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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Segredos de Mulher (X)* O encontro dos três

Continuação daqui 


Finalmente

Tudo andava nos ar há já algum tempo.
Catarina e Laura amavam-se, sim o termo é esse, elas além de grande afinidade sexual tinham também um amor secreto entre elas. Tão grande ao ponto de ambas me quererem, ao ponto de ambas terem comigo relações repartindo-me com imensa intensidade, tudo isto porque se amavam e nessa forma de amar ele era a parte do seu eu que lhes fazia falta completar.
Eram bem repartidas as saídas comigo, quase que não me dando descanso, nas folgas e saídas que ele tinha da  Academia.
Um dia, sentadas no bar do costume, e vendo-me passar ao longe, à entrada da porta de armas, quase em simultâneo que disseram.... "não passa dêste fim de semana " ... Estás bem ? perguntou Laura,.... nada de período à vista? ....
Tudo em ordem respondeu Catarina, não sabes que na semana passada tiveste de ficar por festinhas nas mamocas ......Riram-se
Assim combinaram entre elas, ir passar o fim de semana não muito longe para não se cansarem  em viagens longas , convidando-o para que fosse com elas.
Óbvio que ele aceitou, e naquela sexta-feira ao fim da tarde lá fomos até a uma estalagem/ hotel ali para os lados de do Guincho, à época um "must" na hotelaria e muito íntimo.
Combinaram de forma a elas chegarem primeiro e alojarem-se num quarto e eu chegaria depois e ficaria num quarto contíguo.
Quando cheguei elas  esperávam-no no bar restaurante da estalagem, com janelas para o mar e com uns recantos, onde as mesas ficavam isoladas.
Estamos encantadas por ter ver Miguel, nosso amor tão querido, disse Laura, enquanto eu educadamente, sem as deixar levantar me inclinava sobre a mesa para as cumprimentar e as beijava, óbviamnete nos lábios o que logo provocou uma disfarçada apalpadela das mamocas de ambas e senti uma mão no pau duro debaixo das calças. 

Foram conversando e eu distribuía por debaixo da mesa de pés descalços e esticados, carinhos juntos das coninhas delas de pernas abertas, que as toalhas da nesas caídas ocultavam dos olhares se alguém passasse. Notava que os seus pés eram acariciádos o que era uma prova que as mãos delas masturbavam a coninha parceira. De vez em quando colavam as bocas, o que me deixava com uma tesão de rebentar os botões da calça.
Acabámos por ali e subimos aos quartos, combinando um banho na piscina que estava convidativa.
Quando me preparava, junto à janela e olhando o mar, notei que mexiam na porta que ee deixou de propósito sem a tranca colocada, e ainda sem ter vestido os shorts de banho, e completamente nú senti os lábios e a lingua de uma delas passando pelas minhas nádegas e pelo rêgo do cú, enquanto a outra (Catarina) pela minha frente me colava os lábios aos seus, e me agarrava o caralho já duro e apontando em frente. Afastei a pernas ligeiramente, adivinhando que Laura aproveitaría para rastejar entre as minhas pernas e me começar a lamber os tomates e quase de imediato a mamar no pau. Catarina apercebeu-se e decerto combinada com Laura, ajoelhou-se começando as duas a mamar e eu a olhar o mar, a segurar as cabeças delas e em pouco tempo e sem conseguir conter-me comecei a jorrar leite naquelas bocas que se beijavam deliciosamente repartindo a dádiva e depois pondo-se de pé beijando-me e colando-se ao meu corpo. 






Dei-lhes uma palmada nas nádegas e como elas gostavam disses-lhe......"suas putinhas, vamos ao banho que o fim de semana é grande......"
Correram alegres e saltitantes para a cama enquanto eu me arranjava e fui ao quarto de banho, e quando voltei aquelas mulheres de fogo debatiam-se em cima da cama num minete deliciososo  .......

Meninas ... vou ao banho ...venham-se e vão ....lá ter ....

(continua)

 Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels



quarta-feira, 3 de abril de 2013

Segredos de mulher (V) *Louise II


Continua de LOUISE I




... Sempre serei intensa...na amizade... no desejo... no 

amor... por isso dificilmente me contento só com intensidade... 

.... carinho... .. desejo... ...amor... 

quero mais... muito mais... 





Estas frases de Louise não são intrigantes , Revejam a intensidade da entrega dela em Louise I

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Uma noite, no palácio de fantasias e entrega estavam sentados no sofá, que há entrada de um corredor 

que para ambos é o ponto de mais lúxuria e glamour,Loiuse meteu na cabeça que seria naquela noite que iria 

satisfazer uma das, digamos fantasias, desejo, que é o  de sentir a  esporra dele na sua boca  e a saborear como 

um doce muito intimo e só dele.



Louise deslizou de seu lado e apoiou os joelhos no chão entre as pernas 

dele.Desapertou-le o cinto  abrindo o botão das jeans deslizou o fecho de correr 

aproveitando para tirar a fralda da camisa ao que ele ajudou levantando o  

rabo e logo ela lhe puxou os jeans mais para baixo. Casais passavam para os recantos 

do glamour. Eles sentiam-se deliciosamente envolvidos.

Começou a beijar-lhe o peito, como gosta de o fazer e como ele gosta de a sentir assim 

com a lingua nos 

mamilos e mordiscando (há homens curiosamente que se sente menorizados por esta 

atitude das mulhers).

Além do mais agora conhecia mais truques de quando se conheceram, tanto porque foi aprimorando os seus 

métodos, como foi conhecendo cada vez melhor as reacções e os gostos dele. Descendo a lingua pelo seu 

estômago,umbigo, e passando a cara na sua pintelheira , não daquelas de macaco, mas delicosa de sentir, parou e 

olhou-o, recostado para trás. Como que dizia às damas que passavam "..... gostam?  é meu mas ...se ele gostar 

....agora não se atirem... ele não gosta....", 


Para ela, ele era sem dúvida um belo espécime masculino que lhe fora dado ver na 

vida, apesar agora da idade, que entretanto lhe adicionou experiência, requinte, e 

sobretudo uma maneira fora do comum de a fazer esporrar-se em segundos quando 

ele queria e lhe tocava de certas formas.

Parou de olhar para cima (ele de olhos fechados) e localizou o olhar no sexo que 

considerava perfeito,desde a cabeça grossa e larga com rebordo, à verga. Só de 

olhar aquele músculo pronto a disparar, sentia a cona a contrair-se e a começar a 

escorrer.

Contudo nunca o tinha saboreado até aquele dia. Ansiava. Naquele momento queria 

engoli-lo bem fundo, fazê-lo gemer e ansiar.Dar-lhe gozo.



Agarrou-lAgarrou-le a piça com a mão envolvente e ele estremeceu e soltou m 

"....ooohhhh..... ". 

Passava um casal e ela parou olhando o bacamarte,pujante na mão dela.É tão lindo-

murmurou, acariciando e removendo o fluido que começava a gotejar, naquela 

cabeçoorra que ela queria meter toda na boca.

Ele gemeu retesoue começou a ter uma respiração ofegante. Estava à mercê dela.

Ela adorava.Louise inclinou a abeça e começou a descrever circulos com a lingua na 

ponta daquele caralho, saboreando o gosto agridoce, adorando o calor aveludado nos 

lábios.

Ele estremeceu e disse  Lu ...Lu..


As lágrimas vieram-lhe aos olhos. Tratava-a muito intimamanete naquele momento. 

Isso foi bom.Significou muito.

Tinha -o uvido uma vez pronunciar-se assim quando em cima dela, numa foda louca 

de uma noite num reservado, se esporrou desalmadamente na sua cona e grunhiu e 

pronunciou de pois Lu ...Lu ...demais..  

Quero dar-te prazer......voltou a concentrar-se no tesão que via na sua frente.

Não fez objecções ajeitando-se e com os jeans dele já nos tornezelos, sentia as 

mamas a roçar nas pernas dele o que lhe aumentava o desejo de o mamar mais e que 

causava que a sua cona fosse ficando mais e mais molhada e a escorrer.

Colocou-o então no fundo da boca em pleno, satisfeita por ele a encher toda.

Ao senti-lo bem fundo, recuou e chupando-ao iniciou um ritmo de vai vem 

como ele faria se estivesse todo enterrado na sua cona.

Ela pareceu-lhe notar que ele engroassava mais na sua boca, como se fosse 

possível, mas era, e ele gemia.


Ela cada dia aprendia coisas novas, reacções novas dele,consoante estava 

mais liberto mentalmente, mais envolvido pelo ambiente, e mas louco pelas também loucuras dela.


Aprendeu a rapidez que havia de usar antes dele estremecer, o parar r

epentinamente, o chupar parada,a pressão que devia exercer com a lingua na 

base do pau quando o engolia todo. Foi aprendendo.....ele ensinou-a...

Sabendo já aplicar tudo isto, fez com que ele estremecesse. Levou-o ao 

cume. atormentou-o suavemente.

Contudo antes que sentisse o jorrar quente na sua boca, ele desenfiou-se.

Ela olhou -o e a expressão dele era de fogo.

Assim não  .... Lu  assim não e........
Agarrando pelos antebraços ergueu-a  .... subiu-lhe o vestido de si curto e 

rodado, sem cucas como sempre e disse-lhe.....dentro de ti ....dentro de ti....

Louise disse que sim e de uma vez só enteroou, sentando-se, aquele caralho 

duro, grande teso na sua cona.

Sentada nele joelhos ao lado do corpo, cabeça para trás e agarrada pela 

citura, subia e descia sentindo-se apoiada na costas por uma pele suav...Um 

casal estava parado e (ela) ajudava Louise a subir e descer enquanto lhe 

acariciava as mamas. Inesperado mas delicioso.

Louise subia descia, e o momento chegava. As sua mamas na cara dele 

ficava ainda mais quentes e provocantes 

de espasmos, ao sentirem a barba dele que a deliciava.

"....... Estás cada vez mais sensivel-murmurou ele....", enqaunto como ela gostava lhe dizia, Lu  fode.. vá... minga 

égua pequenina... geme a foder anda..  minha putinha deliciosa    esporra-te  vá......"

E foi começaram os espasmos e os orgasmos, os leites a escorrer, e ele sem se aguentar jorrava leite no sinterior 

de Louise...






Nesta fase alguns casais olhavam, e encostados à 

parede perto deles, em pé entrgavam-se a foder 

excitados pelo que viam ..... No resevado 

mesmo ao lado de porta aberta. um 

casal de gatas virados para eles terminavam quase em 

simultanêo uma canzana que 

deveria ter sido divinal, pelos gritos que emitiam na hora de se virem.....














Depois  a higiene, mais uma volta e uma bebida e .......beijos de luxúria,

Pecaminosos sempre ...

Mas não foi destas que sentiu tudo na boca

(continua)

Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels



quarta-feira, 27 de março de 2013

E se de repente fosse um intruso

Dia tranquilo pelos gabinetes. Particularmente o dia com algumas reuniões e muitos papéis reunidos para pôr em ordem. 
Depois de uma passagem pela bar para um café e subi ao meu piso  para então começar a ordenar as ideias.
Passei por Lousie, informei-me se estava tudo bem, e se a pasta de despacho já estava pronta,ao que me informou que sim, e que os elementos do meu staff já tinham deixado as suas pastas para a nálise e depois saído.
Assim entrei e teno um segurança na entrada do corredor como hábito, não liguei o bloqueio de porta.
Embrenhei-me nos papaeis e com atenção ao ecran do computador, que nem senti que a porta se tinha aberto, nem reparei que sobre a secretária a luz vermelha do bloqueio estava acesa.
Assim quase dei um salto quando senti umas mãos acariciando-me o pescoço e o cabelo.
"Não se assute Sir" .... 
"Oh My God"  era ela.
Louise, calmamente disse. .. Continue  ... só queria saber se precisa de alguma coisa e nisto sentou-se no braço do cadeirão, o que levou, com o seu 1.70 e saltos  que pudesse ter um pé no chão, as nadegas no braço da cadeia e a perna apoiada no no meu braço esquerdo, e consequentemente a saia subiu, no que as meias ajudaram a deslizar. 
De facto continuei mas o apoio do braço esquerdo levava a que uma quimica passasse e obrigasse a que o meu Zézinho ficasse, aflito, dado que  aumentando de volume e apertado nas calças se sentia incomodado.
Louise não tardou a  notar tal volume e calmamente ajoelhando-se na minha frente enfiou-se debaixo da secretária. cinicamente e com ar malandro disse..... "despache o serviço que eu vou despachando a aflição que vai por aqui"..


Calmamete  desapertou-me a braguilha, o cinto, e botão superior das calças, e senti as mãos  retirá-lo dos boxers.
Pleno de pujança fou primeiro lambido de alto a baixo, e depois, sentiu-o a entra naquela bova de sonho.

Mas que despacho fazia eu ? A noite era longa e poderia e jantar mais tarde ..
 Afaguei-lhe os cabelos e senti a os lábios a bater-me nos tomates estando assim o bacamarte, todinho dentro da sua boca.
A tesão aumentava e eu não auqeria de modo algum, já que tinha interrompido o trabalho, que este agora fosse um tarefa não completa, pelo que, levantei-me e leveia-a a que o fizesse também. 
Teriamos de iniciar  o trabalho bem de início para que ficasse bem feito.
De sonho de facto aquele corpo.



 Levantáms e fomos para o sofá grande do gabinete.
Aí de novo a sua boca devoradora e ainda antes de me sentar continuou a mamar (como ela gosta!!!!!) A sua lingua passava na cabecinha como que provocando mais ainda, e de repente enfiava-o na boca mamando naquela posição.



Não dava muita hipótese de eu me conseguir despir, pois a sede de mamar era tanta que quase não me podia mover.

Loiuse deixava saliva e passava com amão , levando depois a minha a agrra o caralho para seu maior delírio colocar as mãos nos meus tomates.



Consegui despir-me aguentando-me sem me esporrar e sentei-me no sofa.
Num ápice tirou a roupa e aproveitando a minha posição sentado, de novo se pôs de joelhos e aproveitou para o levar à boca e continuar a sua tarefa, deliciosamente bem feita. 

Então sem aguentar mais, precisava de sentir aquelas carnes a rodearem-me o caralho, precisava de a fazer ganir como ela gosta, Louise, Louise  agora vá.

E ela sabia que eu lhe satisfaria a sua sempre desejada loucura, que o marido, lembram-se da foda em casa dela e assim para que tudo foosse ao encontro dos seus desejos, disse-lhe para se sentar na minha cara. Queria lamber aquela cona e aquele cu que bempreparava de ser preparado.
Assim fez . Subiu para o sofá, amarinhou por mim, sentou-se nas costas dele e .... a cona na minha boca...
Aquele cu a ser bem lambido e oleado pois o seu fetiche não satisfeito normalmente teria de ser de novo realizado.




E se assim o queria, assim o teve.. Depois e me encharcar bem a boca e de junto com a minha saliva o cu ficar no ponto , ela deitada de lado e não havia mais nada a fazer........
Era enterrá-lo todo no cu e foder...foder.... até que ela se sentiasse realizada

Fodemos com lentidão, fodemos apressando a momentos, voltavamos à lentidão, até se sentir demasiado quente. Os orgasmos era multiplos.
Loucura no chão onde numa carpete estavamos deitados




E loucura loucura loucura foi quando me pediu.........
Tire do meu cu....... Esporre-se na entrada dela......
Esporre-se.

Esporre-se entre a coninha e o cu
Pois como bem comportado imaginem.

O leite jorrou .

Depois  ....bem depois fui ao despacho

Esta já estava despachada......Bom...muito bom