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sexta-feira, 17 de maio de 2013

O desejo.




Desejo-te. Porque sim. Não sei explicar porque isso começou por acontecer deste modo. Mas foi instantâneo, desde o primeiro momento. Já lá vão… não interessa. Tu sabes.
Se, no início, a palavra ‘desejo-te’ não saía com a mesma naturalidade com que a sentia, a verdade é que começou a ser dita cada vez com mais frequência.
Tu também.
Já me perguntaste porque te desejava tanto. Admiravas-te por isso. Na altura não soube o que te responder. Talvez tivesses razão quando dizias que, possivelmente, seria por te achar inatingível. Podia ser por isso. Sempre achei um pouco difícil de chegar a ti. De te tocar. Beijar. Falar. Mas deixaste de ser inacessível e eu passei a desejar-te ainda mais. E passei a usar outras palavras além do ‘desejo-te’. O ‘quero-te’. Com exactamente o mesmo significado. Daquilo que existe entre nós. Apenas.. Eu recordo como e porquê. E sempre soube aquilo que existe. Sempre soube do desejo que invade, do calor que me rodeia o corpo quando te imagino. Da vontade que o meu corpo manifesta quando detalho cada toque. Cada beijo. Cada lambida. Mordida. Isto é prazer.
É prazer aquilo que o meu corpo te oferece. É prazer tudo o que quero obter do teu. Sem sustos. Sem receios. Somente degustar cada pedaço de volúpia que tu me fazes sentir. Sim, tu. Porque é teu o corpo. É tua a boca. São tuas as mãos. São teus os dedos. É teu o sexo que quero sentir excitado contra o meu corpo. Não uma parte de ti. Mas tu como um todo. Só assim eu vejo o prazer. Só assim o sinto.
Isto é desejo. É luxúria.
É desejo sempre que fecho os olhos e a tua boca me percorre o corpo. É desejo quando os teus dedos me tocam da forma como sabes que mais me excita. É luxúria sempre que a boca te leva ao orgasmo. Uma e outra vez. É luxúria de cada vez que me sintes a penetrar-te o corpo. Com a língua. Com os meus dedos. Com o meu sexo. Nas posições mais loucas que nos deixam ofegantes, loucos.
É desejo querer ter-te a gemer enquanto abro a boca e deixo que a tua gruta descarregue nos meus lábios. É desejo olhar para ti, enquanto saboreio o teu gosto. Espera. Terei esquecido algo? Sim. Ajoelhada à minha frente. O desejo nos teus olhos. A excitação do teu corpo deixando-te molhada e a ponto de teres um orgasmo naquele momento, só por me saberes a ter prazer contigo. É luxúria deixar que os meus dedos se enrolem nos teus cabelos enquanto me chupas e eu gritas.
É luxúria não nos impor quaisquer limites ao prazer. Nenhum. Entre nós não há limites. Nunca houve. Lembras?
Tudo isto é prazer. Luxúria. Volúpia. Desejo.
O que te faz desejar-me tanto? – perguntas.
Saber que me desejas do mesmo modo - respondo-te sem hesitações.
Saber que damos tudo um ao outro. Entrega total - dizíamos ambos.
Saber que posso ter contigo o maior prazer. Precisamente porque não existem limites ao que queremos um do outro. Nós dois. Só nós. Mas um leque infinito de opções como gostamos. Ao êxtase.
Quero-te. Sim. Desejo-te. Quero a tua boca no meu corpo. Quero as tuas mãos a deslizarem na minha pele, coberta do suor dos dois. Queres os meus dedos a levarem-te à loucura. Quero ver os teus olhos repletos de desejo. De luxúria. De vontade. Queres sentir o meu sexo excitado a invadir o teu corpo, pronto para me ter.
Ter-me. Queres ter-me entre as tuas mãos. Quero ter-te a gemer no meu ouvido. Queres ter-me a penetrar-te.
Fortemente. Docemente. Rápido. Lento. Leve. Profundo. Isto é quereres ter-me. Isto é desejar-me.
Quero que me beijes. Que me fodas. Quero chupar-te a cona. Quero ouvir-te gritar. Queres que a minha boca te leve ao orgasmo. Não uma, mas mil vezes. Quero que tu te venhas para mim. Quero ver-te a ter prazer. O prazer que eu te dei.
Isto… é desejo. É luxúria. Sem receios. Sem hesitações. Sem dúvidas. Por ti. Porque tu és um todo.
Tu és dona da boca que desejo, das mãos que eu quero, dos dedos que sinto, do sexo que eu invado. Não desejo uma parte de ti. Desejo-te como um todo. Sempre foi assim. Não mudou em nada.
Não quero ter de medir palavras no que digo. Quero dizer tudo o que me apetece: dizer-te o prazer que me fazes sentir, dizer-te como te quero ter, como anseio estar contigo. Como a tua boca me seduz, como a tua voz me faz imaginar prazeres sem fim.




Quero dizer-te que a minha vontade é que as tuas mãos me agarrem e me digas com o olhar o que queres fazer comigo. O que anseias que te faça. E quase gritas um sim. A tudo.

Haverá dúvidas do que te faço? Do que te dou? Do que me dás? Do que me fazes? Do que quero e do que tu queres?







Haverá dúvidas que adoramos foder loucamente

quarta-feira, 8 de maio de 2013

A magia de um broche



Sexta-feira ele voltou, mais cansado do que o habitual. 
Desde há uma semana que não estamos juntos e eu realmente queria senti-lo bem dentro de mim com a intensidade que me habituou.
 

Ao invés disso, ele tinha muito sono . Chegou cansadissimo
 
Adormeceu no sofá, aí pelas dez da noite com a cabeça pousada nas minhas pernas, e como aquela cabeça fazendo pressão na minha zona sensível dava-me ainda mais tesão e desejo.
 
Dei-lhe um beijo na boca e disse…amor vamos ….vamos para a cama… vá..... dormir …. Levantou-se e agarrados fomos para o quarto. Ajudei-o a despir e quando nu, ainda o meti na boca por uns momentos….. levantou logo mas eu não insisti …
Deitei-me mas não adormecia e passadas duas horas eu estava muito molhada e cheia de tesão. Não me queria masturbar, eu queria foder….precisava de foder. 
Então inclinei-me sobre ele e acordei-o com um broche muito lento enquanto um dedo lhe roçava o rabinho como ele gosta; e ….....
 Magia! 
O desejo caiu todo naquele pau  fazendo-o endurecer como eu tanto gosto. Crescia e engrossava. Lindooooooooo. 
Uma semana sem foder, puxou-me para ele e começou a um minete de sonho enquanto eu o mamava e penetrava o seu cuzinho com um  dedinho.



Começou a dar sinais que se viria pouco depois, e eu aguentei lambendo e chupando muito na cabecinha.
Numa contracção fortíssima encheu-me a boca de leitinhos quentes.



Obviamente, eu não estava satisfeita e ele sabia disso. 
Recuperou por um momento, e em seguida, começou a lamber a minha cona de novo e o buraquinho do meu cu..
 
Quando os dois dedos começaram a penetrar no cu, sem esperar muito pôs-me de quatro com o cu bem espetado para ele e começou lentamente a roçar-me nas nádegas.
 
Prazer indescritível, que terminou muito bem quando ele enfiou os dedos na cona  enquanto ainda batendo com o caralho nas nádegas. 

"vou-me vir queres ??? queres ??? Meto ???? onde?????” gritou


Amor enche-me a cona e acaba no cu ….faz….vá.
Senti o caralho ir ao fundo batendo no útero , deu duas bombadas retirou e de uma estocada entrou-me no cu….

Tinha leite em todos os meu buracos……

Deitei-me a seu lado…. Limpei-lhe o pau com os meu lábios ….. Adormeceu….
Fui lavar-me ……Quando me toquei no duche., virei o chuveiro para o grelo e vim-me de novo. Que noite ….

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Desviei o teu cabelo








Por detrás de ti desviei o teu cabelo e dei-te um beijo atrás da orelha.

Estava quentinho ali.

Afastas-te a cabeça.

Quando voltei a beijar no mesmo sítio, já não fugiste.

Sentia-te inspirar, e depois soltas-te um pequeno gemido.

Porque seria?

A minha mão que estava já na tua maminha por cima do ombro e entrando 


pelo decote ???

O meu pau por trás, encostados nas nádegas, tendo levantado a saia com a 


mão e tua com a tua a ajuda-lo a entalar-se. Gemias e encostavas com força e como entreabrias as pernas ele 


deslizava pelo rego entre cu e cona já mollhada. 



Gostavas da cabeçorra ali. Pronta a qualquer buraco. Gemias de novo e ouvi. ... "querido assim em pé ...apoio na 




na parede ....enterra...."




Onde gata? ..... "...... na cona primeiro ..forte ...quero vir-me já......"



Dobraste-te e descemos a calcinha .... o cu todo espetado para mim .pernas afastadas sentis-te a cona a ser aberta 


pela cabeça que deslizava e toda a grossura dele atrás......

Foda-se gritas-te.... fode-me caralho ...fode forte.....

Sentias o aquecimento dele e a grossura a aumentar...

Eu sentia a cona molhada e quente.... duas estocadas e o teu grunhido foi forte demais.... vem.te em mim fdp 


.fode-me cabrão ..... nunca te tinha visto assim .

Senti que tiravas da cona e o agarravas grosso e ainda 


por me vir....


Agarravas e esfregavas a cabeça no buraqinho do cu.

Adivinhava o que querias..... levas-te a mão à boca .


...trouxes-te saliva que amciou a entrada.... e chegas-te 


tu o cu para trás..... "....fode-me esse cú ...." pedias 


com tesão......


Fi-lo com cuidado apesar de não ser a primeira vez e tu 


adorares....


Fode com forças gristas .....
Dou uma estocada que tive a impressão que te fez abrir 

a boca para não gritar....
Ai filho fode fode fode .....


Fodi .... até que senti que tinhas metido o dedo na cona
Notava-o encostada à parede uterina e a cabeça do 

meu caralho do outro lado no intestino grosso.
A tesão foi enorme e acelerei.
Dando-te palmadas nas nádegas a esporra ia jorrando 
dentro de ti .....
Foda-se foi demais...
Peguei em ti e levei-te para a sala, sentando-me numa cadeira contigo ao colo. 
Beijei-te no pescoço e nas orelhas.
Uma mão à volta dos ombros e a outra na zona da cintura. 

Movimentei a mão que estava na cintura para cima e para baixo, ao ritmo da sua respiração, para que a energia 

má saísse.
Por fim, com um ligeiríssimo sorriso, olhou para mim. Estiquei-me e mordi-lhe os biquinhos das mamas.
- PÁRA! ..Senão ......
Não parei
Levantas-te ligeiramente as nadegas, afastas as pernas e enterras todo na cona.
Ficas a controlar sentada em mim a foder à tua vontade.
Adoras.
Mexias ligeiramente as ancas e a foda era muito lenta......
Tinhas orgasmos seguidos , pequeninos, escorrentes, deliciosos.
Senti as coxas molhadas do que escorria da tua cona.
Beijei-te e mordi-te o pescoço outra vez.
Então, peguei-te ao colo e levei-te para o quarto, deitei-te na cama,.....despi rapidamente o que faltava deitei-te 
debaixo de mim ..... enterrei-me em ti .... fodemos .......
Depois de nos esporrar-mos adormecemos agarrados.... que foda.... que bela foda .....
Promessa que na próxima começo pelo minete .... queres pelo menos dez minutos de minete .... Prometido

sexta-feira, 12 de abril de 2013

"Tu, sim tu, homem,macho ,sedutor" * confissão

Está sentado no sofá do meu gabinete de trabalho. Entrou , sentou-se e  esperando-me, na semi-penumbra olha vendo  o gesto da minha mão que faz deslizar a caneta pela folha de papel. 
A sua marca inconfundível, sentindo que os olhos me olham e fulminam de desejo, que acabam por me fazer erguer o olhar como quem ergue a ponta do véu sinuoso do desejo. 
Na sua fascinante sedução, chama-me em silêncio, com uma presença e cheiro a macho-homem, sabendo que não vou resistir  nem aos odôres quanto mais ao toque.

Não resisto já e deixo que meus pés me levem até ele e me ajoelhe a seus pés, sabendo que nos meus lábios entreabertos se desenha um sorriso nada submisso, mas feliz, de cantos erguidos num esgar provocador e língua rosada espreitando como que por uma pequena janela.
A ponta de um dedo desliza pela coxa máscula enquanto os seus olhos se cravam no meu rosto, e descem para o meu regaço onde as maminhas parecem latejar e onde se desenham sombras que permanecem sem se mexer. 

O seu delicioso instrumento das minhas alegrias repousado sobre a coxa atrai-me e ele sabe que sim. 
Aguarda o inegável gesto que se seguirá, o toque dos dedos que se enrolarão na carne quente. 
Não o deixo defraudado e rodeio-o com ternura, deixando sentir na palma da mão a dôce masculinidade que envôlvo em dedos encurvados, ávidos. 
Lateja como um bichinho que se sente preso numa gaiola, que se debate, mais para sentir o aperto doce e macio que para fugir do que, afinal anseia.
No pensamento dele há o riso gutural que sai do meu profundo sentido e penetra nos lábios dele, fazendo-o suspirar. 

Abro os dedos, fecho e o olhar dele agudiza-se ao ritmo dos movimentos dos dedos que deslizam naquele membro que me faz feliz, que se estende lânguida e nervosamente, enquanto a humidade toca na minha pele, exalando odores a prazeres infinitos.
Aos quais não me negarei. 


E ele sabe-o.
Depois entrego-me a  ele, homem-macho maduro, provocador,  e inconfundivelmente sedutor como eu gosto.

Como é bom depois disto senti-lo dentro de mim.
Fodê-lo

Conto isolado_* O pneu e a Louise*



O pneu


Eram aí… umas seis e meia da manhã, quando me levantei! 
Não fazia muito o meu género “madrugar” tão cedo, mas naquele dia apeteceu-me. 
Lavei-me, arranjei-me e saí. Como era cedo, apeteceu-me ir a pé até ao gabinete. 
Ia ser um dia igual aos outros, pensei. Mas estava enganado. 
Pouco faltava para chegar ao emprego, quando vi uma mulher a olhar com ar estupefacto para a frente de um carro. 
Cheio de curiosidade, aproximei-me  e vi então o que se passava: o pneu estava vazio! Mas o que mais me excitou foi ver que já conhecia aquela mulher de vista. 
Era uma mulheraça! Alta, com um peito encantador , daqueles que já nos imaginamos a acariciar. 
Eu confesso: há muito que eu a comia com os olhos sempre que a via.
Está furado? — perguntei, como se não fosse óbvio.
Está. — Se precisar de ajuda… — ofereci-me solícito. 
Sabe mudar a roda? — perguntou ela com um sorriso, diria de esperança. 
Sei. — respondi — Se a senhora quiser, eu posso mudá-la. 
Ah, que bom! — exclamou ela aliviada — Mas trate-me por Louise, peço-lhe. 
Foi quase um choque que senti por todo o meu corpo! Aquela mulher, uma trintona a chegar aos quarenta, pedia-me para a tratar pelo seu nome próprio! 

Ajoelhei junto à roda e o olhar para aquelas coxas alia meu lado com a saia subida ligeiramente a meio da coxa puseram-me com força no pau e a faltar nos braços, mas enfim.
As ferramentas do carro, onde estão? — perguntei com o ar mais natural que pude. 
Sem nada dizer, ela aproximou-se da tampa da mala do carro e abriu-a.
Estão aqui! — disse. Aproximei-me também. 
Lá estava a roda suplente e as ferramentas. Tirei-as para fora e comecei a mudar o pneu furado. 
Mas eu não fazia apenas o meu trabalho. De tempos a tempos, quando estava agachado, ia olhando para as belas pernas. 
Louise tinha-se acocorado junto de mim, de tal modo que as saia já de si curta tinham revelado quase tudo o que havia para mostrar: a totalidade das pernas até ao cimo e uma tanga exígua, mostrando o lateral de uma cona com um dos lábios fora da dita. 
Custou-me imenso deixar de olhar para as pernas dela. 

Mas tinha que mudar o pneu, tinha-me metido naquela, agora toca a trabalhar. 
O caralho apertado e ainda por cima de pernas dobradas, parecia explodir nas minhas calças. 
Já está! — exclamei finalmente, pondo-me de pé. 
Obrigada! — disse ela.
Agora, tem que ir lá acima lavar as mãos.
Oh! Deixe-se estar! — respondi.Lavo-as no no meu local de trabalho. 
Nem pense nisso! Tão cavalheiro, tão gentil, tão querido. 
Não pode ir embora assim todo sujo! — disse Louise — Venha a minha casa aqui em frente. 
O meu coração bateu forte e o meu tesão aumentou pelas palavras ouvidas. 
“Está a convidar-me para ir a casa dela!”, constatei. 
Estava mais excitado do que nunca, e aquele convite… 

Venha! — insistiu ela mais uma vez. Pois sim!....concordei cada vez mais excitado. 
Pouco depois, eu entrava em casa dela. 
Ela levou-me a uma das casas de banho, onde lavei as mãos. 
Bom, vou andando,disse eu quando regressei à sala de estar onde Louise me esperava. — Estás com pressa? ......perguntou ela com um enorme sorriso nos lábios. 
Só então reparei bem naquelas mamas,agora a saltarem fora da blusa, porque a safadinha abriu dois ou três botões até aí apertados. 
Com algum esforço, fingi que desviava os olhos daquelas mamas de sonho. 
Espere!....disse ela, aproximando-se de mim. 
Naquele momento, senti que algo importante iria acontecer.
Acho que chegou a minha vez de te resolver um problema que tem,disse ela com um ar meigo.
Esse que aqui tem, e nisto colocou a mão nas minhas calças, abriu a braguilha e tirou o meu caralho duro e grosso para fora. Mas....disse eu tentando armar em údico 
Nada de mas! Não disse mais nada. 
Limitei-me a apreciar aquelas festas sensuais que tanto me estavam agradar. —
Quero foder contigo! Não há meios termos. Quero-te foder e quero que me fodas .....entendido..
Entusiasmado, comecei também a aplicar todo o meu empenho perante aquele princípio de manhã, iniciando por  despir a tanga cuidadosamente mas ela  não me deu tempo. 
Ela própria puxou-mas para baixo. 
Deita-te no chão,ordenou. 
Obedeci num ápice. 
“Aquela mulher queria mesmo foder comigo!”.
Pôs uma perna de cada lado do meu corpo e foi descendo até toda a cona ficar em contacto com a cabeçorra do caralho.

Gosto de me roçar por um bom caralho.... roçando-se por ele. 
Vou vir assim..... a roçar queres ? Diz-me macho queres? Queres? Sente o mel a lubrificar meu garanhão, sente fodilhão.
Eu estava simplesmente doido mas deliciado! 
Pena que a saia dela me ocultasse todo aquele espectáculo daquela cona sumarenta.
Mas aquele roça-roça estava a excitar-me demais. 
Oh! — gemi — Fazes tão bem... isso faz isso ....tão bem  faz.....! —
Gostas? gosta macho, fodilhão, andava doida aempre que te vejo sair do hotel, julgas que não sei quem és......gostas  macho, gostas meu cavalo de cobrição vociferava de gozo, roçando ainda mais o grelo no caralho. 
Sim ...sim sim sim sim ..... respondi superexcitado.
Ah é....gostas....então  vais gostar mais!
Ergueu-se um pouco e meteu a mão por baixo da saia e agarrou-me o caralho  e apontando-o à entrada da cona ....Ah!.....gemeu....e enterou....
Como era bom sentir as paredes da cona  alargadas por um bacamarte grosso como o teu! Eu estava delirante com os movimentos suaves dela a cavalgar-me .

Há muito que não tenho um caralho como o teu dentro de mim! exclamou ela, aumentando um pouco o ritmo dos seus movimentos para cima e para baixo. 
Eu estava cada vez mais admirado. Aquela mulher, que parecia tão fina e tão nobre quando a via, estava a portar-se como uma puta. 
 Fode-me! — instigou-me ela — Mexe-te! Sou muito senhora na rua mas muito puta na cama, fode cabrão, chama-me puta, chama-me a tua puta, fode a tua puta  
“ Aquela mulher era na verdade excepcional”, pensei.
Isso! Fode-me caralho! — incitou novamente , cavalgando-me cada vez mais rapidamente. Eu estava a sentir um enorme prazer. 
E sabia que não demoraria muito tempo a vir-me. 

Oh! — gemi em já pleno êxtase. 
Isso, filho! Fode! Vem-te dentro de mim! Esporra-me a cona cabrão.
As mamas dançavam bem em frente dos meus olhos, enquanto eu a estocava. 
Sentindo uma vontade doida de agarrar aquelas tetas, estendi os braços e aparei-as nas minhas mãos. 
A seguir apertei-as  nas minhas mãos, ao mesmo tempo que sentia uma onda enorme de prazer a partir dos colhões.
Isso! Apalpa-me sacana, fode e aperta-me macho! Brinca enquanto me fodes com esse teu caralho bom! .....exclamou ondulando a pélvis em cima de mim. 

Eu estava já completamente doido. 
Agarrando com força aquele peito, senti uma onda de prazer subir-me pelo caralho acima.
Venho-me! Oh!... vou-me esporrar minha puta — gritei, sentindo correntes de líquido a brotar.
Vem-te! Vem-te dentro de mim! — dizia Louise — Enche-me acona de leite , fode a tua puta, dá-me leite.
O caralho deslizava agora melhor dentro dela, que não parava de gritar:
Fode-me! Fode-me, que estou quase, também!.  fode-me porra .
Tentei aguentar. Mas para meu desespero. toda a minha carga já tinha saído mas ela não o deixou ir abaixo..... 
Contraia os musculos da cona, vinha-se mas apertava o caralho e continuava a foder desalmadamente....que mulher...
Na próxima vez, teremos de ser mais calmos eu quero-te mamar essa cona antes de foder! . 
Vi Maria arregalar os olhos de espanto.
O quê? Tu eras capaz de me lamberes? 
Era?????? não quero percebes quero. 
Anda cá! — disse-me ela, agarrando-me pela mão e arrastando até ao quarto dela. — Espera um pouco. — disse Maria entrando na casa de banho que dava para o quarto — Não fujas, enquanto me lavo — acrescentou rindo. 
“ Fugir eu?", exclamei comigo mesmo.
Todo aquele corpo nu era uma maravilha. Mas as mamas que sonho!...
Então toma-me.

Sentou a cona na minha cara e começou a foder a minha boca e a minha lingua de fora, parecia um mini caralho a dar prazer àquela cona.
Não demorou muito a que os leires escorresem.......


Deixou-se escorrer pelo meu corpo e enterrou-o de novo.
Contraiu a cona , aqueceu e não havia hipótese ia-me esporrar todo de novo....
Fodeu-me ... fodeu ... fodeu ....
Colou os lábios aos meus e depois olhando-me nos olhos disse-me
Sabes meu querido...... o pneu não está furado.
Despejei-o para te foder.
Gostas-te ???????? meu cavaleiro .....................




quinta-feira, 11 de abril de 2013

Segredos de Mulher (X)* O encontro dos três

Continuação daqui 


Finalmente

Tudo andava nos ar há já algum tempo.
Catarina e Laura amavam-se, sim o termo é esse, elas além de grande afinidade sexual tinham também um amor secreto entre elas. Tão grande ao ponto de ambas me quererem, ao ponto de ambas terem comigo relações repartindo-me com imensa intensidade, tudo isto porque se amavam e nessa forma de amar ele era a parte do seu eu que lhes fazia falta completar.
Eram bem repartidas as saídas comigo, quase que não me dando descanso, nas folgas e saídas que ele tinha da  Academia.
Um dia, sentadas no bar do costume, e vendo-me passar ao longe, à entrada da porta de armas, quase em simultâneo que disseram.... "não passa dêste fim de semana " ... Estás bem ? perguntou Laura,.... nada de período à vista? ....
Tudo em ordem respondeu Catarina, não sabes que na semana passada tiveste de ficar por festinhas nas mamocas ......Riram-se
Assim combinaram entre elas, ir passar o fim de semana não muito longe para não se cansarem  em viagens longas , convidando-o para que fosse com elas.
Óbvio que ele aceitou, e naquela sexta-feira ao fim da tarde lá fomos até a uma estalagem/ hotel ali para os lados de do Guincho, à época um "must" na hotelaria e muito íntimo.
Combinaram de forma a elas chegarem primeiro e alojarem-se num quarto e eu chegaria depois e ficaria num quarto contíguo.
Quando cheguei elas  esperávam-no no bar restaurante da estalagem, com janelas para o mar e com uns recantos, onde as mesas ficavam isoladas.
Estamos encantadas por ter ver Miguel, nosso amor tão querido, disse Laura, enquanto eu educadamente, sem as deixar levantar me inclinava sobre a mesa para as cumprimentar e as beijava, óbviamnete nos lábios o que logo provocou uma disfarçada apalpadela das mamocas de ambas e senti uma mão no pau duro debaixo das calças. 

Foram conversando e eu distribuía por debaixo da mesa de pés descalços e esticados, carinhos juntos das coninhas delas de pernas abertas, que as toalhas da nesas caídas ocultavam dos olhares se alguém passasse. Notava que os seus pés eram acariciádos o que era uma prova que as mãos delas masturbavam a coninha parceira. De vez em quando colavam as bocas, o que me deixava com uma tesão de rebentar os botões da calça.
Acabámos por ali e subimos aos quartos, combinando um banho na piscina que estava convidativa.
Quando me preparava, junto à janela e olhando o mar, notei que mexiam na porta que ee deixou de propósito sem a tranca colocada, e ainda sem ter vestido os shorts de banho, e completamente nú senti os lábios e a lingua de uma delas passando pelas minhas nádegas e pelo rêgo do cú, enquanto a outra (Catarina) pela minha frente me colava os lábios aos seus, e me agarrava o caralho já duro e apontando em frente. Afastei a pernas ligeiramente, adivinhando que Laura aproveitaría para rastejar entre as minhas pernas e me começar a lamber os tomates e quase de imediato a mamar no pau. Catarina apercebeu-se e decerto combinada com Laura, ajoelhou-se começando as duas a mamar e eu a olhar o mar, a segurar as cabeças delas e em pouco tempo e sem conseguir conter-me comecei a jorrar leite naquelas bocas que se beijavam deliciosamente repartindo a dádiva e depois pondo-se de pé beijando-me e colando-se ao meu corpo. 






Dei-lhes uma palmada nas nádegas e como elas gostavam disses-lhe......"suas putinhas, vamos ao banho que o fim de semana é grande......"
Correram alegres e saltitantes para a cama enquanto eu me arranjava e fui ao quarto de banho, e quando voltei aquelas mulheres de fogo debatiam-se em cima da cama num minete deliciososo  .......

Meninas ... vou ao banho ...venham-se e vão ....lá ter ....

(continua)

 Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels