Preciso que me toques,me possuas,
tomes posse do que é teu.
Sente-me
Com as tuas mãos,
Com os teus sentidos,
Senta-me toda
Abusa do meu sexo,louco, latejante,
húmido de tanto desejar.
Senta-me com mãos quentes e experientes
Quero as tuas carícias mais ousadas,
até que o teu toque me tortura de tesão.
Não!
Não me toques somente.
Isso não me basta
Apodera-te de mim,
sacia todas as tuas vontades,
satisfaz os teus e os meus mais loucos desejos.
Marca-me a pele,
extrai gemidos
e todos o gritos sufocados de prazer.
Vamos desfazer em gozo
Toca, sente-me,
e...fode...
isso fode-me outra vez
Nãopares
Fode-me
Não sou ave de gaiola! Gosto de viver e...deixar viver! Sou vaidoso, porque considero que tenho bom gosto! Tenho vocação para missões, mas não sou missionário! Gosto muito de dar, mas também exijo entrega! Aprecio muito a noite, mas também o dia Por isso, não há nada como um dia atrás do outro, com uma noite maravilhosa pelo meio!
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sexta-feira, 29 de março de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
A secretária-recepcionista
Eu estava cheio de serviço aquela semana, por isso resolvi chegar bem mais cedo ao gabinete que o normal .
Como de costume, a secretária- recepcionista, já estava lá.
Apesar de fardada estava sensualmente vestida com a saia caramelo da farda uma mão travessa acima do j
joelho, camisa creme abotoada na frente até ao penultimo botão antes do colarinho
Como de costume, a secretária- recepcionista, já estava lá.
Apesar de fardada estava sensualmente vestida com a saia caramelo da farda uma mão travessa acima do j
joelho, camisa creme abotoada na frente até ao penultimo botão antes do colarinho
Uma mulher de cerca de 1,70m de altura, 55kg, peitos volumosos mas firmes, boas nádegas. Sempre tive
tesão especial por ela,
Vistosa, ela provocava qualquer homem .
Cheguei, cumprimentou-me como de costume e entrei
para o meu gabinete, e disse-lhe não queria ser
incomodado.
Mas a visão daquela escultura là chegada deixou-me
esquisisto.
Sentei-me à secrtária e senti tesão
para o meu gabinete, e disse-lhe não queria ser
incomodado.
Mas a visão daquela escultura là chegada deixou-me
esquisisto.
Sentei-me à secrtária e senti tesão
Sinais de vida em meu companheiro de entre pernas.
levou-me a passar a mão por cima da calça fina da
farda
a saber como eel se sentia,
Nisto, ela entra simpáticamente com um café entra no
gabinete e nota que tenho a "arma" pronta para
combate.
Sinceramente não sabia o que fazer, se lhe dava um
raspanete por ter entrado assim sem bater, ou se
ficava calado, com ar envergonhado para puxar ao
sentimento
levou-me a passar a mão por cima da calça fina da
farda
a saber como eel se sentia,
Nisto, ela entra simpáticamente com um café entra no
gabinete e nota que tenho a "arma" pronta para
combate.
Sinceramente não sabia o que fazer, se lhe dava um
raspanete por ter entrado assim sem bater, ou se
ficava calado, com ar envergonhado para puxar ao
sentimento
Notei que ela também ficou surpreendida, pediu
desculpa por ter entrado assim, mas como era cedo
lembrou-se de me trazer um café.
Disse-lhe que tudo bem, que eu é que devia me
desculpar.
Ela, nitidamente com dificuldade de tirar os olhos das
minhas calças, disse que estava tudo bem, que ela
não havia visto nada, e foi virando as costas, quando
de repente, num tom deliciosamente malicioso
completou :
desculpa por ter entrado assim, mas como era cedo
lembrou-se de me trazer um café.
Disse-lhe que tudo bem, que eu é que devia me
desculpar.
Ela, nitidamente com dificuldade de tirar os olhos das
minhas calças, disse que estava tudo bem, que ela
não havia visto nada, e foi virando as costas, quando
de repente, num tom deliciosamente malicioso
completou :
Por enquanto...
Nessa altura não me contive, tive um ímpeto de a chamar e lhe dar um raspanete de mão por baixo das saias
mas a posição não me permitia dar de barato, embora já tivesse percebido algumas vezes os olhares
sorrateiros que ela fazia ao tentar encontrar o meu olhar.
Chameia-a e perguntei o que ela queria dizer com aquilo.
Fechou a porta e se aproximou de mim.
Senti o calor de seu corpo de fêmea exalando um odor inibriante, e ela aproximou seus lábios dos meus.
Fiquei aterrado. Chegariam os acessores e se a coisa não fosse despachada ....
Ainda lhe disse , .... Louise cuidado que podem chegar....
Respondeu com o respeito deviso.... Há uma reunião
no 2ª piso (estávamos no 14º), que já começou , além
deque o sensor de aproximação à porta foi activado e
o sistema eelectrico de trinco "está on". (uma estratega
perfeita).
mas a posição não me permitia dar de barato, embora já tivesse percebido algumas vezes os olhares
sorrateiros que ela fazia ao tentar encontrar o meu olhar.
Chameia-a e perguntei o que ela queria dizer com aquilo.
Fechou a porta e se aproximou de mim.
Senti o calor de seu corpo de fêmea exalando um odor inibriante, e ela aproximou seus lábios dos meus.
Fiquei aterrado. Chegariam os acessores e se a coisa não fosse despachada ....
Ainda lhe disse , .... Louise cuidado que podem chegar....
Respondeu com o respeito deviso.... Há uma reunião
no 2ª piso (estávamos no 14º), que já começou , além
deque o sensor de aproximação à porta foi activado e
o sistema eelectrico de trinco "está on". (uma estratega
perfeita).
Fiquei atónito e esperei que fosse ela tomar a atitude
e, quando aqueles lábios vermelhos e carnudos se
colaram aos meus, imediatamente a agarrei pela nuca
e cintura, levantei-me e sentei-a na cadeira iniciando
um brutal minete
Depois encostei à secretária.Beijei-a. Colámos os
lábios enrolámos as linguas.
e, quando aqueles lábios vermelhos e carnudos se
colaram aos meus, imediatamente a agarrei pela nuca
e cintura, levantei-me e sentei-a na cadeira iniciando
um brutal minete
Depois encostei à secretária.Beijei-a. Colámos os
lábios enrolámos as linguas.
Ainda a beijá-la, desci uma mão até às nádegas,
enquanto que com a outra agarrei um uma mama. Ela
estremeceu, gemeu , e aí eu voltei à realidade, percebi
que se continuássemos aquilo, alguém poderia chegar
e nos ver naquele estado.
enquanto que com a outra agarrei um uma mama. Ela
estremeceu, gemeu , e aí eu voltei à realidade, percebi
que se continuássemos aquilo, alguém poderia chegar
e nos ver naquele estado.
Ela arfava de tesão, dava pra perceber os bicos de seus seios hirtos de encontro à camisa, e disse que
estava ansioasa pelo que estava a acontecer, apesar de ter namorado e referindo que eu sabia decerto, que
não me importasse com isso pois gostaria que eu fosse o primeiro numa coisa.Vim a saber depois.
Disse-me que sempre que eu passava por ela, vivia a imaginarse na cama comigo, possuindo-a como uma
verdadeira fêmea, sentindo-me como um macho duro.
Foi como ter aberto as portas do Paraíso.
estava ansioasa pelo que estava a acontecer, apesar de ter namorado e referindo que eu sabia decerto, que
não me importasse com isso pois gostaria que eu fosse o primeiro numa coisa.Vim a saber depois.
Disse-me que sempre que eu passava por ela, vivia a imaginarse na cama comigo, possuindo-a como uma
verdadeira fêmea, sentindo-me como um macho duro.
Foi como ter aberto as portas do Paraíso.
Aquela mulher sensual também nutria por mim os mesmos desejos,.
É desnecessário também dizer que até ao fim da tardefoi um tremendo sacrifício concentrar-me no trabalho.
Ao meio dia, combinamos que ela seguiria no carroio dela e não se incomodasse. Iriamos para sua casa.
Dispensei o motorista e tomando um táxi fui seguindo o carro , num condomínio à saída de Bruxelas.
Ela entrou no estacionamento, e mandei o taxista parar dois prédios mais à frente.
Subimos juntos
No elevador os corpos colaram-se.
Ao meio dia, combinamos que ela seguiria no carroio dela e não se incomodasse. Iriamos para sua casa.
Dispensei o motorista e tomando um táxi fui seguindo o carro , num condomínio à saída de Bruxelas.
Ela entrou no estacionamento, e mandei o taxista parar dois prédios mais à frente.
Subimos juntos
No elevador os corpos colaram-se.
Beijávamos, eu beijava-a na nuca, no pescoço, enquanto amssava
delicadamente as suas mamas e com uma
mão entre as pernas lhe apalpava já a cona húmida.
delicadamente as suas mamas e com uma
mão entre as pernas lhe apalpava já a cona húmida.
Chegamos e fomo directamente para o seu quarto.
A cama de casal estava ainda desarrumada, com seu delicioso cheiro
impregnado nos lençóis.
O cheiro a sexo ainda se notava. Que mulher esta insaciável, pensei eu
Muita tesão e começamos a tirar a roupa um do outro, apressadamente,
entre gemidos, beijos e lambidas em
cada parte do corpo que se descobria.
Ao libertar as mamas, fiquei como que hipnotizado por
aquela visão.
Jamais tinha visto seios tão firmes e grandes ao
mesmo tempo, notando-se serem naturais.
O fio dental minusculo todo molhadonão tapava os
lábios grossos de uma cona sumarenta.
Aquilo precisava de um minete urgente. Mas deixei-a
tomar a iniciativa.
Despi os boxers e ............
tomar a iniciativa.
Despi os boxers e ............
Ela ficou impressionada com o tamanho do que via,
dizendo que agora que viu como era bom o que ela queria,
e que desejava ser comida pelo meu membro.
E foi logo o inicio de um broche.
Ela chupava , foi um dos melhores broches que senti .
Enquanto enfiava ritmadamente todo o comprimento do caralho
na boca, e o tirava apertando-o com os lábios,
passando a língua macia em torno dele , ao mesmo tempo batia
uma punheta ,com uma das mãos, e
com a outra se masturbva com os dedos tilintando o clitóris.
dizendo que agora que viu como era bom o que ela queria,
e que desejava ser comida pelo meu membro.
E foi logo o inicio de um broche.
Ela chupava , foi um dos melhores broches que senti .
Enquanto enfiava ritmadamente todo o comprimento do caralho
na boca, e o tirava apertando-o com os lábios,
passando a língua macia em torno dele , ao mesmo tempo batia
uma punheta ,com uma das mãos, e
com a outra se masturbva com os dedos tilintando o clitóris.
Ela começou a rebolar sob meu corpo, chamava-me garanhão e
pedia para lhe chamarputa, devassa, vadia égua e cadela.
pedia para lhe chamarputa, devassa, vadia égua e cadela.
Eu disse que faria isso, e disse-lhe que a foderia com gosto,
Tinha de pedir.
Então deitando-me de costas pediu que eu a deixasse sentar na
mimnha boca. Pedia o que eu ansiava.
Que cona saborosa. Como as mãos nas sua nádegas nem a deixava
mexer muito, mas apenas contrair a cona.
A minha lingua se encarregaria do resto.
Duradouro e muito sumarento foi um minete colossal..... a minha cara
era uma mescla de saliva , liquidos evaginais.
Os seus braços para trás estavam na direcção do meu pau que as
suas mãos agarravam. e que duro dava para ela segurar.
Virou-se .
As mamas até aqui seguas pelos meus braços em
cima tocavam agora a minha barriga enquanto a
sua boca lentamente saboreava-me o caralho num
diivinal 69.
Comandando sempre o rito subiu ao céu quando
sentiu o meu dedo que passando na sua cona e com a
minha saliva lhe entrou direitinho no seu cuzinho. Um
gritinho e uma sensação de alegria.
Saiu daquela posição e enchedo-me mais o pau com
saliva........ com uma voz alegre...... # Agora vou
satisfazer o meu sonho ......
Quero dar o cú a si e pela primeira vez..... o meu namorado não é capaz" .
Imaginem a cabeça a sentir-se pressionada pelas pregas de um cu virgem
que se ia abrindo conforme Louise
descia sobre mim. Quase indiscritivel ... entrando...entrando....
Via a sua boca aberta para não gritar, as minhas
mãos nas suas mamas e
ela sentada segurada aos varões
da cama enterrou-o todo no cu. Relaxou.... e começou
a subir e a descer.
Uma das minhas mãos dirigiu-se à sua cona....
O clitóris esfregado, a tesão a subir e o vai vem dela
não deu para aguentar muito mais tempo.
Notou isso e pediu....Fode ...fode...fode.... vem-te no meu cu
queroooooooooooooooooo agoraaaaaaaaaaaaaaa .
Enchia-lhe o cu de leite enquanto um descuido seu e a sua coninha esguichou ...... que sonho ....ficar molhado
assim.
Ficámos agarrados......
No fim um beijo e um até amanhã .....
"Quando quiser, chame-me ao gabinete .... debaixo da secretária vai delirar acredite"
Tinha de pedir.
Então deitando-me de costas pediu que eu a deixasse sentar na
mimnha boca. Pedia o que eu ansiava.
Que cona saborosa. Como as mãos nas sua nádegas nem a deixava
mexer muito, mas apenas contrair a cona.
A minha lingua se encarregaria do resto.
Duradouro e muito sumarento foi um minete colossal..... a minha cara
era uma mescla de saliva , liquidos evaginais.
Os seus braços para trás estavam na direcção do meu pau que as
suas mãos agarravam. e que duro dava para ela segurar.
Virou-se .
As mamas até aqui seguas pelos meus braços em
cima tocavam agora a minha barriga enquanto a
sua boca lentamente saboreava-me o caralho num
diivinal 69.
Comandando sempre o rito subiu ao céu quando
sentiu o meu dedo que passando na sua cona e com a
minha saliva lhe entrou direitinho no seu cuzinho. Um
gritinho e uma sensação de alegria.
Saiu daquela posição e enchedo-me mais o pau com
saliva........ com uma voz alegre...... # Agora vou
satisfazer o meu sonho ......
Quero dar o cú a si e pela primeira vez..... o meu namorado não é capaz" .
Imaginem a cabeça a sentir-se pressionada pelas pregas de um cu virgem
que se ia abrindo conforme Louise
descia sobre mim. Quase indiscritivel ... entrando...entrando....
Via a sua boca aberta para não gritar, as minhas
mãos nas suas mamas e
ela sentada segurada aos varões
da cama enterrou-o todo no cu. Relaxou.... e começou
a subir e a descer.
Uma das minhas mãos dirigiu-se à sua cona....
O clitóris esfregado, a tesão a subir e o vai vem dela
não deu para aguentar muito mais tempo.
Notou isso e pediu....Fode ...fode...fode.... vem-te no meu cu
queroooooooooooooooooo agoraaaaaaaaaaaaaaa .
Enchia-lhe o cu de leite enquanto um descuido seu e a sua coninha esguichou ...... que sonho ....ficar molhado
assim.
Ficámos agarrados......
No fim um beijo e um até amanhã .....
"Quando quiser, chame-me ao gabinete .... debaixo da secretária vai delirar acredite"
quarta-feira, 20 de março de 2013
Jantar marcante
A Amiga da Marquêsa
Paula é uma amiga da Marquêsa, e desde que a conheci tenho uma enorme atração por ela. É girissima, borracho, boa, mas andava sempre muito só, e isso aumentava ainda mais o desejo por a ter nos meus braços e papar aquele pedaço de pecado tão carente. Apesar de não precisar muito deu um jeito ao peito, e ficou ainda mais apetecível. Agora e ainda mais, decotes abertos exibindo orgulhosa o rego no meio das mamas muito bem feitas.
Nunca me passou pela cabeça que aquela mulher tinha por mim um desrjo carnal intenso, sem nunca o ter demonstrado e até em certas festas mais sensuais e eróticas com as suas orgias na maior part das vezes, ter dançado comigo de uma forma mais sensual que me deixava por vezes com tanta tesão que outras na festa lá tinham de atrás de um qualquer reposteiro do palacio sentir o cacete entre folhos de saia levantade e cu empinado.
Um dia a Marquêsa disse-m com um ar malandreco.
Meu querido tu não sabes decerto mas a Paula anda doidinha por te mamar e te sentir dentro dela mas com o seu ar timido e a sua solidão não tem coragem de se te mostrar par que o teu faro sexual, dê inicio à tua sedução,,
Tendo ido a uma apresentação de moda a Paris a Maria telefonou a Paula e disse-lhe para me desafiar para jantar, e que estivesse à vontade para que o jantar fosse marcante....e que aproveitasse.... Para boa entendedora .....
Recebi um telefonema dela a fazer tal convite, sem que antes a minha Gata, não me tivesse mandado um sms de Paris sobre o assunto, e dizendo-me ...." fico orgulhosa se o jantar com a Paula fôr marcante....."
Paula ligou-me e sentindo-me surpreendido aceitei com uma voz chamosa para dar mais envolvência ao convite
Á hora combinada fui busca-la, e tinha-mos combinado que aguardaria em frente à sua porta, num condominío de privado de luxo em Cascais .
Em cima da hora para não apressar, dei um toque como quem diz "cheguei".
De repente o telefone tocou e era Paula a dizer-me....Estou atrasada "querido" sobe ... desculpa.
Fiquei atordoado "querido????!!!!!" .....que maneira de me tratar assim e logo naquela ocasião
Subi , toquei e abriu-me a porta enrolada numa toalha, com um sorriso largo e um beijo ainda sem baton, na minha boca que me deixou colado uns instantes que me pareceram eternos. ...Foda-se que recepção.
Imaginado-a nua por baixo, com aquele corpo excitei-me imenso.
Vou acabar de tomar duche e volto já. Fica à vontade.
Ok, se precisares que te vá esfregar as costas, é só chamar!-brinquei eu.-
Sim, sim... eu sei disso.
E desapareceu no corredor a caminho da casa de banho.
Quando comecei a ouvir a agua a correr, não aguentei.
Deixei a televisão ligada e fui espreitá-la.
Estava nua na cabina segurava o chuveiro com uma mão a molhar o peito e ombros e com a outra, masturbava-se. Eu nem queria acreditar naquilo.
O caralho rebentava com as minhas calças o que me causava um acerta dor porque não tinha levado boxers largas como hábito e estava apertado.
Apetecia-me despir e entrar. Apetecia-me despir e deitar-me na cama esperando que saísse. Apetecia-me foder aquele bomobom.
Nisto Paula falando alto ela chama-me ........"querido chega cá"
Confesso que fiquei sem saber o que fazer, se respondesse, denunciava-me. Mas tinha de responder.
Saí da casa de banho e fui até à porta do quarto donde num .."estou...chamas-te? ...respondi e.."Fui entrando
-Estás aí? Estou! respondi. E entrei na casa de banho.
Ela parou de se tocar, e olhava-me com um ar atrevido, tesudo e extremamente sensual..Um ar quase desesperado e percebi o que queria.
Despi-me e entrei na cabine com ela. Beijamo-nos intensamente, sentia o peito dela contra o meu, os bicos duros esmagados no meu peito. As minhas mãos passavam naquele corpo de sonho e delicadamente poisaram nas nadegas, abrindo-as enquanto o caralho bem encostado na frente estava por ela a ser entalado entre as coxas e nas bordinhas dos lábios da cona humida de água mas já de langonha que escorria.
Encostou a boca ao meu ouvido e sussurrou: Quero-te dentro de mim! Fode-me ...
Não aguento mais este desejo de há anos de que me fodas.
Queria-o fazer com a Maria aqui como deves calcular. Aliás queria-vos foder aos dois.
Pode ser errada, esta primeira abordagem, mas falei com a Maria.
Olhei para ela, sorri .....Paula sabes como somos liberais e apesar disso nenhum de nós fode um amigo ou uma amiga, quando não em conjunto sem primeiro o outro saber. Sempre antes.
Disse-lhe que Maria me tinha avisado que ela me desejava disse-lhe que também a desejava há imenso tempo, mas que nas nossas festas e como andava sempre solitária nunca houve opurtunidade. Isto tudo no meio de uma marmelado tesuda com o meu caralho latejante e sentindo além do calor daquela cona desejosa, a suavidade do buraquinho do seu cu, onde um dedo malandro já tinha entrado distraídamente.
Tanto tempo perdido Miguel... E sorriu.
Agarrando-me o pau afastou-se um pouco ajoelhou-se e começou num broche divinal.
Depois lambeu-me da base á ponta. Afastei as pernas e senti a sua lingua a invadir o meu cu.Abocanhou-o todo e foi engolindo, eu pude sentir a cabeça a tocar na garganta dela, o que me fez delirar.
Pôs-se de pé e voltou-se de costas para mim, apoiando as mãos na parede do duche, abrindo as pernas e nádegas e empinando ligeiramente o rabo para cima.
Soberba a visão. Enorme a tesão. Delirante a posição.
Exibia-me agora uma cona aberta......carnuda....rapadinha.......
Os lábios da cona estavam visivelmente inchados de tanta masturbação decerto, mas gelatinosos e rosados e assim abertos bastou encostar a cabeçorra do bacamarte para começar a mexer as ancas e a roçar-se para a frente e para trás.
De repente, deu uma cuzada e o tesudo não se fez rogado e entrou de sopetão tocando-lhe quase nos ovários que a cadela até ganiu.
O calor daquela cona apertada que estava nunca mais irá desaparecer da minha memória.
Como é possivel uma cona destas, um coro deste, umaas mamas assim não terem uso pelo sexo opôsto. Isto devia ser punido pelo código penal.
E então.................
Começou num vai-vem ritmado que eu acompanhava, e que fazia um som delicioso quando as nádegas dela batiam nas minhas virilhas e barriga o que junto ao molhado dos corpos e chuveiro quente a correr causava uma sensação de banho medieval que mais tesão dava, imaginado-me no vapor dos banhos da "velha Roma".
As minhas mãos percorriam as coxas ,nadegas, onde de uma palmadas de vez em quando se faziam ouvir..,,, Subiam até as mamas que mal cabiam nas mãos-Aperta mais querido.... fode filho........ apertas-as Não tenhas medo ,,,,,não estragas dizia balbuciando.Ao concentrar-me nos bicos, apertando-os suavemente com dois dedosgemeu e disse Sinto-me tão puta....... ès tão bom a foder.. fode querido....... Bem me disse a Maria.... Aproveita o que puderes.... Fode garanhão...chama-me cadela, sou tua putinha fode macho... estou tão excitada ...dá-me...... força....fode ,,,fode....enterra esse caralho todo em miiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim.
Aquilo era a deixa para um orgasmo estrondoso.
Aumentei o ritmo dos movimentos e a força aplicada a cada movimento.
O som das nadegas a bater em mim era agora mais sonoro e ela gemia de prazer.
Voltava a cara para trás para olhar para mim várias vezes com uns olhos lânguidos de tesão e prazer.
Estivemos assim não sei quanto tempo, fazendo-a ter orgasmos multiplos, até que foi impossivel aguentar mais.
-Aiii..... tão bom..... Anda.... vem..... Diz .....fode-me. - Anda putinha. sente nessa coninha vou-me esporrar todo dentro de ti! Sente,,,,, agora égua...relincha ....
Aquelas palavras foram a chispa que pegou fogo.
Senti outro orgasmo vinha aí e que ela segurou para ser simultâneo, pelos movimentos dela e pelos som que emitia.
Vi que a pele do rabo e das costas se arrepiou toda e foi quando ela disse - e sem medir palavras começou ..... à cabrão. macho. fodilhão estou -me a vir ....foda-se agora contigo ...estou .....anda ......... comigo...enche-mea cona de leite,,,,,,,anda.isso ...fode...fode... mais isso aahhhhhhhhh
Agarrada pela cintura, bombei naquela cona inchada de foder e esporrei-me num orgasmo cumprido e numa quantidade fora do comum.
Fiquei dentro dela uns momentos, enquanto recuperavamos o fôlego, e sentia-a a escorrer.
És como sempre sonhei que fosses ...que delicia de foda- disse ela, quebrando o silêncio.
Naquele momento estava carinhoso e afectuoso com aquela fêmea linda que me desejava há tanto tempo e apesar de saber a minha relação com a Marquêsa e os desejos dela em me ver foder quando ela também presente partilha os seus prazeres, nunca deu um passo para falar nisso com a Maria .
Acabámos de tomar banho entre muitos beijos e carinhos e fomos jantar.
Foi um jantar giro, com troca de olhares e um aperna esticada por baixo da mesa de pé descalço a entrar entre as pernas dela e a roçar de ora em vez os labios da coninha que se molhava..
Depois passeamos um pouco e fomos ao cinema.
Levou-me a mão entre as pernas e decerto se veio mais de uma vez.
Com a sala escura, abriu-me a braguilha, dobrou-se e pegando no pau de chocolate, lá teve de tomar um leite quente como sobremesa.
Ao despedirmos disse-me com um ar firme que marcou.
Deixa chegar a Maria que vos vou dar uma noite de prazer a vocês.
Depois quero assistir ao vosso amor.
Saboreando o que não tenho.
Marcou
Um dia a Marquêsa disse-m com um ar malandreco.
Meu querido tu não sabes decerto mas a Paula anda doidinha por te mamar e te sentir dentro dela mas com o seu ar timido e a sua solidão não tem coragem de se te mostrar par que o teu faro sexual, dê inicio à tua sedução,,
Tendo ido a uma apresentação de moda a Paris a Maria telefonou a Paula e disse-lhe para me desafiar para jantar, e que estivesse à vontade para que o jantar fosse marcante....e que aproveitasse.... Para boa entendedora .....
Recebi um telefonema dela a fazer tal convite, sem que antes a minha Gata, não me tivesse mandado um sms de Paris sobre o assunto, e dizendo-me ...." fico orgulhosa se o jantar com a Paula fôr marcante....."
Paula ligou-me e sentindo-me surpreendido aceitei com uma voz chamosa para dar mais envolvência ao convite
Á hora combinada fui busca-la, e tinha-mos combinado que aguardaria em frente à sua porta, num condominío de privado de luxo em Cascais .
Em cima da hora para não apressar, dei um toque como quem diz "cheguei".
De repente o telefone tocou e era Paula a dizer-me....Estou atrasada "querido" sobe ... desculpa.
Fiquei atordoado "querido????!!!!!" .....que maneira de me tratar assim e logo naquela ocasião
Subi , toquei e abriu-me a porta enrolada numa toalha, com um sorriso largo e um beijo ainda sem baton, na minha boca que me deixou colado uns instantes que me pareceram eternos. ...Foda-se que recepção.
Imaginado-a nua por baixo, com aquele corpo excitei-me imenso.
Vou acabar de tomar duche e volto já. Fica à vontade.
Ok, se precisares que te vá esfregar as costas, é só chamar!-brinquei eu.-
Sim, sim... eu sei disso.
E desapareceu no corredor a caminho da casa de banho.
Quando comecei a ouvir a agua a correr, não aguentei.
Deixei a televisão ligada e fui espreitá-la.
Estava nua na cabina segurava o chuveiro com uma mão a molhar o peito e ombros e com a outra, masturbava-se. Eu nem queria acreditar naquilo.
O caralho rebentava com as minhas calças o que me causava um acerta dor porque não tinha levado boxers largas como hábito e estava apertado.
Apetecia-me despir e entrar. Apetecia-me despir e deitar-me na cama esperando que saísse. Apetecia-me foder aquele bomobom.
Nisto Paula falando alto ela chama-me ........"querido chega cá"
Confesso que fiquei sem saber o que fazer, se respondesse, denunciava-me. Mas tinha de responder.
Saí da casa de banho e fui até à porta do quarto donde num .."estou...chamas-te? ...respondi e.."Fui entrando
-Estás aí? Estou! respondi. E entrei na casa de banho.
Ela parou de se tocar, e olhava-me com um ar atrevido, tesudo e extremamente sensual..Um ar quase desesperado e percebi o que queria.
Despi-me e entrei na cabine com ela. Beijamo-nos intensamente, sentia o peito dela contra o meu, os bicos duros esmagados no meu peito. As minhas mãos passavam naquele corpo de sonho e delicadamente poisaram nas nadegas, abrindo-as enquanto o caralho bem encostado na frente estava por ela a ser entalado entre as coxas e nas bordinhas dos lábios da cona humida de água mas já de langonha que escorria.
Encostou a boca ao meu ouvido e sussurrou: Quero-te dentro de mim! Fode-me ...
Não aguento mais este desejo de há anos de que me fodas.
Queria-o fazer com a Maria aqui como deves calcular. Aliás queria-vos foder aos dois.
Pode ser errada, esta primeira abordagem, mas falei com a Maria.
Olhei para ela, sorri .....Paula sabes como somos liberais e apesar disso nenhum de nós fode um amigo ou uma amiga, quando não em conjunto sem primeiro o outro saber. Sempre antes.
Disse-lhe que Maria me tinha avisado que ela me desejava disse-lhe que também a desejava há imenso tempo, mas que nas nossas festas e como andava sempre solitária nunca houve opurtunidade. Isto tudo no meio de uma marmelado tesuda com o meu caralho latejante e sentindo além do calor daquela cona desejosa, a suavidade do buraquinho do seu cu, onde um dedo malandro já tinha entrado distraídamente.
Tanto tempo perdido Miguel... E sorriu.
Agarrando-me o pau afastou-se um pouco ajoelhou-se e começou num broche divinal.
Depois lambeu-me da base á ponta. Afastei as pernas e senti a sua lingua a invadir o meu cu.Abocanhou-o todo e foi engolindo, eu pude sentir a cabeça a tocar na garganta dela, o que me fez delirar.
Pôs-se de pé e voltou-se de costas para mim, apoiando as mãos na parede do duche, abrindo as pernas e nádegas e empinando ligeiramente o rabo para cima.
Soberba a visão. Enorme a tesão. Delirante a posição.
Exibia-me agora uma cona aberta......carnuda....rapadinha.......
Os lábios da cona estavam visivelmente inchados de tanta masturbação decerto, mas gelatinosos e rosados e assim abertos bastou encostar a cabeçorra do bacamarte para começar a mexer as ancas e a roçar-se para a frente e para trás.
De repente, deu uma cuzada e o tesudo não se fez rogado e entrou de sopetão tocando-lhe quase nos ovários que a cadela até ganiu.
O calor daquela cona apertada que estava nunca mais irá desaparecer da minha memória.
Como é possivel uma cona destas, um coro deste, umaas mamas assim não terem uso pelo sexo opôsto. Isto devia ser punido pelo código penal.
E então.................
Começou num vai-vem ritmado que eu acompanhava, e que fazia um som delicioso quando as nádegas dela batiam nas minhas virilhas e barriga o que junto ao molhado dos corpos e chuveiro quente a correr causava uma sensação de banho medieval que mais tesão dava, imaginado-me no vapor dos banhos da "velha Roma".
As minhas mãos percorriam as coxas ,nadegas, onde de uma palmadas de vez em quando se faziam ouvir..,,, Subiam até as mamas que mal cabiam nas mãos-Aperta mais querido.... fode filho........ apertas-as Não tenhas medo ,,,,,não estragas dizia balbuciando.Ao concentrar-me nos bicos, apertando-os suavemente com dois dedosgemeu e disse Sinto-me tão puta....... ès tão bom a foder.. fode querido....... Bem me disse a Maria.... Aproveita o que puderes.... Fode garanhão...chama-me cadela, sou tua putinha fode macho... estou tão excitada ...dá-me...... força....fode ,,,fode....enterra esse caralho todo em miiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim.
Aquilo era a deixa para um orgasmo estrondoso.
Aumentei o ritmo dos movimentos e a força aplicada a cada movimento.
O som das nadegas a bater em mim era agora mais sonoro e ela gemia de prazer.
Voltava a cara para trás para olhar para mim várias vezes com uns olhos lânguidos de tesão e prazer.
Estivemos assim não sei quanto tempo, fazendo-a ter orgasmos multiplos, até que foi impossivel aguentar mais.
-Aiii..... tão bom..... Anda.... vem..... Diz .....fode-me. - Anda putinha. sente nessa coninha vou-me esporrar todo dentro de ti! Sente,,,,, agora égua...relincha ....
Aquelas palavras foram a chispa que pegou fogo.
Senti outro orgasmo vinha aí e que ela segurou para ser simultâneo, pelos movimentos dela e pelos som que emitia.
Vi que a pele do rabo e das costas se arrepiou toda e foi quando ela disse - e sem medir palavras começou ..... à cabrão. macho. fodilhão estou -me a vir ....foda-se agora contigo ...estou .....anda ......... comigo...enche-mea cona de leite,,,,,,,anda.isso ...fode...fode... mais isso aahhhhhhhhh
Agarrada pela cintura, bombei naquela cona inchada de foder e esporrei-me num orgasmo cumprido e numa quantidade fora do comum.
Fiquei dentro dela uns momentos, enquanto recuperavamos o fôlego, e sentia-a a escorrer.
És como sempre sonhei que fosses ...que delicia de foda- disse ela, quebrando o silêncio.
Naquele momento estava carinhoso e afectuoso com aquela fêmea linda que me desejava há tanto tempo e apesar de saber a minha relação com a Marquêsa e os desejos dela em me ver foder quando ela também presente partilha os seus prazeres, nunca deu um passo para falar nisso com a Maria .
Acabámos de tomar banho entre muitos beijos e carinhos e fomos jantar.
Foi um jantar giro, com troca de olhares e um aperna esticada por baixo da mesa de pé descalço a entrar entre as pernas dela e a roçar de ora em vez os labios da coninha que se molhava..
Depois passeamos um pouco e fomos ao cinema.
Levou-me a mão entre as pernas e decerto se veio mais de uma vez.
Com a sala escura, abriu-me a braguilha, dobrou-se e pegando no pau de chocolate, lá teve de tomar um leite quente como sobremesa.
Ao despedirmos disse-me com um ar firme que marcou.
Deixa chegar a Maria que vos vou dar uma noite de prazer a vocês.
Depois quero assistir ao vosso amor.
Saboreando o que não tenho.
Marcou
terça-feira, 19 de março de 2013
E o Sultão delirou
Há alturas na vida que tudo pode acontecer, falamos de sexo, com muita surpresa, nem se imaginando o lugar onde estamos.
Há uns anos, o Marquês então com uns anitos a menos e eximio cavaleiro, adorava montar cavalos éguas e não só, montava a Marquesa quando menos se esperava.
Sempre ao fim da tarde e no Regimento que então comandava, após o toque de ordem, lá se dirigia ele às cavalariças, onde o seu belo cavalo já arreado o esperava para um fim de tarde de saltos do campo de obstáculos.
A Marquêsa gostava de ir até ao aquartelamento e observar a elegância e a destreza com que ele ia vencendo os obstáculos.
Certa tarde ele estava imparável. Os saltos saiam não perfeição e ela, encostada juntos à boxes olhava-o e quando o cu se levantava do selim, os seus olhos fixavam no seu conjunto do cacete e tomates bem justos no calção e cujo volume lhe faziam com que os seus pensamentos obrigassem a sentir a ratinha molhada e as pernas a humedecer pelo que escorria.
Tão obsecada estava que incnscientemente levantou a saia já curta, e os dedos afastaram a cueca e começaram a esfregar o grelo.
Olhando-o notava o suor do cavalo que já esbranquiçava as botas de montar, e o suor a molhar a camisa da farda.
Na boxe ao lado da do Sultão um outro belo exemplar de equideo, estava numa fase terrivel e o seu grande margalho estava a distender-se grosso e apetecível a qualquer égua, e a cabecinha dela imaginava uma bela égua de rabo ao lado a levar com aquele margalho todo dentro.
Isto mais tesão lhe dava ainda e nem reparou que o Marquês estava atrás dela . O seu cheiro a cavalo e a suor, entrou-lhe pelas narinas e depois dele colocar o Sultão na box sentiu-se pegada ao colo por ele e enrolhou-lhe os seus braços em volta do pescoço.
Sem saber onde iam foi-lhe desabotoando os botões da camisa e passando alingua naquele peito molhado com um sabor a sal, a suor, a macho e depois colou a boca à dele.
Pela aquela hora os militares estavam pelas messes, salas de leitura e a Marquêsa sentiu-se que estava a entrar numa boxe vazia.
O Marquês levantou-lhe a saia e encostada a um fardo de palha sentiu o caralho dele a aflorar os labios da cona.
Baixou-se e meteu-o inteirinho na boca e dando umas chupadelas deixou-o ainda mais duro se possivel ...
Ele sentindo que o desejo de foder aumentava tirou-lhe o caralho da boca e pegando-lhe no braço levou-a para a boxe ao lado que tinha mais espaço e um pequeno anexo com fardos e palha.
A visão do cacete enorme do Sultão desvairava-a de tal modo que tinha vontade de se ajoelhar e pelo menos passar a lingua naquela cabeça.
Loucuras que passavam e sentiu que o Marquês a dobrava para a frente e o seu cu estava expôsto e as nádegas bem viradas para aquele pau grosso que ela adora.
Sentiu as mãos dele na cintura e a cabeçorra encostada à cona.
Deu um ligeiro chega atrás e foi a loucura
Ele estava a pensar no chega à frente.
Aquele caralho entro todo e ela encostada com as mãos na garupa do sultão.
O Tigre fodia-a com estocadas fortes e ritmadas.
E ela grirava e gemia, e num acesso de loucua agarrou o caete do sultã.
O Marquês nem reparou. Fodi-a tão só.
Ela masturbava o Sultão e daí a pouco relinchava o Sultão, miava alto a gata e o Marquês dava urros de prazer.
Foder não tem hora nem local
Acontece
Há uns anos, o Marquês então com uns anitos a menos e eximio cavaleiro, adorava montar cavalos éguas e não só, montava a Marquesa quando menos se esperava.
Sempre ao fim da tarde e no Regimento que então comandava, após o toque de ordem, lá se dirigia ele às cavalariças, onde o seu belo cavalo já arreado o esperava para um fim de tarde de saltos do campo de obstáculos.
A Marquêsa gostava de ir até ao aquartelamento e observar a elegância e a destreza com que ele ia vencendo os obstáculos.
Certa tarde ele estava imparável. Os saltos saiam não perfeição e ela, encostada juntos à boxes olhava-o e quando o cu se levantava do selim, os seus olhos fixavam no seu conjunto do cacete e tomates bem justos no calção e cujo volume lhe faziam com que os seus pensamentos obrigassem a sentir a ratinha molhada e as pernas a humedecer pelo que escorria.
Tão obsecada estava que incnscientemente levantou a saia já curta, e os dedos afastaram a cueca e começaram a esfregar o grelo.
Olhando-o notava o suor do cavalo que já esbranquiçava as botas de montar, e o suor a molhar a camisa da farda.
Na boxe ao lado da do Sultão um outro belo exemplar de equideo, estava numa fase terrivel e o seu grande margalho estava a distender-se grosso e apetecível a qualquer égua, e a cabecinha dela imaginava uma bela égua de rabo ao lado a levar com aquele margalho todo dentro.
Isto mais tesão lhe dava ainda e nem reparou que o Marquês estava atrás dela . O seu cheiro a cavalo e a suor, entrou-lhe pelas narinas e depois dele colocar o Sultão na box sentiu-se pegada ao colo por ele e enrolhou-lhe os seus braços em volta do pescoço.
Sem saber onde iam foi-lhe desabotoando os botões da camisa e passando alingua naquele peito molhado com um sabor a sal, a suor, a macho e depois colou a boca à dele.
Pela aquela hora os militares estavam pelas messes, salas de leitura e a Marquêsa sentiu-se que estava a entrar numa boxe vazia.
O Marquês levantou-lhe a saia e encostada a um fardo de palha sentiu o caralho dele a aflorar os labios da cona.
Baixou-se e meteu-o inteirinho na boca e dando umas chupadelas deixou-o ainda mais duro se possivel ...
Ele sentindo que o desejo de foder aumentava tirou-lhe o caralho da boca e pegando-lhe no braço levou-a para a boxe ao lado que tinha mais espaço e um pequeno anexo com fardos e palha.
A visão do cacete enorme do Sultão desvairava-a de tal modo que tinha vontade de se ajoelhar e pelo menos passar a lingua naquela cabeça.
Loucuras que passavam e sentiu que o Marquês a dobrava para a frente e o seu cu estava expôsto e as nádegas bem viradas para aquele pau grosso que ela adora.
Sentiu as mãos dele na cintura e a cabeçorra encostada à cona.
Deu um ligeiro chega atrás e foi a loucura
Ele estava a pensar no chega à frente.
Aquele caralho entro todo e ela encostada com as mãos na garupa do sultão.
O Tigre fodia-a com estocadas fortes e ritmadas.
E ela grirava e gemia, e num acesso de loucua agarrou o caete do sultã.
O Marquês nem reparou. Fodi-a tão só.
Ela masturbava o Sultão e daí a pouco relinchava o Sultão, miava alto a gata e o Marquês dava urros de prazer.
Foder não tem hora nem local
Acontece
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