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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Segredos de mulher X (Laura)Fome de Catarina


Laura e Catarina


Hoje acordei com fome dela, de a ter, de a possuir, de a tomar como minha.
Acordei e ela estava ali ao meu lado, nua, completamente nua à minha espera. Cheguei-me a ela, nossas peles a tocarem-se, nossos corpos a falarem entre si, nossos desejos a tocarem-se. Beijei-a ternamente nas costas, subindo e descendo lentamente, demorando os meus lábios na sua pele.
Encostei o meu sexo à perna dela enquanto a beijava, enquanto me roçava na sua perna, enquanto a acariciava com beijos sem fim. Não demorou até começar a dar às ancas, basta encostar-me a ela que começo logo a dar às ancas.
Debrucei-me sobre aquele corpo esbelto e desnudo ali deitado a meu lado, debrucei-me ... nossos corpos a tocarem-se ainda mais, debrucei-me e fiquei completamente fascinada com aquela visão de puro deleite é o seu corpo, as suas costas delicadas, as suas curvas tentadoras, o seu rabiosque redondinho e empinado que chama por mim. Encostei o meu corpo ao dela e tomei-a por trás, tomei aquele corpo desejado, aquele corpo ardente de paixão, tomei aquele corpo que ondulava debaixo do meu.
Comecei devagar, cada momento saboreado ao máximo, cada investida calculada para lhe dar o máximo de prazer, cada investida carregada de paixão, de amor, de desejo crescente. Os minutos passaram e as nossas respirações a aumentarem, o calor dos nossos corpos a subir, os movimentos a tornarem-se mais acelerados, o desejo a tornar-se incontrolável.
Deslizei vezes sem conta em cima daquele corpo de mulher até não conseguir conter mais o meu desejo ardente, a minha fome insaciável dela. Não consegui aguentar mais tempo sem ter toda a minha pele em contacto com a dela, então puxei as minhas cuecas parar baixo até lhe sentir a pele no meu sexo, até ter aquele cú mesmo debaixo da minha cona, até a poder possuir livremente, desnuda.
As investidas tornaram-se selvagens mas compactas, queria enterrar-me no mais profundo dela que pudesse, queria entrar e sair do seu sexo ardente o mais rápido que conseguisse. Gememos as duas a cada investida, a cada momento, minutos de prazer, gememos e contorcemos-nos uma em cima da outra até lhe pedir para ela se meter de lado para a poder possuir como gosto, as duas completamente encaixadas uma na outra, os corpos unos em movimentos perfeitos e maleáveis.
Fodemos selvagemente enquanto trocavamos palavras ardentes e cheias de tesão, fodemos até nos contorcermos todas em profundo deleite, fodemos até escorrerem gotas pelos nossos corpos esbelto.
Puxei-a para cima de mim e enterrei-me mais fundo ainda, toquei-lhe bem lá no fundo da sua cona húmida, da sua cona desejosa de mais prazer, toquei-a uma e outra vez à medida que a ia puxando para cima e para baixo de mim, à medida que mexia as minhas ancas vigorosamente contra aquele cú que me deixa louca de tesão.
A cada investida minha mais apaixonada ela gemeu e gemeu enquanto me pedia para a foder mais, para me enterrar mais fundo nela, para não parar. Tive-a como nunca a tinha tido até agora, nossos corpos em perfeita sincronia de movimentos, investidas profundas, gemidos deixados escapar sem pudor, gotas de suor a beijarem nossos corpos, mãos apertarem os mamilos para libertarem mais prazer, fode-me dito sem medos, beijos fogosos e selvagens, gemidos e mais gemidos que nos levaram ao orgasmo em conjunto.
Por fim anichámo-nos uma na outra e descansámos juntinhas de sorrisos nos lábios, de rubor nas faces e trocamos votos e promessas de amor profundo.
Gostamos tanto. Se ele aqui estivesse. !!!!!!!!!!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Segredos de Mulher (X)* O encontro dos três

Continuação daqui 


Finalmente

Tudo andava nos ar há já algum tempo.
Catarina e Laura amavam-se, sim o termo é esse, elas além de grande afinidade sexual tinham também um amor secreto entre elas. Tão grande ao ponto de ambas me quererem, ao ponto de ambas terem comigo relações repartindo-me com imensa intensidade, tudo isto porque se amavam e nessa forma de amar ele era a parte do seu eu que lhes fazia falta completar.
Eram bem repartidas as saídas comigo, quase que não me dando descanso, nas folgas e saídas que ele tinha da  Academia.
Um dia, sentadas no bar do costume, e vendo-me passar ao longe, à entrada da porta de armas, quase em simultâneo que disseram.... "não passa dêste fim de semana " ... Estás bem ? perguntou Laura,.... nada de período à vista? ....
Tudo em ordem respondeu Catarina, não sabes que na semana passada tiveste de ficar por festinhas nas mamocas ......Riram-se
Assim combinaram entre elas, ir passar o fim de semana não muito longe para não se cansarem  em viagens longas , convidando-o para que fosse com elas.
Óbvio que ele aceitou, e naquela sexta-feira ao fim da tarde lá fomos até a uma estalagem/ hotel ali para os lados de do Guincho, à época um "must" na hotelaria e muito íntimo.
Combinaram de forma a elas chegarem primeiro e alojarem-se num quarto e eu chegaria depois e ficaria num quarto contíguo.
Quando cheguei elas  esperávam-no no bar restaurante da estalagem, com janelas para o mar e com uns recantos, onde as mesas ficavam isoladas.
Estamos encantadas por ter ver Miguel, nosso amor tão querido, disse Laura, enquanto eu educadamente, sem as deixar levantar me inclinava sobre a mesa para as cumprimentar e as beijava, óbviamnete nos lábios o que logo provocou uma disfarçada apalpadela das mamocas de ambas e senti uma mão no pau duro debaixo das calças. 

Foram conversando e eu distribuía por debaixo da mesa de pés descalços e esticados, carinhos juntos das coninhas delas de pernas abertas, que as toalhas da nesas caídas ocultavam dos olhares se alguém passasse. Notava que os seus pés eram acariciádos o que era uma prova que as mãos delas masturbavam a coninha parceira. De vez em quando colavam as bocas, o que me deixava com uma tesão de rebentar os botões da calça.
Acabámos por ali e subimos aos quartos, combinando um banho na piscina que estava convidativa.
Quando me preparava, junto à janela e olhando o mar, notei que mexiam na porta que ee deixou de propósito sem a tranca colocada, e ainda sem ter vestido os shorts de banho, e completamente nú senti os lábios e a lingua de uma delas passando pelas minhas nádegas e pelo rêgo do cú, enquanto a outra (Catarina) pela minha frente me colava os lábios aos seus, e me agarrava o caralho já duro e apontando em frente. Afastei a pernas ligeiramente, adivinhando que Laura aproveitaría para rastejar entre as minhas pernas e me começar a lamber os tomates e quase de imediato a mamar no pau. Catarina apercebeu-se e decerto combinada com Laura, ajoelhou-se começando as duas a mamar e eu a olhar o mar, a segurar as cabeças delas e em pouco tempo e sem conseguir conter-me comecei a jorrar leite naquelas bocas que se beijavam deliciosamente repartindo a dádiva e depois pondo-se de pé beijando-me e colando-se ao meu corpo. 






Dei-lhes uma palmada nas nádegas e como elas gostavam disses-lhe......"suas putinhas, vamos ao banho que o fim de semana é grande......"
Correram alegres e saltitantes para a cama enquanto eu me arranjava e fui ao quarto de banho, e quando voltei aquelas mulheres de fogo debatiam-se em cima da cama num minete deliciososo  .......

Meninas ... vou ao banho ...venham-se e vão ....lá ter ....

(continua)

 Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels



terça-feira, 9 de abril de 2013

Segredos de Mulher(IX) * Laura e Catarina O happening



Segue  daqui 

Elas andavam perfeitamente loucas por mais uma vez puderem ter uma tarde de sábado e noite para dar largas aos seus desejos, vontades e loucuras.

Exâmes acabado, Laura convidou Catarina par irem fazer um fim de semana num hotelzinho de interior, com charme e muita quietude.
Ideia sugerida, e logo ficou combinado que seria para o próximo.
Escolheram e lá foram até à planície alentejana, onde escolheram um hotel rural, de casas individuais e assim poderiam disfrutar a piscina colectiva e em privado os apartamentos separados e longe uns dos outros, premitía puderem estar à vontade, tanto no seu pequeno jardim privado, como e se pela noite a coisa aquecesse dar largas aos seus gemidos e gritinhos de prazer.
Chegaram, e foram ao banho na piscina.... O calor era muito. o sol abrasador, e os corpos começaram a sentir outros calôres apelativos.

Foram até ao seu apartamento e ficaram pela mesa de exterior à vontade e como adoram.
Corpos livres, corpos núes, maminhas e coninhas desejosas de serem devidamente compensadas,
Mesmo assim ainda foram tomando uma bebida para que os olhos fossem comendo o que os lábios as mãos e não só comeriam e saboriariam a seguir.
Pequenos toque com os pézinhos, íam provocando sensações e arrepios que daí a pouco as levaria até ao interior, pois queriam beijar-se, lamber-se e o que mais os desejos as levasse.
Quando entraram no quarto, os seus corpo desejavam-se com aquela avidez que  só quem já sentiu imagina.
Colaram as bocas e como nuas que estavam, as mamas colaram- se e Catarina levantando uma perna colocou-a na cintura de Laura com o calcanhar a fazer-lhe pressão nas nádegas. Isto fez com que as conas se tocássem e o tesão aumentásse.
Catarina foi levando Laura até à cama para começar a disfrutar do sabor daquele corpo, do sabor daquela pele, e dar também a sua coninha na boca de Laura.
Entre beijos e caricias o calor ía aumentando.
Laura pediu a Catarina para ir buscar a régua. Queria levar réguadfas no rabo, queria ser algemada, queria que Catarina com o strapon uma simulasse uma violação.
Catarina estava tentada a fazer-lhe a vontade.
No entanto lembrou-se do bom que tinha sido as fodas dadas com ele e do cuidado que ele tinha tido para não ser violento apesar de puder brincar e usar os brinquedos que ela gostava.
Convenceu Laura a continuar a beijarem-se, a lamber a sua coninha e não usarem objectos.
Assim foi a tesão era muita. Ambas se lembraram dos grandes momentos já vividos e também das boas fodas com ele.







A suas mãos percorriam os corpos, a mamas eram beijadas e depois os bicos das maminhas era beijados, mordiscados oq ue ainda mais aumentava a sua vontade de se vire com intensidade.








Cansadas colaram os corpos lado a lado realçando as suas coninhas inchadas   ... foi aí que

Catarina baixinho disse a Laura....
Minha querida temos que o foder... As duas... Vai ter de nos ensinar ainda mais.... Vamos fazer com que não queira outras.... Srá nosso...


Conseguirão??????????





(continua)

 Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels





 Como de costume, entre beijos, carícias, lambidas... Para depois passar para as penetrações. 

Coloquei-me entre as pernas dela para chupá-la, eu queria assim, que ela ficasse mais molhadinha para meus 

dedos escorregarem mais facilmente.

 Então, coloquei minha língua na bucetinha dela e estava começando devagar, mas, senti uma pontada na minha bucetinha, não sei explicar como começou, apenas sei que quando encostei minha língua no clitóris dela, senti vontade de sentir um carinho especial na minha bucetinha também.


Continuei chupando-a apesar de sentir uma vontade incontrolável de esfregar minha bucetinha na boca dela, queria pular de pernas abertas em cima de sua boca, queria que ela fizesse o mesmo que estava recebendo.


Levantei meu rosto de entre as pernas dela e perguntei se ela subiria em mim para fazer um 69. Fiquei morrendo de vergonha de fazer essa pergunta, e com muito mais vergonha de pronunciar “69”.


Ela aceitou, mas disse que não iria em cima, disse que preferia ficar embaixo, assim, dava para perceber nitidamente que ela também estava com vergonha.


Hoje penso em quanto tempo perdemos com tanta vergonha, podíamos ter feito muito mais sacanagens, e, além do mais, não entendo como duas pessoas que estão com tesão ficam com vergonha de “trepar”.





quinta-feira, 4 de abril de 2013

Segredos de mulher (VI) *Catarina

Continuação daqui (primeira vez com Catarina) 

Catarina, tido aquela experiência inesquecível (segundo contou a Laura), comigo.
Dizia Laura que Catarina tinha sofrido com a primeira experiência de sexo, e que a partir daí tinha-se refugiado na amizade intima das amigas.
Tinha sido com Laura, que Catarina se tornou verdadeiramente bixessual.
Depois de termos estado em casa dela, depois daquela foda fenomenal e de ter perdido o medo e ousado pedir para que lhe fosse o primeiro a comer-lhe o cuzinho saboroso, Catarina abrindo-se com Laura no seu apartamento, levava sempre as conversas de forma a que Laura se não importasse que ela fodesse comigo.



Laura para isso exigia dela uma entrega, como sua dona, e as tardes a estudar ou as noites depois das festas acabavam sempre na cama, sendo a Laura sempre submissa de Catarina.
Com a promessa cumprida Catarina convidou-me para ir-mos ao cinema.
Recordo perfeitamente que era à época o equivalente a um primeiro balcão ir para os camarotes de dois lugares no São Luis ao Chiado.






Fomos e ficamos num camarote central o que tinha a vantagem de estando as pessoas a olhar o ecran não deslocavam a vista para os lados.
Sinceramente não me recordo do nome do filme ( quem se recordaria!). O balaustre do camarote era em ferro e via-se portanto para dentro o que foi facilmente resolvido com o deixar o casaco e a gabardine (estámos no inverno) abertos sobre o balaustre.
Assim, cadeiras lado a lado mal as luzes se apagaram, as minhas mãos uma sobre os ombros e metendo a mão no decote apalpava-lhe as mamas , a outra de saias subidas começava uma masturbação enquanto as bocas se colavam ....... Doidice, poderá parecer , mas eram épocas divinais.....
A certa altura a tesão era tanta, que nos levantámos e entre os pesados reposteiros do camarote que separavam as cadeiras da porta, cerca de meio metro, de pé e encostada à parede, subiu a perna até à minha cintura, repousou nela, e cueca afastada sentiu o caralho entrar fundo . Com duas bombadas e quase a esporrar-me tirei e esguichou entre as cuecas e cinto de ligas que ficaram encharcados.
Sentámos e ao intervalo calmamanet pegámos nos abafos e saímos...... Era uma noite fria e num instante apánhamos um táxi indo para sua casa.


Entrámos no carro ...meti a mão nas pernas, e toda molhada, trouxe-lhe os dedos à boca,chupa-os.. .......filha...chupa o teu mel, chupa minha putinha.... disse-lhe baixinho .Adorou o tratamento e repousou uma mão sobre as minhas calças, o que me fazia abrandar oa velocidade porque poderia ser perigoso.
Esporrou-se no carro, contendo o gemido, mordendo os labios...Loucura..


Chegámos a casa e o tempo parecia voar. As roupas foram ficando pelo chão...
Nús quando chegamos à cama , desta vez e à beira dela, abri-lhe as pernas e fiz.lhe um minete demorado, lento... veio-se abundante e mexia nas mamas apertando-se a si própria nos bicos e gemendo..
Era tempo de meter o preservativo... entrando nela lentamente, foi pedindo mais e mais, tendo a certa altura pedido " dá-me palmadas como fazes à Laura...

Dá querido.......ela contou-me tudo.....também quero ser fodida assim...."
Saindo dela e voltando-a ficou de quatro e enterrei de uma vez.......
Enquanto fodia fui dando apertões naquelas nádegas, o que a fazia aumentar de excitação e ter orgasmos múltiplos........
Sentia-me quase a esporrar, e dizendo-lhe ....toma tudo ..sente.....foda-se..... "...não  ..agora.......agora  pediu-me........ não querido ....quero todo na minha boca. quero o teu leite agridoce....quero.."


Retirei, tirei o preservativo, voltei-a de costas e de joelhos, meti-lhe o caralho na boca, deixando-a masturbar e chupar, esporrando-me todo.
Deitei-me sobre ela, colámos as bocas....
Sabia-me a mim, a ela ainda....sabia bem aos dois


Então disse-me ..".....tens de combinar com a Laura .......temos de a foder os dois...."
Ops....bravas as futuras médicas.
Veremos no que vai dar......


(continua)

Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels





quinta-feira, 21 de março de 2013

Mordomias












Férias

As férias têm de ser «contadas». 
A  parte mais quente, ou melhor, esta cena deliciosa, veio depois daquele jantar com a Lilly e o Paulo
O Paulolembram-se  éo amigo nosso que tem o atelier nas  Torres do Imaviz.
Adorávamos as férias em conjunto, não só pelas loucas noites  de dança e conversa com amigos, como e o melhor pelas nossas intimidades, tanto minhas com a Lilly mas em especial os trios que de repente formávamos, ou a noites longas a ficarmos os quatro em ternos carinhos numa só cama. Bem dito é noites loucas de boas fodas.
No dia seguinte, saí com a Lilly e fomos dar uma volta por Palma, adoramos Maiorca e tomar um gelado numa das esplanadas, antes do spa do fim de tarde no hotel.
Impossível estar quieta na companhia da Lilly. 

Risonha, muito bem humorada, onde ela está não dá para se estar sisudo ou sem, no mínimo, um sorriso no rosto.
E aquelas maminhas saltitantes, que ela sempre sem sutiã, como eu aliás, abana nas brincadeiras e leva os homens a olhar, (que bom olharem), dizia eu aquelas maminhas que me deixam sempre com vontade de lhes fazer festas mesmo em público.
Nem demos pelo tempo passar até que o Paulo chegou junto de nós. 
Eram umas 19 horas e resolvemos fazer um petisco por ali . 
O Miguel tinha ido fazer vela,viria tarde, com uns amigos espanhóis lá das suas guerrinhas e nós andavámos os três
Foi um deleite de ostras– o que adoro – terminando com uns lagostins e camarão. 
Tudo regado com um delicioso vinho bem gelado, o que acabou por nos fazer soltar ainda mais a língua e… os sentidos que, a dada altura, já estavam bastante despertos.Notava-se o tesão a subir entre nós com as cars avermelhadas, a conversas apimentadas e as nossas perna(mulheres) a esfregarem-se como que tentando evitar que o mel fosse em demasia a escorrer.
De havaianas sainhas curtas e tops o Paulo deliciado à mesa entre as duas causva uma certa insegurança aqueles maridos que em férias passavam com as suas mais queridas ao lado, sem glamour e mais interessadas provavelmente a denominarem-nos de putas em férias com o director.
Mentes perversas. Adiante.
O ambiente ficou ainda mais quente quando a Carla e o Paulo começaram a trocar alguns beijos mais longos e sensuais, sem se preocuparem com a minha presença. Isto já fora do restaurante e num bar de uns conhecidos deles.
Até que comecei a notar o olhar provocador de Paulo, de cada vez que  beijava Lilly. Era normal o sinal , como quem diz, dá-me a tua lingua a seguir.

Parecia querer guardar cada reacção minha e não contive um suspiro quando via a mão masculina desaparecer debaixo da mesa. 
O movimento do seu braço denunciava as carícias a que submetia Lilly.. 
E tive vontade de sentir também os seus dedos e acho que não consegui esconder o meu pensamento, a julgar pelo sorriso que se lhe desenhou nos lábios.
Provoquei-o passando a língua nos lábios, antes de aproximar o copo do coktail para beber um pouco da bebida.

Sentia-me tesuda, provocante e demasiado quente já par ou sentir que ou iria ter retorno ou então puxando a toalha da mesa, levar a mão à minha cona e esfregar lentamente até ter orgasmo.
Nesse momento, Lilly apercebeu-se e sorriu também, aproximando-se de mim e beijando-me os labios, ao de leve, sem lingua.
Senti uma mão pousar na minha coxa,  . Não descortinei de imediato a qual deles pertenciam aqueles dedos que me apertavam a carne, mas ávida de prazer, já pouco me importava.
Senti que subiam e abri mais as pernas, que dedos deliciosos. Quase a vir-me 
Soube logo a seguir que eram dela, quando vi as mãos soltas de Paulo. 
O vinho do jantar estava a ajudar e a deixar-me levar pela sedução deles ali, eles que adoravam viver uma vida plena de tudo.
O tesão foi enorme e entreabri os olhos que tinha fechado e a outra mão dela estava no caralho de Paulo.
Não podiamos manter mais por ali

Quem conhece Palma e na Marrginal há uma enorme bearhouse.
Fomos para lá para ver se a cerveja ou o passeio entretanto nos arrefecia.
Nada disso. agarrados com um casal só, Paulo no meio com o seu 1.80 e nós apertadinhas com as cabeças nos seus sovacos mais tesão criávamos com o cheiro a macho que ele tinha.
Virámos para a praia.
Estava deserta, e fomos afastando e sentámos na frente de uma casa de banheiros ali sem luz. Era um banco  de madeira onde os banhistas se sentam para limpar a areia dos pés.
Paulo sentou-se e de imediato, Lilly baixou o calção dele e delicadamente com a boca colocou-lhe um preservativo.
Era o fim .Era para mim.
Depois de o mamar por um minuto se tanto agarou-me de frente, colou os labios nos meus e foi-me levando de recuo até sentir os joelhos dele na parte de trás das minhas pernas. As mãos deles na minha cintura. Afastei as pernas . Lilly de joelhos desceu o meu fio e tirou-o. Desci as ancas. Senti vinte centimentos pela cona acima alargando-a com uma grossura avassaladora.
Lilly de joelhos lambia-me a cona , as mãos dele nas minhas mamas e eu subia e descia.
Senti as mãos na cintura a apertar e Paulo fazia-me descer e subir. Escorria leites e estava a atingir para aí o meu 4 º orgasmo. Paulo urrava de prazer e senti que os jactos de esporra ficavam apertados na camisinha.
Que foda.
Lilly sorria e de joelhos retirou o preservativo do Paulo convidando-me a com ela saborar-mos o liquido emergente do retirar da camisa.
Ao sentir os nossos lábios o bacanarte que ainda estava bem em pé, endureceu e Lilly sentou-se nele, deliciosamnete de frente para Paulo tendo eu de joelhos e atrás dela lambido aquele cuzinho e os tomates do Paulo o que lhe deu um enorme impulso para que num ápice começassem a aumentar o ritmo e com gritinhos sensuais  se virem, desencavando  na altura para me darem na minha boca os seus liquidos de amor..

Um beijo a três selou a brincadeira.
Um banho todos nus com água pelos 24 º e o calor da noite mediterrânica foi um bálsamo final.
Caminhamos pela praia secando ,
Ao longe, não muito o veleiro onde vinha Miguel entrava na marina.
Eu já imaginava a foda que seria com o meu amor a contar-lhe a miinha tarde e sentada em cima dele a sentir os meus liquidos lubrificarem o seu pau dentro de mim.
Iria ser bom.
Depois conto 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Dívida perdoada

Nós  tinhamos um grupo de poker uma vez por mês no palácio com um grupo de amigos e amigas constantes. Mas uma vez isso mudou já que num dado sábado, era sempre ao sábado, apareceu Paula com um amigo maduro que  se revelou uma pessoa simpática.
Eu gostei da forma como Paula me cumprimentou, com um toque de lábios rápido e subtil.
Ele da mesma forma cumprimentou a Marquêsa, primeiro bejando-lhe a mão e depois tocou os lábios.
Reparei que ele não tirava os olhos da Marquesa ao longo da noite e devorava-lhe o decote e cobiçava-lhe as coxas  roliças já que a saia subida a meio da pernao o permitia, e  ela tambem olhava para ele de vez em quando, talvez por ele ser um homem maduro. A noite avançou e por volta das 3 da manhã começaram a sair. Fiquei eu, a Paula ele e a minha mulher. 

Por baixo da mesa as coisas estavam saborosas mas.......
..........eu tinha perdido bastante dinheiro para ele. 

Apesar do espaço estavamos quase juntos com a minha mulher no meio, e Paula  domeu lado.
A Marquêsa ficou preocupada com o valor que eu ia perder e diz-lhe colocando a mão na perna dele se ele ia deixar que eu perdesse tanto dinheiro. 
Nisto ele pos a mão na coxa dela acariciando-a levemente e perguntou se tinha solução melhor. 
Ao mesmo tempo Paula pegou na minha mão e levou-a à boca , e mordiscando os dedos desceu-a para entre as  suas coxas
Ele pede para ir á casa de banho e aproveitei para dizer à Marquêsa se ela estava a perceber o que ele estava a tentar dizer.
Paula olhou-nos nos olhos e disse à Marquêsa ......Gata estás à vontade.... Descontrai ...
Não me espantou a Marquêsa ter dito  que sim e que não lhe era indiferente. 

Somos um casal liberal temos grande experiência mas nunca numa situação destas.
Salvar uma fortuna era muito diferente de swingar.
 Ela deu-me a entender que gostava de experimentar o Carlos e que nos livraria do problema. 
Nisto sai e vai para o quarto e diz-me para dizer ao Carlos para ir ter com ela. 
Paula fica comigo e diz-me ao ouvido..... Nós subimos depois.
Quando ele veio disse-lhe isso e ele riu-se  assim fez. 
Fiquei com o coração aos pulos,  mas a curiosidade era grande e pé ante pé eu e Paula fomos subindo e quando chegamos abrimos ligeiramente a porta e estavam  de pé a beijarem-se, ele a massejar-lhe os bicos das mamas  por cima da blusa e ela a acariciar-lhe o caralho ainda por cima das calças.
Paula toda encostada nas minhas costas, mamas espalmadas abria-me a braguilha e tirou-me a picha para fora.
Nisto ele tira-lhe a blusa e pega-lhe nas mamas e começa a chupar-lhe os bicos arrancando-lhe gemidos. 

Tira-lhe a sia e quase lhe arranca as cuecas  e olha para ela e claro qualquer homem gostava daquilo que ele estava a ver: boa com uma mamas média, hirtas, coxas fortes, rabo carnudo  e uma cona quase toda rapada deixando ali um pelito ou outro que só dá mais gosto ao minete. 
Ele deitou-a na cama e diz-lhe com uma voz forte...... vou-te foder toda minha égua vadia e assim o fez.
Despiu-se sentou-a na cama e meteu-lhe o grosso caralho na boca e como ela o chupou. 
Chupa tudo minha puta . E eu vi-a chupa-lo todo com ele a fode-la na boca enquanto lhe chamava nomes. 
Nisto Paula meteu-se de joelhos à minha frente e começa a fazer-me um broche divinal.
Ele coloucou- a dee quatro e com aquele cu exposto e fodeu-a enquanto lhe dava palmadas no rabo.
A Marquêsa só gemia de tesão e eu percebi que nós já tinhamos fodido muito mas naquele momento, ele estava a fode-la divinalmente e culminou isso quandom se pôs em cima dela pegou-lhe nas pernas e fodeu-a de forma quase selvagem com insultos á mistura, mas ela gostou, 

Veio-se várias vezes e de repente chamou.... Paula, trás o Tigre e venham foder 
A partir daí imaginem aquele quarto fodiamos trocando e divinalmete Paula lmbeu a Marquesa,ao ponto dela esguichar nos orgasmos.
Papavam-se as duas em 69  sentino os nosso caralhos na cona uma, no cu a outra
Uma noite divinal, que acabou  divinalmete com o perdão da divida.




quinta-feira, 14 de março de 2013

Diário de uma noite



Chegamos ao bar. Maria estava sensualmente vestida 

Vestido preto curto, fino sem sutiã, deixava os bicos das 

mamas salientes. 
Vista de frente, percebiam que estava sem sutiã. A ideia de 
Maria era essa mesmo. E 
sapato preto, salto altíssimo, 
cheio de prateados, dando um ar hard core.
Tinhamos combinado com o tal casal.
Chegamos antes deles. Liguei, avisando que já lá estávamos . 
Ele disse que chegavam 
dentro de cinco minutos.
Entramos e sentamos numa mesa perto do balcão. Miguel pediu água como sempre e Maria 
resolveu ficar na coca-
cola.
Quando eles chegaram, sentaram-se. Ele tem uma forma tímida de olhar. Amélia é bonita, 
exactamente como 
esperávamos.
Ela fala mais que a Maria! Caralho ! Pedem cerveja, ela conta casos, como entrou para o 
swing.. No meio daconversa, faz algumas perguntas: “estão juntos há quanto tempo? Já 
conversaram sobre “as regras”?”...
Maria estava completamente bloqueada... Não conseguia pensar 
direito. Estava 
completamente tímida... Miguel 
conversava sem serem assuntos importantes, solto, rindo, achando 
tudo normal...
Pela meia noite, Maria já não agüentava mais o constrangimento, 
perguntou: “vamos?”
Queria sair dali, muito claro, muita luz, muita gente olhando... Não 
estava vestida de uma forma adequada para uma pizzaria ambiente 
mega familiar...

Entramos no Sw. Um espaço grande, pista de 
dança, com um palco no inicio, um poste e 
uma argola... Em volta, 
sofás e cortinas de ripas de pano que tapam sem 
tapar deixando notar-se os contornos...
O DJ toca animado . Os casais olham como se 
estivessem seleccionando uma peça de 
carne na prateleira do 
supermercado. E cochicham entre si. Ai meu Deus...
Maria evita cruzar os olhares.
Pede uma caipiroska de morango. Precisa 
abanar.Está mais forte do que gostaria. 
Conhecemos a casa toda. Eles 
nos passeiam pela casa. No outro bloco da casa, 
que ainda estava vazio, dois quartos, um 
outro todo escuro e 
ainda um enorme para orgias. Sem portas.Maria pergunta: e alí? fodem ali? Amélia solicita: 
é aqui que as coisas 
acontece...fode-se e muito...
 Com toda a tesão e o glamour de uma noite 
bem swingada
O terceiro quarto tem uma cama maior e 
quase sem luz... Ou seja, para ver o que 
está 
acontecendo, tem que 
chegar muito perto, a uma distância onde de 
repente encontra uns lábios que a beijam, 
umas 
mãos que te fazem 
delirar ou quem sabe um bom cacete já duro e pronto a ser chupado e mugido do leite 
quente.. 

Ai meu Deus... o 
que é que eu estou a fazer aqui??? Mas vou 
adorar acho ..........
Depois mais dois quartos com portas de 
rede as famosas gaiolas. As portas trancam, 
ou 
seja, dá para ter um 
pouco de “privacidade”... se é que se pode 
chamar isso de privacidade... Enquanto se 
fode 
lá dentro, as pessoas 
assistem de fora.
Segura o Miguel pela mão . Ele é o seu 
porto seguro. Com ele está bem. E ele está com a 
cara mais tranquila do 
mundo... acha que está mais assustada do que devia.
O terceiro andar é o mais tranquilo: Do lado de fora, música 
mais calma, mais lenta, mesas 
como em um bar, 
varadinha gostosa...parece um lugar normal... Piscina (???) e 
uma salinha com sofás (e ela 
avisa: aqui o bicho 
pega também....). Eles encontram um casal conhecido, parecem muito interessados na 
Amelie.
Acabou a visita, vamos dançar, que a festa só está começando...
Voltamos para a pista de dança. Eles deixam-nas à vontade. Encontraram alguém 
conhecido. 

Cumprimentos efusivos! Abraço colectivo dos três. Uma loira 
aperta o rabo do Miguel ! 
Socorro! Ele aperta 
as nádegas da loira. Ela 
cola-lhe os lábios na boca num beijo tesudo . UI UI UI ,,,, a 
coisa começa bem
Eles vêm para junto de nós. E ela com a ar maroto: Está tudo 
bem? Não precisam ficar com 
a gente,.....Se 
quiserem circular... Tudo bem. Eu aviso: a recíproca é verdadeira. Não se prendam pela 
gente. Eu vi que vocês 
encontraram gente conhecida...
O casal que eles encontraram está rondando... Ela 
nitidamente quer investir na Amelia. 
Maria olha para o Miguel e 
dispara: Está tudo bem? E ele: tudo. Queres ir embora? 
Estás- te a divertir? Maria 
responde-lhe: não quero não, 
estou me divertindo...
E segura de que estavam bem, quando o casal volta elas 
começam a dançar agarrados.. 
Agarrados mesmo .... 
mesmo... Maria embarca . Cola a coxa nas de Amélia, trocam 
olhares, entrelaçando as 
pernas e colam as mãos nas 
nádegas em simultâneo.. Maria solta-se e pergunta: “Está 
tudo bem? É que eu fico solta e 
desinibida... : “Esá tudo 
óptimo”,e aperta-lhe as nádegas e mordisca-lhe a orelha
Bingo! Foi o sinal que ela precisava. Continuaram a dançar e aproxima-
se roçando as 
mamas já de bico hirtos.
Colam os lábios
O beijo é gostoso, suave... Exactamente como Maria imaginava. A 
outra passa a mão de leve pelos seios, aperta 
um pouco e continua descendo a mão.
Miguel está grudado nas minhas costas e sinto o caralho duro por 
baixo das çalças entre ora 
nas minhas nádegas ora a ser apertado pelas mãos dela. 
Beto nas costas da Amélia, aproveita e abriu a braguilha e 
levantou-lhe a saia. Maria tem o 
caralho dele na mão 
encostado ao cu dela.
Dançam os quatro agarradinhos assim. Quando o beijo 
termina, ela está com um sorrisio 
malandro na cara. Maria 
olha para o Beto que pela primeira vez consegue olhar o 
Miguel bem de frente. Achou que 
Maria estava tão calada 
até agora que não acreditava que a coisa ia dar certo.
Beijamos mais e mais com tesão e as pessoas em volta 
olhavam meio admiradas, meio com 
inveja... e com tesão 
.... Nós ria-mos por dentro...
Ela pergunta: “posso beijar o Miguel ?” Maria: “ claro que 
podes!” Ela então fala baixinho ao 
ouvido dele: “Maria 
autorizou...” e ele responde daquela maneira 
sedutora que até agora só Maria conhecia: “
quem sou eu para 
contrariar...” e eles se beijam.
Miguel cola-lhe a boca, enquanto as mãos nas nádegas por baixo da saia levantada já 
exploravam o entre coxas 
decerto já húmido
Maria achava que aquilo ia acabar com ela, 
mas surpreendentemente não acaba. Ela 
quer 
muito que ele viva isso 
tudo. As ultimas semanas profissionalmente não têm sido fáceis e precisa libertar toda a 
tensão acumulada e pensa 
ela aquela tesão toda acummulada também. Daria para as duas ......
Maria volta-se para o Beto, que a agarra com vontade e beija-a. Parece que a vai devorar... 
Ele parece beijar 
deliciosamente. Maria vira-se de costas para ele. Colo as nádegas de encontro a ele. Ele 
está duro. Muito excitado. 
Fora da braguilha. Dançam esfregando-se. Maria provocativa... Miguel faz o mesmo. Quase 
que fodemos em pé a 
dançar..
Aproximamos elas beijam-se de novo... “Tá tudo bem?” “Tudo óoooptimo...”
Destrocamos, e Maria volta para os braços do Miguel. As pessoas encaram com um misto 
de naturalidade e desejo. 
Isto tudo é muito louco. Isto tudo é muito bom. Isto vai fazer parte das nossas farras... 
Queremos mais!
Maria beija o Miguel para saber como ele está. Está bem. Tem o olhar de sempre. 
Profundo, que a magnetiza . 
Sorri como quem diz fodo-te em pensamento. Sente-me dentro de ti... Mas está com um nos 
lábios. Não sofreu de 
a ver com outro homem. Isso é bom. Muito bom. Mais!... Sente que Miguel a eleva 
ligeiramente. O vestido subiu, 
a calça aberta, o semi escuro propociona ...... salta-lhe para a cintura .... Engole-o toda na 
cona . Geme. Sente que 
escorre ..Ele tira
Pára querido -...Deixa-me trocar de novo. Beto segura-a de costas para ele, levanta o 
cabelo em rabo de cavalo 
imaginário e expõe o pescoço à sua boca. Os lábios roçam de leve e ele dá umas 
mordidinhas em vários pontos... 
Maria está muito molhada... A outra mão que lhe segurava a cintura, desce por baixo do 
vestido e ele aperta as 
bordas da cona, e continua a expor demais. Um gesto delicado de cuidado, de posse... 
Maria gosta.
Vira-se de frente para ele. Dançam colados, lábios colados, abraçados com força e Maria 
levanta uma perna entre 
as suas pernas. As coxas colam na sua tesão visivel. Como ele está duro! Maria agarra-o e 
leva-o à entrada da 
cona...
Ele enfia ....... Mete lá o dedo também e molha-o na cona de Maria. Leva-o à boca dela. Ela 
lambe o seu dedo 
molhado na sua cona, e ele ri e me diz-lhe ao ouvido: “gostei!” E devora-a com um beijo 
brutalmente sensual que 
a faz gemer com um orgasmo sem foda.
Afastam-se um pouco. Amélia chama-a para dançar. No palco elevado. Será? Maria sobe 

tímida atrás dela que lhe 
diz ao ouvido: “Vem-te exibir para o Miguel vem...E para 
o meu marido .... Eles gostam. ..... 
E estas gajas com a 
mania que são purisimas ficam loucas de inveja e vão 
para a casa de banho masturbar-se.... 
Juro-te são umas 
falhadas ...”
Ela dança com desenvoltura em cima , consegue baixar 
até o chão e expor não demais sua 
coninha dado que a 
calcinha já foi, segurando com uma mão a saia dentre 
as pernas...Bonito . Bonita ela. Agarra 
Maria em cima do 
palco. Rebola colando as nádegas ao pubis da Maria, 
virada de costas para ela...
 Maria 
agarra a cintura da Amélia e 
dançam coladas. Todo mundo olha. Elas riem. Olham para Miguel e 
Beto extasiados de 
tesão, olhando para as 
duas.
Uma loira sobe o palco, dançam as três... Tesão à solta de mulheres 
de sonho
Mais ou menos à uma da manhã, começou o show de striper.
Primeiro sobe uma morena no palco. Está de sutiã, fio 
dental com uma saia que só cobre a 
parte da frente, preta 
com risca de giz... A peida dela é linda. Ela é magra, 
definida sem ser musculosa....
Dança sexy, e puxa uma mulher para cima do palco. 
Esfrega-se nela, baixa o seu sutiã e 
beija os seus seios...
Maria distrai-se um momento, dançando e beija os três. 
Amélia pergunta; já deu beijo triplo? 
Maria: não! Então 
Amélia passa uma mão em volta do pescoço de Maria e outra em volta do pescoço do 
Miguel e aproxima os 
rostos. As línguas se misturam de um jeito muito gostoso... 
Experimentem Uma delícia 
podem crer......
Mais tarde beijaram assim o Beto também. Bom demais contou Maria

Chegou a hora do striper homem. 
Desafia Miguel para verem....Amélia está excitadissima. O 
Beto perdido de tesão
Ele é um homem forte, está sem camisa, calça semi 
aberta, um pau duro e absurdamente 
grande. Dá para notar 
de dentro da calça...
Ele puxa uma mulher para cima do palco, segura-a pela 
cintura e dança com ela. Depois 
num gesto rápido puxa-a 
para cima, que dobra as pernas enroscando os joelhos em 
volta da cintura dele, com as 
pernas dobradas. Bacana 
isso! Ela fica meio que apoiada sobre quadril dele, e deve 
estar sentindo aquele pau todo a 
roçar na cona ....
A dança dura alguns segundos e ele devolve-a com 
delicadeza para o chão. Sobe outra 
mulher no palco... Uma 
senhora com idade,que deve ter realizado o seu fetiche.
Ele dança com ela e depois ela desce do palco.
Ele roda no palco, procura alguém. Tenta puxar a Amelia 
que recusa o convite. Então agarra 
a mão de Maria... 
Maria olha para Vasco como que perguntando. Ele sorri oq que lhe quer dizer sim..
Fica gelada num segundo. Dá ideia que não vê mais ninguém fora do palco. Ele está suado. 
Segura-a pela cintura. 
Ela imagina o que ele vai fazer. Suspende-a. Dobra as 
pernas em um movimento automático 
e enrosca-se em volta 
da cintura dele. Mas surpreendentemente ele agarra-a pelos quadris e impulsiona-a mais 
alto!
Ui assusta-se! Mas ele coloca-a com as pernas em volta dos 
ombros dele, ou seja, ela 
sente a respiração dele entre 
as pernas! Maria sente que se aproxima algo que a faz 
delirar..... Respiração quente e a 
boca toca ao de leve mas 
sugando em breves segundos o grelo duro ..... Escorreu
E ele, com uma desenvoltura de dar gosto, coloca-a suave mente no chão, passando-a ao 
de leve pelo seu corpo 
suado...
Maria tem as pernas bambas...
Desce do placo meio desnorteada. Amelia ri , e pergunta: “gostas-te??”
Não gostei ...... ADOREI ....... Disse Maria......E não é que eu gostou mesmo?!
Continuamos dançando por sei lá quanto tempo... Em muitas das vezes, eu puxava a mão do 
Miguel e levava até 
ela. Fazia com que ele a tocasse. Sentisse ela por dentro da calcinha. Delícia...
Subimos e ficamos um pouco na varanda. Amelia senta--se ao lado de Maria e os homens 
na frente... 
Conversamos como se estivéssemos num bar qualquer. Falamos banalidades, como o 
ambiente das outras casas 
como aquela...
Um casal que está do nosso lado está a todo vapor. Ele sentado com a calça aberta e ela 
com a boca nele. 
Chupando. Ele parece nem notar... Ou está sem tesão ou ...Não deve estar bem feito, 
então...
Maria pergunta: o que acontece naqueles sofás? Amélia: queres ir lá ver? Maria: sim! Ali os 

casais querem ser 
vistos. Uma mulher completamente nua está sentada em cima 
de um homem nu. Fodem com 
cadência... No outro 
sofá duas mulheres beijam-se num 69 perfeito ... E muita 
gente assiste...
Passamos nos quartos. Agora estão cheios. Gente que fode 
e gente a ver. A acção é 
intensa e solta. Amélia tinha 
razão.......Fode-se mesmo .......
E então sentamos em nuns poltronas pequenas, tipo sofá. O 
Miguel, Maria ao lado dele, 
Amélia junto a Maria e 
Beto ao lado dela. Maria passa a mão nas pernas de 
Amélia,e ela afasta-as, abrindo-se. 
Miguel começa a tocar em 
Maria e as mãos já subiram pelas pernas. Pega os seios, aperta, passa a mão de novo 
entre as pernas de Maria. 
Abre- as . Amélia começa a aproximar-se... Beija Maria. beija o Miguel. 
Então Maria troca 
de lugar com ela.
Começam-se a enrolar a sério e para valer. Amelia pergunta: Vamos 
para um quarto? 
Estamos em más posições. 
Maria tenho tesão, tens tesão. Vamos...Maria vacila de novo, mas 
concorda. Levantamos... 
Maria imagina-se ficar 
nua? Ai que arrepio ???
O Beto vai ao wc. Amelia desce para arranjar um reservado. Maria sugeriu: Vai com ela 
Miguel.. E ele assim faz. 
Ouço os dois conversando enquanto se afastam...
O Beto sai do WC procurando e eu aviso que eles desceram... Então ele diz: “vamos 
aproveitar esse tempo?” E 
Maria: “Vamos...queres ?” Ele agarra-a e beija-a com vontade. Quanto desejo! É bom 
sentir-se tão desejada... Ele 
passa a mão por toda ela, beija o pescoço e volta a beijar a boca... Ele tem um cheiro bom.. 
Maria passa a mão 
nele para verificar, e ele continua incrivelmente duro...
Miguel e Amélia sobem. . Não há quartos. Vamos para um 
motel? Vamos ????'
Vamos?! Disse Maria quase gritando de 
excitação!!!!!!!!!!!!
Descemos e pagamos a conta. O casal de amigos deles 
está lá. Eles despedem-se, e eu 
nós deles. Ela olha com 
uma certa tristeza para a nóa... tadinha... Queria a seis.... 
ui ui ui
Cada casal entra no seu carro. Seguimos. 
Entramos. No 
caminho dou a mão ao Miguel. Tá 
tudo bem? Estou a 
adorar diz Maria...... Quero que te sintas 
bem diz Miguel
Não vi as horas passarem...
No quarto tudo aconteceu de uma forma 
muita exuberante. Foi intenso e ao mesmo 
tempo 
tão natural.
Ficamos os quatro deitados, nos alternando em uma sequência de carícias e sexo de dar 
gosto.
Nós duas beijamos-nos, tocamos-nos, amparadas por eles ao nosso lado. Eles nos vigiam, 
nos desejam...
Amélia toma a iniciativa de trocar de homem e Maria, que até então estava insegura, relaxa 
de vez.
Ele tem cuidado ao tocar. Parece que Maria vai ceder de desejo. Sente-se dormente 
quando as mãos dele 
percorrem o corpo, os seus dedos penetram e a fazem gemer... Ele acaricia e beija ao 
mesmo tempo que Maria 
afunda a cabeça no seu pescoço querendo misturar-se com ele.Estão sem ouvir nem ver 
nada ......Entranham-se e 
fodem ....... Deliciosamente
A cada intervalo, alternamos na ida ao WC E quando um se ausenta os outros três se 
encaixam misturando luxúria 
e cumplicidade...
Maria ora está nos braços da Amélia, ora está com Miguel, ora está com o Beto. Os três 
dão-lhe o prazer de uma f
forma diferente. Gosto muito das três formas...
Sentir o gosto de Amélia na boca, fazer-lhe tudo o que eu gosto de sentir, parece fácil e 
natural. Amélia é linda, 
doce, e tem um jeito de conduzir os três sem se impôr. Entre elas, há uma cumplicidade 
feminina, e Amélia excita 
Maria com isso.
Maria viu o Beto a penetrar Amélia enquanto passava a língua nos seios dela e o Miguel 
segurava-a pela cintura, 
fodendo a sua amada de quatro e com força.. Ele sabe exactamente como a excitar, com 
aquela cabeça a roçar nos 
lábios da cona e de vez em quando indo bem fundo
Os cheiros, os gostos vão-se misturando... Maria beija Beto e desce percorrendo seu corpo, 
colocando o caralho 
dele todo na boca. Ele é muito bom de chupar... Ouve-o gemendo de prazer e não tem 
vontade de parar. Ela 
gosta muito disso. Maria quer mais.
Depois de algum tempo, adormecemos ao de leve. Maria segura os dois, cada um em sua 
mão e faz com os dois 
braços o mesmo movimento... Amélia está deitada atrás do Beto. Silêncio, só a música toca 
baixo ...
A Maria abre os olhos. Acha que passou por um soninho. Todos passaram. Os dois 
continuam nas mãos da Maria 
e ela não quero soltá-los.......
Toda essa acção deixou-a com vontade de ser comida de novo. Senta-se como gosta no 
Miguel e ele preenche-a 
como adora que o faça. O Beto nos olha com desejo. Eu quero ele também... Amelia 
adormece e a sua silhueta é 
tão linda...
Fecha os olhos e as imagens parecem um filme na minha cabeça... Ops!
Continuando sobre Miguel pede a Beto para se colocar por detrás. Já uma vez com Miguel e 
Luis , um amigo de 
noites loucas, tinha sentido dois dentro de si.... tinha de ser.
Beto colocou outro preservativo e delicadamnete foi alargando a sua coninha onde Miguel já 
estava todo dentro . 
Sentiu os dois ... Mexia as ancas sendo ela a comandar o ritmo da foda. A cona aquecia e a 
sua velocidade a mexer 
as ancas também. Enquanto as mamas estavam na boca de Miguel, as mãos de Beto nos 
seus ombros 
propocionavam uma união a três arrebatadora.
Num urro brutal a três esporraram-se ... Cairam sobre eles
O cansaço tomou conta dos corpos... Apesar de toda vontade de continuar com eles, estou 
dorida e sonolenta. 
Precisava dormir.
Eles levantam-se, vestem-se, e Maria fica com vontade 
de impedi-los...
Eram as despedidas. Maria levanta-se e abraça Amélia. 
Parece que já se conhecem há 
anos... Beijam-se no rosto 
mas não resistem em despedir-se com um demorado 
beijo de língua. Maria adorou Amélia 
cada segundo que 
passaram juntas.
Amélia despede-se do Miguel com um linguado 
arrebatador enquanto o Beto se aproxima de 
Maria. Agarra-a e 
beija-a na boca, notando-se o prazer que ela sentiu. 
Amélia interrompe de um jeito 
engraçado: “vamos Beto, larga 
a Maria senão recomeço com o Miguel... Maria retorquiu ” Eu não quero que ele me largue. 
Eu não quero que ela 
vá também.
E os dois se despedem como cavalheiros após um jantar de 
negócios. Cada um comeu a 
mulher do outro e estão-
se cumprimentando... Engraçado isso.
Maria ao lado de Miguel, beijam-se, ele diz-lhe delícias ao ouvido... e 
o telefone toca. 
Do outro lado da linha, a recepcionista pergunta: posso libertar a 
suite? ??
A voz sai fraca e reticente da garganta de Maria: sim...
Desliga o telefone com um arrependimento cortante: acabava, e tinha sido uma das 
melhores noites de sexo na vida...