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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Segredos de mulher X (Laura)Fome de Catarina


Laura e Catarina


Hoje acordei com fome dela, de a ter, de a possuir, de a tomar como minha.
Acordei e ela estava ali ao meu lado, nua, completamente nua à minha espera. Cheguei-me a ela, nossas peles a tocarem-se, nossos corpos a falarem entre si, nossos desejos a tocarem-se. Beijei-a ternamente nas costas, subindo e descendo lentamente, demorando os meus lábios na sua pele.
Encostei o meu sexo à perna dela enquanto a beijava, enquanto me roçava na sua perna, enquanto a acariciava com beijos sem fim. Não demorou até começar a dar às ancas, basta encostar-me a ela que começo logo a dar às ancas.
Debrucei-me sobre aquele corpo esbelto e desnudo ali deitado a meu lado, debrucei-me ... nossos corpos a tocarem-se ainda mais, debrucei-me e fiquei completamente fascinada com aquela visão de puro deleite é o seu corpo, as suas costas delicadas, as suas curvas tentadoras, o seu rabiosque redondinho e empinado que chama por mim. Encostei o meu corpo ao dela e tomei-a por trás, tomei aquele corpo desejado, aquele corpo ardente de paixão, tomei aquele corpo que ondulava debaixo do meu.
Comecei devagar, cada momento saboreado ao máximo, cada investida calculada para lhe dar o máximo de prazer, cada investida carregada de paixão, de amor, de desejo crescente. Os minutos passaram e as nossas respirações a aumentarem, o calor dos nossos corpos a subir, os movimentos a tornarem-se mais acelerados, o desejo a tornar-se incontrolável.
Deslizei vezes sem conta em cima daquele corpo de mulher até não conseguir conter mais o meu desejo ardente, a minha fome insaciável dela. Não consegui aguentar mais tempo sem ter toda a minha pele em contacto com a dela, então puxei as minhas cuecas parar baixo até lhe sentir a pele no meu sexo, até ter aquele cú mesmo debaixo da minha cona, até a poder possuir livremente, desnuda.
As investidas tornaram-se selvagens mas compactas, queria enterrar-me no mais profundo dela que pudesse, queria entrar e sair do seu sexo ardente o mais rápido que conseguisse. Gememos as duas a cada investida, a cada momento, minutos de prazer, gememos e contorcemos-nos uma em cima da outra até lhe pedir para ela se meter de lado para a poder possuir como gosto, as duas completamente encaixadas uma na outra, os corpos unos em movimentos perfeitos e maleáveis.
Fodemos selvagemente enquanto trocavamos palavras ardentes e cheias de tesão, fodemos até nos contorcermos todas em profundo deleite, fodemos até escorrerem gotas pelos nossos corpos esbelto.
Puxei-a para cima de mim e enterrei-me mais fundo ainda, toquei-lhe bem lá no fundo da sua cona húmida, da sua cona desejosa de mais prazer, toquei-a uma e outra vez à medida que a ia puxando para cima e para baixo de mim, à medida que mexia as minhas ancas vigorosamente contra aquele cú que me deixa louca de tesão.
A cada investida minha mais apaixonada ela gemeu e gemeu enquanto me pedia para a foder mais, para me enterrar mais fundo nela, para não parar. Tive-a como nunca a tinha tido até agora, nossos corpos em perfeita sincronia de movimentos, investidas profundas, gemidos deixados escapar sem pudor, gotas de suor a beijarem nossos corpos, mãos apertarem os mamilos para libertarem mais prazer, fode-me dito sem medos, beijos fogosos e selvagens, gemidos e mais gemidos que nos levaram ao orgasmo em conjunto.
Por fim anichámo-nos uma na outra e descansámos juntinhas de sorrisos nos lábios, de rubor nas faces e trocamos votos e promessas de amor profundo.
Gostamos tanto. Se ele aqui estivesse. !!!!!!!!!!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Desviei o teu cabelo








Por detrás de ti desviei o teu cabelo e dei-te um beijo atrás da orelha.

Estava quentinho ali.

Afastas-te a cabeça.

Quando voltei a beijar no mesmo sítio, já não fugiste.

Sentia-te inspirar, e depois soltas-te um pequeno gemido.

Porque seria?

A minha mão que estava já na tua maminha por cima do ombro e entrando 


pelo decote ???

O meu pau por trás, encostados nas nádegas, tendo levantado a saia com a 


mão e tua com a tua a ajuda-lo a entalar-se. Gemias e encostavas com força e como entreabrias as pernas ele 


deslizava pelo rego entre cu e cona já mollhada. 



Gostavas da cabeçorra ali. Pronta a qualquer buraco. Gemias de novo e ouvi. ... "querido assim em pé ...apoio na 




na parede ....enterra...."




Onde gata? ..... "...... na cona primeiro ..forte ...quero vir-me já......"



Dobraste-te e descemos a calcinha .... o cu todo espetado para mim .pernas afastadas sentis-te a cona a ser aberta 


pela cabeça que deslizava e toda a grossura dele atrás......

Foda-se gritas-te.... fode-me caralho ...fode forte.....

Sentias o aquecimento dele e a grossura a aumentar...

Eu sentia a cona molhada e quente.... duas estocadas e o teu grunhido foi forte demais.... vem.te em mim fdp 


.fode-me cabrão ..... nunca te tinha visto assim .

Senti que tiravas da cona e o agarravas grosso e ainda 


por me vir....


Agarravas e esfregavas a cabeça no buraqinho do cu.

Adivinhava o que querias..... levas-te a mão à boca .


...trouxes-te saliva que amciou a entrada.... e chegas-te 


tu o cu para trás..... "....fode-me esse cú ...." pedias 


com tesão......


Fi-lo com cuidado apesar de não ser a primeira vez e tu 


adorares....


Fode com forças gristas .....
Dou uma estocada que tive a impressão que te fez abrir 

a boca para não gritar....
Ai filho fode fode fode .....


Fodi .... até que senti que tinhas metido o dedo na cona
Notava-o encostada à parede uterina e a cabeça do 

meu caralho do outro lado no intestino grosso.
A tesão foi enorme e acelerei.
Dando-te palmadas nas nádegas a esporra ia jorrando 
dentro de ti .....
Foda-se foi demais...
Peguei em ti e levei-te para a sala, sentando-me numa cadeira contigo ao colo. 
Beijei-te no pescoço e nas orelhas.
Uma mão à volta dos ombros e a outra na zona da cintura. 

Movimentei a mão que estava na cintura para cima e para baixo, ao ritmo da sua respiração, para que a energia 

má saísse.
Por fim, com um ligeiríssimo sorriso, olhou para mim. Estiquei-me e mordi-lhe os biquinhos das mamas.
- PÁRA! ..Senão ......
Não parei
Levantas-te ligeiramente as nadegas, afastas as pernas e enterras todo na cona.
Ficas a controlar sentada em mim a foder à tua vontade.
Adoras.
Mexias ligeiramente as ancas e a foda era muito lenta......
Tinhas orgasmos seguidos , pequeninos, escorrentes, deliciosos.
Senti as coxas molhadas do que escorria da tua cona.
Beijei-te e mordi-te o pescoço outra vez.
Então, peguei-te ao colo e levei-te para o quarto, deitei-te na cama,.....despi rapidamente o que faltava deitei-te 
debaixo de mim ..... enterrei-me em ti .... fodemos .......
Depois de nos esporrar-mos adormecemos agarrados.... que foda.... que bela foda .....
Promessa que na próxima começo pelo minete .... queres pelo menos dez minutos de minete .... Prometido

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Conto isolado_* O pneu e a Louise*



O pneu


Eram aí… umas seis e meia da manhã, quando me levantei! 
Não fazia muito o meu género “madrugar” tão cedo, mas naquele dia apeteceu-me. 
Lavei-me, arranjei-me e saí. Como era cedo, apeteceu-me ir a pé até ao gabinete. 
Ia ser um dia igual aos outros, pensei. Mas estava enganado. 
Pouco faltava para chegar ao emprego, quando vi uma mulher a olhar com ar estupefacto para a frente de um carro. 
Cheio de curiosidade, aproximei-me  e vi então o que se passava: o pneu estava vazio! Mas o que mais me excitou foi ver que já conhecia aquela mulher de vista. 
Era uma mulheraça! Alta, com um peito encantador , daqueles que já nos imaginamos a acariciar. 
Eu confesso: há muito que eu a comia com os olhos sempre que a via.
Está furado? — perguntei, como se não fosse óbvio.
Está. — Se precisar de ajuda… — ofereci-me solícito. 
Sabe mudar a roda? — perguntou ela com um sorriso, diria de esperança. 
Sei. — respondi — Se a senhora quiser, eu posso mudá-la. 
Ah, que bom! — exclamou ela aliviada — Mas trate-me por Louise, peço-lhe. 
Foi quase um choque que senti por todo o meu corpo! Aquela mulher, uma trintona a chegar aos quarenta, pedia-me para a tratar pelo seu nome próprio! 

Ajoelhei junto à roda e o olhar para aquelas coxas alia meu lado com a saia subida ligeiramente a meio da coxa puseram-me com força no pau e a faltar nos braços, mas enfim.
As ferramentas do carro, onde estão? — perguntei com o ar mais natural que pude. 
Sem nada dizer, ela aproximou-se da tampa da mala do carro e abriu-a.
Estão aqui! — disse. Aproximei-me também. 
Lá estava a roda suplente e as ferramentas. Tirei-as para fora e comecei a mudar o pneu furado. 
Mas eu não fazia apenas o meu trabalho. De tempos a tempos, quando estava agachado, ia olhando para as belas pernas. 
Louise tinha-se acocorado junto de mim, de tal modo que as saia já de si curta tinham revelado quase tudo o que havia para mostrar: a totalidade das pernas até ao cimo e uma tanga exígua, mostrando o lateral de uma cona com um dos lábios fora da dita. 
Custou-me imenso deixar de olhar para as pernas dela. 

Mas tinha que mudar o pneu, tinha-me metido naquela, agora toca a trabalhar. 
O caralho apertado e ainda por cima de pernas dobradas, parecia explodir nas minhas calças. 
Já está! — exclamei finalmente, pondo-me de pé. 
Obrigada! — disse ela.
Agora, tem que ir lá acima lavar as mãos.
Oh! Deixe-se estar! — respondi.Lavo-as no no meu local de trabalho. 
Nem pense nisso! Tão cavalheiro, tão gentil, tão querido. 
Não pode ir embora assim todo sujo! — disse Louise — Venha a minha casa aqui em frente. 
O meu coração bateu forte e o meu tesão aumentou pelas palavras ouvidas. 
“Está a convidar-me para ir a casa dela!”, constatei. 
Estava mais excitado do que nunca, e aquele convite… 

Venha! — insistiu ela mais uma vez. Pois sim!....concordei cada vez mais excitado. 
Pouco depois, eu entrava em casa dela. 
Ela levou-me a uma das casas de banho, onde lavei as mãos. 
Bom, vou andando,disse eu quando regressei à sala de estar onde Louise me esperava. — Estás com pressa? ......perguntou ela com um enorme sorriso nos lábios. 
Só então reparei bem naquelas mamas,agora a saltarem fora da blusa, porque a safadinha abriu dois ou três botões até aí apertados. 
Com algum esforço, fingi que desviava os olhos daquelas mamas de sonho. 
Espere!....disse ela, aproximando-se de mim. 
Naquele momento, senti que algo importante iria acontecer.
Acho que chegou a minha vez de te resolver um problema que tem,disse ela com um ar meigo.
Esse que aqui tem, e nisto colocou a mão nas minhas calças, abriu a braguilha e tirou o meu caralho duro e grosso para fora. Mas....disse eu tentando armar em údico 
Nada de mas! Não disse mais nada. 
Limitei-me a apreciar aquelas festas sensuais que tanto me estavam agradar. —
Quero foder contigo! Não há meios termos. Quero-te foder e quero que me fodas .....entendido..
Entusiasmado, comecei também a aplicar todo o meu empenho perante aquele princípio de manhã, iniciando por  despir a tanga cuidadosamente mas ela  não me deu tempo. 
Ela própria puxou-mas para baixo. 
Deita-te no chão,ordenou. 
Obedeci num ápice. 
“Aquela mulher queria mesmo foder comigo!”.
Pôs uma perna de cada lado do meu corpo e foi descendo até toda a cona ficar em contacto com a cabeçorra do caralho.

Gosto de me roçar por um bom caralho.... roçando-se por ele. 
Vou vir assim..... a roçar queres ? Diz-me macho queres? Queres? Sente o mel a lubrificar meu garanhão, sente fodilhão.
Eu estava simplesmente doido mas deliciado! 
Pena que a saia dela me ocultasse todo aquele espectáculo daquela cona sumarenta.
Mas aquele roça-roça estava a excitar-me demais. 
Oh! — gemi — Fazes tão bem... isso faz isso ....tão bem  faz.....! —
Gostas? gosta macho, fodilhão, andava doida aempre que te vejo sair do hotel, julgas que não sei quem és......gostas  macho, gostas meu cavalo de cobrição vociferava de gozo, roçando ainda mais o grelo no caralho. 
Sim ...sim sim sim sim ..... respondi superexcitado.
Ah é....gostas....então  vais gostar mais!
Ergueu-se um pouco e meteu a mão por baixo da saia e agarrou-me o caralho  e apontando-o à entrada da cona ....Ah!.....gemeu....e enterou....
Como era bom sentir as paredes da cona  alargadas por um bacamarte grosso como o teu! Eu estava delirante com os movimentos suaves dela a cavalgar-me .

Há muito que não tenho um caralho como o teu dentro de mim! exclamou ela, aumentando um pouco o ritmo dos seus movimentos para cima e para baixo. 
Eu estava cada vez mais admirado. Aquela mulher, que parecia tão fina e tão nobre quando a via, estava a portar-se como uma puta. 
 Fode-me! — instigou-me ela — Mexe-te! Sou muito senhora na rua mas muito puta na cama, fode cabrão, chama-me puta, chama-me a tua puta, fode a tua puta  
“ Aquela mulher era na verdade excepcional”, pensei.
Isso! Fode-me caralho! — incitou novamente , cavalgando-me cada vez mais rapidamente. Eu estava a sentir um enorme prazer. 
E sabia que não demoraria muito tempo a vir-me. 

Oh! — gemi em já pleno êxtase. 
Isso, filho! Fode! Vem-te dentro de mim! Esporra-me a cona cabrão.
As mamas dançavam bem em frente dos meus olhos, enquanto eu a estocava. 
Sentindo uma vontade doida de agarrar aquelas tetas, estendi os braços e aparei-as nas minhas mãos. 
A seguir apertei-as  nas minhas mãos, ao mesmo tempo que sentia uma onda enorme de prazer a partir dos colhões.
Isso! Apalpa-me sacana, fode e aperta-me macho! Brinca enquanto me fodes com esse teu caralho bom! .....exclamou ondulando a pélvis em cima de mim. 

Eu estava já completamente doido. 
Agarrando com força aquele peito, senti uma onda de prazer subir-me pelo caralho acima.
Venho-me! Oh!... vou-me esporrar minha puta — gritei, sentindo correntes de líquido a brotar.
Vem-te! Vem-te dentro de mim! — dizia Louise — Enche-me acona de leite , fode a tua puta, dá-me leite.
O caralho deslizava agora melhor dentro dela, que não parava de gritar:
Fode-me! Fode-me, que estou quase, também!.  fode-me porra .
Tentei aguentar. Mas para meu desespero. toda a minha carga já tinha saído mas ela não o deixou ir abaixo..... 
Contraia os musculos da cona, vinha-se mas apertava o caralho e continuava a foder desalmadamente....que mulher...
Na próxima vez, teremos de ser mais calmos eu quero-te mamar essa cona antes de foder! . 
Vi Maria arregalar os olhos de espanto.
O quê? Tu eras capaz de me lamberes? 
Era?????? não quero percebes quero. 
Anda cá! — disse-me ela, agarrando-me pela mão e arrastando até ao quarto dela. — Espera um pouco. — disse Maria entrando na casa de banho que dava para o quarto — Não fujas, enquanto me lavo — acrescentou rindo. 
“ Fugir eu?", exclamei comigo mesmo.
Todo aquele corpo nu era uma maravilha. Mas as mamas que sonho!...
Então toma-me.

Sentou a cona na minha cara e começou a foder a minha boca e a minha lingua de fora, parecia um mini caralho a dar prazer àquela cona.
Não demorou muito a que os leires escorresem.......


Deixou-se escorrer pelo meu corpo e enterrou-o de novo.
Contraiu a cona , aqueceu e não havia hipótese ia-me esporrar todo de novo....
Fodeu-me ... fodeu ... fodeu ....
Colou os lábios aos meus e depois olhando-me nos olhos disse-me
Sabes meu querido...... o pneu não está furado.
Despejei-o para te foder.
Gostas-te ???????? meu cavaleiro .....................




terça-feira, 9 de abril de 2013

Segredos de Mulher(IX) * Laura e Catarina O happening



Segue  daqui 

Elas andavam perfeitamente loucas por mais uma vez puderem ter uma tarde de sábado e noite para dar largas aos seus desejos, vontades e loucuras.

Exâmes acabado, Laura convidou Catarina par irem fazer um fim de semana num hotelzinho de interior, com charme e muita quietude.
Ideia sugerida, e logo ficou combinado que seria para o próximo.
Escolheram e lá foram até à planície alentejana, onde escolheram um hotel rural, de casas individuais e assim poderiam disfrutar a piscina colectiva e em privado os apartamentos separados e longe uns dos outros, premitía puderem estar à vontade, tanto no seu pequeno jardim privado, como e se pela noite a coisa aquecesse dar largas aos seus gemidos e gritinhos de prazer.
Chegaram, e foram ao banho na piscina.... O calor era muito. o sol abrasador, e os corpos começaram a sentir outros calôres apelativos.

Foram até ao seu apartamento e ficaram pela mesa de exterior à vontade e como adoram.
Corpos livres, corpos núes, maminhas e coninhas desejosas de serem devidamente compensadas,
Mesmo assim ainda foram tomando uma bebida para que os olhos fossem comendo o que os lábios as mãos e não só comeriam e saboriariam a seguir.
Pequenos toque com os pézinhos, íam provocando sensações e arrepios que daí a pouco as levaria até ao interior, pois queriam beijar-se, lamber-se e o que mais os desejos as levasse.
Quando entraram no quarto, os seus corpo desejavam-se com aquela avidez que  só quem já sentiu imagina.
Colaram as bocas e como nuas que estavam, as mamas colaram- se e Catarina levantando uma perna colocou-a na cintura de Laura com o calcanhar a fazer-lhe pressão nas nádegas. Isto fez com que as conas se tocássem e o tesão aumentásse.
Catarina foi levando Laura até à cama para começar a disfrutar do sabor daquele corpo, do sabor daquela pele, e dar também a sua coninha na boca de Laura.
Entre beijos e caricias o calor ía aumentando.
Laura pediu a Catarina para ir buscar a régua. Queria levar réguadfas no rabo, queria ser algemada, queria que Catarina com o strapon uma simulasse uma violação.
Catarina estava tentada a fazer-lhe a vontade.
No entanto lembrou-se do bom que tinha sido as fodas dadas com ele e do cuidado que ele tinha tido para não ser violento apesar de puder brincar e usar os brinquedos que ela gostava.
Convenceu Laura a continuar a beijarem-se, a lamber a sua coninha e não usarem objectos.
Assim foi a tesão era muita. Ambas se lembraram dos grandes momentos já vividos e também das boas fodas com ele.







A suas mãos percorriam os corpos, a mamas eram beijadas e depois os bicos das maminhas era beijados, mordiscados oq ue ainda mais aumentava a sua vontade de se vire com intensidade.








Cansadas colaram os corpos lado a lado realçando as suas coninhas inchadas   ... foi aí que

Catarina baixinho disse a Laura....
Minha querida temos que o foder... As duas... Vai ter de nos ensinar ainda mais.... Vamos fazer com que não queira outras.... Srá nosso...


Conseguirão??????????





(continua)

 Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels





 Como de costume, entre beijos, carícias, lambidas... Para depois passar para as penetrações. 

Coloquei-me entre as pernas dela para chupá-la, eu queria assim, que ela ficasse mais molhadinha para meus 

dedos escorregarem mais facilmente.

 Então, coloquei minha língua na bucetinha dela e estava começando devagar, mas, senti uma pontada na minha bucetinha, não sei explicar como começou, apenas sei que quando encostei minha língua no clitóris dela, senti vontade de sentir um carinho especial na minha bucetinha também.


Continuei chupando-a apesar de sentir uma vontade incontrolável de esfregar minha bucetinha na boca dela, queria pular de pernas abertas em cima de sua boca, queria que ela fizesse o mesmo que estava recebendo.


Levantei meu rosto de entre as pernas dela e perguntei se ela subiria em mim para fazer um 69. Fiquei morrendo de vergonha de fazer essa pergunta, e com muito mais vergonha de pronunciar “69”.


Ela aceitou, mas disse que não iria em cima, disse que preferia ficar embaixo, assim, dava para perceber nitidamente que ela também estava com vergonha.


Hoje penso em quanto tempo perdemos com tanta vergonha, podíamos ter feito muito mais sacanagens, e, além do mais, não entendo como duas pessoas que estão com tesão ficam com vergonha de “trepar”.





domingo, 31 de março de 2013

A boleia em Roma

Tinha começado  a chover, quando conduzia pelas ruas de Roma o que não é muito hábito. 
Reparo numa moça, perfeitamente desportegida para a chuvada que caía, apenas tapando a cabeça com uma pequena malinha de mão, alva num vestido branco.

Quando passo junto a ela reparo que é uma das empregadas de serviço aos quartos do hotel onde resido habitualmente quando por ali estou.

Abrandei e descendo o vidro, e com um tímido olá (não sabia a sua reacção), ofereci-me 
para a levar para onde se  fôsse, penso até que reside nos reservados do hotel a 
empregados. Quando reparou em mim, sorriu e muito tímidamente aceitou a boleia que 
lhe oferecia, dizendo-me que ia para o hotel.


Sentou-se e com uma ar incomodado  disse-me "mas vou molhar o seu carro todo" .

Respondi-lhe que não tinha problema porque depois se limparia.
Digo-lhe que o que me preocupava era o vestido todo molhado colado ao corpo o que lhe poderia provocar uma constipação bem forte.

Sorriu e encolheu os ombros e quando olhei de novo, o vestido fazia realçar as cuequinhas também já molhadas onde por debaixo se notava um montinho de venus, não muito grande mas muito bem desenhado, o que desde logo deu uma certa vida ao meu companheiro de entre pernas que começou a ficar em alvoroço.
Disse-lhe vamos parar. Está uma pequena manta ali na mala do carro eu vou buscar e pode ficar mais cómoda e quando chegar ao hotel pela garagem vai embrulhada directa ao seu quarto.
Aceitou e assim fiz. Ao trazer a manta, começou a tentar tirar o vestido o que não se tronava fácil face ao tecido colado ao corpo.

Tentei ajudar e deslizando o fecho nas costas, o que me permitiu chegar a boca junto aos seus cabelos sentindo ela o meu bafo quente.

Deslizei o fecho e as costas nuas e as minhas mãos tentando ajudar a despir, causaram um calafrio que teve uma reacção do estilo huuummm  ....
Senti minha boca seca quando percebi que aguardava que eu continuasse a tarefa que tinha iniciado e disso não me fiz rogado.
Deslizei o vestido pelos ombros e aos longo dos braços e reparei que o sutiã estava encharcado.
Nada perguntei e desapertei o fecho do sutião tendo ajeitado ela os braços de forma a que o pudesse retirar. 
O ar condicionado para o quente melhorava o ambiente e o vestido foi tirado por baixo tendo ela levantado o rabo e deslizando-o pelas coxas. 
Que cu ....Que coxas,  grossas e com uma nádegas de sonho, meu deus.
Com um ar safado disse-lhe " olhe que a cueca ainda lhe constipa o seu tesouro de molhada que está" ao que ela sem pestanejar e sorrindo  despio-as ditas ficando nua em absoluto. 
Tentei limpá-la com um lenço para não molhar logo a manta mas, virando-se para mim para facilitar as suas mamas ficaram à mercê das minhas mãos que na altura já não sabiam se secar as mamas se ajudar a cona a ficar mais molhada pois as pernas afastadas e a visão daqueles lábios totalmente rapados faziam com que o meu caralho já estivesse em brasa.
Notando isso e virando-se no banco mais para mim, as pernas viradas para a frente afastaram-se e a sua cara ficou perto da minha.
Tremia um pouco e aconcheguei-a o que aproveitou para colar os lábios aos meus, provocando assim um tesão de tal ordem, que lhe meti a mão sobre a cona e de imediato a esfreguei, e ficando humida, facilmente dois dedos escorregaram para dentro dela.
Notei que as suas mão estavam a desapertar-me as calças e retirando a mão da cona encostei-me no banco tendo-lhe passado a manta fina e quente pelos ombros.
Estavamos numa rua meio iluminada de Roma.
Tira-me o caralho para fora e deliciosamente o coloca na boca, o que me deixou com uma vontade enorme de a apalpar e de tudo que possivel fosse fazer com aquela italiana carnuda, uma mulher jovem, com sangue na guelra e boa a valer.

A sua boca lentamente devorava-me e senti neecessidade de parar um pouco. 

Fiz com que parasse um pouco e passando para o lado dela virou o cu para o parabrisas, e abrindo as pernas meti as minhas entre as dela. O bnco puxado atrás dava um espaço enorme e carregando no botão electico de baixar as cosatas, as mesmas deslizaram fazendo uma cama bem confortável, tendo-me eu deitado.
Quando dei por mim e agarrada à pega de passageiro subiu por mim e sentou a cona de fente na minha boca, obrigando assim à grata tarefa de lhe mamar a cona  e chupar o grelo.
Dentro em pouco e em convulsões e espamos, enchia-me a boca de leites que se misturavam com a minha saliva, num combinado lubrificante ideal tanto na cona como no cu ......
Desceu e sem nada que me fizesse adivinhar e com uma voz rouca disse,,,, vai ser todo no meu cu ....todoooooo ... e conforme falava espetava-se nele que de molhado pelo broche e o cu lubrificado pelo meu minete permitia a sua entrada facil.
Inciou um vai vem subindo e descendo com as suas mamas a bater-me na cara, sendo por mim agrradas e de imediato os biquinhos chupados e mordiscados.
Num gemido de prazer.. disse -me .......são anos de excitação e desejo de foder consigo, sempre que está no hotel, e sempre esperando que estivesse no banho para entrar no quarto e sem ser vista o olhar no chuveiro, (e continuava a foder-me) .....
Fodia ...fodia e quando reparou e sentiu que quase me estava a vir retirou e enfiou todo na cona...
Todo fundo o que provocou que de imediato eu me começasse a esporrar enquannto os seus espasmos denunciavam orgasmo sucessivos e intensos.  
Grande foda.....
Saindo de cima de mim, com a cona a escorrer, disse-me com uma voz rouquinha ..... "vamos rapidinho sim?"....
Deixa-me na garagem .... que depois eu fardo-me e vou ver se tem o quarto arranjado .....
Coloque o sinal de não incomodar na porta para ninguém desconfiar, que eu entro com a chave geral e espere-me no banho.







Quero pagar a boleia....




Eu como sou obediente assim fiz.....


Autores influentes: L Marie Adeline; Colette;Charlotte Roche;Sophie Morgan; Jess Michaels
 .