- Vamos sair daqui? – sussurrei-lhe ao ouvido.
Encontrávamo-nos no nosso local preferido para ela tomar um chocolate junto a Belém
Afastou o rosto, olhou-me como que para confirmar a veracidade das minhas palavras.
- Tens a certeza?
- Absoluta. E tu?
- Não há nada que queira mais.
Não consegui dizer nada. Olhei-a, simplesmente.
- Sabes que mais? – disse. Pressionou os meus lábios com os seus, com força e continuou –Vamos. Pegou-me na mão e saímos do Piazza di Mare
No estacionamento, levei-a até ao carro e depois de o destrancar, virei-a para mim e encostei o seu corpo ao meu. Sentir como eu estava excitado só a fez gemer interiormente.
Desejava-me tanto. Notava-se
Abraçou-me e pressionei-me contra ela, fazendo com que se encaixasse no seu corpo.
Se estivessemos num local isolado, não esperaria mais tempo.
Teria sido ali que lhe levantava a saia até à cintura e a fodia. Suspiramos e entrámos no carro
- Daqui a pouco não vou conseguir conduzir… – disse-lhe.
Sorriu em resposta.
Mil loucuras passavam-me pela mente enquanto entravamos na sauna.
Pagamos e descemos a escada.
Rapidamente as roupas caíram, guaramos nos cacifos e com as tolhas envolvendo o corpo foi no corredor que a encostei a uma parede e levantou uma perna que apoiou na minha cintura .
Não conseguia esperar mais tempo. A vontade era incontrolável. As tolhas cairam.
Eu não queria pensar, somente sentir.
Sentiu a boca no pescoço, nas mamas, as mãos que afastaram coxas, a pressão do corpo de encontro ao ventre. A minha excitação. O beijo. E sentiu-o entrar.
O prazer de me sentir dentro dela. Duro, grande, quente, húmido.
Insistentemente. Profundamente. Os movimentos alucinados, os gemidos.
Ainda agora a sinto.
Gemia-me ao ouvido e pedia mais ...."....fode-me que estão parados a ver-nos....fode-me que quero que vejam que sou tua,..que sei foder,...que és meu,..que fodes bem, que me fodes toda... fode-me Vasco. Os casais e demais clientes passavam e deliravam, pois apalpavam-se e beijavam-se. Nós fodiamos . O orgasmo que veio rápido. Avassalador.
Não chegou para nos satisfazer.
Pausa. Respirações entrecortadas. Corações a bater acelerados, em uníssono. Trocámos um beijo, rindo.
- Somos loucos – disse-lhe.
- Que bom que o somos respondeu-me.
Pegamos nas toalhas caídas ao chão, fomos trocá-las e fomos para o banho turco.
Entrámos e num degrau superior deitei-me e ela deitou.se entre as minhas pernas, de costas encostadas ao meu peito.
Sentia decerto o meu caralho entre as nádegas.
Um casal debruçou-se sobre nós e enquanto ela colava as maminhas na minha boca, ele delicadamente lambia-a notando-se que não evitava que a lingua tocasse a cabeça do meu caralho entalado entre as pernas
Ela tinha decerto, a vontade de o sentir de novo dentro do corpo.
Num repente virou-se e ajoelhou-se entre as minha pernas. Tocou-me.
Sentiu a rigidez entre os dedos.
Mas era com a boca que me queria tocar.
Notámos que a outra colocava uma perna no degrau onde estávamos deitados podendo descer assim a cona para a minha boca. O turco não estava demasiado quente o que era agradável sentir os nossos corpos e orificios húmidos e leitosos.
Ele colocou-se atrás de Louise que estando de quatro dava acesso ao seu cu e à sua cona com facilidade. Sentiu a boca dele a explorá-la.
Louise baixou o rosto, entreabriu os lábios e meteu-o na boca.
Que sensação extraordinária a boca dela no meu caralho, a cona da outra na minha boca e ouvir os seus gemidos quando o tirava da boca e o massajava com prazer. Saber que lhe dava prazer. Continuou, movimentando a boca, os lábios, a língua, convidando-me à maior volúpia.
Sentiu o caralho a endurecer mais, latejando do entre os seus lábios, de encontro aos dedos que auxiliavam os movimentos.
Agarruei-a pelos cabelos, incitando a que não parasse de chupar, de lamber.
- Pára, que não aguento mais… se continuas, eu venho-me.
-".........Eu quero que te venhas. Agora e aqui............." gritou
O seu grito entoou pelas paredes, esquecendo o local o que ainda mais excitante foi.
Comecei a esporrar-me. Recebeu os primeiros jactos. Deitou-se sobre mim e eu vinha-me entre as suas mamas.
Os seus lábios encontraram os meus e uma cona deliciosamente rapada a ter um orgasmo na minha, nas nossas bocas.
Notava-se que se vinha na boca dele que continuava a lamber-lhe a cona e o cu.
Delicioso.
Saimos os quatro perante olhares pecaminosos de dois casais e alguns clientes e fomos ao duche.
Passámos pelo bar para tomar uma água.Falámos pouco. Eram franceses. A linguagem do sexo é semelhante ou mesmo igual.
Umas palavras, uns sorissos e....
Entramos num gabinete para relaxar e fechamos a porta.
Luz muito suave, quase apagada, boa temperatura, corpos desnudados e eu deitado ao lado de Louise, tendo a francesa a meu lado e ele ao lado de Louise.
Se bem me recordo ouvi daí a algum tempo o rasgar de invólucros.Senti uma boca que habilmente colocava o preservativo na meu pau.
Senti que uns peitos macios desciam para a minha boca e que uma cona quente envolvia o meu caralho.
Notei Louise de pescoço virado para mim e de mão dáda comigo.Sorriu e de repente ....................
Ouvi-a fazer ahhh, aquele ahhhh dela de prazer, um ah tesudo quando normalmente arregala os olhos , decerto quando sentiu o caralho grosso do francês a entrar na sua cona pronta para uma foda lenta e saborosa....... Lembro-me que gostá-mos
Como uma das mais belas recordações que guardamos.
Não sou ave de gaiola! Gosto de viver e...deixar viver! Sou vaidoso, porque considero que tenho bom gosto! Tenho vocação para missões, mas não sou missionário! Gosto muito de dar, mas também exijo entrega! Aprecio muito a noite, mas também o dia Por isso, não há nada como um dia atrás do outro, com uma noite maravilhosa pelo meio!
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quinta-feira, 9 de maio de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Férias
As férias têm de ser «contadas».
A parte mais quente, ou melhor, esta cena deliciosa, veio depois daquele jantar com a Lilly e o Paulo
O Paulolembram-se éo amigo nosso que tem o atelier nas Torres do Imaviz.
Adorávamos as férias em conjunto, não só pelas loucas noites de dança e conversa com amigos, como e o melhor pelas nossas intimidades, tanto minhas com a Lilly mas em especial os trios que de repente formávamos, ou a noites longas a ficarmos os quatro em ternos carinhos numa só cama. Bem dito é noites loucas de boas fodas.
No dia seguinte, saí com a Lilly e fomos dar uma volta por Palma, adoramos Maiorca e tomar um gelado numa das esplanadas, antes do spa do fim de tarde no hotel.
Impossível estar quieta na companhia da Lilly.
Risonha, muito bem humorada, onde ela está não dá para se estar sisudo ou sem, no mínimo, um sorriso no rosto.
E aquelas maminhas saltitantes, que ela sempre sem sutiã, como eu aliás, abana nas brincadeiras e leva os homens a olhar, (que bom olharem), dizia eu aquelas maminhas que me deixam sempre com vontade de lhes fazer festas mesmo em público.
Nem demos pelo tempo passar até que o Paulo chegou junto de nós.
Eram umas 19 horas e resolvemos fazer um petisco por ali .
O Miguel tinha ido fazer vela,viria tarde, com uns amigos espanhóis lá das suas guerrinhas e nós andavámos os três
Foi um deleite de ostras– o que adoro – terminando com uns lagostins e camarão.
Tudo regado com um delicioso vinho bem gelado, o que acabou por nos fazer soltar ainda mais a língua e… os sentidos que, a dada altura, já estavam bastante despertos.Notava-se o tesão a subir entre nós com as cars avermelhadas, a conversas apimentadas e as nossas perna(mulheres) a esfregarem-se como que tentando evitar que o mel fosse em demasia a escorrer.
De havaianas sainhas curtas e tops o Paulo deliciado à mesa entre as duas causva uma certa insegurança aqueles maridos que em férias passavam com as suas mais queridas ao lado, sem glamour e mais interessadas provavelmente a denominarem-nos de putas em férias com o director.
Mentes perversas. Adiante.
O ambiente ficou ainda mais quente quando a Carla e o Paulo começaram a trocar alguns beijos mais longos e sensuais, sem se preocuparem com a minha presença. Isto já fora do restaurante e num bar de uns conhecidos deles.
Até que comecei a notar o olhar provocador de Paulo, de cada vez que beijava Lilly. Era normal o sinal , como quem diz, dá-me a tua lingua a seguir.
Parecia querer guardar cada reacção minha e não contive um suspiro quando via a mão masculina desaparecer debaixo da mesa.
O movimento do seu braço denunciava as carícias a que submetia Lilly..
E tive vontade de sentir também os seus dedos e acho que não consegui esconder o meu pensamento, a julgar pelo sorriso que se lhe desenhou nos lábios.
Provoquei-o passando a língua nos lábios, antes de aproximar o copo do coktail para beber um pouco da bebida.
Sentia-me tesuda, provocante e demasiado quente já par ou sentir que ou iria ter retorno ou então puxando a toalha da mesa, levar a mão à minha cona e esfregar lentamente até ter orgasmo.
Nesse momento, Lilly apercebeu-se e sorriu também, aproximando-se de mim e beijando-me os labios, ao de leve, sem lingua.
Senti uma mão pousar na minha coxa, . Não descortinei de imediato a qual deles pertenciam aqueles dedos que me apertavam a carne, mas ávida de prazer, já pouco me importava.
Senti que subiam e abri mais as pernas, que dedos deliciosos. Quase a vir-me
Soube logo a seguir que eram dela, quando vi as mãos soltas de Paulo.
O vinho do jantar estava a ajudar e a deixar-me levar pela sedução deles ali, eles que adoravam viver uma vida plena de tudo.
O tesão foi enorme e entreabri os olhos que tinha fechado e a outra mão dela estava no caralho de Paulo.
Não podiamos manter mais por ali
Quem conhece Palma e na Marrginal há uma enorme bearhouse.
Fomos para lá para ver se a cerveja ou o passeio entretanto nos arrefecia.
A parte mais quente, ou melhor, esta cena deliciosa, veio depois daquele jantar com a Lilly e o Paulo
O Paulolembram-se éo amigo nosso que tem o atelier nas Torres do Imaviz.
Adorávamos as férias em conjunto, não só pelas loucas noites de dança e conversa com amigos, como e o melhor pelas nossas intimidades, tanto minhas com a Lilly mas em especial os trios que de repente formávamos, ou a noites longas a ficarmos os quatro em ternos carinhos numa só cama. Bem dito é noites loucas de boas fodas.
No dia seguinte, saí com a Lilly e fomos dar uma volta por Palma, adoramos Maiorca e tomar um gelado numa das esplanadas, antes do spa do fim de tarde no hotel.
Impossível estar quieta na companhia da Lilly.
Risonha, muito bem humorada, onde ela está não dá para se estar sisudo ou sem, no mínimo, um sorriso no rosto.
E aquelas maminhas saltitantes, que ela sempre sem sutiã, como eu aliás, abana nas brincadeiras e leva os homens a olhar, (que bom olharem), dizia eu aquelas maminhas que me deixam sempre com vontade de lhes fazer festas mesmo em público.
Nem demos pelo tempo passar até que o Paulo chegou junto de nós.
Eram umas 19 horas e resolvemos fazer um petisco por ali .
O Miguel tinha ido fazer vela,viria tarde, com uns amigos espanhóis lá das suas guerrinhas e nós andavámos os três
Foi um deleite de ostras– o que adoro – terminando com uns lagostins e camarão.
Tudo regado com um delicioso vinho bem gelado, o que acabou por nos fazer soltar ainda mais a língua e… os sentidos que, a dada altura, já estavam bastante despertos.Notava-se o tesão a subir entre nós com as cars avermelhadas, a conversas apimentadas e as nossas perna(mulheres) a esfregarem-se como que tentando evitar que o mel fosse em demasia a escorrer.
De havaianas sainhas curtas e tops o Paulo deliciado à mesa entre as duas causva uma certa insegurança aqueles maridos que em férias passavam com as suas mais queridas ao lado, sem glamour e mais interessadas provavelmente a denominarem-nos de putas em férias com o director.
Mentes perversas. Adiante.
O ambiente ficou ainda mais quente quando a Carla e o Paulo começaram a trocar alguns beijos mais longos e sensuais, sem se preocuparem com a minha presença. Isto já fora do restaurante e num bar de uns conhecidos deles.
Até que comecei a notar o olhar provocador de Paulo, de cada vez que beijava Lilly. Era normal o sinal , como quem diz, dá-me a tua lingua a seguir.
Parecia querer guardar cada reacção minha e não contive um suspiro quando via a mão masculina desaparecer debaixo da mesa.
O movimento do seu braço denunciava as carícias a que submetia Lilly..
E tive vontade de sentir também os seus dedos e acho que não consegui esconder o meu pensamento, a julgar pelo sorriso que se lhe desenhou nos lábios.
Provoquei-o passando a língua nos lábios, antes de aproximar o copo do coktail para beber um pouco da bebida.
Sentia-me tesuda, provocante e demasiado quente já par ou sentir que ou iria ter retorno ou então puxando a toalha da mesa, levar a mão à minha cona e esfregar lentamente até ter orgasmo.
Nesse momento, Lilly apercebeu-se e sorriu também, aproximando-se de mim e beijando-me os labios, ao de leve, sem lingua.
Senti uma mão pousar na minha coxa, . Não descortinei de imediato a qual deles pertenciam aqueles dedos que me apertavam a carne, mas ávida de prazer, já pouco me importava.
Senti que subiam e abri mais as pernas, que dedos deliciosos. Quase a vir-me
Soube logo a seguir que eram dela, quando vi as mãos soltas de Paulo.
O vinho do jantar estava a ajudar e a deixar-me levar pela sedução deles ali, eles que adoravam viver uma vida plena de tudo.
O tesão foi enorme e entreabri os olhos que tinha fechado e a outra mão dela estava no caralho de Paulo.
Não podiamos manter mais por ali
Quem conhece Palma e na Marrginal há uma enorme bearhouse.
Fomos para lá para ver se a cerveja ou o passeio entretanto nos arrefecia.
Nada disso. agarrados com um casal só, Paulo no meio com o seu 1.80 e nós apertadinhas com as cabeças nos seus sovacos mais tesão criávamos com o cheiro a macho que ele tinha.
Estava deserta, e fomos afastando e sentámos na frente de uma casa de banheiros ali sem luz. Era um banco de madeira onde os banhistas se sentam para limpar a areia dos pés.
Paulo sentou-se e de imediato, Lilly baixou o calção dele e delicadamente com a boca colocou-lhe um preservativo.
Depois de o mamar por um minuto se tanto agarou-me de frente, colou os labios nos meus e foi-me levando de recuo até sentir os joelhos dele na parte de trás das minhas pernas. As mãos deles na minha cintura. Afastei as pernas . Lilly de joelhos desceu o meu fio e tirou-o. Desci as ancas. Senti vinte centimentos pela cona acima alargando-a com uma grossura avassaladora.
Lilly de joelhos lambia-me a cona , as mãos dele nas minhas mamas e eu subia e descia.
Senti as mãos na cintura a apertar e Paulo fazia-me descer e subir. Escorria leites e estava a atingir para aí o meu 4 º orgasmo. Paulo urrava de prazer e senti que os jactos de esporra ficavam apertados na camisinha.
Que foda.
Lilly sorria e de joelhos retirou o preservativo do Paulo convidando-me a com ela saborar-mos o liquido emergente do retirar da camisa.
Ao sentir os nossos lábios o bacanarte que ainda estava bem em pé, endureceu e Lilly sentou-se nele, deliciosamnete de frente para Paulo tendo eu de joelhos e atrás dela lambido aquele cuzinho e os tomates do Paulo o que lhe deu um enorme impulso para que num ápice começassem a aumentar o ritmo e com gritinhos sensuais se virem, desencavando na altura para me darem na minha boca os seus liquidos de amor..
Um banho todos nus com água pelos 24 º e o calor da noite mediterrânica foi um bálsamo final.
Caminhamos pela praia secando ,
Ao longe, não muito o veleiro onde vinha Miguel entrava na marina.
Eu já imaginava a foda que seria com o meu amor a contar-lhe a miinha tarde e sentada em cima dele a sentir os meus liquidos lubrificarem o seu pau dentro de mim.
Iria ser bom.
Depois conto
Colecção Outono/Inverno
O tigre tinha -me dito que o nosso grande amigo Paulo, marido da minha amiga Lilly, e que connosco frequentava o SW gostaria de me mostrar a coleccção de Outono Inverno do ano seguinte no seu escritório no Imaviz.
Iriamos ao fim da tarde para eu dar uma vista de olhos.
No entanto disse-me ...Sabes aquela fantasia de ver a colecção e experimentar a sensação de foder no escritório do Paulo olhando a cidade .....Queres ?
E ainda tens aquela fantasia de olhar a cidade e sentir dois caralhos? Tens?
Tenho e quero disse-lhe eu .... afinal a fantasia era minha ....
Fomos com o Paulo deixamos o carro na garagem e fomos para o ascensor
Caminhámos para um sofá largo .
Paulo saiu da copa de garrafa de cerveja na mão, começando a despir-se também.
Foi a última coisa a que prestei atenção, antes de montar Miguel que se foi sentar no sofá.
Não me sentia eu ali. Provavelmente outra no meu lugar.
Ou eu mesma, mostrando mais uma vez como podia ficar desprovida de qualquer preconceito incómodo, imposto pela sociedade decrépita e volátil.
As pernas enlaçando a sua cintura, o caralho a entrar e sair em estocadas vigorosas que me faziam gemer, eram o suficiente para quase perder a noção da realidade.
Senti a boca de Paulo na minha nuca e as suas mãos a erguerem as minhas mamas na direcção da boca de Miguel Dois homens unidos para me darem todo o prazer.
Dois homens numa partilha sem igual, de um corpo que se fazia urgente foder.
E o meu corpo subia e descia, enterrando-se naquele caralho poderoso, enquanto outro, igualmente rijo, se roçava nas minhas costas.
Não imaginava que poderia ser assim o prazer de estar entre dois homens.
O prazer de ser o alvo do seu desejo em simultâneo. Apenas lhes dizia ...fode ...fode quero ....fode
Fazia parte das minhas fantasias, ser fodida por dois homens, mas nunca pensara ver realizado tal desejo.
Miguel fodia-me cada vez mais rápido, e Paulo apertava os bicos dos meus seios, enquanto me beijava as costas e roçava o caralho erguido nas minhas nádegas.
Sentia-me perto do orgasmo...... e Paulo dirigiu os seus dedos, depois de os humedecer na minha boca, para a entrada do meu cu, pressionando as pregas e penetrando-me com um dedo.
Que gozo que me fez vir logo.
Enlouqueceu-me.
Vinha-me entre gemidos e gritos, sentindo as fortes estocadas do meu Miguel, antes de ele mesmo se vir, o que não demorou muito tempo.
Preservativo na mão de Paulo.
Era a sua vez.
Fez-me ajoelhar à frente de Miguel e, segurando o caralho, enfiou-mo num só impulso. Magoou-me sentir a carne invadir-me e abrindo-me ainda mais, apesar de estar molhada do meu orgasmo. Sem dó, apenas buscando o próprio orgasmo, Paulo gritava:
Toma, gata! Engole-me o caralho todo! Oh, que bela foda! Fode ...fode....adoro....fode
Paulo sempre havia gostado de dizer palavrões a foder segundo a Lilly me dizia que ela adorava e que a mim não me agradava nem desagradava. Era indiferente.
Precisava de saber foder. Podiam dizer asneiras ou não.Ele sabia foder.
Miguel agarrou-me as faces e puxou o meu rosto de encontro ao seu caralho que ainda se mantinha excitado.
Levou-me a lambê-lo, chupá-lo e engoli-lo, o que adorava.
Senti o desejo a crescer em ondas, e a sujeição à vontade daqueles dois fazia-me quase entrar em transe.
Mergulhei na volúpia e eu mesma queria mais, muito mais.
Queria estar a foder eternamente
O culminar do final de tarde foi a dupla penetração.
Deitada sobre Miguel, com a cona a engolir-lhe o caralho, e o Paulo foi lentamente entrando também na minha cona aque alargou sem dor com aquele prazer brutal.
A dada altura perguntei-me se o desejo ostentado pelo orgulho masculino, encerrava em si carinho também, mas mas não era hora para filosofias, mas sim para foder em pleno.
Depois Paulo retirou e apontou a cabeça às pregas do meu cu e começou a tentar penetrar-me, sentindo certa resistência que ele prontamente resolveu inundando o meu cu de gel lubrificante.
Ergui o corpo, deixando que Miguel saísse de dentro de mim, para que a carne distendida permitisse a entrada do caralho de Paulo que se afundou em movimentos de vaivém que me afastaram o incómodo e deram lugar ao prazer, deixando que aquela verga se enterrasse totalmente e permitindo que o Miguel se instalasse de novo na minha cona em brasa.
Estava ali para isso.
Sentia-me bem.
Dois caralhos de homens adoráveis,
O meu Marquês e o Paulo amigo de há tantos anos
Maria, um corpo-receptáculo de orgasmos, fonte de luxúria.
Impossível descrever a sensação de me sentir invadida por dois cacetes de carne imponentes .
Paulo veio-se primeiro, retirando-se da minha entrada anal, tirando o preservativo e derramando o leite quente nas minhas nádegas.
Segundos depois fui eu e o Miguel.
Restaram três corpos cansados e satisfeitos, molhados de suor e orgasmos, com odor a sexo .
No chão, roupas espalhadas.
Uma experiência a repetir? Não sei.
Fantasia realizada?
De quem, afinal?
Iriamos ao fim da tarde para eu dar uma vista de olhos.
No entanto disse-me ...Sabes aquela fantasia de ver a colecção e experimentar a sensação de foder no escritório do Paulo olhando a cidade .....Queres ?
E ainda tens aquela fantasia de olhar a cidade e sentir dois caralhos? Tens?
Tenho e quero disse-lhe eu .... afinal a fantasia era minha ....
Fomos com o Paulo deixamos o carro na garagem e fomos para o ascensor
Entrei e logo senti que algo se passava que me deixou a pensar mas num delirio inconsciente.
Vestia uma camisa de botões alto abaixo, como sempre sem sutiã , saia meio da perna e meia, fio dental.
Os meus (posse) lindos estavam junto a mim e tinhamos entrado até ao fundo da cabina .
Entrou gente(o elevador levaria 8 pessoas no máximo) , dado que as torres possuem 10 elevadores.
Foi parando em todos os pisos e por volta do 10º já eu sentia uma mão do lado direito que me tinha levantado a saia atrás, perfeitamente resguardada a visão pelo Paulo que na minha frente e no seu 1,80 de altura tapava a visão.
Dado que estava de frente para mim, com uma desfaçatez danada mas que me excitou, meteu-me a lingua na boca e uma mão na mama direita,após desabotoar 4 botões.
Espaço exíguo do elevador serviu para mais apalpões e linguados.
Parámos calculo pelo 10º andar e saiu a ultima pessoa.
Paulo estendeu o braço esquerdo e fez Stop no botão do ascensor, tendo este parado aí entre o 14º e o 15ºpisos calcúlo
Sem palavras desnecessárias.
Para foder não são precisas palavras, apenas corpos, vontades e luxúria, tudo em quantidade suficiente.
Senti um desejo danadao de me agachar e meter um caralho na boca mas não tive tempo.
Por essa altura já o Miguel, meu Tigre feroz estava atrás de mim, a minha saia na cintura, e o seu caralho entrava grosso na minha coninha.
Paulo segurava a minha perna direita levantada, e com a boca colada faziamos um linguado devorador.
Foi num ápice.
Estás a gostar.???? Verás no escritório, disse Paulo Não está lá ninguém. Verás
Ligaram o ascensor e parámos no 17 º.
Entramos num apartamento e reparei que tinha uma recepção e três gabinetes. Tudo apagado. A luz intensa da rua iluminava de uma forma sensual os gabinetes.
Ainda o Paulo não tinha fechado a porta do apartamento e já o Miguel me agarrava, de mãos abertas apertando-me o rabo, a boca no meu pescoço, descendo para as mamas pois a blusa já tinha sido aberta e as maminhas estavam soltas..
Levei as mãos às minhas ao cinto das calças dele e desapertei-o bem como aos botões, e abri-as. Elas cairam e ele ficou em boxers que tirou num instante ficando nu na minha frente. Colámos as bocas sem saber onde estava o Paulo . O caralho de encontro à minha cona de pernas entreabertas enchia-me de tesão.
Senti como a cona escorria sucos, com vontade de abrigar aquele caralho duro.Caminhámos para um sofá largo .
Paulo saiu da copa de garrafa de cerveja na mão, começando a despir-se também.
Foi a última coisa a que prestei atenção, antes de montar Miguel que se foi sentar no sofá.
Não me sentia eu ali. Provavelmente outra no meu lugar.
Ou eu mesma, mostrando mais uma vez como podia ficar desprovida de qualquer preconceito incómodo, imposto pela sociedade decrépita e volátil.
As pernas enlaçando a sua cintura, o caralho a entrar e sair em estocadas vigorosas que me faziam gemer, eram o suficiente para quase perder a noção da realidade.
Senti a boca de Paulo na minha nuca e as suas mãos a erguerem as minhas mamas na direcção da boca de Miguel Dois homens unidos para me darem todo o prazer.
Dois homens numa partilha sem igual, de um corpo que se fazia urgente foder.
E o meu corpo subia e descia, enterrando-se naquele caralho poderoso, enquanto outro, igualmente rijo, se roçava nas minhas costas.
Não imaginava que poderia ser assim o prazer de estar entre dois homens.
O prazer de ser o alvo do seu desejo em simultâneo. Apenas lhes dizia ...fode ...fode quero ....fode
Fazia parte das minhas fantasias, ser fodida por dois homens, mas nunca pensara ver realizado tal desejo.
Miguel fodia-me cada vez mais rápido, e Paulo apertava os bicos dos meus seios, enquanto me beijava as costas e roçava o caralho erguido nas minhas nádegas.
Sentia-me perto do orgasmo...... e Paulo dirigiu os seus dedos, depois de os humedecer na minha boca, para a entrada do meu cu, pressionando as pregas e penetrando-me com um dedo.
Que gozo que me fez vir logo.
Enlouqueceu-me.
Vinha-me entre gemidos e gritos, sentindo as fortes estocadas do meu Miguel, antes de ele mesmo se vir, o que não demorou muito tempo.
Preservativo na mão de Paulo.
Era a sua vez.
Fez-me ajoelhar à frente de Miguel e, segurando o caralho, enfiou-mo num só impulso. Magoou-me sentir a carne invadir-me e abrindo-me ainda mais, apesar de estar molhada do meu orgasmo. Sem dó, apenas buscando o próprio orgasmo, Paulo gritava:
Toma, gata! Engole-me o caralho todo! Oh, que bela foda! Fode ...fode....adoro....fode
Paulo sempre havia gostado de dizer palavrões a foder segundo a Lilly me dizia que ela adorava e que a mim não me agradava nem desagradava. Era indiferente.
Precisava de saber foder. Podiam dizer asneiras ou não.Ele sabia foder.
Miguel agarrou-me as faces e puxou o meu rosto de encontro ao seu caralho que ainda se mantinha excitado.
Levou-me a lambê-lo, chupá-lo e engoli-lo, o que adorava.
Senti o desejo a crescer em ondas, e a sujeição à vontade daqueles dois fazia-me quase entrar em transe.
Mergulhei na volúpia e eu mesma queria mais, muito mais.
Queria estar a foder eternamente
O culminar do final de tarde foi a dupla penetração.
Deitada sobre Miguel, com a cona a engolir-lhe o caralho, e o Paulo foi lentamente entrando também na minha cona aque alargou sem dor com aquele prazer brutal.
A dada altura perguntei-me se o desejo ostentado pelo orgulho masculino, encerrava em si carinho também, mas mas não era hora para filosofias, mas sim para foder em pleno.
Depois Paulo retirou e apontou a cabeça às pregas do meu cu e começou a tentar penetrar-me, sentindo certa resistência que ele prontamente resolveu inundando o meu cu de gel lubrificante.
Ergui o corpo, deixando que Miguel saísse de dentro de mim, para que a carne distendida permitisse a entrada do caralho de Paulo que se afundou em movimentos de vaivém que me afastaram o incómodo e deram lugar ao prazer, deixando que aquela verga se enterrasse totalmente e permitindo que o Miguel se instalasse de novo na minha cona em brasa.
Estava ali para isso.
Sentia-me bem.
Dois caralhos de homens adoráveis,
O meu Marquês e o Paulo amigo de há tantos anos
Maria, um corpo-receptáculo de orgasmos, fonte de luxúria.
Impossível descrever a sensação de me sentir invadida por dois cacetes de carne imponentes .
Paulo veio-se primeiro, retirando-se da minha entrada anal, tirando o preservativo e derramando o leite quente nas minhas nádegas.
Segundos depois fui eu e o Miguel.
Restaram três corpos cansados e satisfeitos, molhados de suor e orgasmos, com odor a sexo .
No chão, roupas espalhadas.
Uma experiência a repetir? Não sei.
Fantasia realizada?
De quem, afinal?
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