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quarta-feira, 15 de maio de 2013

De madrugada, acordei excitado


Adormeci... De madrugada, acordei excitado, um tanto ofegante, coração aos pulos! Tive um sonho pornográfico! 
A tesão tinha-me acordado e não havia nada mais que fizesse ele dormir novamente! Liguei o
 candeeiro de mezinha. Aquela luz rosada derramou pelo silêncio do quarto.
Ela ali, deitada de bruços, na cama... nua! Pura provocação!. Que doce pecado! "Que desejo, que tesão!" 
Isabel de cabelos atirados displicentes pelo travesseiro, o contorno de suas curvas por baixo do fino lençol, as mamas firmes e redondas descansando no meio dos seus braços... Cheguei-me perto, junto às suas nádegas 
Senti seu cheiro adocicado... Cheiro de fêmea!Mulher de corpo inteiro. Uma foda como sempre inegualável.
Passei a mão em seus cabelos, coloquei – os de lado. Beijei suavemente a nuca e seu pescoço. Não queria acordá-la... Bem, na verdade, queria! 
Aquele sonho que tive com ela me deixou com mais vontade ainda
De repente, tive uma ideia louca! Que vontade de fazer sexo! Silenciosamente, procurei numa gaveta algumas meias de seda que ela usava. 
Devagar, puxei o lençol e amarrei primeiro as pernas dela na cama. Sabia que ela dormia profundamente... Então resolvi aproveitar a situação! Deixei-a de pernas bem abertas. Ela mexeu-se levemente, parecia que ia acordar... Esperei mais um pouco, quieto, com a paciência de quem está a pintar um quadro! 
Logo em seguida, amarrei-lhe as mãos. Deste modo, não teria chances de escapar de um macho cheio de tesão!
"É, Hoje estou com maldade no corpo! Desculpa, mas vou ter que realizar esta pequena fantasia. E não tem ocasião melhor do que esta!" - falava com minha consciência (que a esta altura estava cega de tesão). 
Subi para a cama, completamente excitado e fiquei em pé, em cima dela amarrada. Abaixei-me até encostar meu caralho rijo no rosto... Passei ao de leve na boca!
Nesse momento, ela acordou assustada. 
"O que é isso?" -gritou. 
E o meu sorriso diabolicamente malicioso prometendo loucuras! Sem nada dizer, seguro me na cama e coloco meu pau duro na boca, sem dar oportunidades a reclamações. Aliás ela gosta que seja assim.

Fecho os olhos e sinto entrando e saindo na boca quente, que imediatamente deliciada ia deixando que a saliva parecesse mel da coninha quando a foder. Chupava com prazer... mas também fazia de vítima indefesa, pedindo socorro, tentando escapar, o que mais tesão dava aos dois.
Beijo-lhe o corpo com fúria, chupo as mamas com força. Adora.
Começo a enlouquecer com os preliminares cáusticos porque a fazem ter tesão e não deixam mover! 

O corpo, sem poder retribuir as minhas carícias, contorce-se de desejo na ponta da minha língua. 
Enquanto eu lambia a parte de dentro de suas coxas, ela parecia abrir mais as pernas... 
Vi aquela cona, linda, quente, lisa, molhada, saborosa. 
Cheguei mais perto e passei a língua de leve. 
Que delícia! Estremeceu, gritou…. Mama-a cabrão … Toda filho…………
Abro os lábios com os dedos e delicio-me vagarosamente com aquela carne quente. Devoro -a! Ouço gemidos, pequenos gritinhos... Até ela gozar freneticamente na minha boca. 
Sentia o gosto de seu mel escorrendo.
Ainda meio entorpecida pelo orgasmo, implorou para a foder….. Não imaginava o quanto aquela situação a deixaria “…..Fode-me querido…enterra-o todo em mim …..”excitada gritava "….
Fode, fode, fode..." gemia ansiosa. 
Vou pra cima dela e meto com força… toda molhada 
esperava de pernas abertas. 
Geme alto, que eu gosto! 
Estás a adorar!
Quer mais! 

Pede para ir mais fundo! 
Não pares! Fode forte….fode muito 
E eu simplesmente obedeço. 
Ahh... Diz ela a vir-ser mais uma vez naquele entra-e-sai. 
Ela queria mexer-se, soltar-se, mas não conseguia... 
Talvez isso tenha deixado cada vez mais tenso e incrivelmente excitante. 
Eu também estava quase a esporrar-me todo. 
Não estava a aguentar toda a tesão. Sentia que a esporra subia grossa, rápida, quente ……..
Saí de dentro dela. Esporrei-me em pé, por todo o seu corpo. 
Tremia de tanto prazer... 
Ajoelhei na cama, completamente exausto. 
Abraçou e me deu um longo beijo. Adorou ser fodida daquela maneira.
Grande madrugada…Grande foda, não foi ?????????


quinta-feira, 9 de maio de 2013

Como ela queria

Jantaram perto do motel, num restaurante pequeno, elegante e sossegado. Não romântico. Não. Nem aquele encontro o era. 

Comeram pouco. Comiam-se com os olhos. Com toques de dedos. Pés debaixo da mesa. Permaneceram a conversar assuntos que nunca mais conseguiram recordar. Mas a tortura da espera aguçava o desejo. Desejo puro. Queriam sexo . Queriam foder.
Levou-a para o motel. Não queria esperar mais. Entraram, puxou-a contra o corpo e, antes de um rápido beijo, ergueu-lhe a saia e apertou-lhe as nádegas . 
Gostava de lhe apertar as nádegas . Sabia que ela escorria só por isso.
- Sente como estou grande. Sente a minha tesão
- Quero-te. Dá-mo.
- Queres?
- Quero. Sabes como estou molhada? Mexe.
- Sei-o. 

Ela tocou-lhe o pau por cima das calças. Sentiu como latejava aquela carne que queria sentir dentro de si. Bem fundo. Ele não a acariciou.
Ele despiu-a da cintura para cima e tirou-lhe a saia, deixando-a
somente de meias de liga, fio dental e os sapatos de salto alto. Feminina. E um colar de pérolas a enfeitar-lhe o pescoço, descansando entre os seios desnudos.

Despiu-se a si mesmo. Todo. E puxou-a por uma mão. Empurrou-a para a cama king size.
- Ajoelha-te – e subiu para cima da cama na frente dela – agora chupa-me.
Na cama ela de joelhos ele em pé . Chupa-me
ela obedeceu. 
Abriu a boca e engoliu-o até metade, aquele caralho que adorava chupando um pouco. 
Com calma.

- Mais rápido – ordenou ele.
ela tornou a fazer como ela mesma queria. 
Tirou-o da boca, segurando-o pela base. 
Lambeu a ponta, a língua deslizando pela carne quente, molhando-o com a sua saliva. Olhou-o. 
Ele estava de olhos semicerrados, os dedos enrolados nos cabelos dela, puxando-a para si, forçando-a a engoli-lo. 
Ela, apoiada com uma mão na coxa dele, não o permitia, segurando o pau com a outra, enquanto continuava a torturá-lo. 
Até que o enfiou na boca e começou a engoli-lo, centímetro a centímetro. 

Até o ter alojado quase por inteiro. Sentia a boca completamente cheia dele. 
A ponta a tocar-lhe a garganta. Respirou pelo nariz com calma, controlando de forma a não se deixar engasgar. 
A boca cedeu e a língua movimentou-se por baixo da carne. Acariciava-o naquela veia saliente que latejava. No ponto que o deixaria louco. Ouviu-o gemer. 
Tirou-o da boca e voltou a engolir até sentir de novo a tocar-lhe fundo. Tirou-o da boca e deixou que a saliva o molhasse inteiro. Olhava-o. 
Observava o prazer espelhado no rosto dele.

Chupou-o. Rápido. Com ânsia. Como ele queria. E soube que tinha acertado ao ouvir os sons e as palavras desconexas que saíam dos lábios dele. Não parou de o chupar até que sentiu que o orgasmo estava a invadi-lo. Deixou-o vir. Teve-o. Sem deixar de o chupar. E lambeu-o. Com suavidade. Até deixar de lhe sentir os tremores. Até que ele caiu na cama a seu lado, com uma expressão de pura satisfação no rosto.
Ela deitou-se ao lado dele de olhos fechados. Excitada. Dois corpos deitados lado a lado. Um satisfeito. Outro ainda por satisfazer. No pensamento dele ‘que bom, que bom’. No pensamento dela ‘em todo o tempo nem um beijo, nem um toque, nem uma carícia’.
[Sexo]. Claro.
Ele levantou-se da cama.
- Venho já - e dirigiu-se a uma porta que pareceu ser da casa de banho.
Ela levantou-se da cama . Vestiu a saia, a blusa. Foi à mala, pegou num papel e numa caneta, escreveu algo e dirigiu-se à cama. Ouviu a descarga do autoclismo quando acabou de colocar o papel em cima da cama.
Dirigiu-se à saída. Fechou a porta devagar atrás de si, enquanto ele chamava por ela.
Regressou ao quarto e foi quando viu o pequeno papel em cima da almofada. Pegou nele e :

Vai ter comigo. Estou na rua das meninas. Engatas-me e deixo-te foder. Quero foder sentindo-me tua puta. Tu sabes que gosto. De foder contigo. Só contigo. Fodemos como gostas. No carro. Quero como as putas. Não demores.





Do piazza à sauna

Vamos sair daqui? – sussurrei-lhe ao ouvido.
Encontrávamo-nos no nosso local preferido para ela tomar um chocolate junto a Belém 
Afastou o rosto, olhou-me como que para confirmar a veracidade das minhas palavras.
- Tens a certeza?
- Absoluta. E tu?
- Não há nada que queira mais.

Não consegui dizer nada. Olhei-a, simplesmente.
Sabes que mais? – disse. Pressionou os meus lábios com os seus, com força e continuou –Vamos. Pegou-me na mão e saímos do 
Piazza di Mare


No estacionamento, levei-a até ao carro e depois de o destrancar, virei-a para mim e encostei o seu corpo ao meu. Sentir como eu estava excitado só a fez gemer interiormente. 
Desejava-me tanto. Notava-se 
Abraçou-me e pressionei-me contra ela, fazendo com que se encaixasse no seu corpo. 
Se estivessemos num local isolado, não esperaria mais tempo. 
Teria sido ali que lhe levantava a saia até à cintura e a fodia.  Suspiramos e entrámos no carro
Daqui a pouco não vou conseguir conduzir… – disse-lhe.
Sorriu em resposta.
 Mil loucuras passavam-me pela mente enquanto entravamos na sauna.
Pagamos e descemos a escada. 

Rapidamente as roupas caíram, guaramos nos cacifos e com as tolhas envolvendo o corpo foi no corredor que a encostei a uma parede e levantou uma perna que  apoiou na minha cintura . 
Não conseguia esperar mais tempo. A vontade era incontrolável. As tolhas cairam.
Eu não queria pensar, somente sentir. 
Sentiu a  boca no pescoço, nas mamas, as  mãos que afastaram coxas, a pressão do corpo de encontro ao ventre. A minha excitação. O beijo. E sentiu-o entrar. 
O prazer de me sentir dentro dela. Duro, grande, quente, húmido.

Insistentemente. Profundamente. Os movimentos alucinados, os gemidos. 
Ainda agora a sinto.
Gemia-me ao ouvido e pedia mais ...."....fode-me que estão parados a ver-nos....fode-me que quero que vejam que sou tua,..que sei foder,...que és meu,..que fodes bem, que me fodes toda... fode-me Vasco. Os casais e demais clientes passavam e deliravam, pois apalpavam-se e beijavam-se. Nós fodiamos . O orgasmo que veio rápido. Avassalador. 
Não chegou para nos satisfazer.
Pausa. Respirações entrecortadas. Corações a bater acelerados, em uníssono. Trocámos um beijo, rindo.
Somos loucos – disse-lhe.
- Que bom que o somos respondeu-me.
Pegamos nas toalhas caídas ao chão, fomos trocá-las e fomos para o banho turco.
Entrámos e num degrau superior deitei-me e ela deitou.se  entre as minhas pernas, de costas encostadas ao meu peito. 

Sentia decerto o meu caralho entre as nádegas.
Um casal debruçou-se sobre nós e enquanto ela colava as maminhas na minha boca, ele delicadamente lambia-a notando-se que não evitava que a lingua tocasse a cabeça do meu caralho entalado entre as pernas 

Ela tinha decerto, a vontade de o sentir de novo dentro do corpo. 
Num repente virou-se e ajoelhou-se entre as minha pernas. Tocou-me. 
Sentiu a rigidez entre os dedos. 
Mas era com a boca que me queria tocar. 
Notámos que a outra colocava uma perna no degrau onde estávamos deitados podendo descer assim a cona para a minha boca. O turco não estava demasiado quente o que era agradável sentir os nossos corpos e orificios húmidos e leitosos.
Ele colocou-se atrás de Louise que estando de quatro dava acesso ao seu cu e à sua cona com facilidade. Sentiu a boca dele a explorá-la.
Louise baixou o rosto, entreabriu os lábios e meteu-o na boca. 
Que sensação extraordinária a boca dela no meu caralho, a cona da outra na minha boca e ouvir os seus gemidos quando o tirava da boca e o massajava com prazer. Saber que lhe dava prazer. Continuou, movimentando a boca, os lábios, a língua, convidando-me à maior volúpia. 
Sentiu o caralho a  endurecer mais, latejando do entre os seus lábios, de encontro aos dedos que auxiliavam os movimentos.  
Agarruei-a pelos cabelos, incitando a que não parasse de  chupar, de lamber.
- Pára, que não aguento mais… se continuas, eu venho-me.
-".........Eu quero que te venhas. Agora e aqui............." gritou

O seu grito entoou pelas paredes, esquecendo o local o que ainda mais excitante foi.
Comecei a esporrar-me. Recebeu os primeiros jactos. Deitou-se sobre mim e eu vinha-me entre as suas mamas. 
Os seus lábios encontraram os meus e uma cona deliciosamente rapada a ter um orgasmo na minha, nas nossas bocas.
Notava-se que se vinha na boca dele que continuava a lamber-lhe a cona e o cu.
Delicioso.
Saimos os quatro perante  olhares pecaminosos de dois casais e alguns clientes e fomos ao duche.
Passámos pelo bar para tomar uma água.Falámos pouco. Eram franceses. A linguagem do sexo é semelhante ou mesmo igual.
Umas palavras, uns sorissos e....
Entramos num gabinete para relaxar e fechamos a porta.

Luz muito suave, quase apagada, boa temperatura, corpos desnudados e eu deitado ao lado de Louise, tendo a francesa a meu lado e ele ao lado de Louise.
Se bem me recordo ouvi daí a algum tempo o rasgar de invólucros.Senti uma boca que habilmente colocava o preservativo na meu pau.
Senti que uns peitos macios desciam para a minha boca e que uma cona quente envolvia o meu caralho. 

Notei Louise de pescoço virado para mim e de mão dáda comigo.Sorriu e de repente ....................
Ouvi-a fazer ahhh, aquele ahhhh dela de prazer, um ah tesudo  quando normalmente arregala os olhos , decerto quando sentiu o caralho grosso do francês a entrar na sua cona pronta para uma foda lenta e saborosa....... Lembro-me que gostá-mos
Como uma das mais belas recordações que guardamos.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

A magia de um broche



Sexta-feira ele voltou, mais cansado do que o habitual. 
Desde há uma semana que não estamos juntos e eu realmente queria senti-lo bem dentro de mim com a intensidade que me habituou.
 

Ao invés disso, ele tinha muito sono . Chegou cansadissimo
 
Adormeceu no sofá, aí pelas dez da noite com a cabeça pousada nas minhas pernas, e como aquela cabeça fazendo pressão na minha zona sensível dava-me ainda mais tesão e desejo.
 
Dei-lhe um beijo na boca e disse…amor vamos ….vamos para a cama… vá..... dormir …. Levantou-se e agarrados fomos para o quarto. Ajudei-o a despir e quando nu, ainda o meti na boca por uns momentos….. levantou logo mas eu não insisti …
Deitei-me mas não adormecia e passadas duas horas eu estava muito molhada e cheia de tesão. Não me queria masturbar, eu queria foder….precisava de foder. 
Então inclinei-me sobre ele e acordei-o com um broche muito lento enquanto um dedo lhe roçava o rabinho como ele gosta; e ….....
 Magia! 
O desejo caiu todo naquele pau  fazendo-o endurecer como eu tanto gosto. Crescia e engrossava. Lindooooooooo. 
Uma semana sem foder, puxou-me para ele e começou a um minete de sonho enquanto eu o mamava e penetrava o seu cuzinho com um  dedinho.



Começou a dar sinais que se viria pouco depois, e eu aguentei lambendo e chupando muito na cabecinha.
Numa contracção fortíssima encheu-me a boca de leitinhos quentes.



Obviamente, eu não estava satisfeita e ele sabia disso. 
Recuperou por um momento, e em seguida, começou a lamber a minha cona de novo e o buraquinho do meu cu..
 
Quando os dois dedos começaram a penetrar no cu, sem esperar muito pôs-me de quatro com o cu bem espetado para ele e começou lentamente a roçar-me nas nádegas.
 
Prazer indescritível, que terminou muito bem quando ele enfiou os dedos na cona  enquanto ainda batendo com o caralho nas nádegas. 

"vou-me vir queres ??? queres ??? Meto ???? onde?????” gritou


Amor enche-me a cona e acaba no cu ….faz….vá.
Senti o caralho ir ao fundo batendo no útero , deu duas bombadas retirou e de uma estocada entrou-me no cu….

Tinha leite em todos os meu buracos……

Deitei-me a seu lado…. Limpei-lhe o pau com os meu lábios ….. Adormeceu….
Fui lavar-me ……Quando me toquei no duche., virei o chuveiro para o grelo e vim-me de novo. Que noite ….

A escada


Madrugada... 
Louise acabara de chegar de uma festa; estava linda, como sempre! Saiu com um vestido preto, justíssimo, que encurtava a cada passo que dava. Maldito vestido! Deu trabalho a noite toda! Ressaltava suas curvas e não havia homem que não olhasse com desejo para ela. Cá pra nós, ela fez isso de propósito, gostava de ser desejada ao extremo! Era praticamente um fetiche secreto: exibir-se... A noite foi boa! 
Mas agora já estava quase em casa...
Tirou os saltos, sentiu o chão gelado sob seus pés. Começou a subir lentamente as escadas do prédio em que morava. Lembrou-se de Vasco, seu ex, que nunca deixou se ser porque ela não conseguia descolar dele e sentia que ele sempre que a encontrasse e ela o provocasse não resistiria. 
Ele estava na tal festa. Fingiu que não tinha visto, mas ele  observava-a como um lobo pronto pra caçada! 
Bastava que a presa se mexesse nesse sentdo
Sentia a pele queimar cada vez que notava que ele a olhava. 
Ainda existia muito tesão entre os dois... Como o queria sentir dentro dela
A vontade era de beijá-lo ali mesmo, na frente de todos, como tanta vez fizeram nas festas do tal clube ................
Depois não o viu mais... Deve ter ido embora com alguma menina por aí.
Voltando à realidade, elevador estragado, teria de enfrentar os degraus. 
Começou a procurar suas chaves em sua bolsa, quando de repente, escutou um barulho atrás de si. Estranho... 
Entre as escadas, viu um vulto se aproximar rapidamente. Estava muito escuro, não conseguia ver nada. Assaltos tinham sido frequentes nas ultimas semanas e não deveria ter regressado assim, sem pedir ajuda, ou subindo e falando ao telemóvel com alguém. Afasta os intrusos.
Aliás, nem teve tempo de fugir! Um homem a agarrou por trás e tapou sua boca. 
Não podia gritar por socorro. O pânico tomou conta de seu corpo, sua mente, suas palavras... Estava completamente sem ação, de pernas bambas. Tremia! 
Encostou-a à parede, ainda nas escadas. Que se iria passar? pensou.
Ele também estava nervoso, respirava com dificuldade, visivelmente ofegante. 
Uma espécie de falta de experiência como assaltante.
Enfiou a mão por dentro do vestido e Louise  sentiu o toque quente dos seus dedos apalpando e apertando o biquinho de seus seios.
Estranho..... Um violador ???!!!!!!! 
Ficou  por ali. 
Apesar do medo impedir até seus pensamentos para pedir ajuda,inesperadamente gostou daquilo. 
Ele deslizou a mão para as suas coxas, ergueu o vestido num movimento muito rápido. 
Estava totalmente exposta a ele, sem poder reagir. 
Arrancou-lhe o fio dental num misto de ternura ,tesão e violência... 
Parecia a primeira vez que o fazia ! 
A sua pele ardeu com aquele golpe. E logo sentiu os dedos dele enfiarem-se na sua gruta molhada... ! 

Penetrou dois, três dedos de uma vez num vai-e-vem enlouquecedor. 
Tirou os dedos dela e colocou-os na boca de Louise, para que provasse o seu próprio sabor. 
Louise não acreditava que estava a ficar excitada com tudo aquilo! 
Uma tesão enorme ..........Deveria estar louca! 
Algo nele era brutalmente  sexy... Demasiado sensual..... Tremendamente cativante ..Talvez o cheiro, o toque a forma de fazer aquilo... 
Estava as er demais ......O tesão aumentava....As pernas tremiam ....A cona latejava ..
Abriu levemente as pernas para senti-lo...... Queria senti-lo .... Precisava de ser fodida por aquele homem misterioso, violador mas que a deixou nas nuvens.
Ele percebeu.
Ele encaixou-se nela, roçando o seu pau rijo... Sentiu o corpo dele colado ao seu. 
A sua ereção parecia ferro! Ele abriu as calças e colocou o caralho de fora... 
Esfregou, esfregou, e dava pra sentir que ele já estava todo lambuzado. 
Até que tirou a mão de sua boca e lhe deu um beijo quente, molhado, daqueles de puro tesão!
Louise, deixas me deixa louco!  Louco! - sussurrou Vasco ao seu ouvido.
Ouvir a voz dele foi o fósforo na pólvora. Era tudo o que ela queria! Agarrou-o pelos cabelos e o beijou ansiosa. Que saudade daquele beijo!
Por que fizeste isso? Para quê esse susto imenso? - perguntou baixinho, entre beijos e lambidas.
Ora,  não tinhas aquela fantasia de ser agarrada à força? Violada ?. 
Só Vasco sabia o quantas vezes ela o picou a sua imaginação ao desfilar com aquele vestido naquela festa! O desejo precisava ser saciado o quanto antes.
Segurou as pernas e suspendeu-a, pressionando contra a parede. 
Meteu-lhe tod na cona com força, sem pedir licença alguma... 
E nem precisava, ela já o aguardava   húmida e quente. Gemeu baixinho... os vizinhos poderiam ouvir! 
Agarrou os seus cabelos e mordeu o pescoço. Ainda desejava aquele homem com todas as suas forças!
Vasco ofegava no ouvido... E metia cada vez mais, deslizando  dentro dela... Os mamas de Louise balançavam a cada arremetida dele  depois das alças do vestido terem sido postas para baixo e sem soutien livres como estavam. 
Isso deixava-o louco de tesão. Baixou um pouco a cabeça para chupar aquelas mamas, enquanto continuava dentro dela sentindo suas contrações. Que sensação maravilhosa! Queria ir cada vez mais fundo...
Ele estava quase a esporrar-se ! 
Louise percebeu e ajoelhou-se diante dele. 

Deu leves mordiscadas nele e passou a lingua em cada centímetro daquele caralho que ela conhecia tão bem! 
Abocanhou-o de uma vez só, chupando cada pedaço dele. 
Era perfeita! Ela sabia que era perfeita a mamar-lhe o caralho e que ele adorava
Começou a alternar sua boca quente e suas mãos, fazendo-o subir pelas paredes de tanto tesão!
Não demorou muito e o gozo jorrou abundante no rosto de Louise. 
Em êxtase total, totalmente anestesiado, deixou escapar um gemido de prazer entre os dentes. 
Precisou apoiar-se na parede...Adrenalina em alta.
Mesmo na penumbra, dava pra ver o olhar de cumplicidade entre os dois. Sorriram. Não precisavam dizer mais nada, a reconciliação estava feita!
Quem está ai? - a voz do porteiro vindo lá debaixo quebra o silêncio e o momento mágico! Ele começa a subir as escadas para verificar o que está acontecendo.
Num impulso, os dois sobem, às pressas, para o apartamento de Louise. 
Nervosismo total para achar a chave dentro da bolsa! Entram correndo, rindo de toda aquela situação... 

Fodem de novo, desta vez na cama. Livres, esgotando todas as formas e posições que adoravam.
Depois madrugada alta Vasco saiu e encontra um fio dental rasgado no corredor. 
Guarda-o no bolso do casaco... Deliciosa lembrança.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

"Tu, sim tu, homem,macho ,sedutor" * confissão

Está sentado no sofá do meu gabinete de trabalho. Entrou , sentou-se e  esperando-me, na semi-penumbra olha vendo  o gesto da minha mão que faz deslizar a caneta pela folha de papel. 
A sua marca inconfundível, sentindo que os olhos me olham e fulminam de desejo, que acabam por me fazer erguer o olhar como quem ergue a ponta do véu sinuoso do desejo. 
Na sua fascinante sedução, chama-me em silêncio, com uma presença e cheiro a macho-homem, sabendo que não vou resistir  nem aos odôres quanto mais ao toque.

Não resisto já e deixo que meus pés me levem até ele e me ajoelhe a seus pés, sabendo que nos meus lábios entreabertos se desenha um sorriso nada submisso, mas feliz, de cantos erguidos num esgar provocador e língua rosada espreitando como que por uma pequena janela.
A ponta de um dedo desliza pela coxa máscula enquanto os seus olhos se cravam no meu rosto, e descem para o meu regaço onde as maminhas parecem latejar e onde se desenham sombras que permanecem sem se mexer. 

O seu delicioso instrumento das minhas alegrias repousado sobre a coxa atrai-me e ele sabe que sim. 
Aguarda o inegável gesto que se seguirá, o toque dos dedos que se enrolarão na carne quente. 
Não o deixo defraudado e rodeio-o com ternura, deixando sentir na palma da mão a dôce masculinidade que envôlvo em dedos encurvados, ávidos. 
Lateja como um bichinho que se sente preso numa gaiola, que se debate, mais para sentir o aperto doce e macio que para fugir do que, afinal anseia.
No pensamento dele há o riso gutural que sai do meu profundo sentido e penetra nos lábios dele, fazendo-o suspirar. 

Abro os dedos, fecho e o olhar dele agudiza-se ao ritmo dos movimentos dos dedos que deslizam naquele membro que me faz feliz, que se estende lânguida e nervosamente, enquanto a humidade toca na minha pele, exalando odores a prazeres infinitos.
Aos quais não me negarei. 


E ele sabe-o.
Depois entrego-me a  ele, homem-macho maduro, provocador,  e inconfundivelmente sedutor como eu gosto.

Como é bom depois disto senti-lo dentro de mim.
Fodê-lo