Preciso que me toques,me possuas,
tomes posse do que é teu.
Sente-me
Com as tuas mãos,
Com os teus sentidos,
Senta-me toda
Abusa do meu sexo,louco, latejante,
húmido de tanto desejar.
Senta-me com mãos quentes e experientes
Quero as tuas carícias mais ousadas,
até que o teu toque me tortura de tesão.
Não!
Não me toques somente.
Isso não me basta
Apodera-te de mim,
sacia todas as tuas vontades,
satisfaz os teus e os meus mais loucos desejos.
Marca-me a pele,
extrai gemidos
e todos o gritos sufocados de prazer.
Vamos desfazer em gozo
Toca, sente-me,
e...fode...
isso fode-me outra vez
Nãopares
Fode-me
Não sou ave de gaiola! Gosto de viver e...deixar viver! Sou vaidoso, porque considero que tenho bom gosto! Tenho vocação para missões, mas não sou missionário! Gosto muito de dar, mas também exijo entrega! Aprecio muito a noite, mas também o dia Por isso, não há nada como um dia atrás do outro, com uma noite maravilhosa pelo meio!
Mostrar mensagens com a etiqueta foder. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta foder. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 29 de março de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
E se de repente fosse um intruso
Dia tranquilo pelos gabinetes. Particularmente o dia com algumas reuniões e muitos papéis reunidos para pôr em ordem.
Depois de uma passagem pela bar para um café e subi ao meu piso para então começar a ordenar as ideias.
Passei por Lousie, informei-me se estava tudo bem, e se a pasta de despacho já estava pronta,ao que me informou que sim, e que os elementos do meu staff já tinham deixado as suas pastas para a nálise e depois saído.
Assim entrei e teno um segurança na entrada do corredor como hábito, não liguei o bloqueio de porta.
Embrenhei-me nos papaeis e com atenção ao ecran do computador, que nem senti que a porta se tinha aberto, nem reparei que sobre a secretária a luz vermelha do bloqueio estava acesa.
Assim quase dei um salto quando senti umas mãos acariciando-me o pescoço e o cabelo.
"Não se assute Sir" ....
"Oh My God" era ela.
Louise, calmamente disse. .. Continue ... só queria saber se precisa de alguma coisa e nisto sentou-se no braço do cadeirão, o que levou, com o seu 1.70 e saltos que pudesse ter um pé no chão, as nadegas no braço da cadeia e a perna apoiada no no meu braço esquerdo, e consequentemente a saia subiu, no que as meias ajudaram a deslizar.
De facto continuei mas o apoio do braço esquerdo levava a que uma quimica passasse e obrigasse a que o meu Zézinho ficasse, aflito, dado que aumentando de volume e apertado nas calças se sentia incomodado.
Louise não tardou a notar tal volume e calmamente ajoelhando-se na minha frente enfiou-se debaixo da secretária. cinicamente e com ar malandro disse..... "despache o serviço que eu vou despachando a aflição que vai por aqui"..
Pleno de pujança fou primeiro lambido de alto a baixo, e depois, sentiu-o a entra naquela bova de sonho.
Mas que despacho fazia eu ? A noite era longa e poderia e jantar mais tarde ..
Afaguei-lhe os cabelos e senti a os lábios a bater-me nos tomates estando assim o bacamarte, todinho dentro da sua boca.
A tesão aumentava e eu não auqeria de modo algum, já que tinha interrompido o trabalho, que este agora fosse um tarefa não completa, pelo que, levantei-me e leveia-a a que o fizesse também.
Teriamos de iniciar o trabalho bem de início para que ficasse bem feito.
De sonho de facto aquele corpo.
Aí de novo a sua boca devoradora e ainda antes de me sentar continuou a mamar (como ela gosta!!!!!) A sua lingua passava na cabecinha como que provocando mais ainda, e de repente enfiava-o na boca mamando naquela posição.
Não dava muita hipótese de eu me conseguir despir, pois a sede de mamar era tanta que quase não me podia mover.
Loiuse deixava saliva e passava com amão , levando depois a minha a agrra o caralho para seu maior delírio colocar as mãos nos meus tomates.
Consegui despir-me aguentando-me sem me esporrar e sentei-me no sofa.
Num ápice tirou a roupa e aproveitando a minha posição sentado, de novo se pôs de joelhos e aproveitou para o levar à boca e continuar a sua tarefa, deliciosamente bem feita.
Então sem aguentar mais, precisava de sentir aquelas carnes a rodearem-me o caralho, precisava de a fazer ganir como ela gosta, Louise, Louise agora vá.
E ela sabia que eu lhe satisfaria a sua sempre desejada loucura, que o marido, lembram-se da foda em casa dela e assim para que tudo foosse ao encontro dos seus desejos, disse-lhe para se sentar na minha cara. Queria lamber aquela cona e aquele cu que bempreparava de ser preparado.
Assim fez . Subiu para o sofá, amarinhou por mim, sentou-se nas costas dele e .... a cona na minha boca...
Aquele cu a ser bem lambido e oleado pois o seu fetiche não satisfeito normalmente teria de ser de novo realizado.
E se assim o queria, assim o teve.. Depois e me encharcar bem a boca e de junto com a minha saliva o cu ficar no ponto , ela deitada de lado e não havia mais nada a fazer........
Era enterrá-lo todo no cu e foder...foder.... até que ela se sentiasse realizada
Fodemos com lentidão, fodemos apressando a momentos, voltavamos à lentidão, até se sentir demasiado quente. Os orgasmos era multiplos.
Loucura no chão onde numa carpete estavamos deitados
E loucura loucura loucura foi quando me pediu.........
Tire do meu cu....... Esporre-se na entrada dela......
Esporre-se.
Esporre-se entre a coninha e o cu
Pois como bem comportado imaginem.
O leite jorrou .
Depois ....bem depois fui ao despacho
Esta já estava despachada......Bom...muito bom
Então sem aguentar mais, precisava de sentir aquelas carnes a rodearem-me o caralho, precisava de a fazer ganir como ela gosta, Louise, Louise agora vá.
E ela sabia que eu lhe satisfaria a sua sempre desejada loucura, que o marido, lembram-se da foda em casa dela e assim para que tudo foosse ao encontro dos seus desejos, disse-lhe para se sentar na minha cara. Queria lamber aquela cona e aquele cu que bempreparava de ser preparado.
Assim fez . Subiu para o sofá, amarinhou por mim, sentou-se nas costas dele e .... a cona na minha boca...
Aquele cu a ser bem lambido e oleado pois o seu fetiche não satisfeito normalmente teria de ser de novo realizado.
E se assim o queria, assim o teve.. Depois e me encharcar bem a boca e de junto com a minha saliva o cu ficar no ponto , ela deitada de lado e não havia mais nada a fazer........
Era enterrá-lo todo no cu e foder...foder.... até que ela se sentiasse realizada
Fodemos com lentidão, fodemos apressando a momentos, voltavamos à lentidão, até se sentir demasiado quente. Os orgasmos era multiplos.
Loucura no chão onde numa carpete estavamos deitados
E loucura loucura loucura foi quando me pediu.........
Tire do meu cu....... Esporre-se na entrada dela......
Esporre-se.
Esporre-se entre a coninha e o cu
Pois como bem comportado imaginem.
O leite jorrou .
Depois ....bem depois fui ao despacho
Esta já estava despachada......Bom...muito bom
sábado, 23 de março de 2013
Beijo-te a pele...
Beijo-te a pele...
Acaricio-te o corpo...
Lambo-te as intimidades...
Perco-me...
No teu beijo molhado...
Desejo...
Cada parte do teu corpo...
Sinto prazer...
De diversas maneiras... Faço amor... Faço sexo...
Faço o que tiver que ser feito...
Entrego-me... Ofereço-me...
Na cama macia... No chão... Na lua...
Subo pelas paredes... Como morangos... Sem pudores...
Sem preconceitos... Sou teu por inteiro...
E num frenesi de sensações... Morro em teus braços...
Para renascer novamente... Num instante de sensações...
Desejando mais um momento te ter... ...!
Acaricio-te o corpo...
Lambo-te as intimidades...
Perco-me...
No teu beijo molhado...
Desejo...
Cada parte do teu corpo...
Sinto prazer...
De diversas maneiras... Faço amor... Faço sexo...
Faço o que tiver que ser feito...
Entrego-me... Ofereço-me...
Na cama macia... No chão... Na lua...
Subo pelas paredes... Como morangos... Sem pudores...
Sem preconceitos... Sou teu por inteiro...
E num frenesi de sensações... Morro em teus braços...
Para renascer novamente... Num instante de sensações...
Desejando mais um momento te ter... ...!
sexta-feira, 22 de março de 2013
Acordando tarde
Hoje, acordamos tarde, mas cedo demais para o almoço.
Por opção, não tomamos o pequeno almoço e ficamos enroscados um no outro, debaixo do edredão*.
Enquanto acordava e lhe ia fazendo festinhas, notei
nele uma erecção tremenda, daquelas potentes e i
mpressionantes (sabem do que falo?) debaixo da calça do
pijama.
Perguntei-lhe, ao ouvido:
Amor, é mesmo o que imaginoou é só o tesão do mijo?
Ele riu-se e repondeu-me com silêncio, enquando se recolhia
debaixo dos lençóis, arrastando com ele as
calças do meu pijama...
Virou-me de costas para ele e nem permitiu que eu refilasse,
agarrando-me nas nádegas e enterrando a língua
na minha cona deslizando pelo meu rabinho acima, fazendo-
me estremecer da cabeça aos pés.
Deixei-me estar a saborear os arrepios de prazer que ele me provocava, enquanto lhe acariciava o cabelo e
pouca pele descoberta que, de olhos fechados e movimentos limitados, eu conseguia alcançar.
Que delícia, meu tesudo! Que vontade me dás de ser fodida....
As mãos dele foram subindo pela minha barriga, agarrando-me as
maminhas soltas, que, nesse momento, já
pediam também umas boas lambidelas.
agarrando-se a elas, enquanto a minha mão
explorava o foco de desejo dele.
A sua erecção entre os meus dedos não me deixava dúvidas: ele estava
em brasa, o meu Tigre!

Dei uma volta de 180 graus e saltei-lhe para cima, iniciando uma penetração
lenta e sedenta.
Com os meus olhos fixos nos dele, com as mãos dele nas minhas mamas e com
os nossos sexos prestes a fundir-se, a temperatura do nosso quarto a isso l
evaria
Balancei as minhas ancas o mais que pude, com paixão e concentração,
inundando-nos a ambos de um prazer
inundando-nos a ambos de um prazer
intenssissimo que durou, e durou, e durou.... Hummm... Devagar, devagar,
devagarinho... Com mais vagar e com mais força, alternando, mais e mais e mais... e tudo, agora... agora...
Não! Não nos vamos vir! Ainda!
Deitei-me de costas e supliquei-lhe com o olhar que me montasse, ao que
ele acedeu de imediato, perfurando-
me com desejo e mergulhando a sua língua na minha boca faminta de
beijos e mais beijos, enquanto o sexo
beijos e mais beijos, enquanto o sexo
dele fazia o meu derreter de prazer! Que bom, Felino, continua... Ahhh..
SIIIIIMMM.... Hummmm... Tu sabes
SIIIIIMMM.... Hummmm... Tu sabes
do que eu gosto! Isso! Hummm....
Estranhou eu não me ter vindo ainda, mas estava tão concentrada no seu prazer, no meu prazer, nas vibrações
da nossa pele, que queria fazer o tempo durar mais e mais... Mas já não aguentei muito mais, já não conseguia
suster mais a fúria da minha vagina excitada e preenchida com a sua carne palpitante.
De joelhos, de costas voltadas para ele, de rabo empinado e exposto para o meu
Macho, agarrou-me pelas ancas e fodeu-me...fodeu-me sempre a foder.
Com paixão, com o tesão louco dumTigre com tesão que
Macho, agarrou-me pelas ancas e fodeu-me...fodeu-me sempre a foder.
Com paixão, com o tesão louco dumTigre com tesão que
satisfaz a sua fêmea com cio, que a faz sua, nesse instante!
Ohh... Sim! TigreSim, é para ti! Para ti,
Fode tigre cheio de tesão ..... Fode a tua cona adorada....fode -me o cu ... fode
só isso FODE .....FODE onde quiseres mas FODE
só isso FODE .....FODE onde quiseres mas FODE
................. e tu te vens....
Hummmmm....
E tu enches-me de leite.....
Huuuuuuuuuummmmmmmmm.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Férias
As férias têm de ser «contadas».
A parte mais quente, ou melhor, esta cena deliciosa, veio depois daquele jantar com a Lilly e o Paulo
O Paulolembram-se éo amigo nosso que tem o atelier nas Torres do Imaviz.
Adorávamos as férias em conjunto, não só pelas loucas noites de dança e conversa com amigos, como e o melhor pelas nossas intimidades, tanto minhas com a Lilly mas em especial os trios que de repente formávamos, ou a noites longas a ficarmos os quatro em ternos carinhos numa só cama. Bem dito é noites loucas de boas fodas.
No dia seguinte, saí com a Lilly e fomos dar uma volta por Palma, adoramos Maiorca e tomar um gelado numa das esplanadas, antes do spa do fim de tarde no hotel.
Impossível estar quieta na companhia da Lilly.
Risonha, muito bem humorada, onde ela está não dá para se estar sisudo ou sem, no mínimo, um sorriso no rosto.
E aquelas maminhas saltitantes, que ela sempre sem sutiã, como eu aliás, abana nas brincadeiras e leva os homens a olhar, (que bom olharem), dizia eu aquelas maminhas que me deixam sempre com vontade de lhes fazer festas mesmo em público.
Nem demos pelo tempo passar até que o Paulo chegou junto de nós.
Eram umas 19 horas e resolvemos fazer um petisco por ali .
O Miguel tinha ido fazer vela,viria tarde, com uns amigos espanhóis lá das suas guerrinhas e nós andavámos os três
Foi um deleite de ostras– o que adoro – terminando com uns lagostins e camarão.
Tudo regado com um delicioso vinho bem gelado, o que acabou por nos fazer soltar ainda mais a língua e… os sentidos que, a dada altura, já estavam bastante despertos.Notava-se o tesão a subir entre nós com as cars avermelhadas, a conversas apimentadas e as nossas perna(mulheres) a esfregarem-se como que tentando evitar que o mel fosse em demasia a escorrer.
De havaianas sainhas curtas e tops o Paulo deliciado à mesa entre as duas causva uma certa insegurança aqueles maridos que em férias passavam com as suas mais queridas ao lado, sem glamour e mais interessadas provavelmente a denominarem-nos de putas em férias com o director.
Mentes perversas. Adiante.
O ambiente ficou ainda mais quente quando a Carla e o Paulo começaram a trocar alguns beijos mais longos e sensuais, sem se preocuparem com a minha presença. Isto já fora do restaurante e num bar de uns conhecidos deles.
Até que comecei a notar o olhar provocador de Paulo, de cada vez que beijava Lilly. Era normal o sinal , como quem diz, dá-me a tua lingua a seguir.
Parecia querer guardar cada reacção minha e não contive um suspiro quando via a mão masculina desaparecer debaixo da mesa.
O movimento do seu braço denunciava as carícias a que submetia Lilly..
E tive vontade de sentir também os seus dedos e acho que não consegui esconder o meu pensamento, a julgar pelo sorriso que se lhe desenhou nos lábios.
Provoquei-o passando a língua nos lábios, antes de aproximar o copo do coktail para beber um pouco da bebida.
Sentia-me tesuda, provocante e demasiado quente já par ou sentir que ou iria ter retorno ou então puxando a toalha da mesa, levar a mão à minha cona e esfregar lentamente até ter orgasmo.
Nesse momento, Lilly apercebeu-se e sorriu também, aproximando-se de mim e beijando-me os labios, ao de leve, sem lingua.
Senti uma mão pousar na minha coxa, . Não descortinei de imediato a qual deles pertenciam aqueles dedos que me apertavam a carne, mas ávida de prazer, já pouco me importava.
Senti que subiam e abri mais as pernas, que dedos deliciosos. Quase a vir-me
Soube logo a seguir que eram dela, quando vi as mãos soltas de Paulo.
O vinho do jantar estava a ajudar e a deixar-me levar pela sedução deles ali, eles que adoravam viver uma vida plena de tudo.
O tesão foi enorme e entreabri os olhos que tinha fechado e a outra mão dela estava no caralho de Paulo.
Não podiamos manter mais por ali
Quem conhece Palma e na Marrginal há uma enorme bearhouse.
Fomos para lá para ver se a cerveja ou o passeio entretanto nos arrefecia.
A parte mais quente, ou melhor, esta cena deliciosa, veio depois daquele jantar com a Lilly e o Paulo
O Paulolembram-se éo amigo nosso que tem o atelier nas Torres do Imaviz.
Adorávamos as férias em conjunto, não só pelas loucas noites de dança e conversa com amigos, como e o melhor pelas nossas intimidades, tanto minhas com a Lilly mas em especial os trios que de repente formávamos, ou a noites longas a ficarmos os quatro em ternos carinhos numa só cama. Bem dito é noites loucas de boas fodas.
No dia seguinte, saí com a Lilly e fomos dar uma volta por Palma, adoramos Maiorca e tomar um gelado numa das esplanadas, antes do spa do fim de tarde no hotel.
Impossível estar quieta na companhia da Lilly.
Risonha, muito bem humorada, onde ela está não dá para se estar sisudo ou sem, no mínimo, um sorriso no rosto.
E aquelas maminhas saltitantes, que ela sempre sem sutiã, como eu aliás, abana nas brincadeiras e leva os homens a olhar, (que bom olharem), dizia eu aquelas maminhas que me deixam sempre com vontade de lhes fazer festas mesmo em público.
Nem demos pelo tempo passar até que o Paulo chegou junto de nós.
Eram umas 19 horas e resolvemos fazer um petisco por ali .
O Miguel tinha ido fazer vela,viria tarde, com uns amigos espanhóis lá das suas guerrinhas e nós andavámos os três
Foi um deleite de ostras– o que adoro – terminando com uns lagostins e camarão.
Tudo regado com um delicioso vinho bem gelado, o que acabou por nos fazer soltar ainda mais a língua e… os sentidos que, a dada altura, já estavam bastante despertos.Notava-se o tesão a subir entre nós com as cars avermelhadas, a conversas apimentadas e as nossas perna(mulheres) a esfregarem-se como que tentando evitar que o mel fosse em demasia a escorrer.
De havaianas sainhas curtas e tops o Paulo deliciado à mesa entre as duas causva uma certa insegurança aqueles maridos que em férias passavam com as suas mais queridas ao lado, sem glamour e mais interessadas provavelmente a denominarem-nos de putas em férias com o director.
Mentes perversas. Adiante.
O ambiente ficou ainda mais quente quando a Carla e o Paulo começaram a trocar alguns beijos mais longos e sensuais, sem se preocuparem com a minha presença. Isto já fora do restaurante e num bar de uns conhecidos deles.
Até que comecei a notar o olhar provocador de Paulo, de cada vez que beijava Lilly. Era normal o sinal , como quem diz, dá-me a tua lingua a seguir.
Parecia querer guardar cada reacção minha e não contive um suspiro quando via a mão masculina desaparecer debaixo da mesa.
O movimento do seu braço denunciava as carícias a que submetia Lilly..
E tive vontade de sentir também os seus dedos e acho que não consegui esconder o meu pensamento, a julgar pelo sorriso que se lhe desenhou nos lábios.
Provoquei-o passando a língua nos lábios, antes de aproximar o copo do coktail para beber um pouco da bebida.
Sentia-me tesuda, provocante e demasiado quente já par ou sentir que ou iria ter retorno ou então puxando a toalha da mesa, levar a mão à minha cona e esfregar lentamente até ter orgasmo.
Nesse momento, Lilly apercebeu-se e sorriu também, aproximando-se de mim e beijando-me os labios, ao de leve, sem lingua.
Senti uma mão pousar na minha coxa, . Não descortinei de imediato a qual deles pertenciam aqueles dedos que me apertavam a carne, mas ávida de prazer, já pouco me importava.
Senti que subiam e abri mais as pernas, que dedos deliciosos. Quase a vir-me
Soube logo a seguir que eram dela, quando vi as mãos soltas de Paulo.
O vinho do jantar estava a ajudar e a deixar-me levar pela sedução deles ali, eles que adoravam viver uma vida plena de tudo.
O tesão foi enorme e entreabri os olhos que tinha fechado e a outra mão dela estava no caralho de Paulo.
Não podiamos manter mais por ali
Quem conhece Palma e na Marrginal há uma enorme bearhouse.
Fomos para lá para ver se a cerveja ou o passeio entretanto nos arrefecia.
Nada disso. agarrados com um casal só, Paulo no meio com o seu 1.80 e nós apertadinhas com as cabeças nos seus sovacos mais tesão criávamos com o cheiro a macho que ele tinha.
Estava deserta, e fomos afastando e sentámos na frente de uma casa de banheiros ali sem luz. Era um banco de madeira onde os banhistas se sentam para limpar a areia dos pés.
Paulo sentou-se e de imediato, Lilly baixou o calção dele e delicadamente com a boca colocou-lhe um preservativo.
Depois de o mamar por um minuto se tanto agarou-me de frente, colou os labios nos meus e foi-me levando de recuo até sentir os joelhos dele na parte de trás das minhas pernas. As mãos deles na minha cintura. Afastei as pernas . Lilly de joelhos desceu o meu fio e tirou-o. Desci as ancas. Senti vinte centimentos pela cona acima alargando-a com uma grossura avassaladora.
Lilly de joelhos lambia-me a cona , as mãos dele nas minhas mamas e eu subia e descia.
Senti as mãos na cintura a apertar e Paulo fazia-me descer e subir. Escorria leites e estava a atingir para aí o meu 4 º orgasmo. Paulo urrava de prazer e senti que os jactos de esporra ficavam apertados na camisinha.
Que foda.
Lilly sorria e de joelhos retirou o preservativo do Paulo convidando-me a com ela saborar-mos o liquido emergente do retirar da camisa.
Ao sentir os nossos lábios o bacanarte que ainda estava bem em pé, endureceu e Lilly sentou-se nele, deliciosamnete de frente para Paulo tendo eu de joelhos e atrás dela lambido aquele cuzinho e os tomates do Paulo o que lhe deu um enorme impulso para que num ápice começassem a aumentar o ritmo e com gritinhos sensuais se virem, desencavando na altura para me darem na minha boca os seus liquidos de amor..
Um banho todos nus com água pelos 24 º e o calor da noite mediterrânica foi um bálsamo final.
Caminhamos pela praia secando ,
Ao longe, não muito o veleiro onde vinha Miguel entrava na marina.
Eu já imaginava a foda que seria com o meu amor a contar-lhe a miinha tarde e sentada em cima dele a sentir os meus liquidos lubrificarem o seu pau dentro de mim.
Iria ser bom.
Depois conto
Subscrever:
Mensagens (Atom)
























