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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Segredos de mulher X (Laura)Fome de Catarina


Laura e Catarina


Hoje acordei com fome dela, de a ter, de a possuir, de a tomar como minha.
Acordei e ela estava ali ao meu lado, nua, completamente nua à minha espera. Cheguei-me a ela, nossas peles a tocarem-se, nossos corpos a falarem entre si, nossos desejos a tocarem-se. Beijei-a ternamente nas costas, subindo e descendo lentamente, demorando os meus lábios na sua pele.
Encostei o meu sexo à perna dela enquanto a beijava, enquanto me roçava na sua perna, enquanto a acariciava com beijos sem fim. Não demorou até começar a dar às ancas, basta encostar-me a ela que começo logo a dar às ancas.
Debrucei-me sobre aquele corpo esbelto e desnudo ali deitado a meu lado, debrucei-me ... nossos corpos a tocarem-se ainda mais, debrucei-me e fiquei completamente fascinada com aquela visão de puro deleite é o seu corpo, as suas costas delicadas, as suas curvas tentadoras, o seu rabiosque redondinho e empinado que chama por mim. Encostei o meu corpo ao dela e tomei-a por trás, tomei aquele corpo desejado, aquele corpo ardente de paixão, tomei aquele corpo que ondulava debaixo do meu.
Comecei devagar, cada momento saboreado ao máximo, cada investida calculada para lhe dar o máximo de prazer, cada investida carregada de paixão, de amor, de desejo crescente. Os minutos passaram e as nossas respirações a aumentarem, o calor dos nossos corpos a subir, os movimentos a tornarem-se mais acelerados, o desejo a tornar-se incontrolável.
Deslizei vezes sem conta em cima daquele corpo de mulher até não conseguir conter mais o meu desejo ardente, a minha fome insaciável dela. Não consegui aguentar mais tempo sem ter toda a minha pele em contacto com a dela, então puxei as minhas cuecas parar baixo até lhe sentir a pele no meu sexo, até ter aquele cú mesmo debaixo da minha cona, até a poder possuir livremente, desnuda.
As investidas tornaram-se selvagens mas compactas, queria enterrar-me no mais profundo dela que pudesse, queria entrar e sair do seu sexo ardente o mais rápido que conseguisse. Gememos as duas a cada investida, a cada momento, minutos de prazer, gememos e contorcemos-nos uma em cima da outra até lhe pedir para ela se meter de lado para a poder possuir como gosto, as duas completamente encaixadas uma na outra, os corpos unos em movimentos perfeitos e maleáveis.
Fodemos selvagemente enquanto trocavamos palavras ardentes e cheias de tesão, fodemos até nos contorcermos todas em profundo deleite, fodemos até escorrerem gotas pelos nossos corpos esbelto.
Puxei-a para cima de mim e enterrei-me mais fundo ainda, toquei-lhe bem lá no fundo da sua cona húmida, da sua cona desejosa de mais prazer, toquei-a uma e outra vez à medida que a ia puxando para cima e para baixo de mim, à medida que mexia as minhas ancas vigorosamente contra aquele cú que me deixa louca de tesão.
A cada investida minha mais apaixonada ela gemeu e gemeu enquanto me pedia para a foder mais, para me enterrar mais fundo nela, para não parar. Tive-a como nunca a tinha tido até agora, nossos corpos em perfeita sincronia de movimentos, investidas profundas, gemidos deixados escapar sem pudor, gotas de suor a beijarem nossos corpos, mãos apertarem os mamilos para libertarem mais prazer, fode-me dito sem medos, beijos fogosos e selvagens, gemidos e mais gemidos que nos levaram ao orgasmo em conjunto.
Por fim anichámo-nos uma na outra e descansámos juntinhas de sorrisos nos lábios, de rubor nas faces e trocamos votos e promessas de amor profundo.
Gostamos tanto. Se ele aqui estivesse. !!!!!!!!!!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Segredos de Mulher (X)* O encontro dos três

Continuação daqui 


Finalmente

Tudo andava nos ar há já algum tempo.
Catarina e Laura amavam-se, sim o termo é esse, elas além de grande afinidade sexual tinham também um amor secreto entre elas. Tão grande ao ponto de ambas me quererem, ao ponto de ambas terem comigo relações repartindo-me com imensa intensidade, tudo isto porque se amavam e nessa forma de amar ele era a parte do seu eu que lhes fazia falta completar.
Eram bem repartidas as saídas comigo, quase que não me dando descanso, nas folgas e saídas que ele tinha da  Academia.
Um dia, sentadas no bar do costume, e vendo-me passar ao longe, à entrada da porta de armas, quase em simultâneo que disseram.... "não passa dêste fim de semana " ... Estás bem ? perguntou Laura,.... nada de período à vista? ....
Tudo em ordem respondeu Catarina, não sabes que na semana passada tiveste de ficar por festinhas nas mamocas ......Riram-se
Assim combinaram entre elas, ir passar o fim de semana não muito longe para não se cansarem  em viagens longas , convidando-o para que fosse com elas.
Óbvio que ele aceitou, e naquela sexta-feira ao fim da tarde lá fomos até a uma estalagem/ hotel ali para os lados de do Guincho, à época um "must" na hotelaria e muito íntimo.
Combinaram de forma a elas chegarem primeiro e alojarem-se num quarto e eu chegaria depois e ficaria num quarto contíguo.
Quando cheguei elas  esperávam-no no bar restaurante da estalagem, com janelas para o mar e com uns recantos, onde as mesas ficavam isoladas.
Estamos encantadas por ter ver Miguel, nosso amor tão querido, disse Laura, enquanto eu educadamente, sem as deixar levantar me inclinava sobre a mesa para as cumprimentar e as beijava, óbviamnete nos lábios o que logo provocou uma disfarçada apalpadela das mamocas de ambas e senti uma mão no pau duro debaixo das calças. 

Foram conversando e eu distribuía por debaixo da mesa de pés descalços e esticados, carinhos juntos das coninhas delas de pernas abertas, que as toalhas da nesas caídas ocultavam dos olhares se alguém passasse. Notava que os seus pés eram acariciádos o que era uma prova que as mãos delas masturbavam a coninha parceira. De vez em quando colavam as bocas, o que me deixava com uma tesão de rebentar os botões da calça.
Acabámos por ali e subimos aos quartos, combinando um banho na piscina que estava convidativa.
Quando me preparava, junto à janela e olhando o mar, notei que mexiam na porta que ee deixou de propósito sem a tranca colocada, e ainda sem ter vestido os shorts de banho, e completamente nú senti os lábios e a lingua de uma delas passando pelas minhas nádegas e pelo rêgo do cú, enquanto a outra (Catarina) pela minha frente me colava os lábios aos seus, e me agarrava o caralho já duro e apontando em frente. Afastei a pernas ligeiramente, adivinhando que Laura aproveitaría para rastejar entre as minhas pernas e me começar a lamber os tomates e quase de imediato a mamar no pau. Catarina apercebeu-se e decerto combinada com Laura, ajoelhou-se começando as duas a mamar e eu a olhar o mar, a segurar as cabeças delas e em pouco tempo e sem conseguir conter-me comecei a jorrar leite naquelas bocas que se beijavam deliciosamente repartindo a dádiva e depois pondo-se de pé beijando-me e colando-se ao meu corpo. 






Dei-lhes uma palmada nas nádegas e como elas gostavam disses-lhe......"suas putinhas, vamos ao banho que o fim de semana é grande......"
Correram alegres e saltitantes para a cama enquanto eu me arranjava e fui ao quarto de banho, e quando voltei aquelas mulheres de fogo debatiam-se em cima da cama num minete deliciososo  .......

Meninas ... vou ao banho ...venham-se e vão ....lá ter ....

(continua)

 Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels



terça-feira, 9 de abril de 2013

Segredos de Mulher(IX) * Laura e Catarina O happening



Segue  daqui 

Elas andavam perfeitamente loucas por mais uma vez puderem ter uma tarde de sábado e noite para dar largas aos seus desejos, vontades e loucuras.

Exâmes acabado, Laura convidou Catarina par irem fazer um fim de semana num hotelzinho de interior, com charme e muita quietude.
Ideia sugerida, e logo ficou combinado que seria para o próximo.
Escolheram e lá foram até à planície alentejana, onde escolheram um hotel rural, de casas individuais e assim poderiam disfrutar a piscina colectiva e em privado os apartamentos separados e longe uns dos outros, premitía puderem estar à vontade, tanto no seu pequeno jardim privado, como e se pela noite a coisa aquecesse dar largas aos seus gemidos e gritinhos de prazer.
Chegaram, e foram ao banho na piscina.... O calor era muito. o sol abrasador, e os corpos começaram a sentir outros calôres apelativos.

Foram até ao seu apartamento e ficaram pela mesa de exterior à vontade e como adoram.
Corpos livres, corpos núes, maminhas e coninhas desejosas de serem devidamente compensadas,
Mesmo assim ainda foram tomando uma bebida para que os olhos fossem comendo o que os lábios as mãos e não só comeriam e saboriariam a seguir.
Pequenos toque com os pézinhos, íam provocando sensações e arrepios que daí a pouco as levaria até ao interior, pois queriam beijar-se, lamber-se e o que mais os desejos as levasse.
Quando entraram no quarto, os seus corpo desejavam-se com aquela avidez que  só quem já sentiu imagina.
Colaram as bocas e como nuas que estavam, as mamas colaram- se e Catarina levantando uma perna colocou-a na cintura de Laura com o calcanhar a fazer-lhe pressão nas nádegas. Isto fez com que as conas se tocássem e o tesão aumentásse.
Catarina foi levando Laura até à cama para começar a disfrutar do sabor daquele corpo, do sabor daquela pele, e dar também a sua coninha na boca de Laura.
Entre beijos e caricias o calor ía aumentando.
Laura pediu a Catarina para ir buscar a régua. Queria levar réguadfas no rabo, queria ser algemada, queria que Catarina com o strapon uma simulasse uma violação.
Catarina estava tentada a fazer-lhe a vontade.
No entanto lembrou-se do bom que tinha sido as fodas dadas com ele e do cuidado que ele tinha tido para não ser violento apesar de puder brincar e usar os brinquedos que ela gostava.
Convenceu Laura a continuar a beijarem-se, a lamber a sua coninha e não usarem objectos.
Assim foi a tesão era muita. Ambas se lembraram dos grandes momentos já vividos e também das boas fodas com ele.







A suas mãos percorriam os corpos, a mamas eram beijadas e depois os bicos das maminhas era beijados, mordiscados oq ue ainda mais aumentava a sua vontade de se vire com intensidade.








Cansadas colaram os corpos lado a lado realçando as suas coninhas inchadas   ... foi aí que

Catarina baixinho disse a Laura....
Minha querida temos que o foder... As duas... Vai ter de nos ensinar ainda mais.... Vamos fazer com que não queira outras.... Srá nosso...


Conseguirão??????????





(continua)

 Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels





 Como de costume, entre beijos, carícias, lambidas... Para depois passar para as penetrações. 

Coloquei-me entre as pernas dela para chupá-la, eu queria assim, que ela ficasse mais molhadinha para meus 

dedos escorregarem mais facilmente.

 Então, coloquei minha língua na bucetinha dela e estava começando devagar, mas, senti uma pontada na minha bucetinha, não sei explicar como começou, apenas sei que quando encostei minha língua no clitóris dela, senti vontade de sentir um carinho especial na minha bucetinha também.


Continuei chupando-a apesar de sentir uma vontade incontrolável de esfregar minha bucetinha na boca dela, queria pular de pernas abertas em cima de sua boca, queria que ela fizesse o mesmo que estava recebendo.


Levantei meu rosto de entre as pernas dela e perguntei se ela subiria em mim para fazer um 69. Fiquei morrendo de vergonha de fazer essa pergunta, e com muito mais vergonha de pronunciar “69”.


Ela aceitou, mas disse que não iria em cima, disse que preferia ficar embaixo, assim, dava para perceber nitidamente que ela também estava com vergonha.


Hoje penso em quanto tempo perdemos com tanta vergonha, podíamos ter feito muito mais sacanagens, e, além do mais, não entendo como duas pessoas que estão com tesão ficam com vergonha de “trepar”.





quarta-feira, 20 de março de 2013

Dívida perdoada

Nós  tinhamos um grupo de poker uma vez por mês no palácio com um grupo de amigos e amigas constantes. Mas uma vez isso mudou já que num dado sábado, era sempre ao sábado, apareceu Paula com um amigo maduro que  se revelou uma pessoa simpática.
Eu gostei da forma como Paula me cumprimentou, com um toque de lábios rápido e subtil.
Ele da mesma forma cumprimentou a Marquêsa, primeiro bejando-lhe a mão e depois tocou os lábios.
Reparei que ele não tirava os olhos da Marquesa ao longo da noite e devorava-lhe o decote e cobiçava-lhe as coxas  roliças já que a saia subida a meio da pernao o permitia, e  ela tambem olhava para ele de vez em quando, talvez por ele ser um homem maduro. A noite avançou e por volta das 3 da manhã começaram a sair. Fiquei eu, a Paula ele e a minha mulher. 

Por baixo da mesa as coisas estavam saborosas mas.......
..........eu tinha perdido bastante dinheiro para ele. 

Apesar do espaço estavamos quase juntos com a minha mulher no meio, e Paula  domeu lado.
A Marquêsa ficou preocupada com o valor que eu ia perder e diz-lhe colocando a mão na perna dele se ele ia deixar que eu perdesse tanto dinheiro. 
Nisto ele pos a mão na coxa dela acariciando-a levemente e perguntou se tinha solução melhor. 
Ao mesmo tempo Paula pegou na minha mão e levou-a à boca , e mordiscando os dedos desceu-a para entre as  suas coxas
Ele pede para ir á casa de banho e aproveitei para dizer à Marquêsa se ela estava a perceber o que ele estava a tentar dizer.
Paula olhou-nos nos olhos e disse à Marquêsa ......Gata estás à vontade.... Descontrai ...
Não me espantou a Marquêsa ter dito  que sim e que não lhe era indiferente. 

Somos um casal liberal temos grande experiência mas nunca numa situação destas.
Salvar uma fortuna era muito diferente de swingar.
 Ela deu-me a entender que gostava de experimentar o Carlos e que nos livraria do problema. 
Nisto sai e vai para o quarto e diz-me para dizer ao Carlos para ir ter com ela. 
Paula fica comigo e diz-me ao ouvido..... Nós subimos depois.
Quando ele veio disse-lhe isso e ele riu-se  assim fez. 
Fiquei com o coração aos pulos,  mas a curiosidade era grande e pé ante pé eu e Paula fomos subindo e quando chegamos abrimos ligeiramente a porta e estavam  de pé a beijarem-se, ele a massejar-lhe os bicos das mamas  por cima da blusa e ela a acariciar-lhe o caralho ainda por cima das calças.
Paula toda encostada nas minhas costas, mamas espalmadas abria-me a braguilha e tirou-me a picha para fora.
Nisto ele tira-lhe a blusa e pega-lhe nas mamas e começa a chupar-lhe os bicos arrancando-lhe gemidos. 

Tira-lhe a sia e quase lhe arranca as cuecas  e olha para ela e claro qualquer homem gostava daquilo que ele estava a ver: boa com uma mamas média, hirtas, coxas fortes, rabo carnudo  e uma cona quase toda rapada deixando ali um pelito ou outro que só dá mais gosto ao minete. 
Ele deitou-a na cama e diz-lhe com uma voz forte...... vou-te foder toda minha égua vadia e assim o fez.
Despiu-se sentou-a na cama e meteu-lhe o grosso caralho na boca e como ela o chupou. 
Chupa tudo minha puta . E eu vi-a chupa-lo todo com ele a fode-la na boca enquanto lhe chamava nomes. 
Nisto Paula meteu-se de joelhos à minha frente e começa a fazer-me um broche divinal.
Ele coloucou- a dee quatro e com aquele cu exposto e fodeu-a enquanto lhe dava palmadas no rabo.
A Marquêsa só gemia de tesão e eu percebi que nós já tinhamos fodido muito mas naquele momento, ele estava a fode-la divinalmente e culminou isso quandom se pôs em cima dela pegou-lhe nas pernas e fodeu-a de forma quase selvagem com insultos á mistura, mas ela gostou, 

Veio-se várias vezes e de repente chamou.... Paula, trás o Tigre e venham foder 
A partir daí imaginem aquele quarto fodiamos trocando e divinalmete Paula lmbeu a Marquesa,ao ponto dela esguichar nos orgasmos.
Papavam-se as duas em 69  sentino os nosso caralhos na cona uma, no cu a outra
Uma noite divinal, que acabou  divinalmete com o perdão da divida.