sexta-feira, 12 de abril de 2013

Conto isolado_* O pneu e a Louise*



O pneu


Eram aí… umas seis e meia da manhã, quando me levantei! 
Não fazia muito o meu género “madrugar” tão cedo, mas naquele dia apeteceu-me. 
Lavei-me, arranjei-me e saí. Como era cedo, apeteceu-me ir a pé até ao gabinete. 
Ia ser um dia igual aos outros, pensei. Mas estava enganado. 
Pouco faltava para chegar ao emprego, quando vi uma mulher a olhar com ar estupefacto para a frente de um carro. 
Cheio de curiosidade, aproximei-me  e vi então o que se passava: o pneu estava vazio! Mas o que mais me excitou foi ver que já conhecia aquela mulher de vista. 
Era uma mulheraça! Alta, com um peito encantador , daqueles que já nos imaginamos a acariciar. 
Eu confesso: há muito que eu a comia com os olhos sempre que a via.
Está furado? — perguntei, como se não fosse óbvio.
Está. — Se precisar de ajuda… — ofereci-me solícito. 
Sabe mudar a roda? — perguntou ela com um sorriso, diria de esperança. 
Sei. — respondi — Se a senhora quiser, eu posso mudá-la. 
Ah, que bom! — exclamou ela aliviada — Mas trate-me por Louise, peço-lhe. 
Foi quase um choque que senti por todo o meu corpo! Aquela mulher, uma trintona a chegar aos quarenta, pedia-me para a tratar pelo seu nome próprio! 

Ajoelhei junto à roda e o olhar para aquelas coxas alia meu lado com a saia subida ligeiramente a meio da coxa puseram-me com força no pau e a faltar nos braços, mas enfim.
As ferramentas do carro, onde estão? — perguntei com o ar mais natural que pude. 
Sem nada dizer, ela aproximou-se da tampa da mala do carro e abriu-a.
Estão aqui! — disse. Aproximei-me também. 
Lá estava a roda suplente e as ferramentas. Tirei-as para fora e comecei a mudar o pneu furado. 
Mas eu não fazia apenas o meu trabalho. De tempos a tempos, quando estava agachado, ia olhando para as belas pernas. 
Louise tinha-se acocorado junto de mim, de tal modo que as saia já de si curta tinham revelado quase tudo o que havia para mostrar: a totalidade das pernas até ao cimo e uma tanga exígua, mostrando o lateral de uma cona com um dos lábios fora da dita. 
Custou-me imenso deixar de olhar para as pernas dela. 

Mas tinha que mudar o pneu, tinha-me metido naquela, agora toca a trabalhar. 
O caralho apertado e ainda por cima de pernas dobradas, parecia explodir nas minhas calças. 
Já está! — exclamei finalmente, pondo-me de pé. 
Obrigada! — disse ela.
Agora, tem que ir lá acima lavar as mãos.
Oh! Deixe-se estar! — respondi.Lavo-as no no meu local de trabalho. 
Nem pense nisso! Tão cavalheiro, tão gentil, tão querido. 
Não pode ir embora assim todo sujo! — disse Louise — Venha a minha casa aqui em frente. 
O meu coração bateu forte e o meu tesão aumentou pelas palavras ouvidas. 
“Está a convidar-me para ir a casa dela!”, constatei. 
Estava mais excitado do que nunca, e aquele convite… 

Venha! — insistiu ela mais uma vez. Pois sim!....concordei cada vez mais excitado. 
Pouco depois, eu entrava em casa dela. 
Ela levou-me a uma das casas de banho, onde lavei as mãos. 
Bom, vou andando,disse eu quando regressei à sala de estar onde Louise me esperava. — Estás com pressa? ......perguntou ela com um enorme sorriso nos lábios. 
Só então reparei bem naquelas mamas,agora a saltarem fora da blusa, porque a safadinha abriu dois ou três botões até aí apertados. 
Com algum esforço, fingi que desviava os olhos daquelas mamas de sonho. 
Espere!....disse ela, aproximando-se de mim. 
Naquele momento, senti que algo importante iria acontecer.
Acho que chegou a minha vez de te resolver um problema que tem,disse ela com um ar meigo.
Esse que aqui tem, e nisto colocou a mão nas minhas calças, abriu a braguilha e tirou o meu caralho duro e grosso para fora. Mas....disse eu tentando armar em údico 
Nada de mas! Não disse mais nada. 
Limitei-me a apreciar aquelas festas sensuais que tanto me estavam agradar. —
Quero foder contigo! Não há meios termos. Quero-te foder e quero que me fodas .....entendido..
Entusiasmado, comecei também a aplicar todo o meu empenho perante aquele princípio de manhã, iniciando por  despir a tanga cuidadosamente mas ela  não me deu tempo. 
Ela própria puxou-mas para baixo. 
Deita-te no chão,ordenou. 
Obedeci num ápice. 
“Aquela mulher queria mesmo foder comigo!”.
Pôs uma perna de cada lado do meu corpo e foi descendo até toda a cona ficar em contacto com a cabeçorra do caralho.

Gosto de me roçar por um bom caralho.... roçando-se por ele. 
Vou vir assim..... a roçar queres ? Diz-me macho queres? Queres? Sente o mel a lubrificar meu garanhão, sente fodilhão.
Eu estava simplesmente doido mas deliciado! 
Pena que a saia dela me ocultasse todo aquele espectáculo daquela cona sumarenta.
Mas aquele roça-roça estava a excitar-me demais. 
Oh! — gemi — Fazes tão bem... isso faz isso ....tão bem  faz.....! —
Gostas? gosta macho, fodilhão, andava doida aempre que te vejo sair do hotel, julgas que não sei quem és......gostas  macho, gostas meu cavalo de cobrição vociferava de gozo, roçando ainda mais o grelo no caralho. 
Sim ...sim sim sim sim ..... respondi superexcitado.
Ah é....gostas....então  vais gostar mais!
Ergueu-se um pouco e meteu a mão por baixo da saia e agarrou-me o caralho  e apontando-o à entrada da cona ....Ah!.....gemeu....e enterou....
Como era bom sentir as paredes da cona  alargadas por um bacamarte grosso como o teu! Eu estava delirante com os movimentos suaves dela a cavalgar-me .

Há muito que não tenho um caralho como o teu dentro de mim! exclamou ela, aumentando um pouco o ritmo dos seus movimentos para cima e para baixo. 
Eu estava cada vez mais admirado. Aquela mulher, que parecia tão fina e tão nobre quando a via, estava a portar-se como uma puta. 
 Fode-me! — instigou-me ela — Mexe-te! Sou muito senhora na rua mas muito puta na cama, fode cabrão, chama-me puta, chama-me a tua puta, fode a tua puta  
“ Aquela mulher era na verdade excepcional”, pensei.
Isso! Fode-me caralho! — incitou novamente , cavalgando-me cada vez mais rapidamente. Eu estava a sentir um enorme prazer. 
E sabia que não demoraria muito tempo a vir-me. 

Oh! — gemi em já pleno êxtase. 
Isso, filho! Fode! Vem-te dentro de mim! Esporra-me a cona cabrão.
As mamas dançavam bem em frente dos meus olhos, enquanto eu a estocava. 
Sentindo uma vontade doida de agarrar aquelas tetas, estendi os braços e aparei-as nas minhas mãos. 
A seguir apertei-as  nas minhas mãos, ao mesmo tempo que sentia uma onda enorme de prazer a partir dos colhões.
Isso! Apalpa-me sacana, fode e aperta-me macho! Brinca enquanto me fodes com esse teu caralho bom! .....exclamou ondulando a pélvis em cima de mim. 

Eu estava já completamente doido. 
Agarrando com força aquele peito, senti uma onda de prazer subir-me pelo caralho acima.
Venho-me! Oh!... vou-me esporrar minha puta — gritei, sentindo correntes de líquido a brotar.
Vem-te! Vem-te dentro de mim! — dizia Louise — Enche-me acona de leite , fode a tua puta, dá-me leite.
O caralho deslizava agora melhor dentro dela, que não parava de gritar:
Fode-me! Fode-me, que estou quase, também!.  fode-me porra .
Tentei aguentar. Mas para meu desespero. toda a minha carga já tinha saído mas ela não o deixou ir abaixo..... 
Contraia os musculos da cona, vinha-se mas apertava o caralho e continuava a foder desalmadamente....que mulher...
Na próxima vez, teremos de ser mais calmos eu quero-te mamar essa cona antes de foder! . 
Vi Maria arregalar os olhos de espanto.
O quê? Tu eras capaz de me lamberes? 
Era?????? não quero percebes quero. 
Anda cá! — disse-me ela, agarrando-me pela mão e arrastando até ao quarto dela. — Espera um pouco. — disse Maria entrando na casa de banho que dava para o quarto — Não fujas, enquanto me lavo — acrescentou rindo. 
“ Fugir eu?", exclamei comigo mesmo.
Todo aquele corpo nu era uma maravilha. Mas as mamas que sonho!...
Então toma-me.

Sentou a cona na minha cara e começou a foder a minha boca e a minha lingua de fora, parecia um mini caralho a dar prazer àquela cona.
Não demorou muito a que os leires escorresem.......


Deixou-se escorrer pelo meu corpo e enterrou-o de novo.
Contraiu a cona , aqueceu e não havia hipótese ia-me esporrar todo de novo....
Fodeu-me ... fodeu ... fodeu ....
Colou os lábios aos meus e depois olhando-me nos olhos disse-me
Sabes meu querido...... o pneu não está furado.
Despejei-o para te foder.
Gostas-te ???????? meu cavaleiro .....................




2 comentários:

  1. Sei quel bacio che mai avrei dato
    sei quel sapore che mai avrei sentito,
    sei l'essenza che mai avrei immaginato,
    sei l'anima che mai avrei sfiorato ,
    sei l'emozione più forte che ho provato....!

    ResponderEliminar