 2013

Segredos de mulher(II) *Laura

Seguimento do capitulo I

*Laura O início



Fui o seu primeiro namorado. Nascida de uma família tradicional, nem seria uma  Maaggie Gyllenhaal  em  " A secretária", nem era uma simplória que se não sabia arranjar, e puxar pelos seus encantos na altura .

Cedo começou a ler coisas eróticas e era assim pelos livros da época (não imaginam internet , pois não), que conseguia arranjar, por umas amigas da capital, que aprendeu e bem as coisas do sexo.


Mais velho, mais experiente, mas não muito mais sábio dado que até depois de algum tempo não sabia do seu gosto para a leitura erótica, e consequente aplicação de conteúdos na intimidade do seu quarto numa familia tradicional ainda que abastada, de provincia.

Quando a beijava gostava que a agarrasse enérgicamente pelos cabelos, e a puxassse a mim e apertasse; queria  que os beijos fossem acompanhados de beliscadelas e de sentir os braços apertados.


Numa noite, perto da sua casa, encostados a uma ombreira de porta (era verão e a noite estava quente), apenas com a luz de um luar de Agosto, a tesão foi tanta que indo atrás dos seus gostos, mordi-lhe o lábio o beijo o que lhe provocou um gemido dentro da minha boca com um ar de ter tido um prazer sublime.

A sua perna na minha cintura provocava-me uma tesão enorme, mas ...............

......Assustei-me, pois pensei que com o tesão que tinha e o descontrole provocado, a tinha magoado e afastei-me. Explicou-me que tinha adorado e que estava com as maminhas duras e se tinha vindo, daí o gemido.

Estranhei a reacção a um beijo violento, mas....

Um dia quando a ia buscar a casa, pouco tempo tinha passado daquela cena, e estando a mãe de serviço na unidade hospitalar onde trabalhava, entrei em casa e estávamos sós.

A sua beleza, aliada à forma simples de vestir à época, uma saia rodada, blusa e um soutien e calcinhas, com um sapato que lhe realçava a barriga da perna e avolumava as coxas, eram chamariz para que só de olhar ficasse com um tesão enorme contido pelos slipes e as calças justas ao corpo.

Não nos contivemos e iniciámos com beijos e apalpões, sentindo que me apertava de uma forma fora do comum, começando a pedir-me "beija-me como outro dia", " morde-me" .....e estranhando assim fiz....

Mordi ligeiramente o lábio e gemendo pediu mais e ouvi "dá-me palmadas no cu dá querido".

Obedeci e levantando a saia enquanto a beijava como queria, dei-lhe duas palmadinhas suaves nas nádegas, ouvindo "mais ....mais   filho mais ....." o que me fez dar-lhe uma palmada com mais força à qual reagiu ..... "vim ...vim...  quero-te fode-me"......quero que seja hoje.

A situação de a mãe poder regressar e sabendo que era virgem, deixou-me um pouco nervoso, mas levando-a à minha frente até ao sofá comprido da sala, levantei-lhe a saia  despi-lhe a cueca e gostaria de ter começado lambendo aquela cona deliciosamente molhada ....mas .....


Não me deu tempo e entretanto despertando-me a calça e tendo já na mão a minha picha dura de tesão, puxou-me para cima dela e de facto poderia ser mais cuidadoso mas não consegui .....

Vim a saber mais tarde que era isto que queria...

Entrei nela se supetão, provocando-lhe decerto dôr, mas convulsivamente vinha-se e vinha-se, gritando mais e mais..... até que tão quente que estava pelo calor da coninha, pelos seus leites virginais com laivos avermelhados, ainda assim pouco felizmente, e que escorriam, o meu pau não aguentou mais.

Retirei-me de dentro dela, tinha de ser, nem anti-conceptivos nem tempo para preservativo, e esporrei-me batendo-lhe com o cacete na barriga e enchendo-a de leite amarelado da pujança da juventude.

Estava consumado o que Laura queria ....Perder a virgindade e foder brutalmente

Confessou-me ....    "faz-me sempre assim....quero sentir-me submissa" .....

Veremos

(continua)

Autores influentes:L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche Sophie Morgan; Jess Michaels






segunda-feira, 25 de março de 2013

Tu gostas tanto


GOSTAS TANTO



Gosto tanto quando te domino completamente...
Adoras sentir-te à mercê do meu desejo, saciando as  minhas vontades, fazendo-te minha enquanto me fazes teu, sem limites!
Desta vez, chegaste sorrateira, com o teu sorriso incrivelmente maroto, com tudo planeado na tua cabecinha, mas sem falares previamente comigo. Querias-me tanto como eu a ti, mas andaste com rodeios, só para me apanhares desprevenido, não foi?
Não sei como voou a roupa dos nossos corpos, pois, quando caí em mim, estavas nua à minha frente, eexposta ao meu olhar e o calor abrasador que se desprendia de nós derreteria um icebergue, não duvido. 
A minha boca passeou-se por todo o teu corpo, enquanto as mãos te percorreram a pele suave, enquanto te lambia gulosamente, levando-te aos céus com a minha língua sábia e arteira... É tão bom!!! E o melhor é que tu sabes que eu sei fazer bem! 
Gostas disso! Gostas de atitude e confiança num Homem!
Rodeei o teu tronco com os  braços e fizeste de ti uma ventoinha E eu cada vez mais excitada, acho que te ias vir só de me olhar...
É magnífico o poder que sinto sobre ti e é soberbo ser a "vítima" desse poder! GANHASTE!!!


Ainda sentes a cona a palpitar, só de me imaginar dentro de ti... HUMMMMM!!!!
Continua  a mexer-te .... continua a derramar leites. Vem -te sem parar

quinta-feira, 21 de março de 2013

Férias

As férias têm de ser «contadas». 
A  parte mais quente, ou melhor, esta cena deliciosa, veio depois daquele jantar com a Lilly e o Paulo
O Paulolembram-se  éo amigo nosso que tem o atelier nas  Torres do Imaviz.
Adorávamos as férias em conjunto, não só pelas loucas noites  de dança e conversa com amigos, como e o melhor pelas nossas intimidades, tanto minhas com a Lilly mas em especial os trios que de repente formávamos, ou a noites longas a ficarmos os quatro em ternos carinhos numa só cama. Bem dito é noites loucas de boas fodas.
No dia seguinte, saí com a Lilly e fomos dar uma volta por Palma, adoramos Maiorca e tomar um gelado numa das esplanadas, antes do spa do fim de tarde no hotel.
Impossível estar quieta na companhia da Lilly. 

Risonha, muito bem humorada, onde ela está não dá para se estar sisudo ou sem, no mínimo, um sorriso no rosto.
E aquelas maminhas saltitantes, que ela sempre sem sutiã, como eu aliás, abana nas brincadeiras e leva os homens a olhar, (que bom olharem), dizia eu aquelas maminhas que me deixam sempre com vontade de lhes fazer festas mesmo em público.
Nem demos pelo tempo passar até que o Paulo chegou junto de nós. 
Eram umas 19 horas e resolvemos fazer um petisco por ali . 
O Miguel tinha ido fazer vela,viria tarde, com uns amigos espanhóis lá das suas guerrinhas e nós andavámos os três
Foi um deleite de ostras– o que adoro – terminando com uns lagostins e camarão. 
Tudo regado com um delicioso vinho bem gelado, o que acabou por nos fazer soltar ainda mais a língua e… os sentidos que, a dada altura, já estavam bastante despertos.Notava-se o tesão a subir entre nós com as cars avermelhadas, a conversas apimentadas e as nossas perna(mulheres) a esfregarem-se como que tentando evitar que o mel fosse em demasia a escorrer.
De havaianas sainhas curtas e tops o Paulo deliciado à mesa entre as duas causva uma certa insegurança aqueles maridos que em férias passavam com as suas mais queridas ao lado, sem glamour e mais interessadas provavelmente a denominarem-nos de putas em férias com o director.
Mentes perversas. Adiante.
O ambiente ficou ainda mais quente quando a Carla e o Paulo começaram a trocar alguns beijos mais longos e sensuais, sem se preocuparem com a minha presença. Isto já fora do restaurante e num bar de uns conhecidos deles.
Até que comecei a notar o olhar provocador de Paulo, de cada vez que  beijava Lilly. Era normal o sinal , como quem diz, dá-me a tua lingua a seguir.

Parecia querer guardar cada reacção minha e não contive um suspiro quando via a mão masculina desaparecer debaixo da mesa. 
O movimento do seu braço denunciava as carícias a que submetia Lilly.. 
E tive vontade de sentir também os seus dedos e acho que não consegui esconder o meu pensamento, a julgar pelo sorriso que se lhe desenhou nos lábios.
Provoquei-o passando a língua nos lábios, antes de aproximar o copo do coktail para beber um pouco da bebida.

Sentia-me tesuda, provocante e demasiado quente já par ou sentir que ou iria ter retorno ou então puxando a toalha da mesa, levar a mão à minha cona e esfregar lentamente até ter orgasmo.
Nesse momento, Lilly apercebeu-se e sorriu também, aproximando-se de mim e beijando-me os labios, ao de leve, sem lingua.
Senti uma mão pousar na minha coxa,  . Não descortinei de imediato a qual deles pertenciam aqueles dedos que me apertavam a carne, mas ávida de prazer, já pouco me importava.
Senti que subiam e abri mais as pernas, que dedos deliciosos. Quase a vir-me 
Soube logo a seguir que eram dela, quando vi as mãos soltas de Paulo. 
O vinho do jantar estava a ajudar e a deixar-me levar pela sedução deles ali, eles que adoravam viver uma vida plena de tudo.
O tesão foi enorme e entreabri os olhos que tinha fechado e a outra mão dela estava no caralho de Paulo.
Não podiamos manter mais por ali

Quem conhece Palma e na Marrginal há uma enorme bearhouse.
Fomos para lá para ver se a cerveja ou o passeio entretanto nos arrefecia.
Nada disso. agarrados com um casal só, Paulo no meio com o seu 1.80 e nós apertadinhas com as cabeças nos seus sovacos mais tesão criávamos com o cheiro a macho que ele tinha.
Virámos para a praia.
Estava deserta, e fomos afastando e sentámos na frente de uma casa de banheiros ali sem luz. Era um banco  de madeira onde os banhistas se sentam para limpar a areia dos pés.
Paulo sentou-se e de imediato, Lilly baixou o calção dele e delicadamente com a boca colocou-lhe um preservativo.
Era o fim .Era para mim.
Depois de o mamar por um minuto se tanto agarou-me de frente, colou os labios nos meus e foi-me levando de recuo até sentir os joelhos dele na parte de trás das minhas pernas. As mãos deles na minha cintura. Afastei as pernas . Lilly de joelhos desceu o meu fio e tirou-o. Desci as ancas. Senti vinte centimentos pela cona acima alargando-a com uma grossura avassaladora.
Lilly de joelhos lambia-me a cona , as mãos dele nas minhas mamas e eu subia e descia.
Senti as mãos na cintura a apertar e Paulo fazia-me descer e subir. Escorria leites e estava a atingir para aí o meu 4 º orgasmo. Paulo urrava de prazer e senti que os jactos de esporra ficavam apertados na camisinha.
Que foda.
Lilly sorria e de joelhos retirou o preservativo do Paulo convidando-me a com ela saborar-mos o liquido emergente do retirar da camisa.
Ao sentir os nossos lábios o bacanarte que ainda estava bem em pé, endureceu e Lilly sentou-se nele, deliciosamnete de frente para Paulo tendo eu de joelhos e atrás dela lambido aquele cuzinho e os tomates do Paulo o que lhe deu um enorme impulso para que num ápice começassem a aumentar o ritmo e com gritinhos sensuais  se virem, desencavando  na altura para me darem na minha boca os seus liquidos de amor..

Um beijo a três selou a brincadeira.
Um banho todos nus com água pelos 24 º e o calor da noite mediterrânica foi um bálsamo final.
Caminhamos pela praia secando ,
Ao longe, não muito o veleiro onde vinha Miguel entrava na marina.
Eu já imaginava a foda que seria com o meu amor a contar-lhe a miinha tarde e sentada em cima dele a sentir os meus liquidos lubrificarem o seu pau dentro de mim.
Iria ser bom.
Depois conto